AUTISMO
DISCUSSÕES E COMENTÁRIOS
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Integraçao Sensorial


Data: 16/3/2002 comentário 1/139

Os problemas sensoriais no autista são fato . Alguém saberia dizer algo sobre algum programa de integração sensorial ?


Data: 21/3/2002 comentário 2/139

No Instituto Veras (RJ), a abordagem do autismo é feita de forma muito interessante.A estimulação sensorial é feita por contrastes, áspero/macio, quente/frio, espeta/acaricia.É como se ensinasse o corpo a sentir.Dá certo, deu certo com meu filho e com muitos outros que conheciNo livro O que fazer pela criança de Cérebro Lesado, Editora Gráfica Auriverde, existe explicações detalhadas.
Lucy santos


Data: 29/3/2002 comentário 3/139

Lucy, vc não teria o e-mail do Instituto Veras (RJ)? Preciso de mais detalhes sobre estas estimulacões sensoriais.Obrigada, Andréa.


Data: 7/4/2002 comentário 4/139

Trata-se do METODO DOMAN. Aqui no Brasil ele é originalmente aplicado e vamos dizer assim , credenciado pelo Institutes for the Achievement of Human Potential (http://www.iahp.org/index.html), pelo Centro de Reabilitação Nossa Senhora da Glória (Instituto Veras)no Rio de Janeiro e pela Associação Barbacenense de Assistência aos Excepcionais – APAE em Barbacena Minas Gerais . Os Links estão em http://www.mrnet.com.br/user/autismo/links.cgi . Outras instituições e profissionais aplicam esse método , mas com variações pessoais .
Eduardo HCS


Data: 8/8/2004 comentário 5/139

Sou estudante da UFRJ, me chamo Leonardo e curso o ultimo periodo de Desenho Industrial. Estou começando a fazer meu projeto final e decidi fazer um brinquedo sensorial para ajudar na DIS (Disfunção da Integração Sensorial). procurei muito um Instituto ou clinica que tratasse de crianças portadoras. Mas não encontrei nada por aqui.
Tenho uma prima que trabalha com pedagogia e ao contar a ela, me indicou o Instituto Helena Antipoff.
Gostaria de encontrar algum local no Rj que fizesse esse tratamento. Por isso conto com a colaboração de alguem para me indicar alguma instituição.
Entrei em contato com o LAIS, mas lá eles não me retornaram o email.
Preciso de ajuda.


Data: 7/10/2004 comentário 6/139

Oi, Leonardo. Entre em contato com o Instituto Veras.
o telefone de lá é 25391997.
boa sorte!


Data: 8/11/2004 comentário 7/139

Por favor, estou fazendo uma pesquisa de baixarel sobre o tema auitsmo e minhas informações são muito´precárias...alguém poderia me ajudar, peço encarecidamente, obrigado mariana ramos ( mariaanaramos@hotmail.com)ou (022) 99027331


Data: 26/1/2005 comentário 8/139

procura informação sobre integração sensorial, de preferencia bibliografia relevante escrita em portugues, ou trabalhos cientificos relacionados com integração sensorial. obrigado (contactos: pitocas@iol.pt; costasmmanuel@hotmail.com)


Data: 29/3/2005 comentário 9/139

Meu nome é Elaine Girão Sinnes, sou Psicóloga com especeialização em Saúde Mental e Neuropsicologia, atuo no NANI (Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil) que fica na UNIFESP/Escola Paulista de Medicina e tenho minha filha com 4 anos que estuda na Escola A e D que tem supervisões com a Sra. Conceição Veras. Tenho imenso interesse em desenvolver um Projeto (mestrado/doutorado) em reabilitação com a metodologia usada neste Instituto porém não sei com quem posso conversar para verificar essa possibilidade e se há interesse em parcerias Universidade/Instituto Veras.
Aguardo a resposta.


Data: 29/4/2005 comentário 10/139

CHAMO-ME RANCSLIN SANTOS ARAÚJO. FIZ UMA CIRURGIA CEREBRAL REE=NTEMENTE E PERDI A SENSIBILIDADE DO LADO ESQUERDO DO CORPO. GOSTARIA DE SABER COMO EU PODERIA ME AJUDAR ALÉM DA ISIOTERAPIA: TRATAMENTO OPTDO PELOS NEDUROLOGISTAS ESTE É OMEU E-MAIL: franclin_franclin@ibest.com.br


Data: 3/8/2005 comentário 11/139

Vou Trabalhar com uma criança altista,gostaria saber mais sobre este desvio,como a criança reage quando sente necessidades,e tudo que um altista necessita alem de nossa atenção?


Data: 22/8/2005 comentário 12/139

Oi sou Lucia tenha um trabalho de psiquiatria para realizar gostaria de saber o depoimento de uma pessoa com disfunsão cerebral pode ser, de pai, mãe, e ou colega obrigado. meu e-mail é luciahfri@.yahoo.com.br


Data: 8/11/2005 comentário 13/139

Vou Trabalhar com uma criança altista,gostaria saber mais sobre este desvio,quais sao os melhores metados de trabalho?como a criança reage quando sente necessidades,e tudo que um altista necessita alem de nossa atenção?


Data: 8/11/2005 comentário 14/139

Vou Trabalhar com uma criança altista,gostaria saber mais sobre este desvio,quais sao os melhores metados de trabalho?como a criança reage quando sente necessidades,e tudo que um altista necessita alem de nossa atenção?

Adriana meu e-mail é adrianavtome@hotmail.com.br


Data: 15/1/2006 comentário 15/139

BOA NOITE !

SOU PROFESSOURA DA REDE MUNICIPAL DA CIDADE DE VERA CRUZ.
ESTOU CURSANDO POS-GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA, COMECEI FAZER MINHA MONOGRAFIA E MEU ASSUNTO É SOBRE AUTISMO INFANTIL.
GOSTARIA QUE ME ENVIASSEM ALGUMA COISA SOBRE ESSE TEMA, PARA QUE EU POSSA ENTENDER MAS SOBRE O ASSUNTO.
EU COMO PROFESSORA DAS SÉRIES INICIAIS E EDUCAÇÃO INFANTIL COMO DEVERIA AGIR AO RECEBER UMA CRIANÇA AUTISTA .


Data: 17/1/2006 comentário 16/139

Olá sou Adriana toledo ,moro em Brasília hoje minha irmã foi ao psicologo e ao conversar com ele a respeito do meu filho,le presumiu que meu filho possa ser autista .e marcamos a consulta com ele nesta quinta feira para os exames.Mas como saberia dos sintomas de uma criança que é autista.


Data: 21/4/2006 comentário 17/139

Ola bom dia
comecei ao tratamento do meu filho carlos eduardo e estou muito satisfeito com o resultado da primeira semanapois ele ja mostra mais participaçao nos exercicios isso nos deicha muito feliz
Frequento uma igreja aonde sou membro e acabamos de inaugurar um espaço chamado igreja da criança onde sao ministrado varios curços voltado para as crianças carentes da comunoidade o responsavel demostrou muito interese em buscar uma parceria pois aqui na baichada fluminense somos muito carentes neste tipo de tratamento qualquer duvida entre no site www.familiaquadrangular.com.br des de ja agradeço


carlos alberto da silva santana


Data: 27/4/2006 comentário 18/139

Olá
sou professora de matemática,fiquei sabendo que uma de minhas alunas tem um irmão especial e altista que nao consegue vaga em nenhuma escola da região.O menino com 9 anos fica o dia inteiro em casa,gostaria de saber como orientar a mãe com quem conversei, para poder ajudá-los.
Agradeço a atençao
Kleo Ljubisavljevic Soares
kleolju@yahoo.com.br


Data: 27/4/2006 comentário 19/139

Olá
sou professora de matemática,fiquei sabendo que uma de minhas alunas tem um irmão especial e altista que nao consegue vaga em nenhuma escola da região.O menino com 9 anos fica o dia inteiro em casa,gostaria de saber como orientar a mãe com quem conversei, para poder ajudá-los.
Agradeço a atençao
Kleo Ljubisavljevic Soares

kleolju@yahoo.com.br


Data: 28/4/2006 comentário 20/139

Onde encontro uma escola específica para utista no RJ?
Conheço Anne Sullivan e quero conhecer outra.
Preciso ajudar uma amiga.
Grata,

l_dacunha@hotmail.com


Data: 28/4/2006 comentário 21/139

Olá me chamo Elenice Nicolau e estou cursando o 3°período de Radiologia.Queria muito saber sobre o altista,tudo mesmo sintomas, o que é a doença, como lidar com uma criança com esse tipo de síndrome... Agradeço desde já!
Email:nicenicolau@gmail.com


Data: 28/4/2006 comentário 22/139

Não sei se alguém poderá me ajudar,mas espero que sim.Estou à procura de estágio em radiologia, quem souber de alguma oportunidade por favor entrem em contato comigo nesse email:nicenicolau@gmail.com!Agradeço desde de já!


Data: 28/5/2006 comentário 23/139

olá! Sou a Helena gostava de poder ajudar um menino com 3 anos de idade com autismo! Sou amiga da mãe dele e quero mt ajudar!
Agradeço que me digam algo que eu possa fazer!
Meu mail é: HELENA_PEREIRA@PORTUGALMAIL.PT (LETRA PEQUENA)


Data: 31/5/2006 comentário 24/139

Gostaria de saber o que é autismo???


Data: 2/6/2006 comentário 25/139

tb gostaria de saber o q e autismo?e como saber se uma criança e autista.


Data: 20/6/2006 comentário 26/139

Oi,
Como fazer p/ conviver com uma criança autista?


Data: 28/6/2006 comentário 27/139

Oi......
Gostaria de saber como
lidar com um aluno que apesar
de ter anemia falsiforme
apresenta características
autista,É muito agitado,
agressivo come tudo que vê
principalmente fralda e suas roupas.


Data: 12/7/2006 comentário 28/139


Várias perguntas do seu site me interessaram, porém onde encontro as respostas?


Data: 18/7/2006 comentário 29/139

quais os sintomas de uma pessoa altista,e o que e esta doença ???????????


Data: 23/7/2006 comentário 30/139

tive uma filha semi autista ela do nada acordou hoje ela tem 21anos e casada vai ser mãe os medicos da epoca não sabia muito mais eles falram para min tratala com muito amor e agi naturalmente com ela e hoje sou muito feliz meu tef 011 81019028 vovo_ana_46@yahoo.com.br


Data: 26/7/2006 comentário 31/139

tenho um filho de 26 anos que foi diagnosticado de autista aos 5 anos, na afica do sul, onde fomos viver, ele levava 2 anos, era uma criança muito irrequieta e gritava muito, começou a dizer as primeiras palavras de bebe aos 8 meses de pois do ano de idade o vocabulario parou, repetia tudo o que eu dizia nunca olhava nos meus olhos, e foi por isso que o pediatra o rotulou de autista apesar de ele aos 3 anos saber codistinguir as cores todas e contar os numeros sem engano, aos 6 ja sabia ler em portugues e inglês, o portugues apendeu sózinho nunca andou na escola portuguesa foi integrado numa escola para autistas até aos 18 anos e apendeu as linguas de afringles e portugues, hoje fala comigo, com os familiares mas só porque com estranhos ele
nao se integra, gostaria de saber onde posso o integrar aqui
no algarve! obrigado


Data: 26/7/2006 comentário 32/139

sou a mesma mãe do comentario anterior eu fiz alguns erros ortograficos , peço desculpa por isso, queria continuar a dizer mais algo sobre o meu filho, que gosta muito de computadores e jogos, sempre gostou de coisas com botões e com cores, ainda pequeno tinha uma calculadora só para ele acho que o fascinava aqueles botões todos, hoje ele altera os jogos que lhe compro para o pc, para niveis de mais dificuldade, acho estranho o ele ser rotulado de autista sem nunca lhe fazerem testes de sobredotado, o que eu e mais pessoas pensamos, que ele era tão pequeno quando fomos para um país estrangeiro e a lingua ser tao diferente e ele ter que a apender desde tão pequeno, era a criança mais inteligente la da aula dele naquela escola para autistas com 5 anos começou nas leituras em inglês como eu já disse nunca lhe fizeram testes para saber se ele era sobredotado claro que tanto tempo com autistas alguma coisa ele apanhou de tanto conviver com eles, ele hoje não consegue olhar num espelho e ver o rosto dele, tem fobia de se ver no espelho, acho de tanto ver as caras dos outros colegas dele.


