AUTISMO
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Dieta isenta de gluten e caseina


Data: 30/8/2003 comentário 1/148

Minha filha é portadora de psicose desintegrativa, e há dois meses iniciei uma dieta alimnentar isenta de glutén e caseína, após várias pesquisas feitas na internet. O caso de minha filha é muito grave e os medicamentos já não faziam efeito. Não há em minha cidade centros de atendimento para pacientes em estágio severo e as terapias existentes já não surtiam efeito, até mesmo pelo despreparo dos profissionais. Caroline estava restrita ao lar, sem atividade alguma, pois já não havia condições de sair com ela. A agressividade estava muito grande, colocando em risco sua vida e a de quem estava com ela. O médico chegou a falar em internação. Seu último surto foi severo, precisando ser contida ä cama.
Iniciei a dieta como mais uma tentativa de tratamento, mas sem grandes expectativas. Hoje, estou sendo acompanhada por uma médica que é adepta da dieta e que também tem uma filha autista. Caroline já começa a apresentar melhoras, ainda que sutis. Iniciamos ainda, um tratamento homeopático, conduzido pela Dra.Geórgia. Estou novamemnte cheia de esperanças, e querendo muito fazer minha filha feliz.Graça


Data: 15/10/2003 comentário 2/148

Iniciei a dieta com meu filho ( Guilherme, 9 anos) há um mês. É muito difícil no começo a adaptação, a busca por receitas, a busca por tempo para preparar os alimentos que não podemos comprar, mas estou motivada principalmente por depoimentos como o da Graça e as pesquisas realizadas pela Dra. Georgia e os resultados que muitas familias estão alcançando. É muito cedo para podermos perceber algum resultado, mas o tempo dirá. Estamos também fazendo o tratamento com remédios homeopáticos prescritos pela Geórgia, além dos medicamentos para melhorar a permeabilidade intestinal. Meu filho faz fonoterapia, psicoterapia, musicoterapia, terapia ocupacional, escola especial, aulas de musica, e os resultados são muito inexpressivos para tanto esforço... Mas estamos com muita esperança.
Ana Lidia
ana-lidia@uol.com.br


Data: 23/5/2004 comentário 3/148

Iniciei a dieta com meu filho (David-4 anos) a aproximadamente 6 meses e já pude perceber algumas mudanças significativas, ele é não verbal, mas após a dieta passou a tentar falar e me olha nos olhos,sorri de volta quando eu sorrio para ele e ficou bem mais calmo, pois ele é hiperativo.
Vera Lucia
veracura@globo.com.br


Data: 16/9/2004 comentário 4/148

Sou nutricionista, tenho um sobrinho autista e um desejo enorme de poder ajudar.
Estamos iniciando uma conscientização c/ as mães na AMA.
Porém sabemos que é um trabalho de formiguinha, pois o primeiro passo é a conscientização das famílias p/ aderirem ao programa, uma vez que lidar com mudanças p/ o autista é muito complicado.
Usaremos a estratégia de estar incluíndo alimentos isentos de glúten e caseína aos poucos, para só depois podermos retirar os outros. Dessa forma acreditamos que o processo seja mais estruturado, sem mudanças radicais e com maior adesão das crianças.
Conforme contato c/ algumas mães, pude verificar que a maioria das crianças ingerem grandes quantidades de leite, pães, etc.
Gostaria de pedir depoimentos de famílias que já estejam há algum tempo c/ esse tipo de dieta à fim de reforçar a estratégia junto às mães.

Agradeço desde já!

Selma Dylene


Data: 16/9/2004 comentário 5/148

Meu e-mail: selmady@ig.com.br


Data: 27/1/2005 comentário 6/148

Tenho 1 filho de 11 anos autista, e, gostaria de saber mais sobre essa dieta, como fazer e que beneficios trazem para amenizar o quadro dele. E muito hiperativo e nao se atem a nada e nem se interessa por nada. Tem rompantes inesperados no comportamento e, nunca sabemos como vai reagir diante de alguma situacao, as vezes do nada tem uma reacao constrangedora (como tomar um sorvete numa sorveteria calmamente e de repente gritar e se atirar no chao..)Ficaria feliz se ne enviasse essa dieta. Obrigada Lucia


Data: 27/1/2005 comentário 7/148

Tenho 1 filho de 11 anos autista, e, gostaria de saber mais sobre essa dieta, como fazer e que beneficios trazem para amenizar o quadro dele. E muito hiperativo e nao se atem a nada e nem se interessa por nada. Tem rompantes inesperados no comportamento e, nunca sabemos como vai reagir diante de alguma situacao, as vezes do nada tem uma reacao constrangedora (como tomar um sorvete numa sorveteria calmamente e de repente gritar e se atirar no chao..)Ficaria feliz se ne enviasse essa dieta. Obrigada Lucia


Data: 27/1/2005 comentário 8/148

Gostaria de receber informacoes sobre essa dieta isenta de gluten e caseina. O que e isso? que beneficios trazem a crianca autista, como preparar o cardapio...meu filho tem 11 anos e come de tudo(mas tem aversao a frutas e verduras) isso tem alguma coisa a ver com essa dieta...meu e-mail para contato: lucia.helena@brturbo.com.br Obrigada!


Data: 23/5/2005 comentário 9/148

Boa Tarde

Nos comentário 1 e 2 elas falam sobre uma médica chamada Georgia... tem endereço dela, estou em SP-Caítal.
Gostaria muito de conhecer médicos que usam medicina alternativa, acho que tenho que tentar tudo para o meu filho (autista de grau moderado 5 anos), mas nunca acho ninguém que acredita em novas álternativas, sempre as mesma s coisas... que funciona a curto prazo e tem efeitos colateriais desgastantes...

Sheila
scheila2004@pop.com.br


Data: 2/8/2005 comentário 10/148

Boa Tarde
tenho um filho de 4 anos, autista. Gostaria de receber maiores informações sobre esta dieta.
Camilla
calemme@hotmail.com


Data: 13/8/2005 comentário 11/148

Sou estudante de nutrição, e gostaria de saber mais detalhes e depoimentos sobrte essa dieta.mandem para susie.gatinha@bol.com.br

obrigada. Juliana


Data: 18/8/2005 comentário 12/148

Boa Tarde!

sou engenheira e tenho um irmão autista de 21 anos, muito forte por sinal! ele tem crise fortes constantemente, e a gente se machuca muito pois, somos irmãs e mãe, mulheres e muito fracas perto dele! remédio já não tem mais efeito sobre ele, e minha casa está toda quebrada, e nada adianta consertar pois, ele quebra outra vez! Tb gostaria de receber informações sobre esta dieta...
obrigada,
daniufmg@uai.com.br


Data: 22/8/2005 comentário 13/148

Gostaria de saber mais sobre a dieta isenta de glúten?? Preparações, alimentos.....
Obrigada!!


Data: 22/8/2005 comentário 14/148

Gostaria de saber mais sobre a dieta isenta de glúten?? Preparações, alimentos.....
Obrigada!!
francibrigantini@hotmail.com


Data: 28/8/2005 comentário 15/148

estou concluindo a faculdade de nutrição e a minha monografia é sobre o autismo e os componentes dietéticos caseína e glúten. gostaria de receber artigos que falem sobre o assunto.

Obrigada Débora ,
Rio de Janeiro


Data: 20/9/2005 comentário 16/148

gostaria de saber a respeito da dieta de gluten e caseina para criança autista.
obrigado
maria Tereza

ffurtado@amazon.com.br


Data: 8/10/2005 comentário 17/148

Oi, pessoal sou mãe do Gabriel de 7 anos, que é autista, apresenta em algun momentos hiperatividade, soube que essa dieta ajuda bastante, gostaria de receber maiores informações... Obrigada!
Roseli
Registro/SP
laraferre@itelefonica.com.br


Data: 11/10/2005 comentário 18/148

Tenho um filho de 3 anos e descobrimos apos uma visita a neuropediatra que ele é autista, quadro confirmado por mais um psiquiatra e um psicologo, estamos no começo, gostaria de apoio e informações sobre essa dieta..Obrigado..

Fabio
Maua/Sp
tonelli.fabio@gmail.com


Data: 20/11/2005 comentário 19/148

Boa noite, meu nome é jacimar e tenho um filho autista de três anos. Entrei em contato com a doutora Geórgia, e iniciei há duas semanas a dieta sem glúten e sem lactose, além disso meu filho está tomanto os remédios homeopáticos prescritos por ela. Já posso afirmar que, pelo menos, a parte intestinal melhorou muito. Quanto ao comportamento, ainda é muito cedo, mas já percebemos mais atenção por parte dele. A doutora Georgia também tem uma filha autista de seis anos e é uma pessoa que pesquisa muito em relação ao autismo infantil. Acho que vale a pena entrar em contato com ela. Ela tem dois consultórios no Rio de Janeiro. Futuramente farei novos relatos do progresso do meu filho.


Data: 28/11/2005 comentário 20/148

Oi, meu nome e Fabianatenho um sobrinho hiperativo, e com diaguinostico de autismo. Quando comecamso a perceber o comportamento dele diferente iniciamos logo o tratamento.
Achei interessante essa dieta pois ele so como coisas com bastante massa, talvez isso possa sta atrabalhando ele, gostaria muito do endereco dessa madeci Georgia e como posso saber mais da dieta.

Por favor aguardo retorno " e-mail: biamachado@globo.com "

Fabiana Machado


Data: 15/12/2005 comentário 21/148

Por favor resido no Rio de Janeiro e tenho um filho autista de 7 anos. Gostaria de obter o endereço e telefone da Dra. Geórgia no Rio, pois meu filho é hiperativo e agressivo. Preciso de orientação sobre a dieta de gluten e caseína.Meu e-mail é ncastro@pcrj.rj.gov.br. Nélia Castro.


Data: 19/3/2006 comentário 22/148

Sou estudante do curso de nutrição e gostaria de saber mais detalhes sobre esta dieta.
Meu e-mail é mitchel.reinaldo@ibest.com.br
Michelle Reinaldo Fortaleza/CE.


Data: 17/4/2006 comentário 23/148

Se algúém puder me enviar a dieta, ficarei agradecida.
eulidew@yahoo.com.br


Data: 7/5/2006 comentário 24/148

Ola pessoal .
Sou nutricionista, me formei no ano passado(2005)e sei muito pouco sobre a alimentação para os autistas, parece que durante o meu curso nem foi abordado.Tenho uma cunhada que esta cursando psicologia e esta fazendo um trabalho sobre este assunto,infelizmente eu não pude ajuda-la.
Voces podem me ajudar? Quero ter mais conhecimentos sobre este assunto e ver aqui em minha cidade se posso contribuir com os meus conhecimentos.
Aguardo um retorno de vocês.

Maria Antonia Blundi Silveira - Nutricionista


Data: 20/5/2006 comentário 25/148

Ola maesinhas,

Tb sou mae de um autista, hoje com 18 anos, comecei agora ha 5 meses a dieta de gluten e caseina. realmente é verdadeira.

Entrem no site: www.autimismo.com.br, voces terao muita explicação da Andrea, mae de um garotinho autista e que moram nos EUA, ela fez este site para ajudar a gente aqui no Brasil.

Outro site muito interessante:www.greatplainslaboratory.com/portuguese/autismrec.html - este site é FANTASTICO e é portugues.

beijao no coração com Fé e Esperança
roseli -SP- rose.fer@uol.com.br


Data: 19/6/2006 comentário 26/148

Meu filho faz a dieta sem gluten e sem caseina há dois anos e meio.
É difícil só no começo. Depois a gente se acostuma e adapta os hábitos.
A dieta consiste em retirar o leite e derivados, e o gluten (presente no trigo, aveia, cevada e centeio).
Parece o fim do mundo, mas existem substitutos para tudo.
Os produtos para celiacos são sem gluten ( macarrão de arroz, pão, pizza, etc).
Tudo feito a base de tapioca, milho e arroz é permitido.
(beiju, cuzcuz, bolo de macacheira, etc)
Para os laticínios exsitem bons substitutos da soja ( leite ades , soymilke, supra soy, etc).
Existem chocolates sem leite ( chocosoy), leite condensado sem leite, iogurte de soja (ades), sorvetes sem leite, etc
Importante : a criança não pode ingerir quantidade NENHUMA destas proteinas, nenhuma migalha.
É conveniente separar utensílios fáceis de contaminar
(ex liquidificador , etc).
Devemos ocnscientizar os demais membros da família para não ingerirem alimentos proibidos na frente da criança em dieta.

Os efeitos da dieta não são imediatos, podem demorar meses. No nosso caso, meui filho apresentou melhoras significativas no comportamento após 12 meses na dieta ( os metabolitos do gluten demoram a ser eliminados do organismo).
Atenção : eles não vão deixar de ser autistas, nem vão se curados, mas é esperada uma melhora acentuada no comportamento, redução das estereotipias, agitação e melhora na atenção/ concentração/ presença.
Tudo isso observei no meu filho. Por este motivo, não abro mão do tratamento dietético.

Ana Lídia
Palmas - TO
analidia.milhomens@gmail.com


Data: 26/9/2006 comentário 27/148

meu filho e sempre foi muito agitado,,ja levei em varios medico,,mais ela ,,ja tem 16 anos e nunca teve um diaguinostico fechado,,e tem crises epletica nao fala..como posso saber se ele e autista depois de tanto tempo,,bia_32_fr@hotmail.com e ele nao e aceito em nem 1 estituiçao ..


