Sinopse:
Autismo alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente, exatamente a patologia que se encaixa com o personagem principal de Lars and the Real Girl, filme que concorreu ao melhor roteiro original este ano, conta a história de Lars Lindstrom, um jovem tímido que mora isolado do mundo na garagem da casa seu irmão mais velho Gus e de sua cunhada Karen, até que recebe a “visita” de Bianca: uma linda missionária religiosa, meio dinamarquesa, meio brasileira. O problema é que Bianca na verdade é uma boneca inflavél (de tamanho natural), que na qual Lars fantasia em sua cabeça que ela é real, desde então começa uma história com uma mistura profunda de sensibilidade e uma boa dose de humor conduzida com competência por Craig Gillespie (Em pé de guerra) e uma atuação comovente Ryan Gosling.
O filme é leve, não é uma comédia, como é tratado, é um filme bom de assistir.
O filme lembra o autismo, mas a meu ver seria mais um disturbio de comportamento, ou algum tipo de trauma, em uma pessoa, de certa forma, orgânicamente predisposto à sindrome, não esclarece, que sindrome seria esta.
Em relação ao autismo, identifiquei a defensividade tátil, comum no autismo, mas somente como comorbidade. No filme o Lars não consegue ser tocado, e chega até a sentir dor com o toque, por isso a defesa dele era se vestir com várias camadas de roupa para não sentir na pele o toque de ninguem. Uma outra forma defesa era manter uma certa distância das pessoas. A psicólogoa, doutora da família, faz um trabalho de dessencibilidade, mostrado muito rápidamente.
Identifiquei o isolamento, como um sintoma do autismo.
Saindo do tema autismo, o filme mostrou o envolvimento de toda a comunidade, 100%, no sentido de ajudar no "tratamento".
Esse envolvimento da sociedade envolveu igreja, comércio, hospital, etc... , coisa meio utópica.
O filme é interessante, vale assistir.
Eduardo HCS
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