Data: 26/7/2006 comentário 33/139

se alguem entar nesta página e ler estes comentários e querer saber quem é esta mãe, e me quizer contactar o meu numero de telemóvel e 938598135, pois eu gostaria muito de saber onde posso integrar aqui o meu filho, que está comigo em casa 24 horas por dia e eu acho que isto é frustrante para ele, penso que se ele tivesse um lugar onde ele podesse estar umas horas por dia era benefico para ele e um alivio para mim, nós estamos em almancil-algarve. obrigada


Data: 21/8/2006 comentário 34/139


Data:21/08/2006
Meu nome é Genivalda P.Paiva tem uma filha que se chama Raíssa Carolaine tem 4 anos não fala, é muito nervosa, se morde muito, bate cabeça no chão, tem atraso no desenvolvimento, ela não tem nenhuma deficiência física é
perfeita se não fosse tudo isso sou uma mãe disisperada não sei mais o que fazer pois não tem um diagnóstico ainda desde os 4 meses, que viajo, pra conseguir um tratamento e ainda nada, pois estou aqui procurando disisperada uma solução para a minha pobre filha, sofre ela e nós família.Tem uma médica em Recife que acha que Raíssa é altista laike, pois tem algumas característica fizemos vários exames e não tem nada tudo normal. o que eu faço caridosamente gostaria que mim ajuda-se para encontrar uma solução quero respostas? Moro em Paulo Afonso-Ba Na rua Olinda n° 157 Bairro Cleriston Andrade cep 48603-380 genyrai@hotmail.com.br ou paulopaivajr@terra.com.br


Data: 21/8/2006 comentário 35/139

gostaria de saber tudo sobre uma pessoa altista o que faz levar a isso , se é hereditário, como lhe dar com essa pessoa , o que fazer quando ela está nervosa, se precisar tomar algum medicamento, se precisa ser acompanhado por neurologista, como fazer se na cidade que eu moro não tem nem escolas especilista desse tipo,se ao nascer da criança conhece se é ou não altista, se tem exames especialista qual seria o tratamento ideal.


Data: 21/8/2006 comentário 36/139

gostaria de saber tudo sobre uma pessoa altista o que faz levar a isso , se é hereditário, como lhe dar com essa pessoa , o que fazer quando ela está nervosa, se precisar tomar algum medicamento, se precisa ser acompanhado por neurologista, como fazer se na cidade que eu moro não tem nem escolas especilista desse tipo,se ao nascer da criança conhece se é ou não altista, se tem exames especialista qual seria o tratamento ideal.


Data: 28/9/2006 comentário 37/139

estou fazendo um projeto sobre autista e as perguntas acima me interessam onde estao as respostas?/katybotekinho@gmail.com


Data: 14/10/2006 comentário 38/139

BOA TARDE, MEU NOME E TANIA E GOSTARIA MUITO DE SABER A RESPEITO DOS AUTISTAS,ACABO DE ME MUDAR E MEUS VIZINHOS TEM UM FILHO AUTISTA.NÃO SEI COMO LIDAR COM ELE,NUNCA TIVE CONTATO COM PESSOA COM ESSAS CARACTERISTICAS E GOSTARIA DE SER UTIL. SE ALGUEM QUISER ME AJUDAR EU AGRADECO DESDE JA MEU EMAIL www.mrmendes@onda.com.br


Data: 16/10/2006 comentário 39/139

Boa Noite!!!

Tenho um caso de Altismo na família. Gostaria muito de receber um artigo para que eu possa entender melhor o assunto. Até então não sabia que tinha um caso na família.


Obs: Favor enviar pelo e-mail paiva1967-1@ig.com.br



Atenciosamente,
Paiva


Data: 21/10/2006 comentário 40/139

Olá,eu me chamo Ana Maria,curso a aréa de pedagogia,nas faculdades Unitoledo,na cidade de Araçatuba.
Estamos desenvolvendo um projeto para termino de curso,o qual tem como tema,o altismo.
Gostaria de ter algumas informações,de crianças que tem esteproblema.Como agir com uma criança portadora de altismo?
A família participa para melhorar a convivência com a criança?
E na escola qual deve ser a atitude dos professores,que cuidam das crianças ?

Agaradeço sua atenção.Ana Maria.


Data: 21/10/2006 comentário 41/139

afinal o que é uma criança autista?


Data: 21/10/2006 comentário 42/139

respondendo ao comentario 38/41. se for em sp,tente a AMA
www.ama.org.br que posui umA metodologia(COMPORTAMENTAL) e a fundacao pro-autista que segue a filosofia de RAMAIN(MAIS SUAVE) CASO NAO LOCALIZAr O SITE LIGUE NO nani AQUI EM SP epeca o fone 5549 8476 ou 5549 6899 esta tb trabalha com pesquisas sobreo autismo. que eh um transtorno invasivo do desenvolvimento.



estas sao


Data: 11/11/2006 comentário 43/139

sou pedagoga, e estou em fase de colher depoimentos para meu 1º livro, e gostaria de receber situações e dificuldades que mães, pais, amigos vivenciaram com pessoas autistas, pois ira me auxiliar muito na criação de meu livro, meu e-mail é chelas@pop.com.br ou chele@ame.com.br, o 1º é o mais utilizado.


Data: 15/11/2006 comentário 44/139

QUAL O SINTOMA DA CRIANÇA ESQUIZOFRENICA,EU LI SO ACHEI FALANDO DE ADULTO.OK?


Data: 15/11/2006 comentário 45/139

A ALTISMO TEM A VER COM ESQUIZOFRENIA?


Data: 15/11/2006 comentário 46/139

QUAL O SINTOMA DA CRIANÇA ESQUIZOFRENICA,EU LI SO ACHEI FALANDO DE ADULTO.OK?DILSEMARTINS@HOTMAIL.COM


Data: 18/11/2006 comentário 47/139

oi tenho um afilhado que tem possibilidades de ser altista, nunca conversei nen tive informaçoes de crianças que sejam altitas. Ele tem 5 anos, fala somente mãe, pai, tia,trator, fica agitado quando stá em local tumultuado, ñ pega nada da mão dos outros somente de sua mãe e seu pai. Gostaria de saber mais informaçães sobre altismo se ele pode frequentar uma escola normal ou tem que ser apae.

aguardo respostas
e-mail sandrinhanizer@yahoo.com.br


Data: 24/11/2006 comentário 48/139

Eu quando vi pela primeira vez um autista, esta num seminário e fiquei observando e sorrindo de algumas gesticulações que ele fazia não só eu como outros e no entanto pensei se ele poderia estar fazendo aquilo pra ver se os alunos prestava atenção nele ou no orador.Enfim por curiosidade perguntei ao professor e ele me disse que ele era autista eu muito leigo no assunto perguntei ao psicanalista que estava dando palestra tb, fiquei interessado neste assunto e quero me aprofundar mais, devemos ter muito cuidado quando olharmos para alguém.feliz 2007 Neto Pauferro


Data: 29/11/2006 comentário 49/139

meu nome é clarice tenho 22 anos tive um filho sem querer hoje ele tem 3anos nâo fala é agressivo ,muito brabo nÂo gosta nem que as pessoas derem rissadas altas perto dele brinca com tudo que tem roda adora demais água ,as vezes eu choro por ver ele desse jeito ele tem carrinhos mas geralmente nâo empuram no châo viram para cima para brincar com as rodas tudo que arrodeia chama a atençâo deles ele adora brincar com um litrinho com um pouquinho de água dentro ele fica o tempo todo brincando com ele quando ele fica muito brabo eu dou um potinho com água para ele ele bate com a mâonzinha na água e assim se acalma um pouco tenho quase certeza que ele é´altista .


Data: 1/12/2006 comentário 50/139

Gostaria de saber quais são as características q um bebê apresenta para saber se é autista ou naum...
Ele já vai p o sétimo mês.


Data: 2/12/2006 comentário 51/139

DATA: 02/12/2006
Sou psicopedagoga e gostaria de conhecer mais sobre altismo para que eu possa trabalhar com crianças altista.


Data: 6/12/2006 comentário 52/139

Como eu posso saber se uma criança tem autismo?E como eu posso lidar com isso?


Data: 8/12/2006 comentário 53/139

Meu nome Thomas.J.C eu gostaria de saber porque o assunto autista é tão pouco divulgado aqui no Brasil?


Data: 14/12/2006 comentário 54/139

Hoje fui a um encontro de mães com casos de autismo e falaram desse instituto; gostaria de conhecer técnicas para estimulação da criança autista meu filho tem 2 e 7 meses.Grata.santossaude@ig.com.br


Data: 2/1/2007 comentário 55/139

Me chamo Wellitânia G.L sou estudante de pedagogia, e gostaria de saber, detalhadamente o que é autismo ,e qual a maneira correta de se trabalha com crianças portadoras dessa deficiência.Grata gi_delima@ig.com.br


Data: 17/1/2007 comentário 56/139

Me chamo Luciana Amora e sou fonoaudióloga, gostaría de saber dos próximos curso pelo nordeste e como faço para conhecer a instituição, além disso gostaría de saber se o instituto atende a síndromes do tipo Moebius e West? luciana-amora@uol.com.br


Data: 6/2/2007 comentário 57/139

Olá!
Boa tarde, conheço um criança que me parece ter altismo, mas como não tenho certeza, não tenho como chegar até a mãe e dizer para ir a um determinado médico, ela é muito minha amiga, já levou ao fonoaudiólogo, está na terapia, mas nenhum medico desses disseram algo sobre o assunto pra ela, mas sinceramente ele tem algumas características do altismo. Gostaria de saber algum site, algo mais sobre o assunto para poder ajudá-la equem sabe indicá-la à algum médico especialista.
ticibrito@hotmail.com


Data: 22/2/2007 comentário 58/139

como lidar com estas crianças o que fazer para ajuda-las


Data: 22/2/2007 comentário 59/139

autismo é uma sindrome?
como posso saber?
quais os tipos de tratamento?
uma criança com autismo pode pode se relacionar com outras?
qual é a causa do altismo?
elivanicorrea@ig.com
elivanecorrea@hotmail.com


Data: 25/2/2007 comentário 60/139

tenho um filho de 13 anos que e altista começou aos tres anos de idade parou de conversar e ate hoje nao fala gostaria de saber se o altista quando perde afala depois de muito tempo volta falar


Data: 25/2/2007 comentário 61/139

sou mae da criança de 13 anos que acabei de falar sobre o mesmo no comemtario 60/60 meu endereço e sole-dade@hot-mail.com


Data: 26/2/2007 comentário 62/139

sou mae da criança de 13 anos que acabei de falar sobre o mesmo no comemtario 60/60 meu endereço e sole-dade@hot-mail.com


Data: 26/2/2007 comentário 63/139

sou mae da criança de 13 anos que acabei de falar sobre o mesmo no comemtario 60/60 meu endereço e sole-dade@hot-mail.com


Data: 28/2/2007 comentário 64/139

Boa noite, sou professora da primeira série e tenho um aluno autista, apesar de ler algumas palavras não sabe escrever e não tem opinião própria.Gostaria de aprender alguns métodos.
Se alguém tem amor pelo outro e gostaria de ajudar , escreva para meu E-MAIL www.tania_rosaflor@yahoo.com.br em nome de JESUS.


Data: 3/3/2007 comentário 65/139

Olá eu quero saber se altismo é algum tipo de sindrome e seus principais sintomas?
meu endereço é : gn.br@hotmail.com


Data: 21/3/2007 comentário 66/139

Olá eu gostaria muito de mais informações sobre a criança altista,como eles se comportam,atitudes,etc...e qual profissional devo procurar para diagnosticar se meu filho é ou não??? Aguardo respostas anciosamente obrigada! meu email é: kellyspedrosa@hotmail.com


Data: 11/4/2007 comentário 67/139

minha filla foi diaggnosticada altista por uma neurologista ela aos 3 anos repetia tudo oque ouvia era nervosa agresiva ela e medicada mas nao tem muitos resultados ela e independente conhece cores numerosem algumas coisas e muito inteligente hoje tem 6 anos esta no pre mas ela esta demostrando falta de interece nas atividades e muito inquieta gostaria de saber se existe algum exame q comprove isso ecomo posso lidar com ela quando esta nervoza aguardo respostas atenciosamente .meu email e eliana.ali@.com br


Data: 18/4/2007 comentário 68/139

oi sou a mae de cima do comentario 67/67 meu email esta incorreto meu email e eliana.ali@.terr.com.br obrigado espero respostas


Data: 20/4/2007 comentário 69/139

oi! Sou psicóloga em uma APAE e gostaria de algum direcionamento para crianças autistas. Gostaria de saber por onde começar, pois a escola não tem condição financeira de implantar nenhum método específico. Como direcionar meu atendimento, por onde começar.

Desde já agradeço
Meu e-mail é yasmin_ap41@hotmail.com


Data: 22/4/2007 comentário 70/139

Estou montando um trabalho o tema é sobre altismo, estou com mtas duvidas, tenho mtos materias sobre altistas,mas estou em segura e confusa mto confusa, gostaria de um resumo sobre essa doença para conseguir montar meu trabalho des de ja mto obrigado espero resposta valeu!!!Obrigado Simone Ribas


Data: 2/5/2007 comentário 71/139

Tenho um afilhado de 03anos a ums meses o conheci, quero ajudalo o comportamento dele não e normal.
DES DE JA OBRIGADO.
AUTISMO e uma sindrome?
como posso saber?
quais os tipos de tratamentos?
qual e a causa do autismo?
o que e autismo?
donielsondoni@hotmail.com


Data: 18/5/2007 comentário 72/139

sou do comentario 67/71meu email eta icorreto o certo e eliana.ali@terra.com.br


Data: 18/5/2007 comentário 73/139

sou do comentario 67/72meu email esta incorreto o certo e eliana.ali@terra.com.br


Data: 27/5/2007 comentário 74/139

queria saber se o altista volta falar ...
mirtesrpm@hotmail.com
(me responda)...


Data: 31/5/2007 comentário 75/139

Meu nome é Samantha e queria saber como me relacionar com pessoas autistas pois meu namorado é autista e não sei como devo me relacionar com ele. Me respondam por favor!!


Data: 9/6/2007 comentário 76/139

ola meu nome e bianca tenho um filho autista e goastaria de saber mais informaçao sobre este trastorno pois nao sei como lidar com essa situaçao.