Data: 9/12/2006 comentário 28/148

http://autismoemfoco.googlepages.com

Acho q nesse site aí em cima vcs vão encontrar tudo o q precisam, bom pelo menos é pra isso q eu me propus a fazê-lo.
Explica o q é ABA, o q é TEACCH, FLOORTIME, integração sensorial, dicas pra implementar o teacch em casa, link pro livro virtual do ABA com TODAS AS DICAS P/ PAIS E PROFESSORES,o papel da fonoaudiologia, as formas de incrementar a comunicação, remédios, diagnóstico, dieta...
Qualquer coisa a mais é só enviar e-mail para autismoemfoco@gmail.com ou me procurar no orkut nas comunidades do diário de um autista e autismo em foco.
Abçs
Claudia Lessa, mãe do Maurício 15 anos. RJ


Data: 3/2/2007 comentário 29/148


Farei parte de um projeto que trata sobre o autismo.
Estive lendo para me atualizar mas percebi que são muitas informações novas( dietas s/ glúten e caseina, protocolos para diagnóstico, tratamentos e etc... )
Por favor, quem puder enviar-me informações diversas sobre o autismo eu agradeço.


Data: 20/4/2007 comentário 30/148

GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE ESSA DIETA PARA AUTISTA. TENHO UMA IRMA COM 29 ANOS ELA ANDA MUITO AGRESSIVA
GOSTARIA DE TER MAIS INFORMAÇAO.
MEU E- MAIL vemklaine@yahoo.com.br
agradeço desde ja
ELAINE DE LIMEIRA SP


Data: 21/4/2007 comentário 31/148

gostaria muito de obter informaçoes e receitas dessa dieta que tantos beneficios tem proporcionado a tantas familias.sou mãe do Victor com 09 anos de idade. uma criança agitada, mais muito carinhosa, segundo os medicos ele é autista atipico, tem a sindrome de Lennox gastaut, retardo mental e é epiletico.O que me angustia nao é o impossivel, mais o possivel nao atingido. obrigada!desde já agradeço.

abraços! Macapá-ap
lennesc@bol.com.br



Data: 7/5/2007 comentário 32/148

Tenho uma filha de 5 anos ela é autista atipico gostaria de receber informacoes sobre essa dieta isenta de gluten e caseina. que beneficios trazem a crianca autista,quem receita esta dieta
meu e-mail para contato: jafrajr@oi.com.br Obrigada


Data: 13/5/2007 comentário 33/148

Olá! Gostaria de receber informações sobre a dieta sem gluten/caseina, pois tenho um filho autista não verbal de 8 anos. Se existe alimentos industrialziados sem os componentes acima e quais são. Obrigada. e-mail para contato: spyenoa@bol.com.br


Data: 20/5/2007 comentário 34/148

MEU NOME É ELOIZA ROBERT MORO EM MAGÉ RJ. E FIQUEI EMOCIONADA COM OS DEPOIMENTOS DAS MÃES E PARENTES DE CRIANÇAS QUE APRESENTA DISTURBIO DO COMPORTAMENTO ORA AGRESSIVO ORA SERENO COM DIAGNÓSTICO DE AUTISTA ,HIPERATIVO E QUE OS MEDICAMENTOS ALOPÁTICOS ,PARECE NÃO ATINGIR O OBJETIVO ESPERADO PELOS FAMILIARES. EU TAMBÉM TENHO UM FILHO DE 9 ANOS (ADOTIVO) QUE ALÉM DE TER O DIAGNÓSTICO DE DISTURBIO GLOBAL DO COMPORTAMENTO ,FICOU CEGO AOS 3 ANOS DEVIDO QUADRO DE MENINGITE VIRAL? EU TAMBÉM COMO TODOS AS OUTRAS MÂES GOSTARIA DE RECEBER ORIENTAÇÔES A CERCA DA DIETA E O ENDEREÇO DE DRA. GEORGIA.
MEU Email elorobert@click21.com.br


Data: 23/5/2007 comentário 35/148

Oi formada em nutrição (2006), e notei que durante os 4 anos de curso de nutrição nunca foi citado o caso de autistas e sobre sua dieta, um curso sobre suplementação alimentar, que estou fazendo agora, está sendo alertado sobre os alimentos que são mais alergenicos como os alimentos com gluten, leite, soja e frutas cítricas, bem resumindo estes alimentos alem de causar efeitos como varios tipos de inflamações, alergias, tambem tem efeito negativo para os autistas, pois prejudicam a absorção de vitaminas e minerais, responsáveis por todo equilíbrio do corpo humano, seja ele mental ou físico.
Não é só tirar estes alimentos da dieta, deve-se fazer uma suplementação de vitaminas e minerais de acordo com cada as necessidades de cada indivíduo.
Sei que ainda hoje é dificil encontrar nutricionistas habilitadas para isso, mas espero que com este depoimento, mais nutricionistas possam estar se especializando,nesta área de suplementação, que hoje é um direito nosso.
Lembrando que devemos respeitar a individualidade de cada um.
Valéria
valeria_aki@hotmail.com


Data: 28/5/2007 comentário 36/148

Olá,

Estou muito emocionada com os depoimentos. Tenho uma filha linda de 10 anos chamada Tainá, e moramos em Florianópolis-SC. Acredito muito na influencia da dieta, uma vez que a Tauná fica muito nervosa quando ingere chocolates. Ela gosta muito de frutas e por isso acho que ela se adpataria bem a esta dieta. Gostaria de informações sobre a dieta.

Muito Obrigado,
Lizangela

Meu e-mail: lizangela@cantinadibernardi.com.br


Data: 29/5/2007 comentário 37/148

Gostaria de receber mais especificamente quais são as razões de se dar uma dieta sem gluten e sem lactose para uma criança autista

obrigada

Denise


Data: 31/5/2007 comentário 38/148

Foi inaugurado no mês de maio de 2007, um novo Portal com informações sobre o autismo.. É o Adefa - Associação em Defesa dos Autistas (www.adefabrasil.org)....

Várias informações úteis, fóruns, artigos, fotos, depoimentos......


Data: 31/5/2007 comentário 39/148

Gostaria de receber informacoes sobre a dieta isenta de gluten e caseina, quais beneficios trazem a crianca autista e como preparar o cardapio...meu filho tem 6 anos e come de tudo. Também gostaria se possivel manter contato com a Dra Georgia. meu e-mail para contato:dalvabcoelho@hotmail.com . Obrigada


Data: 4/6/2007 comentário 40/148

Olá a todos q estão com dúvidas sobre dieta para autistas.
Todas as informações sobre a dieta sem glútem e sem caseína e tudo referente a influência da alimentação no comportamento autista, vcs podem encontrar no site:

http://autismoemfoco.googlepages.com

Qualquer dúvida ou pedido de ajuda é só escrever para autismoemfoco@gmail.com

A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR É REALMENTE BENÉFICA PARA AUTISTAS DE TODAS AS IDADES.


Data: 5/6/2007 comentário 41/148

Sou nutricionista ,há pouco tempo fui procurada por uma mãe com um filho autista, que estuda na creche onde trabalho . Teremos inicio da dieta para o menino assim que a mãe se sentir preparada para as mudanças de hábitos alimentares. Estou a disposição para ajudar.Cátia

catianut@hotmail.com


Data: 14/6/2007 comentário 42/148

Olá!

Sou psicóloga e trabalho na escola mais preparada de São Paulo, a qual atende crianças autistas e/ou com outras desordens da aprendizagem, do comportamento. O nome da escola é Colégio Paulicéia, localizada na zona sul, próxima ao Aeroporto.

Mantemos em nossa escola uma sala que tem como objetivo implementar a METODOLOGIA COMPORTAMENTAL do ABA e sua aplicação, cientificamente comprovada como a MAIS EFICIENTE possível para crianças diagnosticadas com desordens do spectrum autismo.

O atendimento em Análise Aplicada do Comportamento - ABA (abreviação inglesa de Applied Behavior Analysis) tem como objetivo ajudar a criança a atingir autonomia pessoal, qualidade de vida e habilidade de participar plenamente na sociedade.

Os profissionais que trabalham nessa sala são formados em Psicologia e possuem especialização em Análise do Comportamento. Além das educadoras, responsáveis pela elaboração da Programação de Ensino, para cada criança há uma estagiária treinada.

Para assegurar a alta qualidade, a acessibilidade e a responsividade dos programas de ensino avaliações periódicas são planejadas e incorporadas durante o período de intervenção.

Nossa equipe é formada por Psicólogos, Fonoaudiólogos e Educadores. Os alunos são trabalhados dentro dessa metodologia em todas as áreas previstas no currículo escolar, organizadas de forma individualizada. A inclusão ocorre no dia-a-dia e a evolução das crianças tem sido expressiva.

O mais interessante é que NÃO SOMOS UMA ESCOLA ESPECIAL, atendemos crianças a partir de 10 meses até o Ensino Médio. Somos uma escola regular, pronta pra atender a qualquer necessidade de uma forma coerente e eficaz.

Eu sou Marina, sou assistente de direção da escola e me disponibilizo para ajudá-los no que precisarem. Nosso telefone de contato é : (11) 5041-1282 - pedir pra falar com Marina.

Espero que surja aqui uma nova possibilidade para todos vocês.

Atenciosamente,

Marina Helena. (www.colegiopauliceia.com.br)


Data: 20/6/2007 comentário 43/148

Sobre dieta do autista, o melhor profissional que eu conheço é um Nutricionista, mestre em patologia e professor da UNIFENAS. Tenho informaçoes que ele fez um grande trabalho com autistas da APAE.
tenho pouco dados apenas o site onde pode ser encontrado:
www.UNIFENAS.br


Data: 20/6/2007 comentário 44/148

Eu ja vi uma palestra sobre o assunto apresentado pelo Professor César Bueno da UNIFENAS, realmente ele tem dados concisos e está bem embasado no assunto.
No site da unifenas encontra-se o email do professor Cesar.


Data: 20/6/2007 comentário 45/148

Este professor Cezar fez uma proposta de terapia para a criança autista que está toda fundamentada. Parece ser o melhor profissional que existe nesta área. Nao o conheço, apenas ouvi falar dele e encontrei o curriculo lattes dele.


Data: 25/6/2007 comentário 46/148

ola sou mãe de uma criança autista.por favor gostaria de saber mais sobre esta dieta me ajuda por favor mando beijos p/todas mãe que tenha o mesmo probrema vamos as luta.o EMAIL CATARINA_ANNA@IG.COM.BR me ajuda sobre esta dieta eu agradeço.


Data: 27/6/2007 comentário 47/148

Sou celia mãe do João bosco de 19 anos, iniciei a dieta sem caseina, gluten e açucar, há três dias. Aqui em casa estamos em estado de graça pela tranquilidade que está o meu filho João Bosco, além do mais diminuir em 50% os quatro medicamentos que ele toma todos os dias. O meu email é celiaoliveira29@hotmail.com


Data: 28/6/2007 comentário 48/148

Olá tenho um irmão Autista de 24 anos super agressivo meus Pais tenho a impressão que estam ficando com problemas também, não tem mais paciência nenhuma, nem esperança, pensam que ele é doente mental que não tem cura e que fica trancado em casa apenas tomando calmantes cada vez mais forte e cada vez sem muitos efeitos, pq esta com crises constantes, não fala, não se comunicada, e não entende, estamos sem esperanças, será que essa dieta é a última esperança que podemso ter.
POR FAVOR, TENTEI ENTRAR EM CONTATO COM AS PESSOAS QUE DERAM DEPOIMENTO E CITARAM O NOME DA DRª GEORGIA, MAS TODOS OS E-MAILS VOLTARAM, POR FAVOR PRECISO DE UMA AJUDA DELA, PODEM FORNECER E-MAIL, FONE OU A CLÍNICA.
GRATA,
ALINE MENDONÇA
aline.lua@bol.com.br


Data: 29/6/2007 comentário 49/148

Aline,

Eu não tenho o endereço da Dra. Geórgia, mas voce poderá consegui-lo no grupo de discussão Autismo no Brasil, solicitando através de uma mensagem ao grupo.
Para entrar no grupo mande e-mail para autismo-subscribe@yahoogrupos.com.br , sem mensagem nem assunto. Após isto voce receberá instruções de como concluir a subscrição.

Em relação ao seu relato, eu pergunto será que o seu irmão não está sentindo algum tipo de dor ?
O meu filho, 12 anos, autista, é de auto funcionamento, se comunica razoavelmente, fala pouco, mas nem com essa condição, nos (pais) procura para dizer o que está sentindo.
Uma vez ele estava com otite, ele não nos disse nada, suspeitei porque ele estava meio quieto. Comecei a encostar meu rosto no dele p/ verificar algum indício de febre, nada conclusivo. Fui fazendo um cafuné pelo corpo dele fazendo pressões localizadas, para tentar localizar dores localizadas, até quando passei a mão pelo ouvido esquerdo. Ele segurou minha mão. Continuei com o cafuné no outro ouvido... : nenhuma reação. Voltei com o cafuné no ouvido esquerdo novamente, e novamente ele segurou minha mão. Levamos à pediatra que confirmou a otite.
Seu irmão pode estar com dor de dente o que é insuportável, com algum problema de canal, que não é visível a olho nu.
Pode estar com problemas de vesícula, numa forma mais crônica, enfim, pode estar sentindo dor.

Tenho notícia de um caso no RJ, que o rapaz autista, que era tranqüilo, de repente começou a quebrar tudo na casa, e se tornou agressivo. Ficou assim por 2 anos, algumas vezes internado, outras dopado. Um belo dia, uma pessoa, sem nenhuma formação específica, observou o rapaz e disse: Esse rapaz está com dor de dente! Os pais foram ao dentista e era exatamente isto. Se tratava de um problema de canal. Foi tratado e voltou a ser tranqüilo como antes.

