AUTISMO
DISCUSSÕES E COMENTÁRIOS
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Prevalências


Data: 19/3/2006 comentário 1/5

A prevalência para a síndrome de Down e Autismo, conjuntamente, é aproximadamente 4 vêzes maior que na população em geral

Fonte: Informação do Psiquiatra Infantil Walter Camargos.

Eduardo HCS


Data: 28/3/2009 comentário 2/5

Os números são bem conflitantes e variam conforme a escola, autor, profissional, país, etc...

Década 80 (1980)
Alguns estudiosos afirmam ser de 4 autistas em cada 10.000 pessoas em todo o mundo.

Década 90 (1990)
Outros afirmam ser de 1 em cada 1000.

1998

Em alguns paises, como Estados Unidos e Inglaterra os registros apontam para 1 em cada 500 pessoas.
Nesse ano, meu quando meu filho (Alexandre)teve seu diagnóstico, falava-se, no Brasil em 1:700.


No Brasil infelizmente parece não haver nenhuma estatística a respeito . Estes índices, acredíta-se ocorrerem homogeneamente em todo o planeta.


Ano 2006

Prevalência de 1:165, englobando todo o espectro autístico.

A justificativa para este aumento pode ter relação com a crescente desmistificação da doença, sendo esta alvo da mídia com maior freqüência. Os métodos de diagnóstico, ainda são muito subjetivos, mas vêm sendo desenvolvidos no sentido de a cada dia se tornarem mais precisos. A crescente criação de associações de pais de autistas pode também estar colaborando para a apuração real destes números.
Existe também uma relação entre os sexos, assim o autismo é mais comum em homens do que em mulheres, numa proporção de 1 mulher para cada 4 homens. Geralmente apresentando um quadro mais grave entre as mulheres.

Ano 2009
Reino Unido - Prevarlência 1:60 pessoas.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1163606/One-child-60-suffers-form-autism.html


One child in 60 'suffers from a form of autism'


By Sue Reid


Last updated at 11:33 PM on 20th March 2009


Far more children have autism than previously thought, a study of British school pupils has found. Researchers now believe as many as one in 60 children has some form of the condition.

The disturbing findings, which are due to be made public within weeks, mean that up to 216,000 children in the UK could suffer from an autistic condition, although many have not yet been diagnosed.
The research could have a major impact on public services in Britain with many more youngsters potentially needing a lifetime of special care.
Shocking: Many children who have a form of autism have not been diagnosed Autism covers a spectrum of developmental disorders which affect a person's communication and social skills.
Families caring for severely autistic children say their lives are devastated by the condition, and looking after sufferers of autism and related disorders already costs the nation £28billion a year.
The latest study, by academics at Cambridge University's respected Autism Research Centre, involved thousands of children. Controversially, it showed autism rates were nearly twice as high as the figure of one child in 100 which is currently accepted by the National Autistic Society.
It also surpassed the one in 87 figure revealed by research among south London pupils three years ago, which was published in the Lancet medical journal. Cases of autism have significantly increased over the past 40 years. In the 1980s, for example, a study found only four in every 10,000 showed signs of childhood autism. The Cambridge study, led by Professor Simon Baron-Cohen, states clearly that the apparently higher rate found recently is down to better detection and diagnosis. The outline results of the professor's research have already been revealed at a major international conference of world experts on autism, although they have not yet been formally published. Enlarge The audience in London was told that autism spectrum conditions have shown a 'steady increase' over four decades. The researchers conclude that a figure of one in 60 gives an accurate picture. They estimate that one per cent of children - one in 100 - are known to have an autistic condition. But, significantly, they say that for every three known cases, there are two unknown. This equates to five cases in every 300 children - or one in 60. 'This has implications for planning, diagnostic, social and health services,' the researchers told the conference. Benet Middleton, of the National Autistic Society, yesterday welcomed the study's findings, saying: 'It is very likely there are people affected by this complex condition who have been completely overlooked by education and health officials and remain undiagnosed.'