Data: 12/6/2007 comentário 77/139

DATA 12/06/2007 comentário 77/77que comentario farei se não encontro respostas as minhas perguntas?


Data: 14/6/2007 comentário 78/139


GOSTEI DO SEU COMENTARIO (77/77)MAS MESMO ASSIM O QUE E AUTISTA?


Data: 23/6/2007 comentário 79/139

Um pai com deficiencia mental tem condiçoes de criar uma filha de 7 anos normal?


Data: 26/6/2007 comentário 80/139

eu tenho uma amiga imaginaria e converso com ela eai eu respondo como se fosse ela teno 16 anos e tenho isso a mais de 6 anos ?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????? o q faco???


Data: 26/6/2007 comentário 81/139

meu nomeé grace e sou membro de uma associaçao que no momento está querendo obter todas às respostas de seus comentáripos e duvidas na assembleia legislativa num debate que está havendo em belo horizonte todas seugundas feiras às 15horas . c convido a voces para comparecer à asembleia no dia 9/7/2007. onde (talvez suas duvidas serãoesclarecidas)., pois várias autoridades estãosendo chamadas para comparecer. a associação que eu pertenço é a asociação de pais eamigos de pessoas especias- apape


Data: 11/7/2007 comentário 82/139

bom eu nao como arroz e nem feijao a muito tempo o que eu tenho?eu ja fiz esame e nao deu nada se um de voceis saber oque eu tenho muito obriga meu imail e teteirubia@hotmail.com
eu so tenho 9 anos
me ajudem


Data: 11/7/2007 comentário 83/139

oi meu nome e esther eu tenho um poblema eu nao como arroz e nem feijao a muito tempo eu ja fiz esame e nao deu nada nem gipe nao deu . to desesperada oque eu faso agora se um de voceis for medico ou auguma coisa me mande um imeio teteirubia@hotmail.com ou fale comigo muito obrigada.




eu estou muito agradesida


Data: 12/7/2007 comentário 84/139

Sou amiga de uma mãe que vivência um caso caracterísco. Uma criança cursista da 1ª série, apresenta alguns comportamentos anormais. Enquanto os colegas estão cantando uma música, por exemplo, ela não participa do coro, ela opta por dançar, porém quando os coleguinha partem para as resoluções das atividades propostas pela professora, ela começa a dançar ou cantar sozinha e o que nos chama a atenção é que ela não se integra com o grupo. Seria um caso de altismo?


Data: 15/7/2007 comentário 85/139

MEU NETO QUANDO E CHEGA A NOITE FICA MUITO AGITADO POR FAVO O QUE EU FASO


Data: 18/7/2007 comentário 86/139

oi, fiquei sabendo q vcs dão cursos a distancia sobre educação especial, faço pedagogia a distancia e gostaria de saber informaçõs sobre esses cursos. Pretendo formar grupos pra fazerem este curso junto comigo!!!
favor enviar resposta para o e-mail chelesj@bol.com.br
Desde já agradeço e aguardo resposta o mais breve possível!!!


Data: 21/7/2007 comentário 87/139

Sou Poliana,tenho um sobrinho c/ 9 meses,queria saber se nesta idade,pode a criança pode demonstrar alguma das caracteristicas do autismo,posso fazer algum teste em casa p/ saber se ele pode ser um autista?POR FAVOR MANDEM RESPOSTA P/ polly_perri@hotmail.com OBRIGADOOOOOOOO


Data: 26/7/2007 comentário 88/139

queria saber sobre a dieta do altista...


Data: 1/8/2007 comentário 89/139

GOSTARIA DE SABER,SE MEU FILHO DE UM ANO É AUTISTA,ELE INTERAGE BEM COM AS PESSOAS,FAZ BASTANTE MOVIMENTO PARA FRENTE E PARA TRAZ REPETIVA MENTE COM O TRONCO,ADORA MAOS.


Data: 16/8/2007 comentário 90/139

Olá!!!

Sou a Dirseia, estou pesquisando sobre autismo e como são as leis ao que se refere aos autistas...
Trabalho Faculdade, podem me ajudar por favor????

Grata


Data: 21/8/2007 comentário 91/139

o mais importante é aceitar e aprenter a conviver com eles


Data: 21/8/2007 comentário 92/139

meu nome é nete meu filho é portador de deficiencia


Data: 12/9/2007 comentário 93/139


Data: 24/9/2007 comentário 94/139

boa tarde, gastaria de receber um e mail falando sobre autismo


Data: 24/9/2007 comentário 95/139

o que autismo????


Data: 24/9/2007 comentário 96/139

quero saber o que é autismo, ou seja tudo que estar realcionado... e como posso ajudarrrrrrrrrrr


Data: 24/9/2007 comentário 97/139

gostaria de saber o q é exatamente o autismo.quais os sintomas e como diagnosticar uma pessoa q tem o autismo.ela nasce ou desenvolve essa doença ? mande resposta para meu email www.anjlimac@hotmail.com


WWW.ANJLIMAC@HOTMAIL.COM


Data: 25/9/2007 comentário 98/139

Meu nome é Luciana, sou de Pernambuco e tenho uma irmã deficiente mental e tb autista, ela é inquieta, agressiva, come direto, se morde e grita, ela tem 18 anos, gostaria muito de poder ajudá-la, mas não tenho muitas informações sobre como me lidar com ela e desejo uma escola especializada pra ela, que é difícil de encontrar.
Qualquer infomação útil seria bom, quero saber tudo sobre esse distúrbio. llucianapaula@hotmail.com


Data: 25/9/2007 comentário 99/139

EU VÍ UM FILME QUE FALAVA DE DUAS CRIANÇAS ALTISTA NÃO VÍ TODO MAS APRENDI QUE DEVEMOS PRESTAR MUITA ATENÇÃO NAS PESSOAS QUE SÃO ALTISTA,POIS ISSO (NA MINHA OPINHIÃO)ISSO TEM CURA





ELAYRA


Data: 27/9/2007 comentário 100/139

Não tenho certeza se o meu finho é um altista, pois o que sei é muito confuso, alguns sintomas parece outros não. Tipo o nervoso, as vezes agressivo, mas quando ele conhece a pessoa ele se ccomunica.Preciso saber mais sobre sitomas


Data: 2/10/2007 comentário 101/139

oi meu nome e adelson tenho uma filha que acho que tem altismo gostaria que vcs mim ajudasem queria saber se tem tratamento e quais os sintomas para mim saber se sao os mesmos sintomas que minha filhinha tem obrigado


Data: 5/10/2007 comentário 102/139

BOA TARDE, MEU NOME É FATIMA ,TENHO UM NETO QUE FOI DIAGNOSTICADO SINDROME DE ASPEGER, ´SEGUNDA A NEUROLOGISTA E A PSICOPEDAGOGA QUE FIZERAM OS TESTES.CONSIDERAM QUE ELE APRESENTA 6 CARACTERISTICAS DE ALTISMO. ELE É UMA CRIANÇA DE 8 ANOS,MAS SUA IDADE DE DESNVOLVIMENTO É DE 5 ANOS E SEIS MESES.ESTÁ NA SEGUNDA SÉRIE EM ESCOLA REGULAR, É SUPER INTELIGENTE ,APRENDEU A LER SOZINHO DESDE OS 3 ANOS ,TEM FASCINAÇÃO POR JOGOS,COMPUTADOR E VIDEO GAMES~.É UMA CRIANÇA SUPER CARINHOSA,NÃO É AGRESSIVO.É UMA CRIANÇA QUE ACEITA TUDO O QUE SE PROPÕE.PORÉM NA ESCOLA A PROFESSORA NÃO ESTÁ CONSEGUINDO DESENVOLVER ATIVIDADES QUE CHAME A ATENÇÃO DELE.POIS ELE É MUITO DISPERSIVO.GOSTARIA DE RECEBER ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA QUE EU CONSIGA DESENVOLVER A INTERPRETAÇAO.POIS APESAR DELE SABER LER,ELE NÃO CONSEGUE INTERPRETAR O QUE LE.MEU MSN É dmemprestimos.adm@brturbo.com.br


Data: 10/10/2007 comentário 103/139

Oi me nome e Romulo
Queria saber se ha graus diferentes de altismo.
Se uma pessa crescer sem seja identificado isso como pode ela ser.


Data: 13/10/2007 comentário 104/139

Boa noite!

Meu nome é Andréa e fiquei sabendo a 2 semanas que meu filho é autista. Já sabia que ele não era como as outras crianças. Mas foi uma surpressa saber o que ele realmente tinha. Só não sei como exatamente, cuidar e educar uma criaça autista. Será que pode me ajudar? Falo de situações do dia a dia sabe?

Por favor, se alguém puder me ajudar, manda a resposta para:andreass_2007@hotmail.com


Data: 13/10/2007 comentário 105/139

Ola!!!
Conheci a pouco tempo, uma jovem senhora muito bacana, e ela tem uma filinha de 07 anos, que tem um comportamento bem parecido com o de um altista, por exemplo: ela não participa de nenhuma atividade com outras crianças, fica piscando o tempo todo, toda vez que alguem tenta se aproximar dela ela fica agitada e só se acalma quando a mãezinha dela chega ou está presente, tenho receio de comentar sobre o assunto com a mãe dela, pois não sei muito sobre o altismo, se alguém poder me esclarecer mais sobre o assunto, me informando quais as caracteristicas?, se tem tratamento, e qual a melhor maneira de ajudar ??? desde já agradeço pela atenção.
aguardo ansiosamente resposta meu e-mail é siomeiry@hotmail.com


Data: 24/10/2007 comentário 106/139

Conheço um rapaz de 34 anos que o médico diagnosticou "autismo". Preciso saber se a pessoa assim, olha pra gente e ouve muito bem, atende quando ouve seu nome e se tem ataque epiléptico.

Se alguém puder me ajudar e informar onde posso conseguir tratamento, agradeço muito.

stuardap@uol.com.br

Lorena - São Paulo


Data: 24/10/2007 comentário 107/139

Conheço um rapaz de 34 anos que o médico diagnosticou "autismo". Preciso saber se a pessoa assim, olha pra gente e ouve muito bem, atende quando ouve seu nome e se tem ataque epiléptico.

Se alguém puder me ajudar e informar onde posso conseguir tratamento, agradeço muito.

stuartdap@uol.com.br

Lorena - São Paulo


Data: 24/10/2007 comentário 108/139

Conheço um rapaz de 34 anos que o médico diagnosticou "autismo". Preciso saber se a pessoa assim, olha pra gente e ouve muito bem, atende quando ouve seu nome e se tem ataque epiléptico.

Se alguém puder me ajudar e informar onde posso conseguir tratamento, agradeço muito.

stuartdap@uol.com.br

Lorena - São Paulo


Data: 1/11/2007 comentário 109/139

Notei que há muitos comentários que igualam o método Veras ao de integração sensorial. Gostaria de esclarecer que os métodos partem de princípios completamente diferentes, embora ambos se refiram aos sentidos. As duas metodologias também se destinam a ´populações com tipos diferentes de problemas.
Para quem se interessa em saber o que é autismo, sugiro o site do Centro Pró Autista: www.centroproautista.org.br.

Heloiza Goodrich, M.A.OTR, terapeuta ocupacional


Data: 6/11/2007 comentário 110/139

ola eu tenho um filho de 1 ano e ele nao e altista,+ asisti um filme q tinha 2 garotos que era altista ai resolvi aprender + sobre estas pessoas q sao partadoradesta doença e ver em q posso ser util nisso.


Data: 19/11/2007 comentário 111/139

Olá, gostaria de saber como trabalhar com uma criança altista de 3 anos . Sou professora de educação infantil.


Data: 30/11/2007 comentário 112/139

boa noite faço o curso de pedagogia estou precisando fazer um projeto sobre crianças autistas, como diagnosticar,que metodologia usar poderia me ajudar por favor?
meu email sibeleandrade@ig.com.br

obrigada


Data: 16/1/2008 comentário 113/139

Ola´sou professora e trabalho com a educaçao infantil,gostaria de sabe como uma criança altista?


Data: 25/2/2008 comentário 114/139

Oi, gostaria de saber tudo sobre criança autista, pois meu filho de 7 anos está estudando com um, me preocupa, porque já foi agredido.
Gostaria de saber como meu filho deve lidar com o amigo autista.Obrigada


Data: 1/3/2008 comentário 115/139

estou fazendo pedagogia, estou no segundo ano,e aminha monografia sera sobre altismo na educaçao infantil, gostaria de saber como iniciar, apartir de que, gostaria de uma ajuda????


