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Para se desenvolver um programa, individualizado, é necessário o máximo de informações possíveis sobre a criança. Além das informações obtidas através dos pais, são ainda necessárias informações específicas sobre o desenvolvimento da criança.
Para atender a esta necessidade, ou seja; avaliar as habilidades e deficits da criança portadora de autismo, bem como seu nível de desenvolvimento em 9 diferentes áreas funcionáis e comportamentos incomuns em 4 áreas de patologia; foi desenvolvido, na divisão TEACCH da Universidade da Carolina do Norte / USA, em 1976, por Schopler e Reichler, o PEP - Perfil Psicoeducacional.
No Brasil usa-se o PEP-R Perfil Psicoeducacional Revisado, ou seja, adaptado aos fatores culturais brasileiros.
Outras metodologias de avaliação podem ser utilizadas, desde que proporcionem uma leitura fiel da criança portadora do autismo nos aspéctos relevantes à aplicação do método.