Uma outra coisa que promove a agressividade, é a falta de comunicação. Vocês já tentaram um PECs, para estabelecer uma comunicação mínima?

Outra coisa que também pode provocar a agressividade, é a condição de estar contido, sem o convívio social.

Se juntarmos tudo podemos até ter uma coisa gerando a outra:
Dor ---> Agressividade ---> isolamento social.
Falta de comunicação ----> revolta ----> agressividade ----> isolamento social.
Isolamento social ----> revolta ---> agressividade -----> mais isolamento social.
Dor + falta de comunicação ----> Agressividade ---> isolamento social
Acho que voces devem procurar separar esses elementos e romper esse ciclo, se existir.

Em relação à dieta, sou meio cético quanto aos seus resultados para o autismo especificamente, mas acho muito válido para eliminação de possível mal estar, a nível intestinal, o que se enquadraria no exposto acima.

Por ultimo sou testemunha de muitos depoimentos, em que os pais afirmam que seus filhos melhoraram a condição do autismo, depois de iniciarem a dieta.

Esses depoimentos são confirmados pela pesquisa, extra oficial:
http://www.autismo-br.com.br/home/dep-com.cgi?tema=Converse+com+o+Geneticista&codigo=6 Data: 9/10/2005 comentário 279/796 .

Faço votos que voce e seus pais consigam melhorar a condição de seu irmão.

Eduardo HCS


Data: 30/6/2007 comentário 50/148

Por favor, gostaria que me enviassem a dieta.Obrigada.E-mail anaclaudias701@hotmail.com


Data: 9/7/2007 comentário 51/148

Alguem podia me ajudar tenho uma filha com caracteristicas do autismo sem diagnostico a apae daki so da diagnostico aos 6 anos ela vai fazer 3 em agosto nao aguento mais esperar alguem me diz um lugar q faz diagnostico em minas gerais em belo horizonte pelo sus me ajudem nao estou gostando do tratamento da apae ta mto fraco.Ela ja faz a dieta sem glutem e caseina e foi maravilhoso p ela ficou mais calma mais atenta e começou ate a falar.Mas preciso do diagnostico nao aguento mais viver com essa duvida.POR FAVOR ME AJUDEM UMA MAE DESESPERADA BEIJOS hannah meu email eh hannahribeiro28@yahoo.com.br


Data: 10/7/2007 comentário 52/148

A todos que interessam, o professor César Augusto Bueno dos Santos, tem uma proposta de tratamento nutricional para autistas e ele disponibiliza a proposta de tratamento a todos. Não é uma dieta, é uma proposta que dá pra qualquer pessoa fazer em casa com segurança.

Paulo de Oliveira
Pai de Junior, hoje com 4 anos(autista)


Data: 24/7/2007 comentário 53/148

sou de ribirao preto tenho un netinho 4 anos que so quer tomar mamadeira carne arroz e feijao efrutas batidas btatinha fritas so quer comer con a mao nao aceita colher o oque eu faso


Data: 24/7/2007 comentário 54/148

sou de ribirao preto tenho un netinho 4 anos que so quer tomar mamadeira carne arroz e feijao efrutas batidas btatinha fritas so quer comer con a mao nao aceita colher o oque eu faso


Data: 31/7/2007 comentário 55/148

oi mari e a kamila do colegio pauliceia eu gostaria que vc me ajudase e meus colegas que vc e nota dez comigo e com a pro katia kappel e ela e muito especial na minha vida erterna porque ela e muito linda na minha vida e quero saber que dia comeca as aulas do colegio pauliceia por meus pais quer saber mais sober este dia ta marina vc e muito linda de mais sabia ta........


Data: 11/8/2007 comentário 56/148

carol gatinha@bol.com.br


Data: 31/8/2007 comentário 57/148

OI PESSOAL , ALGUÉM PODE ME ORIENTAR A RESPEITO DA DIETA, TEM ALGUM PSQUIATRA QUE POSSA RESPONDER SOBRE ESSE ASSUNTO .
TENHO UM FILHO AUTISTA ATÍPICO DE 7 ANOS.
MEU EMAIL : CELIAAUTISMO@HOTMAIL.COM
ABRAÇOS.


Data: 1/9/2007 comentário 58/148

eu gostaria de saber de alguma clinica ou escola especializada em autismo aki em bh ou pais de crianças que morem aki e possam me ajudar preciso fazer uma materia sobre isso obrigada
natalia.lora@yahoo.com.br


Data: 18/10/2007 comentário 59/148

ola gostaria de receber a receita para a dieta
pois tenho um frilho autista de 11 anos
bjs obrigada.


Data: 18/10/2007 comentário 60/148

ola gostaria de receber a receita para a dieta
pois tenho um frilho autista de 11 anos
bjs obrigada.


carlagenerosa@hotmail.com


Data: 18/10/2007 comentário 61/148

ola gostaria de receber a receita para a dieta
pois tenho um filho autista de 11 anos
bjs obrigada.


carlagenerosa@hotmail.com


Data: 25/10/2007 comentário 62/148

ola gostaria muito de saber se essa dieta tb pode ser feita para meu filho,ele tem a sidrome de lennox gastaut..e tem 1 ano e 7meses,ja nao sei mais oque eu posso fazer,pois ele esta tomando varios medicamentos e de nada tem resultado...ultimamente ele anda tendo umas 30 crises por dia.seu desenvolvimento anda muito parado pois quando aprende algo,logo tem as crises e esquece novamente,por favor me ajudem,se essa dieta ajuda nas crises,por favor mandem ela p mim.para que eu possa começar essa dieta com ele...
bjusssssssssssssssssssssss

juliana de carvalho franco..
julianinhafranco@bol.com.br


Data: 29/10/2007 comentário 63/148

ESTAMAOS NUMA MESMA SITUAÇÃO.Os médicos nem sempre têm um diagnostico para os inumeros problemas que FREQUENTEMENTE tem aparecido (há mais de 20 anos)nas crianças. Tenho visto casos não diagnosticados até hoje.O número crescente de crianças com "autismo"...no passado era 1 para cada 150.000 mil hoje é uma para cada 10.000 (dez mil).No mundo todo é visto esse quadro.É espantoso o número crescente...
Tenho um neto bastante inteligente mas que não fala quase nada.Frase nenhuma.Comunica-se (porque emite sons e gestos)e as pessoas acabam entendendo e brinca normalmente,interage com outras crianças etc. Apenas não consegue falar corretamente,seu vocabulário = umas dez palavras)"minha mãe,mãe,pai,vovó,amo vovó,taxi,coca-cola, mainha,vó Lelé,vô Tatá "...Tem 4 anos e meio.Não é surdo.Apenas no bera apresentou alteração na condução neuro sensorial. Igual a de uma criança de 2 anos.Já escreve o nome e é bastante carinhoso.
Estou iniciando a dieta porque me sinto numa situação onde o desconhecimento para tais situações é imenso.O pediatra nunca viu nada de anormal nele.Mesmo o fato de não falar até os três anos.Tem acompanhamento com fono desde os 3 anos e meio.
Tenho lido muito sobre o assunto. Já ouvi falar que algumas crianças manifestaram maiores sintomas após o uso de algumas vacina ... (?). Seria uma reação alergica a essas vacinas com comprometimento neurologico? A dieta seria sim um grande avanço porque isenta de substancias que poderiam interferir no cerebro dessas crianças.
Já li muito sobres crianças "indigos" e "cristais".
Lendo os depoimentos me perguntei se estamos no caminho correto. Precisamos unir o máximo de informações para vê-los felizes e não maltratados por diagnosticos muitas vezes errados. A DIETA É A MINHA ESPERANÇA para melhorar a FALA do meu neto.
Quem quiser trocar informações e vivencias,principalemente se observaram que depois de terem tomado alguma vacinas seus filhos demonstraram alguma dificuldade ou iniciaram algum quadro diferente de comportamento? Estou levantando uma pesquisa sobre o assunto e gostaria de obter o máximo de informações.
Nossa esperança e Fé nos ajudarão.
let1@terra.com.br


Data: 9/11/2007 comentário 64/148



cidiarr da silva




tenho um filho de 14 anos .

nunca diagnosticado como autista,porém com 80% de sintomas de um autista.

a ultima medica afirmou ele ser um um autista e recomendou uma dieta.

pois afirmou ,se o estomago está bem o cerebro está melhor ainda.

só que um detalhe importante ,estou desorientada como fazer essa dieta.

sou de uma classe humilde(pobre).

me ajudem por favor a fazer uma (receita dieta) para meu filho dentro das minhas condiçoes financeiras.



agradeço desde já e aguardarei respostas....


Data: 12/11/2007 comentário 65/148

aki estou eu novamente k dieta è esta?as crianças autistas teem de fazer dieta.elisa


Data: 18/11/2007 comentário 66/148

Por favor, alguém tem o endereço desta Dra Georgia, todos falam nela e ninguém coloca telefone/endereço. Não encontro em nenhum lugar da Internet. Por favor, ajudem, obrigada, Luana luanaped@hotmail.com


Data: 18/11/2007 comentário 67/148

Por favor, alguém tem o endereço desta Dra Georgia, todos falam nela e ninguém coloca telefone/endereço. Não encontro em nenhum lugar da Internet. Por favor, ajudem, obrigada, Luana luanaped@hotmail.com


Data: 28/11/2007 comentário 68/148

Tenho um filho de 03 anos e sete meses que não fala e possui muitos dos sintomas do autismo,e nas andanças aos médicos foi diagnosticado autismo e gostaria de saber o telefone da Dra. Georgia e obter a referida dieta. Por favor me ajudem pois estou muito aflita. Marlene (mkascha@netpar.com.br)


Data: 14/12/2007 comentário 69/148

sou mãe de uma linda e adoravel menina de 11 anos chamada ANA LÍVIA que é portadora do autismo brando e hiperatividade.no dia 08/12 participei de 1 palestra promovida pela andefa(associação em defesa do autismo) e do sun-rise com a representante mariana aqui em niteroi-rj,deram palestras tb a dr.geórgia que é expert no tratamento homeopático,dietas e pesquisas sobre autismo,tambem presente eloá mãe do luãn e vice presidente da adefa e a nutricionista tereza especializada em toxicologia e imunologia dos alimentos ideais p autista.O son-rise faz 1 trabalho muito bonito,eficiente,competente e diferenciado atraves de estimulaçoes,brincadeiras,interações,etc. de uma forma alegre,suave,competente e de grandes resultados positivos tanto para o autista como para os pais e seus familiares,alem de suporte atraves de tel,domicilio,e-mail,cursos,etc. haverá 1 workshop do son-rise no brasil(rj) do dia29/02 a 02/03/2008 maiores informaçoes entrem no site do son-rise ou da mariana@inspiredbyautism.com ,nossos filhos nunca mais serão os mesmos com certeza,vamos investir na vida e na felicidade de nossos filhos o que já é uma grande vitória!!! bjs e meu e-mail é rosanenit@hotmail.com ,a paz do senhor para todos...


Data: 14/12/2007 comentário 70/148

O E-MAIL DA NUTRICIONISTA TEREZA PAVAN É:teresapavan@hotmail.com ,ele tem receitas p dietas sem glúten e caseína,ok? O E-MAIL DA MARIANA REPRESENTANTE DO SON-RISE NO BRASIL É:mariana@inspiredbyautism.com,inclusive ela da suporte e atendimento domiciliar, é 1 ótima pessoa e de uma competencia profisssional exclusivamente fantástica. E O E-MAIL DA MARILIS QUE COMERCIALIZA PRODUTOS SEM GLÚTEN É: marilis@semgluten.com.br(sp) e no rj tem o SITE:www.vidasemgluten.com.br e outroSITE:www.natudiet.com.br com carinho rosanenit@hotmail.com espero poder colaborar e ajudar a todos os interessados.


Data: 14/12/2007 comentário 71/148

pesquisando mais 1 pouco encontrei mais 2 sites muito interessantes:www.nossaturma.com e o www.especialmenteser.com.br ,falam de tudo um pouco,desde orientações e esclarecimentos até passeios,hotéis,viagens só p pessoas especiais e com supervisão de profissionais,acho que vale a pena conferir assim como eu tambem farei,achei muito interessante. até mais...


Data: 26/12/2007 comentário 72/148

Mais uma vez:

Todas as informações da Dieta SGSC, inclusive do por quê, pra quê, matéria científica, vídeos, como proceder, o que pode e não pode, onde encontrar produtos, receitas... vocês podem encontrar no site:

http://autismoemfoco.googlepages.com

No link de Dieta Sem Glúten e Sem Caseína.