Data: 3/3/2008 comentário 116/139

SENHORES(AS),MINHA FILHA TINHA PERDIDO A VAGA NA ESCOLA JOÃO KOOPER EM PIEDADE,NA 6ª FEIRA, 29/02 ME LIGARAM MARCANDO UMA REUNIÃO PARA HOJE 03/03 ÁS 15 HORAS, SENHORES, EU NÃO AGUENTO MAIS DE TANTA DECEPÇÕES, NA ESCOLA ANTERIOR ULISSES PERNAMBUCANO EM ENGº DE DENTRO, ELA PEGAVA DE 07:10 E SAÍA AS 11:45,DURANTE 3 ANOS E PERA MINHA DECPÇÃO, NESTA ESCOLA JOÃO KOPKE,UM TEMPO FICA MEIA HORA E DEPOIS PASSA PARA 1 HORA, SENHORES, COMO UMA MÃE PODE TRABALHA, COM ESSE HORÁRIO, PELO AMOR DEUS, ME AJUDE POR FAVOR, PORQUE AQUI NA TERRA SÓ TENHO VOCÊS, PARA ME AJUDAREM, A ADJUNTA CÁTIA NÃO DEIXA MUDAR ! EU TENHO CERTEZA QUE VOCÊS VÃO ME AJUDAR, EU TENHO QUE FAZER MEUS BICOS DE FAXINA, POIS ALÉM DAS CONTAS PARA PAGAR, OS REMÉDIOS DELA PARA COMPRAR, TENHO 2 BOCAS PARA SUSTENTAR.
" QUE JESUS ILUMINE VOCÊS COM MUITA SABEDORIA, SAÚDE, PAZ, "
MINHA FILHA É RAÍSSA RODRIGUES MOÇO BEMFICA TEM 10 ANOS!( AUTISTA )
IVANETE TELEFONES 2593-9584 APARTIT DAS 21 HORAS E DURANTE O DIA POR FAVOR 2596-2925.


Data: 14/3/2008 comentário 117/139

Meu nome e Michely,tenho 26 anos e um filho de 5 que e Autista.
gostaria de dizer aos pais que tem filhos que tem contatos com crianças especiais,p/nao se preocuparem,pois estas crianças noa teem a intençao de faser mal a seus filhos.
Muito pelo contrario nao teem maldade nenhuma; pois muitas das vezes nem sabem o que estao fasendo!sao extremamente carinhosas,apesar de nao gostarem do contato fisico,e gostao muito dos amigos,uma vez que se apegao e p/valer!E aos pais com filhos autistas,gostaria de me comunicar e conversar com alguns.michely_diana@hotmail.com
ESTOU AGUARDANDO!!!!!!!!!!!!


Data: 21/3/2008 comentário 118/139

Dona Ivanete, mãe de RAÍSSA RODRIGUES MOÇO BEMFICA quanto à sua solicitação feita em 03/03/08, comentário 116/117
sugiro que a senhora procure a Secretaria da Educação do seu município e informe o que está acontecendo. Se a escola não tem condições de realizar um trabalho que atenda as necessidades de sua filha, então o estado tem que investir melhor (contratar mais educadores, prepará-los melhor, oferecer recursos pedagógicos necessários ao trabalho, realizar reformas estruturais na escola). Se os direitos da criança não estão sendo respeitados, no mínimo, duas leis estão sendo descumpridas: 1ª - Lei 8069 de 13 de julho de 1990, lei esta que estabelece o Estatuto da Criança e do adolescente (ECA), no Capítulo IV, que diz respeito, ao direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer, item III, Art. 54 - é dever do Estado assegurar o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. § 2º O não-oferecimento do ensino obrigatório pelo poder público ou sua oferta irregular importa responsabilidade da autoridade competente; 2ª - Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as Diretrizes e Bases da Educação (LDB), o 1º princípio desta lei é a igualdade de condições e permanência na escola, e o 9º princípio é a garantia de padrão de qualidade. Se tais leis não são respeitadas, a sua filha não tem seus direitos garantidos, então a senhora deve informar os órgãos competentes para que providências sejam tomadas, a fim de regularizar a situação.
Existe também a Lei Orgânica Assistência Social (LOAS) que pode beneficiar a sua filha dependendo da renda familiar que vocês tiverem, tal lei garante um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. Entende-se por família a unidade mononuclear, vivendo sob o mesmo teto, cuja economia é mantida pela contribuição de seus integrantes. Para efeito de concessão deste benefício, a pessoa portadora de deficiência é aquela incapacitada para a vida independente. Considera-se incapaz de prover a manutenção da pessoa portadora de deficiência ou idosa a família cuja renda mensal per capita seja inferior a 1/4 (um quarto) do salário mínimo.
Além da Secretaria de Educação, a senhora também pode procurar o Conselho Tutelar da sua região e/ou a Promotoria Pública - no caso a Vara da Infância e da Juventude.
Denise - fonoaudióloga
e.mail: sildeni@ig.com.br


Data: 30/3/2008 comentário 119/139

Ao ler muitos comentarios sobre criancas altistas, solicito as pessoas que nao conhecem sobre o assunto, ler mais um pouco para se informar melhor. Existem varios tipos de altismo. Nao significa loucos ou retardados mentais. Muitos deles sao muito inteligente, QI elevado, que conseguem ir para uma universidade, ter uma boa profissao... existe artistas famoso que e altista, pintor, ator...faca uma pesquisa e veras tambem que o altista e so um ser humano que tem uma desordem, e nao aprendem da mesma forma que a maioria das pessoas aprendem. E bom lembrar tambem que quando chegam a idade adulta, maioria deles nem se percebem que tem o altismo.


Data: 2/4/2008 comentário 120/139

Preciso entrar em contato urgente com Terapeutas Ocupacionais que ministram cursos de Integração sensorial. Por favor. Encaminhem informações para fenix_gi@hotmail.com. Grata Gislene


Data: 9/4/2008 comentário 121/139

tenho um filho que estuda na 8 a e ontem me disseram que ele e altista estou precisando swaber o que fazer pelomeu filho pois a gente so consegue algumas ajuda se nos formos atras por favor me ajude meu fatinha_longhotmail.com


Data: 30/4/2008 comentário 122/139

hello nice site!
http://theodorejlacour52.blogspot.com


Data: 9/5/2008 comentário 123/139

MEU SOBRINHO É AUTISTA , É UMA CRIANÇA DE MOMENTO MUITO BOA E CARINHOSO ,MAS NÃO CONSEGUE SE ENTROSSAR COM OUTRAS CRIANÇAS , SÓ DELE CHEGAR EM UM DETERMINADO LOCAL AS PESSOAS JA FOGEM DELE,MAS SABENDO LEVA-LO ELE É UM MENINO MUITO BOM .GOSTARIA DE FALAR COM PESSOAS QUE TEM NA FAMÍLIA PESSOAS ASSIM , OU ATÉ MESMO PROFISSINAL NESSA ARÉA . abencoada36@hotmail.com


Data: 9/5/2008 comentário 124/139

Hola, minha mulher e portadora da enfermidade de retinosi pigmentar, ela tem 34anos, e tudo começou aos 8anos de idade, tenho lido no jornal em Madrid Espanha q teria encontrado um meio pra solucionar o problema, que é uma aplicaçao de um viros por baixo da retina,tendo em vista que a retina absorve o viros, e o mesmo elimina a pigmentaçao, voltando o olho ao seu estado normal. Gostaria de saber,se alquem tiver noticia sobre este assunto q seja util e importane,agradeço por me comunicar, onde esta fazendo o tratamento; Obrigado


Data: 24/5/2008 comentário 125/139

boa noite meu nome e mirtes meu neto e autista ele e carinhoso ele e lindo muito bonzinho ja esta na escolinha a professora dise que e un menino muito obidiente mais quando chega en casa comesa ficar arteiro joga papel cotoneti no vaso do banheiro mexe na privada com canequinha que eu faco como educa lo por favor manda a resposta 23 5 2008 sou vo do gui


Data: 3/6/2008 comentário 126/139

acabei de descobrir que meu filho apresenta sinal de ser uma crianca altista.
mas ainda eu acho que nao...
ele nao fala e as vezes nao entende..... porque ele passou por uma mudanca recentemente , mas ate entao ele estava indo bem..... ele ficava sempre no meio de criancas e estava desevolvendo como qualquer outra crianca da idade dele.2 anos. mas agora como ele fica em casa comigo eu sempre ligava a tv pra ele me da sossego . e agora ele e vidrado na tv e nao fala. acho que isso nao e ser altista..acho que e falta de informacao ou falTA DE ATENCAO DA MAE TAMEBM... E QDO CHEGA ALGUEM EM CASA ELE NAO SE SENTE BEM . COMECA A CHORAR ATE ACOSTUMAR COM A PESSOA isso e coisa que ele nao fazia antes ele eum bomgaroto vai em todo mundo e nunca apresentou nada a anormal........ ENTAO ELE SAIU DO MUNDO DELE E FICOU EM CASA COM A MAE. FICOU ATE 'JACU DA ROCA'....... ENFIM ELE VAI TER UM TRATAMENTO . MESMO EU AXANDO QUE elE NAO E ALTISTA. VOU FINGIR QUE ELE E. PRA ELE RECEBER O TRATAMENTO DA FALA e vou esquecer que ele supostamente e altista............ cinthyahsmedeiros@yahoo.com.br espero alguma luz .....


Data: 19/6/2008 comentário 127/139

olá meu nome é dayane tenho uma filha de 2 anos e 10 meses seu primeiro ano de vida foi normal como de qualquer outra criança imitava mandava beijo dava tchau fazia caretinha pulava sentada quando alguém mandava, so que depois de um ano ela foi ficando nervosa d+ dando cabeçadas no chão na parede começou a ter estranhas manias repetitiva como ficar balançando passando a maõ na boca no cabelo, parece que não sente muita dor não fala nada parece que não ouve mas ela ouve direitinho, não se mistura com outras crianças fica nervosa a ponta de puxar os cabelos e se bater quando alguma coisa foge da rotina, tem risos do nada como tambem chora do nada, anda um pouco estranho com a perna meio aberta não corre e não utiliza as mão ao não se para suas manias tem obsessão por um sofá quer ficar parte do tempo sentada se balançando nele e batendo a cabeça se alguem tem alguma suspeita caso seja autismo me ajudem por favor meu email e day-dm@hotmail.com obrigada!


Data: 11/11/2008 comentário 128/139

OLÁ MEU NOME E madalena,TENHO UM FILHO Q DESCOBRI A POUCO TEMPO Q ELE É AUTISTA,ELE TEM 3 ANOS E PRA MIM Ñ APRESENTA AS CACTERISTICAS D UM ALTISTA,MAIS ELE Ñ FALA DIREITO E AGRESSIVO AS VEZES E Ñ TEM UM RELACIONAMENTO COMUM COM OS COLEGUINHAS DA CRECHE Q ELE CONVIVE GOSTARIA D PEDIR AJUDA PRA ALGUEM Q ENTENDA DO CASO POIS PRECISAMOS D AJUDA MAIS QUERO DEIXAR BEM CLARO UMA COISA NOIS O AMAMOS MAIS AINDA E ESTAMOS DISPOSTOS A AJUDA-LO MEU E-MAIL É MADALENAMERCES@HOTMAIL.COM OBGD E FIQUEM COM DEUS...


Data: 24/11/2008 comentário 129/139

BOM DIA! GOSTARIA DE SABER DE TODAS AS RESPOSTAS SOBRE O AUTISMO, ESTOU FAZENDO UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. ONDE ESTÃO AS RESPOSTAS? ABRAÇO ALDINÉIA MÁRCIA.PORTEIRINHA-MG RUA GERALDO TELLES,159 BAIRRO RENASCENÇA CEP 3950000.ALDYSUPERDEMAIS@HOTMAIL.COM


Data: 17/12/2008 comentário 130/139

OI MEU NOME E CLAUDIA E EU TENHO UM SOBRINHO QUE E ALTISTA, ELE TEM 6 ANOS E DESCOBRIMOS O PROBLEMA A 4 ANOS QUANDO A MAE DELE FALECEU DES DE ENTAO ELE MORA COM A MINHA MAE QUE TEM A GUARDA DELE. GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE O ASSUNTO PARA PODER AJUDAR , ELE FREQUENTA A APAE E ANO QUE VEM VAI PARA A ESCOLA MINHA MAE FOI MATRICULA ELE E REJEITARAM A MATRICULA POR ELE SER ALTISTA O QUE FAÇO NESSE CASO.
MEU E-MAIL PARA CONTATO E CLAUDIA-TINTORI@BOL.COM.BR
EU MORO EM SAO PAULO E MINHA MAE EM SERRA ESPIRITO SANTO.
SE ALGUEM PUDER ME AJUDAR A COMPREENDER MELHOR O ALTISMO ENTRE EM CONTATO PELO MEU E-MAIL.


Data: 29/12/2008 comentário 131/139

Acho que o diagnóstico autismo é muito vago.
Vou tentar todas as possibilidades para ajudar minha filha.
tenho fé de que conseguiremos sucesso!
ACREDITE!!!