The Mail understands that two possible lower rates of autism among children - around one in 74 and around one in 94 - are also cited in the study. These were estimates made by statisticians to compensate for missing data - for instance, when parents failed to return survey forms. Even these lower rates, which were not mentioned in the study's conclusion, would still have a significant impact on schools, social services, and the NHS. Anti-vaccine campaigners have previously claimed a link between autism and the MMR triple jab given to children aged between 12 and 15 months. However, the Department of Health has dismissed the idea and Professor Baron-Cohen said: ' Environmental factors such as chemicals and children's exposure to testosterone in the womb are a more likely cause. 'At this point, one can conclude the evidence does not support the idea that MMR causes autism.'Yesterday he declined to comment on the new findings, which will be published in the British Journal of Psychiatry. Dr Richard Halvorsen of Baby-Jabs, a private vaccination clinic in London, told the Mail this week: 'The Cambridge figures are very concerning.' In the U.S., President Barack Obama has just launched a multimillion dollar offensive to combat autism and find its causes.

Uma (1) criança em cada sessenta (60) sofre de uma forma de Autismo
SUE REID
(Tradução livre de artigo no Daily Mail)

O número de crianças autistas é muito maior do que pensávamos anteriormente, diz um estudo feito nas escolas britânicas.
Os pesquisadores agora acreditam que 1 em cada 60 crianças tenha alguma forma de autismo.
Essa descoberta preocupante, que logo será tornada pública, significa que na Inglaterra cerca de 216.000 crianças podem sofrer de alguma manifestação de autismo, apesar de nunca terem tido um diagnóstico. A pesquisa poderá ter um grande impacto nos serviços públicos, já que um maior número de jovens necessitará de cuidados especiais.
O autismo abrange uma série de falhas no desenvolvimento que afetam a comunicação e as habilidades no convívio social.
As famílias que cuidam de crianças com autismo grave dizem que suas vidas são muito difíceis; o custo do Estado para o cuidado de portadores de autismo chega a 28 bilhões de Libras por ano.
O último estudo, realizado pelo Centro de Pesquisa de Autismo, da Universidade de Cambridge, envolveu milhares de crianças e mostrou que a percentagem de portadores de autismo era duas vezes maior do que o número de 1 criança a cada 100 como correntemente aceita pela Sociedade Nacional de Autismo.Também foi ultrapassada a marca de 1 em 87 da pesquisa feita há 3 anos nas escolas de Londres, publicada no jornal de medicina Lancet.
Os casos de autismo aumentaram significativamente nos últimos 40 anos. Na década de 80, por exemplo, um estudo apontou apenas 4 casos em cada 10.000 crianças com sinais de autismo.
O estudo de Cambridge, liderado pelo Professor Simon Baron-Cohen, afirma com clareza que a o aparente aumento de média atual é o resultado de um melhor diagnóstico. Os resultados da pesquisa já foram apresentados numa conferência internacional de especialistas de autismo, mas ainda não foram formalmente publicados.
Os pesquisadores concluem que o número de 1 em 60 é bastante acurado. Eles estimam que 1% das crianças, reconhecidamente, são portadoras de autismo. Dizem ainda que para 3 casos reconhecidos, existem 2 não diagnosticados.Tais números representam 5 casos em 300 crianças ou 1 em 60.
"Isto tem implicações no planejamento, diagnóstico, serviços de saúde e sociais", dizem os pesquisadores.
Para Benet Middletton, da Sociedade Nacional de Autismo, “é muito provável que as pessoas afetadas por esta condição tenham sido completamente ignoradas pelas autoridades de Educação e de Saúde e permaneçam sem qualquer diagnóstico".

Mônica Accioly



Data: 29/10/2009 comentário 3/5

Gostaria de saber se o nº oficial e atual sobre a porcentagem de autistas homens e autistas mulheres é de 74% e 26% respectivamente.

Obrigada.

Sabrina de Araujo.