Data: 8/1/2008 comentário 73/148

olá,a paz do senhor para todos.eu me chamo rosane carvalho e sou MÃE de Ana Lívia uma menina LINDA de 11 anos,autista branda e hiperativa,apesar de ser muito carinhosa e dócil tem seus roupantes ainda,mas com menos intensidade agora.Estou introduzindo aos poucos há 1 mes a dieta sem glúten e caseína sabe-se que o glúten fica no organismo durante 8 meses e deve-se tirar aos poucos para evitar a crises de abstinencia que tem várias reações do organismo.Hoje já percebo, ainda que poucas,mudanças no seu estado de humor e suas oscilações,seu sono já é mais sereno e sua atenção é mais focada.estou começando pelo café da manhã,depois para o almoço e mais tarde o jantar e entre meios,assim fica melhor para se organizar e para a criança se adaptar sem crises.VAI TER 1 PALESTRA INTRODUTORIA DO SON-RISE SOBRE COMO LIDAR E ENTENDER OS AUTISTAS QUE E EXELENTE ,SEUS METODOS E RESULTADOS QUE SAO MUITO SIGNIFICANTES E EFICAZES,A REPRESENTANTE QUE EU CONHECI AQUI NO BRASIL É A MARIANA,UM AMOR DE PESSOA E QUE INCLUSIVE DA SUPORTE EM DOMICILIO SEU E-MAIL É:MARIANA@INSPIREDBYAUTISM.COM , VAI TER O CURSO AGORA NO DIA 29/02/08 VALE MUITO APENAS CONFERIR,AS INSCRIÇÕES JÁ ESTÃO ABERTAS!!!BEIJOS,FIQUEM COM DEUS...meu e-mail é rosanenit@hotmail.com


Data: 20/2/2008 comentário 74/148


ACESSE O SITE: http://www.cban.com.br
CENTRO BRASILEIRO DE ALERGIA ALIMENTAR E NUTRIÇÃO.
Nossa especialidade: Alergia Alimentar, Doença Celíaca, Obesidade, Autismo. Contato: Dra. Teresa Pavan ( nutricionista Funcional) - e-mail: teresapavan@hotmail.com tels: (021)26113332/ 81170163. Atendimento em Niterói e no Rio de janeiro na Imunoderm em Botafogo. Em Março o Dr. Aderbal Sabrá ( gastroenterologista/ imunologista Staff of Georgetown University ),iniciará a pós graduação na alergia alimentar ( modulos: Nutrição- Imunologia- gastroenterologia)na unigranrio , centro do rio de janeiro. Entre em contato com o CBAN ou pelo e-mail da Dra. Teresa Pavan


Data: 25/2/2008 comentário 75/148

Meu filho nao e autista procuro inf sobre tratamento hiperativade e comunidades de pais de hiperativos se alguem souber favor enviar email p santiagocatti@bol.com.br Gostei das informaçoes deste site parabens


Data: 6/3/2008 comentário 76/148

INSPIRADOS PELO AUTISMO ESTA TRAZENDO O PROGRAMA SON-RISE PARA O BRASIL mariana@inspiradospeloautismo.com.br
PELA 1 vez no Brasil,um workshop interativo apresentados por profissionais certificados do Programa Son-Rise formados pelo The Austism Treatment Center of
America
Meu nome e Monica,tenho um filho de 11 anos que se chama Leonardo (autismo brando),participei do workshop realizado no Rio de Janeiro e estou convencida de que realmente funciona,havera outro workshop na cidade de São Paulo,Brasilia e Florianópolis não deixem de participar ou acessar .Ja estou construindo o quarto de brincar para meu filho e nunca estive tão entusiasmada e acreditando em algo em relação ao autismo como agora,pois meu filho ja vez muitos progressos ate hoje ,tambem esta fazendo adieta,pois eles agreditam que para algumas crianças existe um fundamento.
monicaseidel@superig.com.br


Data: 9/3/2008 comentário 77/148

quero receber informações sobre a Dieta sem gluten e caseina e informações como melhorar o meu relacionamento com minha filha autista que tem 29 anos, e ainda não frequentou escola especial !
Espero ajuda, email heloisalsouza@ig.com.br


Data: 28/3/2008 comentário 78/148

olá tenho um filho de 11 anos q tem autismo, ele é uma criança adoravel nunca falou , é muito amoroso, tranquilo é totalmente indepedente, estuda numa escola especial e na sua sala ele é mais calmo, posso passear com ele, q não me trabalho algum!
só que nem sempre foi assim , ele melhorou muito depois do medicamento, ano passado foi umas nutricionistas na escola fazer uma pesquisa sobre a alimentação dele e ficaram muito surpresa po que o q ele mais gosta é leite com nescau se eu deixar ele toma 2 litros pro dia. E é ele mesmo q prepara.
Gosataria de saber mais detalhe sobre a dieta sgsc.
meu email é rosa_azul_321@hotmail.com


Data: 31/3/2008 comentário 79/148

ola tenho duas imas uma de 6 anos que não susuega e outra irma de 12 ela não para de me encher o saco ela não tenhe paciencia nem a pequnini tem paciencia eu no colégio pauliceia des de 2004 e agora estou muito alegre e contente com as pros katia kappel e com o pro mario ....


Data: 31/3/2008 comentário 80/148

ola tenho duas imas uma de 6 anos que não susuega e outra irma de 12 ela não para de me encher o saco ela não tenhe paciencia nem a pequnini tem paciencia eu no colégio pauliceia des de 2004 e agora estou muito alegre e contente com as pros katia kappel e com o pro mario ....kamila alternativo 4....


Data: 28/5/2008 comentário 81/148

ola me chamo Jaci,tenho um filho de 3 anos que foi diagnosticado como autista ha um ano.
Adoraria saber mais sobre essa dieta e se possivel o tel dessa medica Dr georgia.
Desde ja muito obrigada.....
email jaci.bodypiercing@hotmail.com


Data: 25/6/2008 comentário 82/148

Olá! Tenho um filho de 7 anos que é hiperativo e estou tendo muitas dificuldades em sua alfabetização. Existe alguma escola especializada em Belo Horizonte? Esta dieta para autistas ajudaria no caso dele?
Obrigada, Gláucia
glauciaclgoncalves@yahoo.com.br


Data: 7/8/2008 comentário 83/148

Tenho um anjinho de 5 aninhos, ele nao anda nem fala gostaria de saber se algum de seus filhos foram algum dia diagnosticado como PDD, desordem pervassiva do desenvolvimento..... nao consigo entender o que siginifica este diagnostico, sei tudo sobre a dieta fiz os exames no meu filho, so nao a fiz, pois o me disseram que nao e reconhecida pela medicina, fico perdida, nao sei o q faco... me ajudem por favor! Vivi


Data: 8/8/2008 comentário 84/148

DRA. GEÓRGIA REGINA FONSECA
Av. das Américas, 1155 - Barra
Rio de Janeiro-RJ
Tel.: 2491-3785
Ou
Av. Santa Cruz, 2016 - Realengo
Rio de Janeiro-RJ
Tel.: 3332-4165


Data: 23/9/2008 comentário 85/148

TENHO UM FILHO DE 11 ANOS PORTADOR DE AUTISMO. GOSTARIA DE RECEBER OS DETALHES DESTA DIETA.
CELSO-BOFF@BOL.COM.BR


Data: 6/10/2008 comentário 86/148

ola, tenho um primo com sindrome de down e pelo seu comportamento tenho quase certeza de que ele tenha autismo tambem, porem os medicos da apae onde ele frequenta dizem que ele não tem autismo e eles não permitem nenhum tratamento fora da apae, gostaria de algumas informações e detalhes sobre essa dieta
mto obrigado desde ja
carolina


Data: 28/11/2008 comentário 87/148


Sou mãe de uma criança autista e fico indignada que médicos queiram fazer dietas para as nossas crianças.
Quase o meu filho ficou com desnutrição e pelas medicações introduzidas, quase ficou com seqüelas desnutricionais por interações drogas X nutrientes.
Médicos, de qualquer área, nutrológos ( que só podem atuar dentro de um hospital com uma equipe multidisciplinar, fora do hospital, não podem exercem esta área é proibido.
Existe uma LEI que deve ser cumprida:


A lei determina que o único profissional que pode prescrever dietas, bem como prestar consultoria e assessoria em nutrição e dietética é o nutricionista.

( incisos VI e VIII do Art. 3º da LEI Nº 8.234, DE 17 DE SETEMBRO DE 1.991 - DOU 18/09/1991)

Os médicos possuem na sua área uma resolução, que NÃO É LEI!!! POR ISTO ESTÁ BAGUNÇA!!!!

FICA O ALERTA!!!!!!


Data: 28/11/2008 comentário 88/148


Meu nome é Valéria, na internet achei uma página legal com receitas sem gluten e para alérgicos ao leite de vaca.
Lá tem receitas com a quinua real tb.

Eis o site: http://www.alergiaautismo.xpg.com.br

bjs em todos:
valeriamarquez1@yahoo.com.br


Data: 4/3/2009 comentário 89/148

GOSTARIA DE SABER SOBRE O PROGRAMA SON RISE, O QUAL VI NA TELEVISÃO E ACHEI INTERESSANTE MEU IMAIL É sarah.dara@itelefonica.com.br


Data: 9/3/2009 comentário 90/148

Gostaria de saber, quantas pessoas Autista esistem no Mundo. Começando pelo Brasil e outros Países.Meu Nome é e-mail: Washingtonlima_5@yahoo.com.br.
Escrevi um livro que fala da criança Autista e gostaria de saber para henriquecer meus conhecimentos e abraçar esta causa. Muito Obrigado pela gentileza.


Data: 7/4/2009 comentário 91/148

eu sou mae de menino 8anos e autista e uma crianca que tem bastantes problemas comportamentais e acoisa que ele mais gosta e de comer bem e tem as suas perferencias alimentares.quando ele nao se alimenta bem na escola ele fica mais agressivo.o que penso da dieta e que nao e para todos os autista deves se ter atencao fazer teste de allergia alimenteres e de toxinas aos metais.o meu filho comecou com risperdal aos 3anos em portugal e hoje esta em franca numa escola especializada tem 8anos e deixou de tomar risperdal para tomar tercian a noite e haldol para o comportamento agressivo e repetitivo.hoje ja consegue ir no taxi para escola sorri de manha e come melhor canta as melodias das musicas apesar de nao falar ja e mais comunicativo e ja dorme melhor estou contente com a evolocao dele com o novo medicamento .


Data: 7/4/2009 comentário 92/148

todas as criancas autistas merecem ser felizes e ajudades estas criancas precisao de teraias adequadas e de bons medicos que percebao de autismo para poder ajudar os pais como lidar com esta situacao delicada.a crianca autista precisa de actividades de escolas especiais para poder ser feliz emocionalmente e fisicamente.sou mae de um menino autista e nao penso em dietas para ele . ESPero que o mundo mude e evolue um pouco em relacao ao autismo ta na hora de envestirem mais nesta area .


Data: 16/6/2009 comentário 93/148

QUEM LER E PODER ME AJUDAR; MEU NOME É HELENEIDA VIANA EU TENHO UM FILHO DE 7 ANOS ELE FOI DIAGNOSTICADO COMO IPERATIVO E MINIMO DE AUTISMO EU JA Ñ SEI O QUE FAZER ELE ESTAR FICANDO AGRESSIVO ELE TOMA RISPIDON 1MG. EU JA ESTOU FICANDO DOENTE,ME SINTO SÓ Ñ TENHO QUEM ME AJUDE FINANCEIRAMENTE É DIFICIL .ME AJUDEM QUEM PODER MEU IMAIL É heleneida-natura@hotmail.com


Data: 1/8/2009 comentário 94/148

ACESSE O SITE: http://www.alergiaautismo.xpg.com.br

Especialidade: Alergia Alimentar, Doença Celíaca, Obesidade, Deficit de Atenção,Hiperatividade,Autismo.

Contato: Dra. Teresa Pavan ( nutricionista Funcional) - e-mail: Drateresapavan@gmail.com.
Tels: (021)26113332/ 81170163. Atendimento em Niterói e no Rio de janeiro .

Curso sobre Gluten na doença celíaca, disbiose, vejam o site: http://www.riosemgluten.com

Curso sobre a gastronomia funcional( disbiose,intestino, imunonutrição,alimentos funcionais) -receitas sem leite e sem gluten ( em breve!!!).


Data: 1/8/2009 comentário 95/148

Data: 1/8/2009 comentário 94/94


ACESSE O SITE: http://www.alergiaautismo.xpg.com.br

Especialidade: Alergia Alimentar, Doença Celíaca, Obesidade, Deficit de Atenção,Hiperatividade,Autismo.

Contato: dra. Teresa Pavan ( nutricionista Funcional) - e-mail: Drateresapavan@gmail.com.
Tels: (021)26113332/ 81170163. Atendimento em Niterói e no Rio de janeiro .

Curso sobre Gluten na doença celíaca, disbiose, vejam o site: http://www.riosemgluten.com

Curso sobre a gastronomia funcional( disbiose,intestino, imunonutrição,alimentos funcionais) -receitas sem leite e sem gluten ( em breve!!!).


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Data: 4/10/2009 comentário 96/148

Meu nome é patricia, estou cursando pós graduação em ed.especial,gostaria de saber sobre o método som rise. Pois, minha monografia será sobre autismo e esse material irá me ajudar muito.
Meu email:patyaraujo29@hotamail.com.
Achei muito interessante os comentários acima realizados. É importante porque podemos compreender um pouco mais sobre como funciona a realidade de um autista em seu dia-dia e de que forma nós podemos esta contribuindo para uma melhor qualidade de vida.