Data: 7/5/2009 comentário 132/139

QUAL O ATUAL TEL. DO INST. VERAS? MEU FILHO É AUTISTA. ESTOU EM BUSCA DE CONTATOS.
MIRIAM


Data: 12/5/2009 comentário 133/139

OLÁ MEU NOME É LENI MORO EM URUPÁ RONDÔNIA E TENHO UMA FINHA COM A IDADE DE UM ANO E MEIO ELA FOI DIAGNOSTICADA COMO PORTADORA DE AUTISMO, POR UM MÉDICO NEURO -PEDIATRA ELA TEM PROBLEMA DE CRESCIMENTO E TODOS OS TIQUES QUE OS AUTISTA APRESENTAM, MAS AMO MINHA FILHA PROCURO FAZER O MELHOR QUE POSSO POR ELA (GOSTARIA DE SABER SE EXISTE UMA LEI QUE ME AMPARE NO CASO DE RECEBER ALGUM BENEFICIO PARA ME AJUDAR NOS ACOMPANHAMENTO MEDICO?)12/05/2009


Data: 15/5/2009 comentário 134/139

Oi meu nome é Daniela,tenho 26 anos e tenho um filho de 3 anos com suspeita de autismo.Quando ele era mais novo a suspeita era muito forte pois ele não tinha nenhum tipo enteresse em querer estar se comunicar comigo e com o pai.Era só na dele e não falava.Hoje quase prestes a completar 4 anos não desenvolveu sua fala direito,não fala frase nenhuma só pequenas palavras que as vezes é muito difícil de entender. Tem medo de pessoas "diferentes" que não estão em nosso conviveo do dia a dia.Tem obseção por rodas de carro e tudo que gira, por tanto ele vive rodando e é também perfecsionista gosta de carrinhos todos um atrás dos outros.
Mais também tem uma coisa que eu não sei se afetou o social dele pois nóis não temos o costume de estar no meio da rua brincando ou comversando com os vizinhos e le não tem contato com nenhuma criança,pois não tenho amigos com crianças da mesma idade.Não sei se pelo fato de não estarmos em contato com outras pessoas afetou o istinto social dele ou se realmente e é portador de autismo.Porque apesear dos indicios hoje é uma criança super ativa brinca bastante,corre e da o maior trabalhão mais não fala direito tem medo de outras pessoas,mais é também bastante inteligente pois aprendeu contar de 1 a 10 assistindo ao dvd da xuxa,mais também aprendeu a contar de traz para frente sem isso constat no dvd da ´própria.Gostaria muito de saber o que se passa com meu filho pois eu o amo demais não aguento mais ve-lo tentando falar e não conseguir.Gostaria muito de uma resposta para as minha duvida.muito obrigada


Data: 30/7/2009 comentário 135/139

O QUE É INTEGRAÇÃO SENSORIAL?

Fonte: Grupo de discussão Discuteafaga

O cérebro recebe constantemente grandes quantidades de informação através dos sentidos. É através deles que a criança, conforme aprende a se mover, equilibrar-se e relacionar-se com os objetos e pessoas aos seu redor , aprende sobre o mundo em que vive. O cérebro organiza toda a informação recebida para possibilitar uma resposta. Essa organização que o cérebro dá à informação sensorial é chamada de integração sensorial. Ela permite que dirijamos nossa atenção para produzir comportamento útil e adaptativo e para que nos sintamos bem sobre nós mesmos.
No início da vida o cérebro desenvolve a organização que será a estrutura para comportamento e aprendizagem posteriores. Nesses primeiros anos, os movimentos espontâneos, as brincadeiras que envolvem o corpo todo, são muito eficazes em desenvolver o sistema nervoso.
O cérebro humano frequentemente tem sido comparado a um computador. Ele depende da informação que recebe do ambiente através dos sistemas sensoriais. Depende de informação visual, auditiva , tátil, olfativa e gustativa. Além disso, precisa também de informação sobre gravidade e movimento. O cérebro reune todas essas sensações e as organiza para um plano de ação.
Distúrbio na recepção e organização das informações sensoriais recebidas sobre o mundo vai afetar o desempenho nas demais áreas. Quando a criança não recebe informações sensoriais importantes de forma clara e concisa, pode não estar recebendo o “alimento” que o cérebro precisa para o processo de aprendizagem. Assim, vemos crianças muito inteligentes, que não produzem de acordo com o potencial intelectual que possuem. Podemos então suspeitar que exista uma dificuldade no processamento sensorial

ALGUNS SINAIS DE PROBLEMAS NA INTEGRAÇÃO SENSORIAL

1. Falta de força e tônus muscular, o que pode resultar em má postura e fadiga

2. Má consciência espacial e desenvolvimento pobre da percepção de posição, resultando em insegurança durante os movimentos.

3. Falta de coordenação entre os dois lados do corpo. A criança pode ficar desajeitada e confusa quando as duas mãos precisam trabalhar em conjunto, como para atividades de cortar ou escrever.

4. Falta de coordenação entre os olhos e o corpo, de modo que há uso ineficaz de informação visual para auxiliar no desempenho de ações.

5. Atenção de curta duração. A criança geralmente tem dificuldade em focaliza nas tarefas que precisa fazer.

6. Lentidão ao desempenhar ou aprender tarefas motoras novas, uma vez que precisa pensar sobre cada movimento que faz. Desajeitada, bate-se nas coisas ou cai muito parecendo não ver os obstáculos no caminho.

7. Comportamento hiperativo; a dificuldade em concentração faz com que perceba todas as coisas ao mesmo tempo e não consiga se concentrar em uma só.

8. Sentido tátil mal desenvolvido, fazendo com que não goste de ser tocada, tenha dificuldade em aprender sobre a forma e textura das coisas. Por outro lado, pode não perceber seu espaço pessoal e tocar demais as pessoas, chegar perto demais.

9. Criança extremamente difícil para se alimentar: só come comidas com um certo tipo de textura, ou na mesma temperatura.

10. Apresenta medo excessivo, isola-se

11. Dificuldade em graduar a força que precisa para manipular objetos ou tocar as pessoas.

12. Problemas em usar e entender linvuagem, resultando em problemas na fala, leitura e escrita. Problemas na articulação da fala sem razão aparente

Essas dificuldades tendem a aparecer tanto no lazer quanto no trabalho. Podem não se relacionar bem com os companheiros ou ter de fazer tanto esforço que não se divertem. Nem todos esses sinais precisam estar presentes e geralmente não estão presentes ao mesmo tempo. A intensidade com que aparecem e o número deles que a criança apresenta vão determinar o quanto interferem em sua habilidade de aprender.

O QUE PODE SER FEITO

O brincar é a melhor forma de desenvolver a integração sensorial. Desde pequena a criança naturalmente procura as atividades que promovem uma boa integração da informação recebida através dos sentidos. Ao se movimentar, aprende sobre os limites do seu corpo dentro do espaço que a rodeia. Ao manipular objetos, aprende sobre seu peso, textura, força que precisa para segurá-los. Toda essa informação é recebida para o cérebro, organizada e armazenada, possibilitando que a criança aprenda cada vez mais sobre o mundo em que vive.
O mundo moderno, a vida nas grandes cidades, eliminou uma grande parte do brincar que propicia esse aprendizado natural através das brincadeiras motoras e sensoriais. Cada vez mais a criança está confinada em um espaço, sem oportunidade para as explorações que seu cérebro precisa para se desenvolver. Defrontamo-nos então com uma criança que não sabe canalizar sua energia, organizar seu espaço e se torna mais ativa do que o desejável. Existe uma certa dificuldade em atingir o nível de alerta que o cérebro precisa para realmente se beneficiar do processo educativo. Como pais e professores podemos dar oportunidades enriquecidas para que nossas crianças brinquem de forma a desenvolver melhor a integração sensorial e aprender melhor.
Nos casos em que a informação não é integrada da forma que deveria ser, dizemos que existe uma disfunção de integração sensorial (DIS). Podem então surgir problemas na aprendizagem, auto-estima, relacionamento social ou hiperatividade. Quando há suspeita de que a criança apresenta disfunção de integração sensorial, é indicada uma avaliação por terapeuta ocupacional com especialização nessa área. Dependendo dos resultados da avaliação pode ser indicada uma terapia com uma abordagem de integração sensorial. O termo “disfunção de integração sensorial (DIS)”é um termo guarda-chuva. Sob ele se abrigam várias sub-áreas:

1. Distúrbios de modulação, que incluem:
• Defensividade tátil
• Defensividade sensorial
• Insegurança gravitacional
• Intolerância a movimento

2. Distúrbios de coordenacão
• Integração bilateral e sequenciamento
• Dispraxias (ou dificuldade de planejamento motor)
Um aspecto importante da terapia de integração sensorial é que a motivação da criança e o brincar é que são as ferramentas usadas. Através de um ambiente sensorial enriquecido, recomendações de uma “dieta sensorial” para o lar e brincadeiras que levam a criança a perceber melhor o mundo ao seu redor, essa criança pode desenvolver melhor integração sensorial e vir a produzir de acordo com seu potencial intelectual.


Data: 11/9/2009 comentário 136/139

Integração Sensorial – Trocando em Miúdos

http://www.grhau.com.br/artigos.php?id=41

Publicada em: 26/04/2006

Integração Sensorial - Trocando em miúdos

Este artigo é destinado a pessoas que queiram ter uma compreensão inicial de como a integração dos sistemas sensoriais interferem no nosso modo de funcionamento diário.

É comum encontrarmos famílias que procuram entender porque seus filhos apresentam comportamentos diferentes em relação a outras crianças, principalmente em ambientes sociais e atividades escolares. Tais como:

-dificuldade em manter atenção na sala de aula ou em brincadeiras com regras complexas
-dificuldade em sentar para fazer a lição e organizar-se no tempo
-dificuldade na coordenação motora fina
-necessita de um tempo maior para entender ordens verbais
-freqüentemente pede para repetir o que foi falado
-não gosta de ser tocado. Não gosta de se sujar
-evita ambiente com muitas pessoas e ambientes barulhentos.
-é mais lento em relação a outras crianças por exemplo, em jogos motores
-evita brinquedos de parquinhos que giram e/ou que envolvam altura
-procura balançar-se muito e/ou atividades "radicais" sem medo e cuidado em machucar-se
-tem comportamento hiperativo
-tem comportamento mais passivo que as demais crianças
-dificuldade para iniciar, dar sequência e/ou finalizar alguma atividade, por exemplo de auto-cuidados
-cansa rápido para andar, correr, subir e descer escadas.
-esbarra constantemente nos objetos ao redor, derruba coisas sem querer.
-cai freqüentemente
-oscila de humor de uma forma que chame atenção.
-comportamento de insegurança e/ou ansiedade.

Estes são alguns dos sintomas que, associados a outros, podem ser indicativos de Disfunção de Integração Sensorial. São comportamentos que devem ser olhados com maiores cuidados se estiverem incomodando ou prejudicando o desempenho da criança em alguma esfera.

Vale o bom senso em respeitar os modos diferentes de funcionamento de cada pessoa.

A seguir, discutiremos sobre a capacidade que o nosso corpo tem de fazer a integração dos processamentos sensoriais e construir formas de comportamentos no cotidiano.

Informações básicas de Integração Sensorial.

Inicialmente vamos entender como se dá o processo de integração sensorial

Em primeiro lugar estamos nesta vida sempre em contato com estímulos sensoriais que nos passam informações a todo o momento. E, segundo ponto importante: por dentro e por fora ao mesmo tempo. Estamos falando em tempo e espaço.
Estas informações entram por órgãos minúsculos que são os receptores sensoriais (eles recebem e enviam as "mensagens" sensoriais para as vias responsáveis).
Onde estão os receptores sensoriais? Na nossa pele, por exemplo, bem como nos demais órgãos dos sentidos. E quais são os sentidos? Sobre isto falaremos mais pra frente, pois se enganam aqueles que pensam que só temos cinco sentidos. Pois bem, vamos imaginar que estas mensagens passam por várias encruzilhadas, paralelas, retas, curvas, contínuas viagens pelo nosso corpo até chegar em centros superiores do nosso sistema nervoso. As informações, portanto são processadas, "lidas", como se estivessem numa rede formada de diversas mensagens que vêem de outras partes do corpo interagindo ao mesmo tempo junto com os demais sistemas (motor, emocional, etc). Lembram o que vimos no início? Tudo ao mesmo tempo.

O que acontece então para o sistema não entrar em colapso já que tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo?

Estas estruturas do sistema nervoso desempenham o papel de receber, modular, regular, associar, interpretar, colocar algumas informações em prioridades, e elaborar respostas para continuarmos como seres vivos e seres que temos a capacidade de se adaptar às diferentes mudanças do ambiente em que vivemos, quer dizer, podemos viver bem, apesar de, a todo momento tudo estar mudando ao mesmo tempo. A cada segundo nossa vida muda, e o nosso corpo modula isto, comandado pelo sistema nervoso. A cada segundo são geradas respostas que chamamos adaptativas. Este caminho complexo se dá pela Integração Sensorial. Isto nos faz por exemplo, poder nos auto-regular, ou seja, podermos saber em que medida dar os nossos passos e como fazer isto. A questão da regulação é um passo muito importante, pois sem ela não dosamos nossas ações, sentimentos, pensamentos e nem nos realimentamos para prosseguir o que queremos. O impulso para a vida depende muito da regulação do nosso corpo. Isto acontece desde reações simples e automáticas como manter a temperatura corporal até mais complexas como a atenção que empenhamos para assistir a uma aula. Ou seja, tudo.
O estado de alerta, a habilidade para modular os estímulos e a atenção trabalham inter-relacionados e interferem diretamente na nossa interação com o meio e na forma de como iremos aprender. E para isso acontecer construímos espontaneamente a nossa dieta sensorial na qual usamos recursos para manter nosso nível necessário de alerta. Quer dizer, nos alimentamos sensorialmente devido a necessidades de nos adaptar aos diferentes momentos da vida.

Mas e quando algo muda o rumo desta história?Isto é, quando estas áreas não trabalham em sintonia, de forma integrada? O que acontece?