Data: 27/4/2010 comentário 4/5


Estudo da EPA: Boom autismo começou em 1988, os fatores ambientais são considerados

http://www.huffingtonpost.com/david-kirby/autism-vaccine-epa-study_b_548837.html
(traducao google)

Se parece que a maioria das pessoas que você conhece com autismo são 22 ou mais jovens, é porque a maioria das pessoas diagnosticadas com autismo nasceram após 1987. Um recente estudo do EPA dos EUA (http://www.all.org/pdf/McDonaldPaul2010.pdf) tenha encontrado uma Changepoint "distinto" ano - ou de ponta - no autismo na Califórnia e em outros países e conclui que "seria prudente assumir que pelo menos uma parte deste aumento é real e resulta de fatores ambientais."
"Na Dinamarca, na Califórnia, e conjuntos de dados em todo o mundo, descobrimos que um aumento na incidência de transtorno autista acumulado começou há cerca de (o ano de coorte de nascimentos) 1988-1989," escreveram os autores Michael E. Mc Donald e John F. Paul, de Nacional de Saúde do EPA e do Laboratório de Pesquisa Ambiental Effects.
"Embora o debate sobre a natureza do autismo continua a aumentar", acrescentou, "o potencial para esse aumento deve ser real e envolver exógenas (externas) estressores ambientais existe."
Mas foi o momento distinto do aumento do autismo - o nascimento de uma epidemia, como muitos acreditam - que foi o mais notável, e que "pode ajudar na seleção de candidatos potenciais estressores ambientais."
"O ano foi calculado determinado a ser significativa", os cientistas da EPA disse. A taxa de crescimento antes de 1988 "foi significativamente diferente" do que a taxa depois daquele ano (o postchangepoint ", no jargão da epidemiologia). Na Califórnia, a taxa de 5,7 spiked-por-10, 000 antes do Changepoint, para 20,8 por 10 mil na sua esteira, e os dados em todo o mundo mostraram um salto similar (6,0-24,2). Na Dinamarca, o aumento foi ainda mais dramática, sendo a incidência total foi de apenas uma fração do que em os E.U.: 0,6-6,6.
(Um estudo realizado no Japão 1988-1996 apresentou taxas de autismo a aumentar continuamente, mas nenhum ano Changepoint calculável - veja o relatório completo para uma discussão sobre as limitações do estudo).
Então, por que as taxas mais que o triplo em crianças nascidas na Califórnia, antes e depois de 1988? É apenas o resultado de um melhor diagnóstico e melhor informação, como muitos têm insistido? Ou mudar alguma coisa fez drásticas no ambiente dessas crianças, a partir de 1988?
Os funcionários da EPA dúvida, foi o primeiro. Eles observaram um estudo recente sugere que a mudança de critérios de diagnóstico pode ser responsável por apenas uma "incidência 2,2 vezes maior acumulado de autismo, em relação ao aumento de sete vezes", relatou na Califórnia, mais de 11 anos. Da mesma forma, eles disseram, "a substituição de diagnóstico", ou comutação crianças do retardo mental a categoria autismo ", não poderia explicar o autismo aumentou de 1987 a 1994."
Como se escreveu:
Embora os artefatos associados com os aumentos observados em vários estudos, não pode ser excluída, do ponto de vista da precaução, parece prudente assumir que pelo menos alguma parte desse aumento na incidência é real e resulta de fatores ambientais interagindo com a população suscetível. Como esta exposição é potencialmente prevenível, a identificação dos fatores ambientais relevantes candidato deve ser uma prioridade de investigação.
Enquanto isso, os cientistas ficaram surpresos ao encontrar tal anos Changepoint semelhante na Califórnia, a Dinamarca e os dados mundiais, apesar de reconhecer os dados foram consistentes com estudos semelhantes feitos em Minnesota e na Suécia, e um terceiro estudo E.U. nacional que encontrou ", o maior aumento na prevalência de ASD ocorrendo em coortes nascidas entre 1987 e 1992. "
Há muitos fatores externos que podem ser associados com o autismo, dizem os autores, para saber quando a explosão de casos começou deve ajudar a diminuir a longa lista de suspeitos.