Data: 17/10/2009 comentário 97/148

Você tem algum material escrito sobre essa dieta?? Vc pode me enviar por favor!
Obridaga

Sherida Neves
sheridasn@yahoo.com.br


Data: 27/11/2009 comentário 98/148

Oi queridas mães e familiares dos autistas.
Sou tia de um rapaz lindo de 32 anos. Já sofri demais por isso até que me disseram (não
sei se é verdade) que autistas são espíritos de muita luz que vem ao Planeta para mellhorar
a energia daqui. São espíritos de dimensões muito elevadas e por isso tem dificuldades
em interagir.
Sou de BH e aqui tem uma loja que comercializa produtos sem glúten muito interessantes e
que entrega em casa caso necessário. O endereço não sei mas, o site é:
www.emporiumortomolecular.com br
Muito carinho a todos


Data: 20/12/2009 comentário 99/148

OI !
BOa noite , meu nome e camilla tenho uma irma d 16 anos q recentemente fez uma cirugia comportamental, n obtemos os resultados esperados . E pelo fato de tanta medicacao seu intestino e bem comprometido e so consegue defecar com ajuda d fortes laxante , ela esta muito agressiva ainda i pelo fato dela ainda obter uma delicada sindrome q e q de LENO GASTOR
fikei mto interessada nessa dieta pelo fato da minha irma adorar leite e paes i creio q com essa dieta ela possa melhorar seu funcionamento intestinal e seu comportamento . Muito obrigada pela atencao i fikarei mto grata se vcs pudessem me fornecer algumas informacoes >
camillinh4_14@hotmail.com


Data: 5/1/2010 comentário 100/148

Boa noite , meu nome e Marisol e tenho um filho de 7 anos Autista e a aproximadamente 4 meses esta fazendo a dieta do gluten e do leite estou comessando a perceber diferenças para melhor em seu comportamento e o sono melhorou muito.
Entrei com a dieta atravez de uma medica DAN (especialista em autismo) aqui de São Paulo .
Estou bastante esperanças pois conformes exames solicitados por ela o Rafael tem uma inflamação intertinal (Caracteristica do autismo ) que esta sendo tratada e com certeza vai melhorar a qualidade de sua vida .
Quanto a Dieta eu tirei todo leite e todos derivados dele e tentei incluir em sua alimentação o leite de arroz ele não aceitou ; hoje ele toma somente suco e cha.
Gluten alem de ler todos rotolos de supermercado eu mesmo passei a fazer alimentos em casa com a farinha de arroz.
As receitas eu pego pela internet procuro como alimentos sem gluten que consegui em varios saites.
Ex. Ammina


Data: 28/1/2010 comentário 101/148

Boa noite senhora Marisol. Meu nome é a mesma coisa quando a senhora nos visitou no Google. Washingtonlima_5@yahoo.com.br. Neste ano vou lançar um livro que fala justamente de Autista maravilhos, porque eles são dotados da inteligência, como aqueles que possue a Sindrome de Asperger que tem quase as mesmas características do Autista. Neste livro vou abordar todas as pesquisas possíveis que eu possa ajudar até quando Deus possa contribir de tocar no coração nosso Governo Lula que mouva a primeira palha no propósito de assinar uma Lei no investimento na melhora da maioria de crianças, jovens e adultos, que por uma condição congênita, nascem com problema de transtorno neurológicos, que na grnade verdade,não é uma doença como todos pençam e sim na vontade do nosso governo fazer acontecer no nosso paí, por meio de uma Lei massiça de ajudar os AUTISTAS. Senhora Marisol, fique tranquila que o meu livro vai chegar nas mãos do nosso Presidente o mais ´breve possível. O nome do 1º Livro é: A história de Elezabeth e o 2º Livro é: Asperger, Autismo.Nossos filhos, nossos irmãos. Beijos pra todos daminha página do GOOGLE.


Data: 29/1/2010 comentário 102/148

WWW.AUTIMISMO.COM.BR
é uma págima maravilhosa com tudo sobre, grandes verdades a respeito do autista. Visitem esta página, ela é de um valor extraordinário na preocupação do nossos irmãos e nossos filhos.


Data: 9/3/2010 comentário 103/148

tb tenho um filho de 3 anos muito hiperativo e que nao consegue falar,apenas fala algumas palavrinhas soltas e tem um comportamento as vezes estranho...por favor quem puder me mandar dicas de almentos,como fazer a dieta eu agradeco...Deus abencoe vcs...meu e-mail
ninaburrini@hotmail.com


Data: 9/5/2010 comentário 104/148


OLÁ! SOU AVÔ DE UM MENINO LINDO , COM 2 ANOS E 5 MESES , ESTÁ EM TRATAMENTO COM CARACTERISTICAS DE AUTISMO . ESTAMOS TRABALHANDO O MÉTODO SOM - RISE EM CASA . POR FAVOR QUEM TIVER ALGUEM EM CASA UMA CRIANÇA COM ESSA IDADE E QUE TENHA CARACTERISTICAS DE AUTISMO ME ESCREVA . PRECISO MUITO TER CERTEZA SE REALMENTE ELE TEM .ÁS VEZES ACHAMOS QUE TEM OUTRAS ACHAMOS QUE NÃO , ELE TEM UM IRMÂO , SÃO GEMEOS UNIVITELINOS , UM NÃO APRESENTA NENHUM SINTOMA .ATE O PROPRIO MEDICO AINDA NÃO FECHOU O DIAGNOSTICO COMO AUTISMO TEMOS MEDO DE SE NÃO TRABALHARMOS BEM , PODERÁ SER TARDE DEMAIS. MEU NETO É MUITO CALMO,AS VEZES ELE SE ISOLA E FICA TEMPO BRINCANDO COM O MSM BRINQUEDO,ADORA TV ( DESENHOS) NÃO GOSTA MUITO DE OLHAR NOS OLHOS DA GENTE,QUASE NÃO FALA NENHUMA PALAVRA APENAS FAZ SONS.MEU EMAIL É MARLENE.FIG@HOTMAIL.COM---AGRADEÇO A QUEM PUDER ME AJUDAR


Data: 27/5/2010 comentário 105/148

Estudo Relativo a Dietas, aponta resuldaos sem efeito

Fonte:Site Clan Thompson Celiac, sobre doença celíaca, que requer, esta sim, uma dieta livre de gluten.

Histórias médicas
Dieta livre de Gluten e autismo: melhora do comportamento não demonstrad em pesquisa. Um estudo controlado verificou a ausencia de benefícios para sono, atenção e funcionamento intestinal.
Uma crença popular de que mudanças específicas na dieta poderiam melhorar os sintomas de crianças com autismo não conseguiu comprovação em estudo controlado feito pela Universidade de Rochester , que verificou que eliminar glutem e caseína das dietas de crianças com autismo não tiverem impacto no seu comportamento, sono ou padrões de sono.
O estudo é a pesquisa de dieta em autismo mais controlada até agora. Os pesquisadores conseguiram o difícil mas crucial feito de garantir que os participantes recebessem os nutrientes necessários, já que dietas em dieta livre de glúten e caseína podem comer quantidades inadequadas de vitamina D, cálcio, ferro e proteína de alta qualidade. Diferente de estudos prévios, também controlaram outras intervenções, como qual tipo de tratamentos comportamentais as crianças receberam, para garantir que todas as mudanças observadas seriam devidas às alterações de dieta. Estudos anteriores não controlaram tais fatores. E apesar de não terem sido observadas melhoras, os pesquisadores reconheceram que alguns subgrupos de crianças, particularmente aquelas com sintomas gastrointestinais significativos, podem conseguir alguns benefícios com as mudanças de dieta.
"Seria maravilhoso para as crianças com autismo e suas famílias se descobríssemos que a dieta SGSC realmente poderia ajudar, mas este pequeno estudo não verificou benefícios significativos ", disse Susan Hyman, médica professora associada de pediatria do Hospital Infantil Golisano no Centro Médico da Universidade de Rochester e investigadora principal do estudo que será apresentado sábado (22 de maio) no Encontro Anual de Pesquisa em Autismo na Filadelfia. "No entanto, o estudo não incluiu crianças com doenças intestinais significativas. É possível que essas crianças e outros grupos específicos possam se beneficiar"
A pesquisa do URMC foi uma resposta aos relatos amplamente divulgados por pais sobre os benefícios da DSGSC, e começou em 2003 para avaliar cientificamente os efeitos da DSGSC, que elimina proteínas do trigo, cevada, centeio e leite. As observações dos pais tiveram um papel importante nas primeiras descobertas sobre tratamentos para crianças com autismo, tais como os benefícios da melatonina para o sono.
O estudo de Hyman incluiu 22 crianças entre 2 e meio e 5 e meio anos de idade. 14 crianças completaram as 18 semanas de mudanças na dieta. As famílias tiveram que adotar estritamente uma dieta SGSC e participaram de intervenções comportamentais intensivas durante o estudo. As crianças foram examinadas quanto à deficiência de ferro e vitamina D, alergias de leite e trigo e doença celíaca. Outros voluntários foram excluídos por não conseguirem aderir às exigências do estudo. As dietas das crianças foram cuidadosamente monitoradas durante o estudo para garantir que estivessem consumindo adequadamente nutrientes como vitamina D, ferro, cálcio e outros.
Depois de pelo menos 4 semanas de dieta, as crianças receberam tanto gluten, caseína, ambos ou placebo ao acaso. Recebiam lanches uma vez por semana com 20 gramas de farinha de trigo e 23 gramas de leite desidratado desnatado ao mesmo tempo, separados ou nada, até que todas as crianças recebessem cada tipo de lanche 3 vezes. Cada tipo de lanche foi distribuído ao acaso e apresentado de forma que nenhum observador - incluindo a família, a criança, a equipe de pesquisadores e a de terapeutas não soubessem o que ele continha. Os lanches e foram preparados de forma que sua apresentação, sabor e textura fossem iguais, o que foi um exercício de cozinha inovadora. Além disso, a equipe de nutrição trabalhou muito próxima das famílias pra fazer com que os lanches fossem ao encontro das preferências de cada criança. A caseina foi disfarçada em pudins, iogurte ou smoothies e o glúten em pão de banana, brownies ou biscoitos, dependendo do gosto de cada uma.
Os pais, professores e assistentes de pesquisa preencheram questionários padronizados sobre o comportamento das crianças um dia antes de receberem o lanche e também 2 e 24 horas após. (Se o comportamento da criança não era o seu usual na hora prevista para o lanche, este era adiado até que a criança voltasse ao seu comportamento rotineiro). Além disso, os pais mantiveram os hábitos normais de alimentação, dieta e idas ao banheiro. A interação social e a linguagem foram avaliadas através de uma pontuação de um vídeo de uma sessão de brincadeira padronizada com um assistente de pesquisa
Depois da dieta de lanches com glúten e caseína, os participantes do estudo não apresentaram mudanças na atenção, atividade, sono ou freqüência e qualidade dos hábitos intestinais. As crianças apresentaram uma ligeira melhora na linguagem social e no interesse em interação após os lanches com glúten e caseína na escala Ritvo Freeman de avaliação, mas não alcançou significância estatística. Isso significa que por causa da pequena diferença e o pequeno número de participantes, tal achado pode se dever somente ao acaso.
Os pesquisadores acentuam que esse estudo não foi desenhado para checar dietas mais restritivas ou efeito de suplementos nutricionais sobre o comportamento . Foi desenhado para observar os efeitos da retirada do glúten e da caseína da dieta de crianças com autismo (sem doença celíaca)e os efeitos subsequentes da retomada do consumo dessas substâncias em um grupo de crianças recebendo intervenção comportamental intensiva precoce. .

A Dra. Hymam afirmou: "Isso é somente a ponta do iceberg. Há muitos possíveis efeitos da dieta, incluindo super e subnutrição sobre o comportamento de crianças com TEA que precisam ser investigados cientificamente de maneira que as famílias possam tomar decisões bem informadas sobre tratamentos para seus filhos."

O estudo foi patrocinado pelo Programa de Pesquisas Avançadas em Tratamentos do Autismo do NIH (Insituto Nacional de Saúde Mental) e pelo NCRR (Centro Nacional de Recursos para Pesquisas).


Data: 1/6/2010 comentário 106/148

Não entendo então como os pais afirmam em dizer que os filhos melhoraram muito com a dieta!!!SEm falar nos médicos conceituados e nutricionistas que insistem na dieta ( sem glúten, caseína e açucar ). Estariam eles todos nos enganando e nos dando falsas esperanças?!!??!!
Tenho um filho autista de 11 anos, iniciei a dieta há 2 meses por causa do comportamento agressivo e do distúrbio de sono, ele também não fala. Estou agora muito confusa com tudo isto!!!


Data: 9/6/2010 comentário 107/148

Pessoal, sou mãe de Samuel, 6 anos, no espectro. Desde os 3 anos de idade resolvi por minha conta e até contra a recomendação da médica (alergologista que fez o teste de alergia, o qual deu positivo para leite e trigo) fazer a dieta. Nessa época, começávamos as investigações sobre o possível transtorno de desenvolvimento em Samuel. Ao ler sobre o autismo e sobre a dieta, resolvi apostar.
Hoje, Samuel, aos 6 anos, lê e escreve (desde os 3 -leitura - e 4 - escrita), e tem um vocabulário imenso, que só precisa ser trabalhado para que sirva de comunicação efetiva - suas conversações têm ciclos curtos. É calmo - às vezes tem birras - e amoroso. Acompanha o ensino regular, embora precise de acompanhamento terapêutico. Enfim, creio estar ótimo para o que poderia ser e isso é consenso entre os profissionais que o acompanham.
Credito isso, dentre outros fatores, à dieta, e por isso incentivo todos a fazerem. Não é assim tão difícil: leite de soja existe às pencas no mercado, pães e massas são facilmente substituíveis por outras fontes de amido. Samuel adora inhame, macaxeira, batata doce e frutas. As verduras são incluídas no arroz (integral, de preferência) e na sopa (sagrada) e ele também já pede salada (tomate, pepino).
Acreditem e façam.
Abçs.
Izabel


Data: 10/6/2010 comentário 108/148

Ola, Tenho um filho de 23 anos com autismo atipico. Ja passei por muitas fases que vi maes relatarem aqui. Ele nao falou ate os 2 anos de idade, nada! E tinha comportamento "quase" normal, mas algums "tiques", manias, aversao ao som, aversao a coisas asperas (tecidos, roupas, prestem ateçao nisso!). Tudo isso era sintomas do autismo e nao sabiamos.
Hoje ele ja esta bem melhor, toma "sertralina", sob receita medica, para ansiedade. Ele nao deve e nao pode tomar nada de CALMANTES, prestem atençao nisso, remedios que tipo diazepam, rivotril e outros calmantes, fazem efeito contrario, deixam-no extremamente irritado e agressivo.
a DIETA DELE, seguindo indicaçoes de Dra Amarilis, e uma comida o mais natural posivel, sem conservantes, nada industrial e SEM CARNE. Ele come muito bem, adora verduras, esta muito alto e forte. Ja terminou o ensino medio, pelo EJA e vai fazer teste pra Escola Tecnica.
Nada de dieta de gluten! Paciencia, amor, perseverança, comidinha caseira bem feita, verduras.