Imaginem uma orquestra onde alguns dos instrumentos tocam sem afinação ou sem partitura. Com o ruído fica difícil reconhecermos a música que está sendo tocada. O mesmo acontece conosco quando, por algum motivo, temos estas diferenças nos caminhos para a formação do que chamamos mapa sensorial. Isto mesmo, nós formamos durante a nossa vida, desde intra-útero, o nosso mapa sensorial e é sempre construído mediante nossas experiências, integrado com os demais mapas (motor, emocional, social, etc). O mapa sensorial irá fornecer elementos importantes para a percepção de nós mesmos, graduar os movimentos, modelar maneiras de nos relacionar, saber identificar cheiros, imagens que nos remetem a lembranças, enfim tudo o que nos envolve, por dentro e por fora, integrado, único.
É necessário que as informações sensoriais, e a integração destas, estejam funcionando de um modo adequado em todas as atividades humanas: movimentar, comer, brincar, ler, cantar, amar, sorrir, abraçar, pegar, dormir, prestar atenção, compreender, e muitas outras.

E qual a importância dos sistemas sensoriais neste ensaio de orquestra?

Vamos entender rapidamente sobre os sentidos.
Já pararam pra pensar que o maior órgão do sentido (em extensão territorial) está na nossa pele? Além do 1 metro e sessenta cm (para alguns) ainda há dentro de nós mais receptores. A nossa porta de entrada com o mundo é a nossa pele. O tato nos permite identificar/discriminar o que tocamos ou o que nos toca, além de nos proteger. Cada sistema sensorial tem a sua função específica no corpo humano, e cada um não trabalha sozinho, eles se interdependem. Além do tato, audição, paladar, visão, olfato há dois sentidos, muito importantes para a integração sensorial. No "ensaio da orquestra", o sentido proprioceptivo e o vestibular não podem faltar para a afinação. Este último funciona como um maestro ao mesmo tempo em que toca. Ele é um supermodulador para o processamento sensorial, além de trabalhar para o equilíbrio e demais áreas. Os seus receptores estão no labirinto. Já o proprioceptivo nos dá a percepção corporal, é por causa dele que nós não precisamos olhar para tudo que fazemos com o nosso corpo. Ele regula o nosso movimento e a sensação deste. A maioria dos seus receptores estão nas articulações. No popular, poderíamos dizer que o sentido proprioceptivo funciona como "os olhos do corpo". Os sistemas tátil, vestibular e proprioceptivo são os mais primitivos na formação humana e trabalham juntos o tempo todo na organização da postura, equilíbrio, coordenação, bem como colaborando na organização dos demais sentidos.

Vamos a questão dos sintomas de disfunção de IS.

Pois é, podemos pensar naqueles caminhos que já mencionamos anteriormente que vão até o cérebro. Na hora de processar as informações, devido a inúmeras causas, como lesão no sistema nervoso, ou simplesmente uma imaturidade do mesmo, pode haver interpretações e respostas não adaptativas necessárias para as atividades cotidianas. É como se a leitura da mensagem não fosse reconhecida, então chega uma outra mensagem que muitas vezes não faz sentido para própria pessoa e muito menos para quem está com ela resultando em alterações de comportamento. Vejamos por exemplo, crianças que apresentam comportamento de defensividade tátil. Devido à falta de regulação deste sistema, o estímulo tátil torna-se aversivo: a pessoa não gosta de ser tocada, não gosta de se sujar, não gosta de comer certos alimentos com textura diferentes, entre outros. Neste caso dizemos que há uma hiperresponsividade tátil (resposta de alta intensidade). Poderia ser também ao contrário, qualquer estimulo tátil não faz diferença, sendo uma hiporesponsividade deste sistema (resposta de baixa intensidade). Vamos transpor isto para todos os outros sentidos. Imaginem a confusão que dá quando há uma hiporesponsividade proprioceptiva (pouca sensação do corpo) e uma hiperresponsividade vestibular ( alta sensibilidade a movimento).
Pois é, algumas crianças com atraso escolar muitas vezes têm alterado a maturidade destes sistemas, ocasionando dificuldade na relação com o outro, dificuldade de atenção e concentração, auto-estima prejudicada com privação na participação de sua vida social e escolar, alteração no tônus muscular com dificuldade de equilíbrio e na coordenação motora ampla e fina. Muitas vezes são confundidas e diagnosticadas por problemas emocionais ou retardo mental. Isto não quer dizer que estes problemas não possam caminhar juntos algumas vezes. Mas o fato é que uma Disfunção de Integração Sensorial isolada não quer dizer problemas de inteligência. Pelo contrário, existem muitas crianças que não apresentam dificuldade na área intelectual, mas que sofrem por ter esta disfunção, e principalmente, quando não é tratada a tempo. Além disso, há crianças que tiveram lesão cerebral que também apresentam disfunção de IS.
Vale lembrar que, há crianças que apresentam comportamento similar, porém o núcleo das dificuldades está basicamente na área emocional e deve ser tratada por um profissional qualificado. Por isso é importante uma avaliação criteriosa para diferenciar e saber quais as prioridades para aquela pessoa.

Existe tratamento para a disfunção de IS?

Sim, o princípio da terapia de integração sensorial acredita na possibilidade de uma reorganização do modo de funcionamento dos sistemas sensoriais e para isso utiliza atividades lúdicas e dirigidas com o uso combinado destes sistemas. A criança reconstrói formas de discriminar, selecionar, interpretar melhor as mensagens para transformá-las em ações adequadas para a função exercida (social, escolar, autocuidados, etc). São brincadeiras e jogos que são trabalhados os sistemas integrados que gradativamente são aumentados os desafios motores e perceptivos bem como a complexidade das ações. O sistema vestibular sempre entra na brincadeira para auxiliar na modulação e integração (balanços, circuitos com mudanças de altura e direção, entre outros). A sessão de terapia de integração sensorial é construída junto com a criança de acordo com o seu centro de interesse combinado às necessidades. Em síntese, o tratamento modifica a dieta sensorial sendo favorecido o uso de organizadores para regulação. Os organizadores podem ser desde o toque do terapeuta, a criação de ambiente favorável e até um material para desenvolver uma função específica.
A criança reorganiza o seu modo de funcionamento para as funções cotidianas. Para isto é necessário que a família e a escola estejam integrados aos objetivos do tratamento.

Qual o profissional que faz o tratamento?

O Terapeuta Ocupacional ou outro profissional da área de saúde que tenha especialização na área de Integração Sensorial.

Como saber se o seu filho (a) precisa de terapia de IS?

É necessário que seja feita uma anamnese (entrevista com a família para colher dados e percepções) e uma avaliação detalhada com a criança onde será observado o modo de funcionamento nas atividades gerais e como cada sistema sensorial está integrado.

Quanto tempo dura o tratamento?

Depende muito da causa da disfunção, da idade em que a criança procura o tratamento e de outras disfunções associadas.

Qual a periodicidade da sessão?

No início do tratamento no mínimo duas vezes por semana para ter resultados mais eficazes.

Resultados:

Os primeiros resultados do tratamento podem aparecer no humor e auto-estima da criança, elas tornam-se mais seguras e menos irritadas, e com um conhecimento melhor do seu corpo. Elas aprendem a monitorar as suas necessidades sensoriais e ações, bem como melhoram no desempenho das atividades que exigem coordenação motora integrada com atenção.

De maneira geral espera-se melhora no desempenho escolar e nas relações sociais.

Como a família pode ajudar?

Em primeiro lugar ter o cuidado em como interpretar o comportamento da criança e evitar rótulos tais como: preguiçosa, "bicho do mato", "desastrada", "vive no mundo da lua", etc.
Em seguida procurar um especialista para esclarecer o motivo daquele comportamento diferente.

Encorajar atividades de:
-jogos corporais, ir a parques com diferentes estímulos e desafios (trepa-trepa, balanço, gira-gira, ponte movediça), tendo o cuidado de respeitar o limite de cada criança.
-evitar o excesso de limpeza, se possível deixar descalço, fornecer momentos de contato corporal de uma forma prazerosa, dar toques diferentes leve e profundo.
-balançar no colo, na rede ou no cobertor.
-dançar
-brincar de guerra de almofadas, de cabo de guerra, transportar objetos
-favorecer atividades de pintura, massa de modelar e argila,
-brincar de construir histórias onde represente as ações de forma concreta (passar por túneis, escadas, cordas) e por meio de desenhos e pinturas.
-brincar de teatro: interpretar personagens usando o corpo e imaginação.
-criar ambientes e momentos que sejam organizadores para a criança, que podem ser construídos mediante a orientação da terapeuta ocupacional, para a "dieta sensorial".

Vale lembrar que estas sugestões só serão válidas se tiver a participação e consentimento da criança. Incentivem fazendo junto com ela ou com outras crianças. Aproveitem para brincar também.

Se você quiser dar alguma sugestão, tirar dúvida ou comentar sobre o que leu, escreva-me. É importante saber se este artigo contribuiu para uma compreensão básica sobre IS.
bethprado@grhau.com.br

Ana Elizabeth de Oliveira Prado
Terapeuta Ocupacional
CREFITO 3-1670 TO

http://www.grhau.com.br/artigos.php?id=41
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O QUE É INTEGRAÇÃO SENSORIAL


O cérebro recebe constantemente grandes quantidades de informação através dos sentidos. É através deles que a criança, conforme aprende a se mover, equilibrar-se e relacionar-se com os objetos e pessoas aos seu redor , aprende sobre o mundo em que vive. O cérebro organiza toda a informação recebida para possibilitar uma resposta. Essa organização que o cérebro dá à informação sensorial é chamada de integração sensorial. Ela permite que dirijamos nossa atenção para produzir comportamento útil e adaptativo e para que nos sintamos bem sobre nós mesmos.
No início da vida o cérebro desenvolve a organização que será a estrutura para comportamento e aprendizagem posteriores. Nesses primeiros anos, os movimentos espontâneos, as brincadeiras que envolvem o corpo todo, são muito eficazes em desenvolver o sistema nervoso.
O cérebro humano frequentemente tem sido comparado a um computador. Ele depende da informação que recebe do ambiente através dos sistemas sensoriais. Depende de informação visual, auditiva , tátil, olfativa e gustativa. Além disso, precisa também de informação sobre gravidade e movimento. O cérebro reune todas essas sensações e as organiza para um plano de ação.
Distúrbio na recepção e organização das informações sensoriais recebidas sobre o mundo vai afetar o desempenho nas demais áreas. Quando a criança não recebe informações sensoriais importantes de forma clara e concisa, pode não estar recebendo o “alimento” que o cérebro precisa para o processo de aprendizagem. Assim, vemos crianças muito inteligentes, que não produzem de acordo com o potencial intelectual que possuem. Podemos então suspeitar que exista uma dificuldade no processamento sensorial
ALGUNS SINAIS DE PROBLEMAS NA INTEGRAÇÃO SENSORIAL
1. Falta de força e tônus muscular, o que pode resultar em má postura e fadiga
2. Má consciência espacial e desenvolvimento pobre da percepção de posição, resultando em insegurança durante os movimentos.
3. Falta de coordenação entre os dois lados do corpo. A criança pode ficar desajeitada e confusa quando as duas mãos precisam trabalhar em conjunto, como para atividades de cortar ou escrever.
4. Falta de coordenação entre os olhos e o corpo, de modo que há uso ineficaz de informação visual para auxiliar no desempenho de ações.
5. Atenção de curta duração. A criança geralmente tem dificuldade em focaliza nas tarefas que precisa fazer.
6. Lentidão ao desempenhar ou aprender tarefas motoras novas, uma vez que precisa pensar sobre cada movimento que faz. Desajeitada, bate-se nas coisas ou cai muito parecendo não ver os obstáculos no caminho.
7. Comportamento hiperativo; a dificuldade em concentração faz com que perceba todas as coisas ao mesmo tempo e não consiga se concentrar em uma só.
8. Sentido tátil mal desenvolvido, fazendo com que não goste de ser tocada, tenha dificuldade em aprender sobre a forma e textura das coisas. Por outro lado, pode não perceber seu espaço pessoal e tocar demais as pessoas, chegar perto demais.
9. Criança extremamente difícil para se alimentar: só come comidas com um certo tipo de textura, ou na mesma temperatura.
10. Apresenta medo excessivo, isola-se
11. Dificuldade em graduar a força que precisa para manipular objetos ou tocar as pessoas.
12. Problemas em usar e entender linvuagem, resultando em problemas na fala, leitura e escrita. Problemas na articulação da fala sem razão aparente
Essas dificuldades tendem a aparecer tanto no lazer quanto no trabalho. Podem não se relacionar bem com os companheiros ou ter de fazer tanto esforço que não se divertem. Nem todos esses sinais precisam estar presentes e geralmente não estão presentes ao mesmo tempo. A intensidade com que aparecem e o número deles que a criança apresenta vão determinar o quanto interferem em sua habilidade de aprender.
O QUE PODE SER FEITO
O brincar é a melhor forma de desenvolver a integração sensorial. Desde pequena a criança naturalmente procura as atividades que promovem uma boa integração da informação recebida através dos sentidos. Ao se movimentar, aprende sobre os limites do seu corpo dentro do espaço que a rodeia. Ao manipular objetos, aprende sobre seu peso, textura, força que precisa para segurá-los. Toda essa informação é recebida para o cérebro, organizada e armazenada, possibilitando que a criança aprenda cada vez mais sobre o mundo em que vive.
O mundo moderno, a vida nas grandes cidades, eliminou uma grande parte do brincar que propicia esse aprendizado natural através das brincadeiras motoras e sensoriais. Cada vez mais a criança está confinada em um espaço, sem oportunidade para as explorações que seu cérebro precisa para se desenvolver. Defrontamo-nos então com uma criança que não sabe canalizar sua energia, organizar seu espaço e se torna mais ativa do que o desejável. Existe uma certa dificuldade em atingir o nível de alerta que o cérebro precisa para realmente se beneficiar do processo educativo. Como pais e professores podemos dar oportunidades enriquecidas para que nossas crianças brinquem de forma a desenvolver melhor a integração sensorial e aprender melhor.
Nos casos em que a informação não é integrada da forma que deveria ser, dizemos que existe uma disfunção de integração sensorial (DIS). Podem então surgir problemas na aprendizagem, auto-estima, relacionamento social ou hiperatividade. Quando há suspeita de que a criança apresenta disfunção de integração sensorial, é indicada uma avaliação por terapeuta ocupacional com especialização nessa área. Dependendo dos resultados da avaliação pode ser indicada uma terapia com uma abordagem de integração sensorial. O termo “disfunção de integração sensorial (DIS)”é um termo guarda-chuva. Sob ele se abrigam várias sub-áreas:
1. Distúrbios de modulação, que incluem:
• Defensividade tátil
• Defensividade sensorial
• Insegurança gravitacional
• Intolerância a movimento
2. Distúrbios de coordenacão
• Integração bilateral e sequenciamento
• Dispraxias (ou dificuldade de planejamento motor)
Um aspecto importante da terapia de integração sensorial é que a motivação da criança e o brincar é que são as ferramentas usadas. Através de um ambiente sensorial enriquecido, recomendações de uma “dieta sensorial” para o lar e brincadeiras que levam a criança a perceber melhor o mundo ao seu redor, essa criança pode desenvolver melhor integração sensorial e vir a produzir de acordo com seu potencial intelectual.