"Estudos futuros deverão examinar de romance ou aumentar a exposição a factores ambientais desde a gestação até, pelo menos, três anos de idade para os nossos calculado 1988-1989 coortes de nascimento", escreveram os autores. "Assumindo uma relação dose-resposta, um factor candidato teria continuado a aumentar no meio da década de 1980, pelo menos até meados da década de 1990."
Mas o que poderia (ou eles) será? Segundo a EPA:
• Qualquer candidato deve ser uma substância ou substâncias cujo nível de exposição aumentou dramaticamente nos países desenvolvidos, começando no Changepoint 1988.
• O candidato será provavelmente algo cujo nível de exposição foi maior em Califórnia do que na Dinamarca entre 1988 e 1997.
• O candidato é provavelmente algo que foi introduzido nos países em desenvolvimento depois do que na Califórnia, Japão e Dinamarca. Por exemplo, um recente estudo de Hong Kong "é sugestivo de um aumento no autismo, mas começando mais recentemente do que a nossa changepoints calculado."
• O candidato "precisaria ser prejudiciais ao desenvolvimento humano adiantado neural."
• O candidato precisaria ter uma rota de exposição "consistente com a biodisponibilidade de fetos e bebês."
• O candidato precisaria ter aumento dos níveis de exposição E.U. entre 1988 e 1995 pelo menos.
• O potencial de exposição a uma variedade de fatores ambientais "atuando sinergicamente em populações suscetíveis também não pode ser descartada."
Os autores sugerem uma seleção inicial de toxicidade para os potenciais candidatos provocar o autismo usando o CDC Agência para substâncias tóxicas e registro da doença ou de conjuntos de dados similares.
Os funcionários da EPA não apresentou uma lista de substâncias que devem ser olhados, mas eles fizeram notar que os estudos sobre a vacina MMR ea vacina à base de mercúrio conservante timerosal, "não apoiam uma relação com o autismo", incluindo um relatório de 2004 da Institute of Medicine.
Nenhum estudo foi feito em outros ingredientes da vacina eo risco de autismo, no entanto, nem sobre o esquema vacinal completo.
Se nenhum candidato garimpa para fora como o culpado, eles escreveram, "talvez a maior parte dos aumentos observados não são causadas por um fator ambiental, mas o resultado do estudo de artefatos que produzem aumentos falsas ou a partir dos níveis atuais de ser correto, mas não um aumento real."
De qualquer forma, o número de processos em curso vai custar uma fortuna. As pessoas com autismo na Califórnia nascidos entre 1988 e 1997, terá um custo médio de cuidados da vida entre US $ 2,7 bilhões e US $ 4,0 bilhões, e "estes custos provavelmente continuou a crescer nos últimos anos."
Espero que esta informação será finalmente acender o traço louco que este país precisa desesperadamente que fazer para identificar os factores ambientais no autismo. Exigimos uma operação estilo Manhattan Project, liderado pelo governo federal, e que precisava de dez anos atrás. Esta crise é séria demais para ignorar a complacência leve mais tempo.
Aqui estão apenas algumas das áreas onde a ciência está procurando:
POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA - A poucos estudos ligados aumento do risco de autismo a toxinas ambientais - como o mercúrio - a poluição do ar, incluindo um estudo do CDC financiado pelo San Francisco Bay Area, um estudo dos locais de Superfund limpeza em Minnesota, e um estudo das crianças que vivem na proximidade de carvão de mercúrio, que emitem usinas de energia no Texas.
Disruptores Endócrinos - Estes produtos químicos ubíquos e outros insultos "início da vida imune", ou ELIIs ", são fatores importantes na infância e doenças crônicas do adulto", diz um estudo da Universidade de Cornell. "No entanto, pré-natal e perinatal ambientalmente induzido alterações imunológicas ainda têm de ser consideradas em profundidade no contexto do autismo e desordens do espectro autista."
PESTICIDAS - Um estudo apresentado no Encontro Internacional 2008 para a Autism Research em Londres, relataram que as mães que usaram agrotóxicos xampus à base de animais dobrou o risco de ter um filho ASD, comparadas às mães que não fizeram. Outro estudo na agricultura intensiva Vale Central da Califórnia, informou que aumentou o risco do autismo ", com o poundage de pesticidas organoclorados aplicada, e diminuiu com a distância dos locais de campo."