Nao digo que ele esta perfeito, curado, ele nao gosta de sair, prefere ficar em casa. Mas e mais por causa dos OUTROS, os ditos "normais" , que batem nele, fazem bulling.
FIca a qui nosso recado, Ana Lucia = pesquisabrasil@gmail.com


Data: 25/7/2010 comentário 109/148

Olá! Sou nutricionista, trabalho com o Protocolo Sunderland de dieta GFCF, quem tiver interesse em dividir seus relatos poderiam me enviar um e-mail, meu mestrado está voltado para o autismo, estudo influências de diferentes dietas, como comportamento alimentar repetitivos(maneirismo, entre outros componentes de minha pesquisa, estou aqui para falar e ouvir, agradeço todos. Sou de Porto Alegre, Nutricionista, especialista em Psicologia, mestranda em pediatria. Meu e-mail rita.cherutti@gmail.com meu blog para quem se interessar em saber mais:http://nutricionistaritacherutti.blogspot.com/


Data: 30/7/2010 comentário 110/148

Estou me formando em nutrição e pretendo me specializar em clínica funcional voltada para o tratamento do autismo. Tenho uma filhinha de 4 anos com autismo atípico e que também é paciente da Drª.Georgia e estou passando o telefone de um dos consultórios dela: (21)2491-3785. Ela atende em dois consultórios na Barra da Tijuca e um em Realengo onde a consulta é bem mais em conta. Depois que minha filha iniciou a dieta e começou com homeopatia e suplementação, teve uma melhora muito grande e vem progredindo à cada dia. Minha filha tem algumas intolerâncias alimentares e já fazem dois anos que o leite que ela toma é feito por mim que é a base de gergelim e que supre muito bem o cálcio.
Gostaria de convidar a todos para visitarem o meu blog sobre autismo: http://sindrome-asperger.dimensionebrasile.com
Abraço e fiquem com Deus,
Jaqueline Araujo


Data: 28/8/2010 comentário 111/148

Sou formada em Nutrição Funcional. Trabalho como voluntária na Santa Casa de Misericordia, no ambulatório 19-A de imunologia clínica e experimental. Lá trabalhamos com o Dr.Aderbal Sabrá( gastroimunologista), que trabalha à mais de 30 anos, junto a Universidade de Georgetown, como cientista na área da alergia alimentar, doença celíaca e autismo.
Trabalho com autismo, alergia alimentar, doença celíaca, hiperatividade, defict de atenção, obesidade e Sindrome do intestino irritável.
Na Santa Casa, atendemos 1 vez por mes como voluntários, para a população carente, sempre na terceira semana de cada mes.
Atendo em consultório no Rio de Janeiro ( Ipanema) e em Niteroi.
Trabalho com as crianças da Dra.Georgia (Pediatra- Homeopata)( atende no Instituto Hanemman, gratuitamente).
Faço parte da Red -Allergy, na Venezuela, ADA, Rio sem gluten...
Meu site: http://www.alergiaalimentar.blogspot.com
Dou cursos na área da alergia, autismo, doença celíaca etc. Palestrei no Colégio Brasileiro dos Cirurgiões, sobre a Doença Celíaca e seu tratamento através da nutrição funcional. Próximas palestras: Santa Casa de misericordia.
Contato: Nutricionistateresapavan@yahoo.com.br
(21) 26113332/ 81170163.
Grata a atenção.


Data: 23/9/2010 comentário 112/148

EU TENHOUM NETO AUTISTA ELE TEM 14 ANOS E TA SENDO MUITO DIFICIL LIDAR COM ELE ESTOU COMEÇANDO UMA DIETA SEM GLUTEM PRA VER SE MELHORA E ESTOU SABENDODE UM TRATAMENTO OMEOPATICO Q AJUDA MUITO COM UMA DOUTORA GEORGIA DO RIO DE JANEIRO E GOSTARIA Q ALGUEM ME PASSACE O EMAIL DELA POR FAVOR ME AJUDEM.MEU E-MAIL É:EDNAMAEZINHA2009@HOTMAIL.COM


Data: 27/10/2010 comentário 113/148

Ola sou mae de uma linda garotinha de 5 anos ,diagnosticada com PDD autismo ,ela e muito inteligente desde dos 3 anos de idade ja le e escreve e muito amorosa adora beijos e abracos comecou a falar depois dos 3 e agora nao para mais rssss... mas seu comportamento esta atrapalhando na escola, ela nao tem muita paciencia para esperar ,sempre quer ser a primeira a ser chamada p/ qualquer atividade ,so ela quer ganhar e se acontecer ao contrario ela nao consegue se controla comeca a chorar ao ponte de ter que ser retirada da sala de aula, nao e agreciva e adora estar com os amiguinhos estamos nessa dieta sem gluten e sem casein ja faz 5 meses percebi que ela acalmou uma pouco mas tds ao meu redor falam que ela esta mas calma por causa da idades e nao pela dieta ,percebi que tem epocas que ela esta bem mas calma e tem epocas que ela fica mas agitada ,compusividade ter que fazera mesma coisa varias vezes e se alguem perguntar algo, ela responde varias vezes a mesma coisa tipo (eu falei sim ..eu falei sim ) e ai fica frustada e comeca a chorar ..perde o controle..Ela e uma crianca normal como tds as outras de sua idades, adora brincar, estudar, adora me=xer no computador ,enfim gostaria de trocar ideias com pessoas que ja passarao por isso que possamo me dar algumas dicas .
obrigada.
isorosangela@gmail.com


Data: 15/1/2011 comentário 114/148

Olá...
Tenho um filho de 2 e 3 meses q ainda nao fala e teve tb outros atrasos no desenvolvimento...
a medica pre-diagnosticou como espectro... estou muito confusa pois é meu primeiro filho, tenho 27 anos e nunca tive nenhuma dificuldade na vida...
Nao tenho com quem conversar sobre o assunto, pois minha familia é muito leiga e tenho medo de contar e eles começarem a tratar o meu filho com diferença.
A neuro solicitou apenas fonoterapia... ele fez 6 sessões e a fono desistiu dele... ele irá começar com outra... mas tá sendo tudo mto dificil pra mim...
Queria compartilhar experiencias... e saber o q eu posso fazer pra q meu filho se desenvolva o mais perto do normal...
mi_msp@hotmail.com


Data: 24/2/2011 comentário 115/148


Sou Danielle,mãe de um filho lindo e desejado com um diagnóstico recente de autismo.Ele tem três anos e meio e essa notícia veio pra mim como uma bomba há menos de um mês.Ainda estou de luto mas na verdade tudo o que me preocupa é que eu não consiga ver o meu filho ser feliz,ele é tudo pra mim e para toda a nossa família.Gostaria de ter contato com outras mães que estejam na minha situação,para trocar idéias e dúvidas


Data: 24/2/2011 comentário 116/148



EScrevi um depoimento mas esqueci de deixar o meu contato;é danimilfont@hotmail.com,por favor entrem em contato resolvi virar uma estudiosa do assunto,sou fisioterapeuta e trabalhava em uma área totalmente diferente,ultimamente tenho acreditado no destino e sei que era pra ser minha essa criança


Data: 8/3/2011 comentário 117/148

Oi,sou avo de um lindo garotinho de 3 anos que foi diagnosticado com autismo pela dra.Georgia,ele começou com a terapia.Por favor quem souber onde tem musico-terapia no Rio de Janeiro me mande o endereço.Ele adora tocar pianinho.Fui aconselhada a colocar ele para fazer a terapia com a musica porque pode acalma-lo.Já procurei e não achei.Quem puder me ajudar entre em contato pelo e-mail rafaearthur@gmail.com.Obrigada.


Data: 18/4/2011 comentário 118/148

Tenho um filho,hoje com 16 anos no 1º ano do ensino médio em uma escola estadual,onde está desde o 6º ano,foi diagnosticado pela neuro-ped. com Sindrome de Asperger,mas como todo autista,apenas uns sintomas conferem,outros diferem.A mesma neuro o acompanha até hoje,mesmo porque,eu,como mãe,tenho livre arbítrio para reduzir ou aumentar a dose do medicamento,ou até mesmo interrompê-lo,perante a não, ou eficácia deste,isso,lógicamente comunicando a neuro dele.Ele cursou escola particular desde os 3 anos de idade,sempre o acompanhei de perto,e continuo,porém,no início do 6º ano começou a ter problemas mais sérios devido a pressão na escola,a dificuldade aumentou,e consequentemente a capacidade de concentração piorou devido a sua pouca absorção,principalmente no Português,daí foi qdº o coloquei na escola estadual,querem saber,ele melhorou muito,se tornou mais um no meio de milhares,tem altos e baixos ainda,mas nada grave.Tempestades:dificuldade de conduzir uma conversa,de concentração,de respostas,de perguntas,iniciou a fala próximo dos 5 anos de idade.Bonanças:é uma benção,não é agressivo,nem desobediente,todos os compromissos particulares ele os honra, sem exceção(eu trabalhei firme nisso com ele,um pouco apreensiva,mas,sem medo, e confiando nele).Foi difícil no início,mas mães,tudo é uma fase,vão por mim,nossos filhos melhoram no decorrer dos anos,é questão de fé e paciência(e essa, a minha é limitada).Discordo da dieta,a alimentação deles,a vida deles num todo,precisam ser o mais normal possível,pois eles,já se consideram diferentes,não vamos aumentar isso,é questão de reduzir esse ou aquele alimento,e não tirar,exceto em último caso,mas em último mesmo.Conselho:temos de criá-los de acordo com as nossas condições e limitações deles,com aquilo que está ao nosso dispor,e ao alcance deles. BEIJOS E ABRAÇOS A TODAS VOCES.elianebrown@bol.com.br


Data: 20/5/2011 comentário 119/148

Olá. Boa tarde a todos que me seguem nesta luta que não pode parar um só instante com os nossos irmão Autistas e os nossos irmãos com a Síndrome de Asperger. Quero agradecer de coração do tamanho do Universo as mães e pais, tipos e tias, Avós. Todos responsáveis com a auto-estima de vencer junto com a ajuda dos magníficos Cientistas, a cura na melhora dos nossos irmão, independentes de idades, cor e religião. Meu Google de pesquisa, digitando meu nome washingtonlima_5@yahoo.com.br e clicar em Autismo. É fácil. No ano 2012 se Deus permitir, estou lançando meu 1º livro que fala de uma jovem que em consequência da desobediência, sofre um acidente de carro e deixar um bebê de sete meses Autista. A Editora Sol daqui do Rio Grande do Norte está com meu livro. Aguardo resposta este ano de 2011. A todo tempo estou manifestando meru interesse sobre o assunto Autismo e pesquisando todos os dias na Internete. As informações de futuro, eu envio na medida possível dentro de um aspectos global. Fico muito feliz mesmo de saber que meus ismãos e irmães nesta jornada, não perde as esperanças. Muito obrigado pela oportunida. Beijos a todos no coração.


Data: 20/5/2011 comentário 120/148

Seguem em anexo uns dos meus Sites de relacionamentos: Twitter @DenzeLLima e-mails. mr.washington2010@gamil.com washingtonlima2010_5@globomail.com


Data: 20/5/2011 comentário 121/148

A TODOS VISITANTES DESTA PÁGINA FALANDO DAS DÚVIDAS DIVERSAS A RESPEITO DE AUTISMO, E SÓ PROCURAR QUANDO ACESSAR MEU NOME NO GOOGLE DE PESQUESA washingtonlima_5@yahoo.com.br E QUANDO CLICAR, VAI APARECER EM CIMA DO LADO ESQUERDO DO SEU COMPUTADOR, DOIS NOME: INÍCIO/TEMA. QUALQUER UM DOS DOIS NOME, VC ERSTÁ ADQUIRINDO TODAS AS SUAS DÚVIDAS SOBRE DIETAS E OUTROS ASSUNTOS VOLTADOS PARA O AUTISTA. MUITO OBRIGADO


Data: 2/6/2011 comentário 122/148

AUTISMO
Olá! Meu nome é Hélida Maria, sou odontóloga e estou terminando o curso de extensão de Homeopatia pela UFV. O tema da minha monografia é Autismo e Homeopatia. Gostaria de receber dicas e testemunhos sobre o assunto. Muito obrigada.
helidamaria08@gmail.com


Data: 10/6/2011 comentário 123/148

Sr(as):

Atendo no Rio de Janeiro e em Niterói, crianças com autismo, doença celíaca, defict de atenção, fibromialgia e alergia alimentar, à mais de 15 anos.
Atendo gratuitamente como voluntária na Santa Casa do RJ portadores de alergias alimentares, ambulatório 19-A (entrada pela rua da Santa Luzia sem número). A nossa equipe consta de profissionais de alto gabarito internacional.
Dou palestras nas áreas citadas (Vide http://www.institutolenus.com.br)
Contato: nutricionistateresapavan@yahoo.com.br
Tel: 8117-0163

OBS: Procuro profissionais que lidam com o autismo para a elaboração de um livro. Procuro médicos de todas as áreas que lidam com esta patologia e nutricionistas também.