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Disfunção da Integração Sensorial


Crianças fora de sincronia
A cena é, provavelmente, familiar a muitos professores: o aluno é visivelmente inteligente, mas não produz. É intratável, briga com os colegas por qualquer motivo, pula inquieto na carteira como se mil formigas caminhassem por seu corpo ou passeia o olhar distante pela paisagem da janela, com a mente a quilômetros do que ocorre na aula. Não é brilhante nos esportes - é desconjuntado, confunde esquerda com direita, nunca sabe exatamente de onde vem e para onde vai a bola -, mas muitas vezes compensa parte de seu fraco desempenho liderando em outras áreas de socialização, predominantemente verbais. Pode entender o raciocínio das mais complicadas equações matemáticas - mas erra invariavelmente nas contas ou, pior, no momento de passar a limpo o resultado.
Quando novinho, é aquele mais propenso a ataques de fúria e choro sem motivo aparente, tem poucos amigos e, no playground, parece gastar mais tempo de ponta-cabeça ou dependurado do que na posição vertical. Desorganizado é o seu sobrenome, desastrado o seu apelido, instável seu pseudônimo. Às vezes, nota-se que preferiria fazer os deveres de pé, dispensando a cadeira - noutras, despenca na carteira como se fosse desprovido de músculos, cabeça deitada sobre um braço enquanto escreve com o outro.
Os rótulos aplicados por pais e professores a esse incompreensível ser que flana pela sala, semeando caos e perplexidade variam do rebelde ao preguiçoso. O que não deixa de ter a sua lógica: se o aluno não tem limitações evidentes, é inteligente e consegue compreender bem os conteúdos, por que simplesmente não faz o que deveria fazer? Por que domina assuntos complexos mas confunde coisas incrivelmente simples? E de onde tira tamanha habilidade para instaurar a tensão num ambiente até então calmo e produtivo?

Primeiras descobertas
Nos anos 70, a pesquisadora americana A. Jean Ayres, da Califórnia, começou a encontrar respostas para essas perguntas que poucos especialistas chegavam a formular. Baseada na observação clínica e em décadas de pesquisas anteriores sobre o funcionamento do cérebro e as então chamadas disfunções cerebrais mínimas, Ayres foi estabelecendo padrões comuns entre essas crianças, padrões estes que levaram ao desenho de um grande quadro onde sintomas tão díspares começavam a fazer sentido e a entrelaçar-se logicamente.
As descobertas de Ayres foram fascinantes: por detrás daquelas crianças ligeiramente diferentes - mas cuja diferença podia ter conseqüências drásticas no cotidiano -, encontrava-se um cérebro também ligeiramente diferente. Nada de errado na inteligência nem, pelo menos a princípio, nas emoções. Olhos e ouvidos perfeitos, sentidos do tato, olfato, equilíbrio, paladar e outros preservados. Mas ao cruzar no cérebro as informações do mundo exterior trazidas pelos sentidos, bem aí, nesse complexo centro de integração entre imagens, sensações e sons, começava a confusão.
"Alguns problemas, como sarampo, ossos quebrados ou deficiências visuais, são óbvios. Outros, como os que estão por trás de um aprendizado lento e desvios de comportamento, não são óbvios. Aprendizado lento e comportamento pobre em crianças são freqüentemente causados por uma integração sensorial (IS) inadequada no cérebro infantil", explicava Ayres em seu livro Sensory Integration and the Child, em 1979. "A não ser que o problema seja severo", continuava Ayres, "as disfunções de IS passarão despercebidas por qualquer um que não seja treinado para identificá-las. Uma vez que o cérebro é algo sobre o que os médicos estudam na faculdade, costuma-se pensar que médicos entenderiam a respeito de desordens de IS. No entanto, a maioria dos pediatras, clínicos ou psiquiatras não identificarão um problema de IS ao se depararem com ele".
Como um problema conhecido há três décadas, e que vem sendo pesquisado desde então, pode ser considerado novo ainda hoje? Os métodos de diagnóstico e tratamento da IS, desde sua origem ligados ao campo da Terapia Ocupacional, foram conquistando espaço lentamente. Primeiro no meio acadêmico, em seguida entre um público mais amplo. Nos Estados Unidos, hoje, o conhecimento geral sobre a IS chegou a um nível suficiente para que livros como The out-of-sync child (com o sugestivo subtítulo de "Reconhecendo e lidando com a Disfunção de Integração Sensorial"), lançado pela americana Carol Kranowitz há dois anos, pudesse se tornar uma espécie de best-seller instantâneo entre pais e professores.
Na terra do Tio Sam, assim como no Canadá, Inglaterra, Austrália, Suécia, Japão e Austrália, países-pólo na pesquisa e divulgação da IS, as palavras de Ayres (do fim dos anos 70) acerca do desconhecimento geral sobre o problema já não valem mais. No Brasil, o aviso continua de pé -uma situação que, felizmente, vem mudando em tempos mais recentes.

Pioneiros no Brasil
"O termo integração sensorial foi adaptado por Ayres da neurobiologia", explica a terapeuta ocupacional Lívia de Castro Magalhães, representante da meia dúzia (literalmente) de profissionais brasileiros extensamente treinados nas técnicas de diagnóstico e terapia em IS. No Laboratório de Avaliação e Integração Sensorial da UFMG, em Belo Horizonte, Lívia e seus colegas do departamento de Terapia Ocupacional vêm atuando em um pioneiro (no Brasil) serviço de diagnóstico e atendimento público a crianças com disfunção de IS, embora servindo a uma clientela ainda bastante reduzida, em função da limitação de recursos da Universidade.
"O maior problema da desinformação é que a criança com disfunção de IS, quando apresenta problemas na escola, acaba sendo encaminhada para um psicólogo ou pedagogo que pouco poderá fazer por ela", adverte Lívia, destacando que, embora nem todas as crianças com problemas de aprendizagem tenham distúrbios de IS, um enorme percentual delas (em torno de 60%) provavelmente ganhariam o diagnóstico se fossem devidamente testadas.
Por que não a psicologia? "É importante entender que o distúrbio emocional pode coexistir com a IS, mas ele não é primário", observa Lívia. A disfunção de IS é um problema físico, que tem origem em pequenas alterações cerebrais. Psicólogos, nesse caso, podem ser importantes, não para atacar a disfunção em si, mas para dar suporte à baixa auto-estima, à agressividade e a outros problemas psicológicos que costumam surgir secundariamente à IS, em conseqüência da inadaptação da criança ao seu meio.
A boa notícia é que a terapia em IS pode ajudar - e muito -essas crianças, em especial as que forem encaminhadas precocemente ao especialista. Mas onde encontrar profissionais treinados no reconhecimento e tratamento do problema? "O interesse pela IS está aumentando cada vez mais", afirma a professora Lívia, que vem ministrando cursos sobre o assunto para terapeutas de várias partes do país. "Para encontrar um profissional treinado em sua região, o interessado deve consultar o departamento de Terapia Ocupacional da universidade mais próxima, que poderá indicar nomes de profissionais habilitados", diz. O atendimento ainda é, na esmagadora maioria dos casos, feito em consultórios privados.


Perguntas e respostas sobre IS

1. O que é Integração Sensorial?
Todas as informações que recebemos sobre o mundo chegam a nós através de nossos sistemas sensoriais. A habilidade para integrar essas informações sensoriais é essencial para a aprendizagem e organização do comportamento.

2. Quais são os sistemas sensoriais?
Os sistemas mais conhecidos são a visão, audição, gustação e olfato, mas outros sistemas, relacionados à sensação corporal e controle dos movimentos, são também importantes:
a) sistema tátil: informa o que está em contato com a pele: temperatura (calor/frio), textura (macio/áspero), estereognosia (reconhecimento de objetos sem o auxílio da visão). O tato tem uma função de proteção, pois nos alerta para certos perigos, a fim de reagirmos e nos afastarmos, e nos ajuda a sentir a posição dos objetos na mão, para manejá-los corretamente.
b) sistema vestibular: informa sobre a movimentação do corpo no espaço e mudanças na posição da cabeça; é também importante para o equilíbrio, coordenação olho-mão e coordenação bilateral (coordenação dos dois lados do corpo).
c) sistema proprioceptivo: informa a posição do corpo no espaço e é essencial para o planejamento dos movimentos.

3. O que é disfunção da integração sensorial?
É o processamento inadequado de informações sensoriais, que pode levar à dificuldade de aprendizagem e a problemas de comportamento na criança. As falhas mais comuns são nas áreas de processamento tátil, vestibular e proprioceptivo, podendo resultar em problemas motores e dificuldades no desempenho diário.

4. Quais são os sinais de disfunção de integração sensorial?
o Pouca ou muita sensibilidade ao toque, ao movimento, a estímulos visuais e auditivos;
o problemas de coordenação motora e equilíbrio;
o criança excessivamente ativa ou muito lenta, cansando-se facilmente;
o comportamento impulsivo ou dispersivo;
o atraso na fala e linguagem;
o baixo rendimento escolar;
o dificuldade para planejar movimentos e seqüenciar tarefas;
o dificuldade para brincar e fazer amigos;
o dificuldade para se ajustar a situações novas, rejeitando mudanças de rotina e apresentando comportamentos de agressão ou frustração;
o criança desmotivada, com baixa auto-estima e que evita novas atividades e desafios.

5. Como a terapia ocupacional pode ajudar?
Primeiro é feita uma avaliação para detectar problemas e definir o programa de tratamento. Se há sinais de falha de processamento sensorial, o terapeuta ocupacional poderá usar a Terapia de Integração Sensorial. Essa terapia se baseia no uso de atividades que desafiam as habilidades da criança e estimulam respostas organizadas a diferentes estímulos sensoriais. As atividades proporcionam estimulação tátil, vestibular, proprioceptiva e são escolhidas de acordo com as necessidades específicas da criança.
A terapia geralmente é muito divertida para a criança, pois o ambiente clínico inclui escorregador, carrinhos de rolimã, balanço, trapézio, bolas de diferentes tamanhos, rolos de espuma e uma variedade de brinquedos apropriados para a idade da criança. Nesse ambiente de brincadeira, o terapeuta ocupacional ajuda a criança a alcançar sucesso em atividades que provavelmente não ocorreriam no brincar não orientado. As atividades são planejadas para dar o "desafio na medida certa" para estimular o desenvolvimento e melhorar o desempenho funcional da criança.
O trabalho proporciona melhoras significativas no brincar, nas atividades da vida diária e na escola, resultando em melhorias no rendimento escolar, na auto-estima e qualidade de vida da criança.
Fonte: Laboratório de Avaliação e Integração Sensorial - LAIS. DTO-UFMG.