Mercúrio em Peixes - Pelo menos um estudo pequeno, da Austrália, mostrou níveis elevados de mercúrio em três bebês desmamados em congee (um mingau de arroz e peixe) e de peixes alimentados regularmente, como crianças. Seus pais tinham procurado auxílio médico em caso de atraso de desenvolvimento e sintomas neurológicos, incluindo sintomas de transtorno do espectro do autismo.
RETROVIRUS - Em outubro, pesquisadores da Universidade de Nevada, o National Cancer Institute e The Cleveland Clinic anunciou a surpreendente descoberta de anticorpos contra um retrovírus pouco conhecida em 95 por cento dos pacientes com Síndrome de Fadiga Crônica. Um dos pesquisadores relataram a descoberta do mesmo patógeno em 40 por cento das crianças autsim testados. O trabalho tem sido contestada por outros cientistas.
Nascimento prematuro e início peso ao nascimento - Entre 1990 e 2000, os nascimentos prematuros atrasados em os E.U. aumentou 13 por cento, ea taxa de bebês de baixo peso ao nascer aumentou 24 por cento. Toxicologistas calcular as taxas de exposição a toxinas base kg de peso corporal.
Vacinas e distúrbios subjacentes - Em janeiro deste ano, o Instituto de Medicina Comissão de Revisão Efeitos Adversos de Vacinas emitido sua lista "Trabalhar de eventos adversos devem ser considerados." Incluído nos eventos adversos associados com a DTaP e as vacinas MMR foram autismo "e" Autism Spectrum Disorders (ASD) / Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (PDD). " Curiosamente, o Comité da OIM disse que consideraria a investigar o chamado "autismo" secundário ", ou" características autistas decorrentes de encefalopatia crônica, doenças mitocondriais e / ou outros distúrbios subjacentes. " Em outras palavras, as vacinas não causam autismo, mas podem causar doenças no cérebro em certas crianças com predisposição, e que podem levar ao autismo.
Vacinas e IMUNE STRESS - Como os "autismo" primário, a OIM tem sido solicitado pela vacina Federal da compensação de ferimento Program (VICP, ou vacina Tribunal de Justiça) a considerar rever toda a literatura médica desde o relatório de 2004 da OIM que não encontraram nenhuma ligação. "Em particular, VICP está interessada na revisão do Comité sobre as teorias mais recentes de" neuroinflammation 'e' hyperarousal / superexcitação do sistema imunológico através da estimulação antigênica simultâneos. " Em outras palavras, ficando muitas jogadas de uma só vez pode causar uma resposta inadequada neuro-imunes, como a que por vezes relatados no autismo.
Vacinas e víricas - A marca novo estudo relataram a descoberta de porco e macaco partículas virais em um número de vacinas. Na II MMR e Varivax (Catapora) vacinas, os pesquisadores detectaram retrovírus endógenos humanos K, ou HERV-K. Os retrovírus foi uma consequência "da sua construção através de linhas de células humanas." Um estudo de 2001 de genes do autismo e relatórios sobre o desenvolvimento de "blocos congelados de DNA" causado pela duplicação de genes imperfeitos. "Parece que os retrovírus endógenos humanos (HERV) e
fragmentos HERV estão envolvidos ", escreveram os autores." A versão longa do gene C4, para
exemplo, os resultados da integração de uma HERV-K ".
As vacinas e os ingredientes da vacina pertence à lista de candidatos? Muitas pessoas dizem que não, mas a OIM eo VICP dizer sim.
Concordo com os peritos. E agora que temos um Changepoint "de 1988, nós devemos ir para trás e olhar para as exposições vacina pré e pós Changepoint. Entre 1988 e 1996, as vacinas foram adicionados ao calendário E.U. para crianças nos primeiros 15 meses de vida:
• HiB - Melhoria da vacina conjugada Hib licenciados em Dezembro de 1987, e em dose única adicionado à programação infantil em 1988.
• DTaP - dose adicional na idade mais nova adicionou cerca de 1990.
• HiB - Três doses adicionais acrescentados ao calendário em 1991.
• Hepatite B - Três doses - Adicionado a programação infantil em 1992.
• Chicken Pox - Aprovado em 1995, adicionado ao calendário em 1996
1988 foi um ano muito interessante, e as crianças têm muito a nos dizer. Vamos ouvir.