Data: 13/6/2011 comentário 124/148

Olá, sou avó de uma criança diagnosticada estando no espectro... para poder ajudar as outras mães com esse tipo de situação resolví deixar aquí um depoimento. minha filha mãe da criança é uma jovem de 22 anos e com a força de uma mulher de 100 anos. A dedicação que tem com essa criança está acelerando o tratamento e seus bons resultados. A minha neta está com a dieta e por incrível que pareça minha filha faz com que toda a alimentação fique muito parecida e muitas vezes até melhor do que a convencional e a melhora com a dieta foi enorme.Por favor não entreguem os pontos´pode ser muito mais fácil do que pode parecer com determinação e muito amor. minha neta é uma criança linda e com muita sorte por ter a mãe que tem. meu email... olgagdes@gmail.com


Data: 31/8/2011 comentário 125/148

Meu nome é Washington de Azevedo Lima. Tenho 55 anos de idade. Escrevi um Livro que fala de um bebê Autista. Este livro ainda vai ser lançando, talvez este ano de 2011 ou 2012. A história é um romance dos mais bonitos que já fiz. É por esta causa nobre, que eu estou até hoje e sempre estarei lutando junto aos meus irmãos, precisando de Uma Ajuda Lá de Cima. Sou do Rio de Janeiro e atualmente estou morando aqui no Rio Grande do Norte há mais de 10 anos.Creio dentro das minhas resonsabilidades que esta página do GOOGLE, com o meu nome washingtonlima_5@yahoo.com.br, está trazendo grandes benefícius a milhões de adéptos na luta do trabalho voluntários aos seus filhos, nos Hospitais, em Clínicas e e na maioria das vezes, ns suas casas cuidando na fé suprema, de superar os problemas, que na grande verdade, não é um problema e sim o amor dedicados aos seus filhos e outros com os mesmos sintomas da Síndrome do Autista, desenvolvidos em escala variádas cituações de comportamentos desde dos três anos de idades. Esta página do GOOGLE contendo todas as iformações necessárias aos adéptos irmãos próximos, filhos de mais de um milhão das Mães de uma certa forma desesperadas dos conflitos familiáres, muitas vezes lutando com preconceitos, as vezes de um Médico mal intecionado na área específica, sem causa de conhecimentos, não lutando pelo mérito do princípio de anos de pesquisa das causas da Sídrome de Autismo e da Síndome de Asperger. No ano passado de 2010. houve a descoberta da VACINA na melhora do AUTISTA.Graças a DEUS. Foi um Cientísta Brasileira debruçados nas pesquisas, que alavancou a descobertas do primeiro passo aos nossos irmão com AUTISMO. Muitos médicos sem informações adeguadas, achão que o Autismo é uma DOENÇA. Na grande verdade de renomes debruçados nas pesqueisas, afirmam que o AUTIMO é uma SÍNDROME e não uma doença. Muito obrigsdo a todos presnetes nesta grande JORNADA de muita luta por uma causa simple no tamanho de vida e grande nas descobertas de grandes CIENTISTAS DO MUNDO preocupados nestes irmãozinhos indefesos de ver o seu próprio mundo, mas sentindo o amor do próximo.


Data: 17/9/2011 comentário 126/148

Alguns Blogs e outros não: GOOGLE.
. O mundo de Peu. Blos de pais de crianças Autistas,
. Tai- Tópicos em Autismo e Inclusão,
. Diário de um Autista,
. Autista Norte. Blog para o s pais,
. Blog do Thomas,
. Autismo... Bem vindo ao meu Mundo,
. Estou Autista,
. Um caso de Autismo em Portugal,
. Um dia azul pelo Autista/Amigos do Autista,
. Blog de Autismo-Info,
. Amigo Autista,
. Diário de uma Mãe de Autista (Meu filho),
. Marcelo Adnet. Falta no trabalho após parodiar Autista,
. Autismo no Amazonas Abril de 2011
. Autismo em Audiência,
. Universo Autista- Blog. Eventos,
. Autistas de volta as Aulas- Blog,
. Autista na Copa de 2010 - Porque 24 horas e Copa do no Mundo por dia,
. Autista - Educar e amar,
. Interne . Causa, comportamento Autista, afirma Cientista - Colmeia,
. Busque Orientação Autista Nos Blogs/Spacebblog.combr
. Geek/Robô pode auxiliar tratamento de Autista,
. EDUCADISMO:MENSAGEM: NOTÍCIAS - aUTISMO (BLOGS),
. Saiba por que o Autista e mais comum entre os meninos/blos,
. Fábio Rabin defende piada sobre Autista, mais "sem desrespeito,
. O que é Autismo,
. Clubes dos pais - Forum - Autismo,
. Pseud Arte: Blog Autista Versus blog esquizofrenicos,
. Blogs de Ciência/Autismo,
. Cláudia Marcelino fala de Autismo na Record,
. Informações sobre Autismo,
. Missa Mundial do Autista,
. Direitos das pesoas com Autismo,
. Defensoria entra com ação em favor de Autista,
. Síndrome de Asperger e Autismo - blogsabre autismo e Asperger,
. Com lidar com criança Autista na Escola,
. Crianças Autista - Blog imagem,
. Só ONGS lembram dos Autistas,
. Isto é Independência - Autista,
. Revista - Sgestão da ADEFA para a Lei de Autismo,
. 6ªVara da Fazenda Pública/Autismo, nossa história,
. Atendimento Educacional Especializado (AEE),
. Política Nacional de Educação Especial,
. Autismo x Cidadania - O acesso,
. Aotrabalho e a Efetividade,
. Isenção Tributária (IPI),
. Movimento Pró-Autista,
. Documentos - Lei 4.840/2006,
. Suporte Assessoria e Consultoria em Recurso Humano - (RH),
. Apostila de Exercício de Fixação, Concurso de Agente Comunitário,
. Câmara aprova Medida Provisoria,
. Ele é Autista,
. Autismo e a Casa da Esperança,



Data: 17/9/2011 comentário 127/148

Meu nome é Washington de Azevedo Lima. Minha página no GOOGLE, está inteiramente a desposição de qualquer pessoa que queira saber sobre o Autismo e outras curiosidades das causas. é so colocar o meu nome assim: Google washingtonlima_5@yahoo.com.br Depois é só clicar e vcs saberam tudo sobre Autismo. Abraços a todos.Meu email mr.washington2010@gmail.com
washingtonlima2010_5@globomail.com
walker.orgulhoautista@hotmail.com


Data: 7/10/2011 comentário 128/148

Inspirados pelo Autismo. Worshops para pais e Profissionais.


Data: 7/10/2011 comentário 129/148

Congresoo Internacional de Autismo 2012. Dias 13 e 14 de Abril em São Paulo/SP-IIº Curso Internacional de Tratamentos Biomédicos para Autismo e outros Transtornos de Desenvolvimento: Um Evento exclusivo para Profissionais de Saúde. Quém deve participar: Médicos e Nutricionistass que queiram aprender como tratar o Autismo, usando o tratamento Biomédico. é uma bordagem integral de tratamento a criança Autista. ESSE TRATAMENTO JÁ ESTÁ SENDO USADO EM MAIS DE 90 PAÍSES DO MUNDO COM GRANDE SUCESSO, E AGORA VOCÊ TERÁ A CHANCE DE OFERECER ESPERANÇA AS CRIANÇAS AUTISTAS.

Obs: Congresso Internacional sobre Autismo. Dias 25,26 e 27 de Agosto em Curitiba.


Data: 7/10/2011 comentário 130/148

E-mail: actionforautism@gmail.com


Data: 7/10/2011 comentário 131/148

AUTISMO -UOL BLOG


Data: 7/10/2011 comentário 132/148

Habito alimentar está relacionado a comportamento Autista - USP


Data: 9/12/2011 comentário 133/148

Para dúvidas de pais e profissionais, capacitação e recilclagem de profissionais e atendimento interdisciplinar de crianças e adolescentes com TEA, visitem o site www.cidaautismo.wordpress.com O Projeto C.I.D.A. Centro de Intervenção e Desenvolvimento de Autistas, fica na Tijuca,no Rio de Janeiro e é uma equipe composta por Fonoaudiologia, Terapia Comportamental (psicologia), Estimulaçao Sensorial (fisioterapia), Psicopedagogia, Nutrição Especializada na Dieta SGSLSC e o apoio clínico da Dra. Geórgia e da Dra. Célia Ruth que faz a investigação do Erro Inato do Metabolismo. Quem fundou e coordena o Projeto CIDA é a Dra. Elaine Ornellas, fonoaudióloga e neurofisiologista, especializada no tratamento e pesquisa dos TEA (www.elaineornellasfono.wordpress.com). No projeto, os pais tem uma comodidade muito grande pois encontram todas as m
etodologias especializadas, ABA, TEACCH, SON-RISE,FLOORTIME E PECS em um só local, pois a equipe faz uma avaliação multidisciplinar da criança e então escolhem qual o método se adpta melhor à criança e não ao contrário como fazem por ai. Além disso, os pais não precisa correr de um lado para o outro atrás dos terapêutas pq estão todos lá, ovalor de pagamento é único e os laudos dianósticos e evolutios não divergem quanto a metodologia usada. Tem lá também acompanhamento para pais, indicação à escolas e mediadoras e cursos de formação profissional e de esclarecimento para pais. Vale a pena olhar!!
Deixo os telefones:
(21) 3437-5659 / 3246-1280 / 7913-9864
e tem no facebook também Projeto CIDA Autismo



Data: 12/12/2011 comentário 134/148

Alguém pode me confirmar se esta dieta da certo?
tenho um filho autista de 3 anos.
Me passem email maragabas@uol.com.br
Que medico me indicam no interior de SP?
Sou de Catanduva.
Fiquem com Deus.


Data: 24/1/2012 comentário 135/148

Sou mãe de um manino de 3 anos [Erick Kauã].Ele é autista é muito agitado, não fala esta sempre nervoso, chorando.não sei mais como cuidar dele preciso de ajuda.


Data: 1/3/2012 comentário 136/148


http://dietasgsc.blogspot.com/
entrem nesse site, Claudia marcelino mãe de autista.

assistem documentário autismo fabricado nos EUA youtube,,, no vídeo 7 pra frente algumas mães relatam melhoras depois que iniciaram a dieta.


Data: 11/4/2012 comentário 137/148

Estou deixando algumas corresppondências de alguns dos meus Sites. Meu Blog: wwww.denzellima.blogspot.com
FaceBook: mr.washington2010@gmail.com
Twitter: @DenzeLLima
Orkuts: plaiboy_5@hotmail.com
mr.washington2010@gmail.com
E- mail: mr.washington2010@gmail.com
Bjs carihosamente a todos da minha página Google. Meu Telefone (84) 9406-9901


Data: 10/6/2012 comentário 138/148

Data: 12/10/2003 comentário 1/143
Esta ideia foi muito legal! Gostaria de deixar aqui o nosso email e telefone para as pessoas que queiram.
Data: 12/10/2003 comentário 1/143
Esta idéia foi muito legal! Gostaria de deixar aqui o nosso email e telefone para as pessoas que queiram saber mais sobre o TEACCH. Além disto, este espaço poderá nos ajudar a trocar experiências, materiais e vivências com outras pessoas que também usam este método. Valeu! Maria Elisa Tulimoschi cedap.pirassununga@itelefonica.com.br Fone: (19) 3562-1616
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Data: 2/5/2005 comentário 2/143
Gostaria de obter informações se possível ilustrações dos materiais usados nas salas teacch. Sou professora do ensino especial em Portugal e muito interessada na área do autismo. Estou neste momento a elaborar um trabalho de investigação sobre o método tacch e o ensino estruturado. Obrigada migugamboa@gmail.com
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Data: 5/6/2005 comentário 3/143
O programa teacch e só para autista
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Data: 14/7/2005 comentário 4/143
A partir de que idade a criança pode ficar agressiva? Criança portadora da síndrome de autismo
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Data: 22/7/2005 comentário 5/143
Agressividade

Agressividade de em qualquer pessoa, sempre tem um motivo, ou real. Nas pessoas com autismo, não é diferente. Se você está com dor de cabeça e alguém está lhe incomodando, você diz a ela para parar, diz menos, diz estou com dor de cabeça depois conversamos, você vai dando indícios claros de que o momento não é o apropriado. Se a pessoa não se toca, chega um momento, que você explode com uma resposta agressiva. Não é assim? Agora imagine alguém, uma pessoa com autismo, que não consegue se comunicar de forma funcional, ou de forma nenhuma, sendo importunado por uma pessoa que não consegue entender o que se quer comunicar, ou que ignora o que se quer comunicar pelas formas disponíveis, ou que não respeita os "vários sinais de pare". Chega num momento, que o jeito, é apelar para a agressividade, que por certo interromperá todo esse processo. Você não concorda? Imagine uma situação pior... Uma dor de dente, o autista não consegue dizer de forma alguma que está com dor de dente. Tenho notícias de um garoto que quebrou a casa toda. Foi internado, dopado, etc. Por dois anos. Um belo dia, um profissional comum, não dentista, disse: Esse garoto está com dor de dente. Levaram-no ao dentista, estava com problema de canal. Tratou e voltou a ser o garoto dócil, que era antes. Principalmente, quando falamos de pessoas com autismo, tudo tem um motivo, e lógico. Ilógicos são os que se diz em normais. Normalmente os problemas de agressividade, são decorrentes da falta de comunicação. Que fique claro, não estou dizendo falta de fala, e sim falta de comunicação. Assim a abordagem prioritária é providenciar formas de estabelecer um mínimo de comunicação, mesmo que a fala não seja possível, existem formas alternativas. Nunca devemos cometer o erro de enxergar o autismo da pessoa e não a pessoa. Podemos cometer erros graves! Eduardo HCS