O professor e a IS: como minimizar o problema
A primeira providência a ser tomada pelo professor que suspeita de um caso de disfunção de IS (e são grandes as chances de que ele se depare com vários) é, claro, sugerir que essa criança seja avaliada e, se for o caso, encaminhada para a terapia. Mas há muito a se fazer também na sala de aula. A criança com disfunção de IS costuma encontrar uma série de problemas na escola - e também provocar uma série de outros - que poderiam ser minimizados a partir de uma compreensão maior, por parte do professor, acerca da origem do comportamento incomum e de estratégias possíveis para conviver com esse comportamento sem maiores conflitos, além de adaptar o ambiente em função das necessidades especiais do aluno.
"O mais importante é que o professor mude a sua visão sobre a criança", aconselha Lívia Magalhães. "Não é que ela seja preguiçosa, birrenta ou manipulativa - ela simplesmente não consegue responder de outra forma a determinadas situações". Lívia cita como exemplo a criança que desaba a cabeça sobre a carteira, praticamente se deitando sobre ela. Esse tipo de problema é chamado pelos especialistas de hipotonia muscular - um dos sintomas possíveis da disfunção de IS. Para se manter na posição vertical, ereto em uma cadeira, o indivíduo hipotônico é obrigado a despender um enorme esforço, ao contrário da maioria de nós, que o faz de maneira inconsciente. Pelo mesmo motivo, o hipotônico se cansa facilmente (e genuinamente) em situações que seriam consideradas de esforço leve para outras crianças - como uma pequena caminhada ou mesmo um período inteiro de aulas.
Falar (ou, pior, gritar) ao aluno para "consertar a postura", além de não resolver, tensiona o ambiente, transforma o aluno em foco de atenção negativa diante dos colegas e diminui ainda mais a sua já pobre capacidade de concentração. Nesse caso, sugere Lívia, o melhor seria aproximar-se discretamente do aluno (depois de ter combinado com ele, previamente e em particular, essa forma de "aviso" sobre a postura), e pressionar seus ombros para baixo levemente. Dessa forma, o professor se "comunica" diretamente com a parte do cérebro responsável pelo tônus muscular (níveis inferiores do cérebro), em vez de se dirigir à sua parte cognitiva (o córtex). Uma carteira ligeiramente mais alta (com o tampo na altura do peito da criança) também ajuda, uma vez que obriga e dá suporte a uma posição mais adequada.

Os "comedores de cabelo"
A criança que não consegue se manter assentada na cadeira, por outro lado, pode fazê-lo por dois gêneros diferentes de problemas. Um deles é a necessidade de auto-estímulo sensorial: a criança precisa se mover, balançar o corpo, coçar a pele, "comer" o cabelo ou uma manga da roupa para nutrir seu cérebro de sensações, sensações estas imprescindíveis para modular a sua atividade cerebral. Numa pessoa normal, esse tipo de modulação é feito com estímulos sensoriais num grau muito menor - a sensação da roupa sobre a pele, da cadeira sob o corpo, da temperatura ambiente, do ar que entra e sai dos pulmões, dos ruídos que ouvimos sem nos darmos conta de sua existência. Todos esses estímulos acontecem, a não ser que focalizemos a nossa atenção sobre eles, de forma inconsciente - tanto o roçar da roupa sobre a pele do indivíduo normal quanto o contínuo remexer-se típico da disfunção de IS.
Outro fator que pode afastar a criança da cadeira é a chamada insegurança gravitacional - um distúrbio do sistema vestibular que deixa a criança ansiosa a cada vez que é obrigada a "perder o contato" com a segurança do solo. Esse tipo de criança raramente será vista brincando com prazer no balanço da escola - e terá grandes problemas se o professor de ginástica resolver obrigá-la a plantar bananeira ou fazer algo parecido. São os mais propensos a enjôo ou vômito em passeios de ônibus ou carro.
Uma cadeira mais baixa, que possibilitasse o apoio total de ambos os pés no chão, poderia ajudar no caso da insegurança gravitacional. Para ambos os casos, Lívia sugere ainda uma alternativa incomum: "Por que não deixar que a criança faça as suas tarefas de pé, se ela prefere assim? Se ela estiver no fundo da sala, não atrapalhará a visão das demais". Em várias escolas americanas, têm sido adotadas como "cadeiras" as terapeutic balls, grande bolas infláveis de borracha resistente que permitem uma auto-estimulação constante por parte da criança. Da mesma forma, muitas têm permitido que os "comedores de cabelo" (ou de roupa, ou de lápis...) masquem chicletes (sem fazer bolas!) durante a aula - atividade esta considerada organizadora do cérebro para a criança com necessidade de estimulação oral.
"Como regra geral, e não só para as crianças com IS, é recomendável evitar longos períodos de trabalho na mesma posição", defende Lívia.. Uma "espreguiçada geral" de vez em quando pode ser uma boa idéia, assim como repensar a rotina de aulas de forma a promover o movimento entre uma e outra atividade (mudar a posição das carteiras para uma discussão em roda, chamar crianças para o quadro, etc). Os mais inquietos podem ser "ajudantes" preferenciais em atividades como apagar o quadro, buscar livros na biblioteca, recolher trabalhos e outras do gênero.

Brigões por acaso
A hipersensibilidade tátil é outro sintoma comum nos distúrbios de IS. Os pais serão os primeiros a se deparar com as diferenças do portador de hipersensibilidade tátil: o filho reclama das etiquetas internas das roupas ou da costura das meias, prefere calças e camisas mais largas do que o normal, escolhe sapatos um número acima daquele de seus pés, rejeita bonés e luvas. As meninas raramente serão vistas usando colares, pulseiras ou anéis.
Na escola, os problemas são outros. A criança com hipersensibilidade tátil não tolera o toque leve - em especial se este for inesperado. Esse é o aluno que, se colocado no meio de uma fila, invariavelmente vai começar uma briga, uma vez que os pequenos esbarrões são inevitáveis. "Fulano está me cutucando, professora!", pode ser uma queixa comum. Em outros casos, ele já parte direto para a agressão física. "A reação é automática, e não porque a criança seja brigona", garante Lívia, recomendando que se reserve o último lugar da fila (ou a última fileira de carteiras) para essa criança, onde diminuem as chances de um toque inesperado acidental. Da mesma forma, as primeiras carteiras, bem próximas do professor e de crianças mais quietas, podem deixar o aluno mais seguro de que não será "cutucado" pelos colegas, diminuindo a sua ansiedade.
A desorganização é uma marca registrada da disfunção de IS, e reflete a desorganização interna do cérebro de seu portador. Associada com uma coordenação motora pobre e, em muitos casos, problemas de discriminação visual, a criança típica da IS fará de sua carteira um verdadeiro caos, onde lápis, borrachas e cadernos são derrubados (e perdidos) o tempo todo, e é sempre a última a conseguir arrumar o material no fim da aula.
"É importante orientar a criança a manter o mínimo possível de objetos em cima da mesa", alerta-nos Lívia, que sugere ainda o artifício de amarrar com um barbante a borracha que vive pulando pelo chão da sala. Em lugar de estojinhos cheios de repartições e gavetinhas - ótimos para que a criança gaste horas tentando achar alguma coisa - pode-se pedir aos pais que providenciem um estojo grande e fácil de abrir (potes plásticos do tipo tupperware podem ser uma ótima alternativa).
Outra boa recomendação que os professores podem repassar aos pais é a de manter o mais "limpa" possível a mesa do para-casa da criança: objetos como calendários, relógios, porta-lápis, rádios ou outros são grandes fontes de distração visual e tátil (a criança pode interromper o dever para manipular esses objetos, fazer comentários ou simplesmente pensar sobre eles).
Para preservar a auto-estima das crianças com dificuldades motoras ou outras relacionadas com a IS, pode-se optar por brincadeiras (no caso da pré-escola) ou atividades na educação física que sejam menos competitivas. E, acima de tudo, uma boa dose de tolerância com a diferença: "Muitas vezes, os problemas no aprendizado vêm de coisas simples como, por exemplo, o aluno não conseguir copiar as instruções da tarefa no mesmo tempo que os outros". Nada que um pouco de paciência e compreensão não possam ajudar.

Rita Espeschit
Revista Presença Pedagógica (Julho/Agosto 2000)

Para saber mais
Existem bons livros sobre a disfunção de Integração Sensorial - infelizmente, nenhum deles em português. Veja alguns na lista abaixo:
KRANOWITZ, Carol S. The out-of-Sync child. New York: The Berkley Publishing Group, 1998.
KRANOWITZ, C. S.; SZKLUT, Stacey; SILVER, David. Teachers ask about sensory integration. Belle Curve Records Inc., 1999.
AYRES,Jean. Sensory Integration and the child. Los Angeles: Western Psychological Services, 1979. -. Sensory Integration and learning disorders.. Los Angeles: Western Psychological Services, 1972.
BISSELL, Julie; FISHER, Jean; OWENS, Carol; PLCYN, Patricia. Sensory motor handbook: a guide for implementing and modifying activities in the classroom. Torrance, CA: Sensory Integration International, 1988.
ANDERSON, Elizabeth; EMMONS, Pauline. Unlocking the mysteries of sensory integration. Arlington, TX: Future Horizons, 1996.
TROTT, Maryann; LAUREL, Marci; WINDECK, Susan. SenseAbilities: understanding sensory integration. Tucson: Therapy Skill Builders, 1993.
Na Internet, consulte a www.sinetwork.org - Sensory Integration Resource Center Home Page, com seção especial para educadores e uma extensa lista de links para outras URLs sobre o tema.





Data: 20/5/2010 comentário 137/139

OLA MEU NOME E ELISETE TENHO 35 ANOS E TENHO UM FILHO AUTISTA QUE IRA FAZER 15 ANOS A 6 ANOSPARAEI DE TRABALHAR SOMENTE PRA CUIDAR DELE SOU SOZINHA NO CUIDADO DELE FOI DIAGNOSTICADO AUTISTA COM 9 ANOS POIS ELE E MUITO SOCIAVEL SEMPRES SAIAMOS JUNTOS PELO BALANCEIO DELE UMA ESCOLA AQUI NA MINHA CIDADE QUE APOIA CRIANCA COM DEFICIENCIAS PREPARANDO ELA PARA SOCIALIZAR A ESCOLA NAO DEU CERTO COM ELE FOI AI QUE PEDIRAM UMA AVALIACAO AO PSQUIATRA E FOI DIAGNOSTICADO AUTISTA E MUITO DIFICIL PARA MIM COMO MAE POIS TEMOS POUCAS INFORMACOES VIVEMOS A RELIDADE QUE E BEM DIFERENTE DA TEORIA ELE MUITO MEIGO E CARINHOSO SINTO QUE DEPOIS DE ABRIR MAO DO MEU TRABALHO E DEDICAR MAIS A ELE ELE TEVE UMA MELHORA MUITO BOA POIS SENTE SEGURO FREQUENTA UMA ESCOLA QUE SE CHAMA AUMA.O MEU COMENTARIO E QUE ALGUEM QUE LER SOB ISSO POSSA ME AJUDAR A MONTAR UMA COMUNIDADE DE MAES QUE SOFRE POIS NAO TEM MUITO RECURSO FINANCEIRO EA SITUACAO OBRIGADA ACUIDAR DESSA CRIANCA PARA JUNTAS CRIARMOS ALGO QUE POSSA NOS AJUDAR POIS SOMOS NOS QUE DEVEMOS TER UMA ALTO-ESTIMA UMA BOA ESTRUTURA EMOCIONAL E FINANCEIRA PARA DAR A ELE O QUE E DE DIREITO MAIS INFELISMENTE NAO E ASSIM AS COISAS EU ESTOU DISPOSTA A BRIGAR PELO BEM ESTAR DO MEU FILHO POIS ELE SO TEM A MIM PARA LUTAR POR ELE E POR MIM NOS MAES SOMOS DELETADA DA SOCIEDADE E O AUTIMOS DEVE SER ESTUDO MAIS QUE DIZER AS PESSOAS QUE TEM INTERESSE EM CONHECER A MELHOR PESSOA A DAR INFORMACOES SOMOS NOS MAES E SAIBAMQUEE UMAOPORTUNIDADE MARAVILHOSA CONHECER ESSE NOVO MUNDO ONDE EXISTE PESSOAS DE GARRAS QUEDEVEMSER RECONHECIDA PELA SOCIEDADE E MERECER UM TROFEL DE HONRA FICAREI HONRADA EM FALAR DE UM ANJO QUE TENHO EM CASA E DAS LUTAS QUE TRAVAMOS JUNTOS E QUE AINDA TEMOS MAIS QUE LUTAR MEU EMAIL E elisete.cristina2010@Gmail.com.br ou ELISETE.cris.tina2010@hotmail.com.br obrigado pela oportunidade


Data: 6/8/2010 comentário 138/139

OLÁ, PUDE LER QUE EXISTEM CENTENAS DE MÃES DESESPERADAS , SEM SABER O QUE FAZER PARA AJUDAR SEUS FILHOS. POSSO LHES ASSEGURAR QUE O INSTITUTO VERAS - RJ- TEM UM MÉTODO EFICAZ NO TRATAMENTO DE AUTISMO, SINDROME DE DOWN, PARALISIA CEREBRAL, O INSTITUTO TRABALHA COM O MÉTODO DE GLEN DOMAN - MEU FILHO TEM PARALISIA CEREBRAL E SINDROME DE WEST, INICIOU O TRATAMENTO AGORA EM MAIO, E JÁ POSSO VER MELHORAS. VOCES PODEM DIVERSOS VÍDEOS NO YOU TUBE, QUE MOSTRA A CRIANÇA NO INICIO DO TRATAMENTO E DEPOIS DE ALGUM TEMPO A MELHORA QUE A CRIANÇA TEM. CLIQUE E VEJA http://www.youtube.com/watch?v=1YY2tkxVI9A&feature=related

mariajoserufino@yahoo.com.br


Data: 26/9/2011 comentário 139/139

Marcelo Antunes
Fisioterapia Infantil e Psicomotricista.
Atendimento: Prematuridade, Transtornos Invasivos do Desenvolvimento e Atraso Desenvolvimento Psicomotor.
Atendimento consultório: Professor Gabiso, 225 - Tijuca - Rio de Janeiro
Informações: 21. 8437. 8447 ou consultório: 2234. 5374


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Créditos: Eduardo Henrique Corrêa da Silva