EPA Study: Autism Boom Began in 1988, Environmental Factors Are Assumed

If it seems like most of the people you know with autism are 22 or younger, that's because most people diagnosed with autism were born after 1987. A recent US EPA study has found a distinct "changepoint" year - or spike - in autism in California and elsewhere and concludes that it would be "prudent to assume that at least some portion of this increase is real and results from environmental factors."
"In the Danish, California, and worldwide data sets, we found that an increase in autism disorder cumulative incidence began about (the birth cohort years) 1988-1989," wrote the authors Michael E. Mc Donald and John F. Paul, of the EPA's National Health and Environmental Effects Research Laboratory.
"Although the debate about the nature of increasing autism continues," they added, "the potential for this increase to be real and involve exogenous (external) environmental stressors exists."
But it was the distinct timing in the increase of autism - the birth of an epidemic, as many believe - that was most notable, and which "may help in screening for potential candidate environmental stressors."
"The calculated year was determined to be significant," the EPA scientists said. The rate of increase before 1988 "was significantly different" than the rate after that year (the "postchangepoint," in epidemiology parlance). In California, the rate spiked from 5.7-per-10,000 before the changepoint, to 20.8-per 10,000 in its wake, and the worldwide dataset showed a similar jump (from 6.0 to 24.2). In Denmark, the rise was even more dramatic, though total incidence was only a fraction of that in the US: from 0.6 to 6.6.
(A study in Japan from 1988-1996 showed continuously increasing autism rates, but no calculable changepoint year - please see the full report for a discussion on study limitations).
So why would rates more than triple in California kids born before and after 1988? Is it just the result of better diagnostics and better reporting, as many have insisted? Or did something drastic change in these children's environment, beginning in 1988?
The EPA officials doubt it was the former. They noted a recent study suggesting that changing diagnostic criteria may account for only a "2.2-fold higher cumulative incidence of autism, relative to the seven-fold increase" reported in California over 11 years. Likewise, they said, "diagnostic substitution," or switching kids from the mental retardation to autism category, "could not account for increased autism from 1987 to 1994."
As they wrote:

Although artifacts associated with observed increases in various studies cannot be ruled out, from a precautionary standpoint, it seems prudent to assume that at least some portion of this increase in incidence is real and results from environmental factors interacting with susceptible populations. As such exposure is potentially preventable, identification of relevant candidate environmental factors should be a research priority.

Meanwhile, the scientists were surprised to find such similar changepoint years in California, Denmark and the worldwide dataset, although they conceded the data were consistent with similar studies done in Minnesota and Sweden, and a third US nationwide study which found, "the greatest increase in ASD prevalence occurring in cohorts born between 1987 and 1992."
There are many external factors that could be associated with autism, the authors said, so knowing when the explosion in cases began should help narrow down the long list of suspects.
"Future studies should examine for novel or increasing exposures to environmental factors from gestation to at least age three for our calculated 1988-1989 birth cohorts," the authors wrote. "Assuming a dose-response relationship, a candidate factor would have continued to increase in the environment from the late 1980s through at least the mid-1990s."
But what could it (or they) be? According to the EPA:

Any candidate must be a substance or substances whose exposure level dramatically increased in developed countries beginning at the 1988 changepoint.
The candidate will likely be something whose exposure level was greater in California than in Denmark between 1988 and 1997.
The candidate is likely something that was introduced in developing countries later than California, Japan and Denmark. For example, a recent Hong Kong study "is suggestive of a rise in autism, but beginning more recently than our calculated changepoints."
The candidate "would need to be disruptive to early human neural development."
The candidate would need to have a route of exposure "consistent with bioavailability to fetuses and infants."
The candidate would need to have increasing levels of US exposure between 1988 and at least 1995.
The potential for exposure to a variety of environmental factors "acting synergistically on susceptible populations also cannot be ruled out."
The authors suggested an initial toxicological screening for potential autism-trigger candidates using the CDC's Agency for Toxic Substances and Disease Registry or similar data sets.
The EPA officials did not offer a list of substances that should be looked at, though they did note that studies on MMR vaccine and the mercury-based vaccine preservative thimerosal, "did not support a relationship with autism," including a 2004 report from the Institute of Medicine.
No studies have been done on other vaccine ingredients and autism risk, however, nor on the entire vaccine schedule.
If no candidate pans out as the culprit, they wrote, "perhaps most of the observed increases are not caused by an environmental factor, but result from study artifacts that produce false increases or from the current levels being correct but not a true increase."
Either way, the current caseload is going to cost a fortune. People with autism in California born between 1988 and 1997 will incur a mean lifetime care cost between $2.7 billion and $4.0 billion, and "these costs likely have continued to grow in recent years."
I am hopeful that this information will finally spark the mad-dash that this country desperately needs to make to identify the environmental factors in autism. We require a Manhattan-Project style operation spearheaded by the Federal government, and we needed it ten years ago. This crisis is too serious to ignore in mild complacency any longer.
Here are just some of the areas where science is looking:
AIR POLLUTION - A few studies have linked increased risk of autism to environmental toxins - such as mercury - in air pollution, including a CDC funded study from the San Francisco Bay Area, a study of Superfund Cleanup sites in Minnesota, and a study of children living in proximity to mercury-emitting coal fired power plants in Texas.
ENDOCRINE DISRUPTORS - These ubiquitous chemicals and other "early life immune insults," or ELIIs, "are important factors in childhood and adult chronic diseases," says one study from Cornell University. "However, prenatal and perinatal environmentally induced immune alterations have yet to be considered in depth in the context of autism and autism spectrum disorders."
PESTICIDES - One study presented at the 2008 International Meeting for Autism Research in London reported that mothers who used pesticide-based shampoos on pets doubled the risk of having an ASD child, compared to mothers who did not. Another study in the agriculturally intensive Central Valley of California reported that autism risk increased "with the poundage of organochlorine pesticides applied, and decreased with distance from field sites."
MERCURY IN FISH - At least one tiny study, from Australia, showed elevated mercury levels in three infants weaned on congee (a rice and fish porridge) and fed fish regularly as toddlers. Their parents had sought medical advice for developmental delay and neurological symptoms, including symptoms of autism spectrum disorder.
RETROVIRUSES - In October, researchers from the University of Nevada, the National Cancer Institute and The Cleveland Clinic announced the startling discovery of antibodies to a little known retrovirus in 95 percent of patients with Chronic Fatigue Syndrome. One of the researchers reported finding the same pathogen in 40 percent of autsim children tested. The work has been disputed by other scientists.
PREMATURE BIRTH AND EARLY BIRTH WEIGHT - Between 1990 and 2000, late preterm births in the US increased by 13 percent, and the rate of low birth-weight babies increased by 24 percent. Toxicologists calculate exposure rates to toxins based on kilograms of body weight.
VACCINES AND UNDERLYING DISORDERS - In January of this year, the Institute of Medicine's Committee to Review Adverse Effects of Vaccines issued its "Working list of adverse events to be considered." Included in the adverse events associated with the DTaP and MMR vaccines were "autism" and "Autism Spectrum Disorders (ASD)/Pervasive Developmental Disorders (PDD)." Interestingly, the IOM Committee said it would consider investigating so-called "Secondary" autism, or "autistic features arising from chronic encephalopathy, mitochondrial disorders and/or other underlying disorders." In other words, vaccines don't cause autism, but they might cause brain disease in certain predisposed kids, and that might lead to autism.
VACCINES AND IMMUNE STRESS - As for "Primary" autism, the IOM has been asked by the Federal Vaccine Injury Compensation Program (VICP, or Vaccine Court) to consider reviewing all the medical literature since the 2004 IOM report that found no link. "In particular, VICP is interested in the Committee's review on more recent theories of 'neuroinflammation' and 'hyperarousal/overexcitation of the immune system via multiple simultaneous antigenic stimulation." In other words, getting too many shots at once might cause an inappropriate neuro-immune response, such as that sometimes reported in autism.
VACCINES AND VIRAL PARTICLES - A brand new study reported finding pig and monkey viral particles in a number of vaccines. In the MMR II and Varivax (Chicken Pox) vaccines, researchers detected human endogenous retrovirus K, or HERV-K. The retrovirus was a "consequence of their manufacture using human cell lines." A 2001 study of genes and autism reports on the development of "frozen blocks of DNA" caused by imperfect gene duplication. "It appears that human endogenous retroviruses (HERV) and
HERV fragments are involved," the authors wrote. "The long version of the C4 gene, for
example, results from the integration of an HERV-K."
Do vaccines and vaccine ingredients belong on the list of candidates? Many people say no, but the IOM and the VICP say yes.
I agree with the experts. And now that we have a "changepoint" of 1988, we should go back and look at vaccine exposures both pre- and post- changepoint. Between 1988 and 1996, the following vaccines were added to the US schedule for children in the first 15 months of life:

HiB - Improved Hib conjugate vaccine licensed in December 1987, and single dose added to childhood schedule in 1988.
DTaP - Additional dose at younger age added around 1990.
HiB - Three additional doses added to schedule in 1991.
Hep B - Three doses - Added to childhood schedule in 1992.
Chicken Pox - Approved in 1995, added to schedule in 1996
1988 was a very interesting year, and those children have a lot to tell us. Let's listen.


Data: 16/8/2011 comentário 5/5

Risco de autismo entre irmãos é maior do que se pensava

O risco entre meninos é maior do que entre meninas. E as chances são 32% maiores se a criança tiver mais de um irmão com autismo

"Os resultados enfatizam a importância do histórico familiar como um fator de risco para o autismo. Por isso, requer atenção por parte dos pais e médicos no acompanhamento dessas crianças desde cedo para determinar se o irmão mais novo poderá desenvolver autismo ou algum distúrbio de desenvolvimento",

Alycia Halladay, diretora de pesquisa de ciências ambientais da organização Autism Speaks.

Irmãos mais novos de crianças com autismo têm uma maior probabilidade de serem diagnosticados com a doença do que se acreditava até agora. É o que indica um estudo publicado no periódico científico Pediatrics nesta segunda-feira. De acordo com a pesquisa, 19% dos irmãos mais novos desenvolveram a doença, enquanto as estimativas anteriores variavam entre 3% e 10%.

Se houver duas crianças com a doença na família, o risco de o terceiro irmão desenvolver autismo sobe para 32%, segundo os resultados do estudo. A pesquisa mostrou que crianças do sexo masculino que tinham um irmão mais velho com autismo tinham três vezes mais chances de ter a doença do que bebês do sexo feminino (26% em comparação com 9%).

O estudo não demonstrou aumento do risco ao associar o sexo do filho mais velho, a gravidade dos sintomas da primeira criança com autismo ou ainda caracterísitcas da família, como idade dos pais, situação sócio-econômica e raça.

Partiticparam do estudo 664 crianças de 12 estados americanos e candenses, avaliadas desde os seis meses de idade até os 36 meses. A pesquisa é considerada a mais completa já realizada, uma vez que foi baseada em métodos padrão-ouro de diagnóstico e avaliações realizadas por pesquisadores especializados – ao contrário de estudos anteriores, que foram baseados em critérios diagnósitos menos confiáveis.

De acordo com os pesquisadores, os resultados sugerem que os pediatras devem ter um olhar atento aos irmãos de crianças diagnotícadas com autismo. Isso porque, com intervenções precoces, os sintomas dessas crianças podem ser reduzidos ao mínimo.

"Os resultados enfatizam a importância do histórico familiar como um fator de risco para o autismo. Por isso, requer atenção por parte dos pais e médicos no acompanhamento dessas crianças desde cedo para determinar se o irmão mais novo poderá desenvolver autismo ou algum distúrbio de desenvolvimento", disse Alycia Halladay, diretora de pesquisa de ciências ambientais da organização Autism Speaks.

O autismo é um transtorno neurobiológico complexo, que inibe a habilidade de comunicação e de desenvolver relações sociais. Em geral, a doença vem acompanhada de desafios comportamentais. Ela é diagnosticada em uma a cada 110 crianças nos Estados Unidos.


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Esta página foi construída em 19/09/99, última atualização 20/03/2009.
Créditos: Eduardo Henrique Corrêa da Silva