Data: 21/9/2005 comentário 6/143
Gostaria de obter informações e ilustrações dos materiais usados nas salas teacch. Sou professor do ensino especial em Rio do Sul - SC, e muito interessado na área do autismo. Estou neste momento elaborando um trabalho de pesquisa sobre o método teacch e o ensino estruturado. Ficarei agradecido por qualquer contribuição meu dados: Antônio José Lourenço dos Santos, trabalho em uma escola de ensino especial com uma turma de autista. Estamos pretendendo no ano de 2006, implantarmos uma sala TEACCH em nossa escola. Meu e-mail é: antoniolourenco@brturbo.com.br
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Data: 21/9/2005 comentário 7/143
Gostaria de saber o k é o Teacch?
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Data: 25/9/2005 comentário 8/143
Eu também gostaria de saber o k é o Teacch?
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Data: 17/10/2005 comentário 9/143
Gostaria de um modelo de avaliação para Autista. Moro em Aracajú e trabalho com autismo.
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Data: 28/10/2005 comentário 10/143
Estou concluindo o curso de pedagogia, e minha monografia é sobre a educação de autista na rede municipal e escolas particulares, mas estou encontrando dificuldades para obter esses dados.
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Data: 28/10/2005 comentário 11/143
Estou fazendo pesquisa para conclusão do curso de pedagogia, e minha monografia e sobre a educação do autista na rede púbica e particular, mas estou encontrando dificuldades em obter dados como: Qual o número de Autistas que estão frequentando as escolas fora das APAES na região de São Carlos e Ribeirão Preto. Se alguém tiver essas informações envie para que possa concluir minha pesquisa.
e-mail: mariasouza@linkway.com.br.
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Data: 29/11/2005 comentário 12/143
Olá, meu nome e Fabiana Shelton têm um sobrinho autista e hiperativo gostaria de saber como essa técnica "teacch" pode ajudá-lo. Aguardo retorno (Endereço do meu e-mail: biamachado@globo.com) Grata. Fabiana Shelton.
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Data: 29/12/2005 comentário 13/143
Gostaria de saber tudo a cerca das salas teacch: estrutura, métodos aplicados, estratégias/atividades... O que se está a investigar a cerca das salas teacch em Portugal e mesmo no mundo? O que significam as salas teacch para as nossas crianças autistas? Se todas as crianças autistas devem ou não passar pelas salas teacch? Qual a facha etária da criança para melhor poder desenvolver as suas capacidades dentro da sala teacch? A enviar para: rodrigues.angelica@sapo.pt
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Data: 13/3/2006 comentário 14/143
Temos uma escola somente para indivíduos com síndrome do autismo e/ou transtorno invasivo do desenvolvimento no município de Criciúma SC e trabalhamos com o método teacch. Interessados em trocar idéias e saber sobre o método entrar em contato pelo e-mail: amarecsc@hotmail.com ou pelo fone/fax: (48)3462-9804.

cordialmente, Alexandre
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Data: 13/3/2006 comentário 15/143
Sou professora da escola especial Arco-Íris, e encontro muitas dificuldades para trabalhar com os autistas paralisados cerebrais, principalmente no controle de esfíncteres. Um abraço Elza.
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Data: 9/5/2006 comentário 16/143
Gostaria de saber o que começo a trabalhar com uma criança autista, pois acabo de receber uma e não sei nada sobre o assunto. Gostaria de saber de salas na minha zona de trabalho Aveiro. que tipos de trabalhos deverei fazer ?
maria.felisbela@gmail.com
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Data: 5/6/2006 comentário 17/143
Gostaria de conhecer o método teacch e saber como ele é aplicado?Que material posso utilizar e como trabalhar com os autistas?Meu e-mail é aissac22@yahoo.com.br
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Data: 9/6/2006 comentário 18/143
Gostaria de conhecer o método teacch e saber como ele é aplicado? Meu filho é Autista e ele está numa escola que não é especial, mas fiquei infeliz quando a professora disse-me que não estava acontecendo nada com ele. Ela não sabe como chegar até ele que está na primeira série e já trabalhando probleminhas que não consegue passar para o papel. Não quero deixar meu filho sem atendimento porque não o conheço. Por favor, ajudem-me. Meu e-mail: mmota_4@yahoo.com.br
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Data: 4/7/2006 comentário 19/143
SOU ESTUDANTE DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (UFSC) E ESTOU DESENVOLVENDO UMA PESQUISA PARA MINHA MONOGRAFIA SOBRE O METODO TEACCH PARA AUTISTAS, GOSTARIA DE OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ASSUNTO, QULAQUER MATERIAL È DE GRANDE VALOR, SE ALGUEM TIVER ALGO SOBRE O TEACCH E QUISER ME ENVIAR MEU E-MAIL É jugarp@hotmail.com OU sakura_grb@yahoo.com.br.
desde já, agradeço! Juliana
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Data: 19/7/2006 comentário 20/143
Olá, sou Psicóloga e trabalho no CAPSI e gostaria de maiores informações sobre o Teacch. Quanto mais informações, melhor. Quem puder me mandar algo agradece. alexandrealbertos@yahoo.com.br
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Data: 24/7/2006 comentário 21/143
Chamo-me Carla e estou a trabalhar no ensino especial (estive colocada numa sala teacch que entrou em funcionamento este ano letivo). De momento encontro-me a freqüentar uma pós-graduação em educação especial e tenciono realizar o meu trabalho final sobre autismo e sala teacch. Gostaria se possível, que me enviassem informações sobre autismo e salas teacch. O meu e-mail é carlamar3@sapo.pt
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Data: 8/8/2006 comentário 22/143
Gostaria de saber em quais locais poderia fazer um curso sobre o TEACCH e quais os materiais poderei utilizar neste programa em sala de aula. Antecipo agradecimentos. email: mariceliapalhares@yahoo.com.br
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Data: 8/8/2006 comentário 23/143
Gostaria de saber em quais locais poderia fazer um curso sobre o TEACCH e quais os materiais poderei utilizar neste programa em sala de aula. Antecipo atenciosamente, agradecimentos. e-mail: mariceliapalhares@yahoo.com.br
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Data: 21/8/2006 comentário 24/143
Sou acadêmica de Fonoaudióloga e estou fazendo meu TCC (trabalho de conclusão de curso) sobre o Método Teacch, gostaria de receber referencial bibliográfico sobre o Método, bem como as avaliações que são feitas para monitoramento de evolução. Estou tendo dificuldade em encontrar as figuras usadas no Método. Desde já agradeço. Robertarobertaceron@hotmail.com
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Data: 2/9/2006 comentário 25/143
Sou pedagoga, me chamo Meire Palha, trabalho com crianças com autismo severo na APAE de Feira de Santana-BA. Estou utilizando o programa TEACCH adaptado com muito sucesso, uma vez que as alternativas anteriores de intervenção pedagógica não funcionaram. O material é de fácil confecção. Toda comunicação é feita através de gravuras, temos "books",(fichários, onde trabalhamos toda a nossa rotina diária mais, afetividade,reconhecimento de fisionomias,imaginação etc.Estou interessada em ajudar com a minha prática,todos os envolvidos com na causa do autismo.Será um prazer.meirepalha@hotmail.com.
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Data: 6/9/2006 comentário 26/143
Chamo-me Lívia estou tentando elaborar meu anteprojeto de mestrado e Gostaria de gostaria de receber referencial bibliográfico sobre o Método, bem como as avaliações que são feitas para monitoramento de evolução. E saber em quais locais poderia fazer um curso sobre o TEACCH e quais os materiais poderei utilizar neste programa em sala de aula. Antecipo agradecimentos liviasantosv@hotmail.com
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Data: 7/9/2006 comentário 27/143
Corrigindo o e-mail de MeirePalhameirepalha56@hotmail.com
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Data: 26/9/2006 comentário 28/143
Oi! Sou aluna do curso de Pedagogia da UFPB, estou no 8º período. No próximo apresentarei minha monografia que na área especial, gostaria de saber como a literatura infantil dá sua contribuição na educação de alunos com autismo? Estou um pouco perdida, pois esse será o meu tema. Atenciosamente, Ellen!
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Data: 22/10/2006 comentário 29/143
Gostaria de obter informações e ilustrações dos materiais usados nas salas teacch. Sou professora e estou neste momento e, pela primeira vez, a trabalhar com uma criança autista. Preciso de ajuda!
Obrigada.
Rosa Carvalho-Portugal
E-MAIL: nelson.felix@oninet.pt
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Data: 24/10/2006 comentário 30/143
Assim como a colega Rosa este é o 1º ano que trabalho com uma criança autista e pesquisei muito sobre o assunto e sobre o método, mas qualquer informação a mais será muito bem vinda.
Obrigada.
Janine Carvalho- Distrito Federal
E-MAIL: janinejanine2002@yahoo.com.br
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Data: 25/10/2006 comentário 31/143
Gostaria de saber sobre autista ativo?
Síndrome de Down pode ser um autista?
Como saber se é ou não autista?
Muito obrigada.
e-mail julia_acunha@hotmail.com
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Data: 3/11/2006 comentário 32/143
Sou mãe de um menino de três anos com traços de autismo, com dificuldades essencialmente na área da comunicação e socialização.
A educadora da sua salinha, em conjunto com a educadora de apoio, estão a tentar implementar o método TEACCH, mas dispõem de pouca informação.
Peço a quem possa fornecer qualquer informação que nos possa ajudar o favor de remeter a mesma para : fatima.baptista@netcabo.pt
Agradeço antecipadamente qualquer informação
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Data: 10/11/2006 comentário 33/143
Oi! Sou aluna do curso de Pós Graduação em Psicopedagoga, e Diretora de uma Escola de Ed. Especial, não trabalhamos com autistas. O tema da minha monografia será o autismo e gostaria de maiores informações sobre o Método Teacch. Quem se interessar em trocar informações meu email: julialves@oi.com.br
Um abraço a todos.
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Data: 19/11/2006 comentário 34/143
Oi! Sou professora em uma escola inclusiva e trabalho com crianças autistas, estou concluindo o curso de Educação Física e meu TCC É A RESPEITO DE COMO A EDUCAÇÃO FÍSICA PODERÁ CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS. Estou escrevendo agora sobre o método TEACCH, na verdade não simpatizo nem utilizo o mesmo, mas preciso abordá-lo, se tiveres algo para me auxiliar na pesquisa fico grata desde já, meu e-mail é pscprof@gmail.com,
Um forte abraço a todos que se interessam pela educação e desenvolvimento destas crianças!
Patrícia Costa.
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Data: 20/11/2006 comentário 35/143
Sou mãe de um Autista de 16 anos, ele esta muito agitado gostaria de saber como deixa mais calmo. Algum profissional poderia me ajudar meu email e lletybarreto@hotmail.com
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Data: 20/11/2006 comentário 36/143
Oi, sou mãe de um menino de 02 anos com síndrome de Asperger e acabei de descobrir e não sei como posso ajudá-lo. Pois ele ainda é pequeno, e não encontro informação de como agir com ele nessa idade. Ficarei muito grata se alguém puder me ajudar. Meu email é suzanatbmartins@hotmail.com
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Data: 9/12/2006 comentário 37/143
http://autismoemfoco.googlepages.com

Acho q nesse site aí em cima voês vão encontrar tudo o q precisam, bom pelo menos é pra isso q eu me propus a fazê-lo.
Explica o q é ABA, o q é TEACCH, FLOORTIME, integração sensorial, dicas para implementar o teacch em casa, link pro livro virtual do ABA com TODAS AS DICAS P/ PAIS E PROFESSORES,o papel da fonoaudióloga, as formas de incrementar a comunicação, remédios, diagnóstico, dieta...
Qualquer coisa a mais é só enviar e-mail para autismoemfoco@gmail.com ou me procurar no Orkut nas comunidades do diário de um autista e autismo em foco.
Absc.
Claudia Lessa, mãe do Maurício 15 anos. RJ
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Data: 6/2/2007 comentário 38/143
Estou em processo de construção do meu trabalho monográfico.
Gostaria se possível receber ou entra em contato com pessoas que tenham material sobre a inclusão de autista em escolas.
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Data: 6/2/2007 comentário 39/143
Estou em processo de construção do meu trabalho monográfico.
Gostaria se possível receber ou entra em contato com pessoas que tenham material sobre a inclusão de autista em escolas.

P.S: Ficarei muito grata,se alguém puder me ajudar meu e-mail é:
marileadantas@hotmail.com
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Data: 23/2/2007 comentário 40/143
Sou Professora DE CÇS AUTISTAS, E GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE ESSA SINDROME.
O QUE PODE SER TRABALHADO?
QUE TIPO DE MATERIAIS E USADO NESSA SALA?
GOSTARIA DE FAZER ESSA TROCA DE EXPERIENCIAS....POIS A MENTE AUTISTA E UM SEGREDO QUE TEMOS QUE DESVENDAR....

PROFESSORA: ROSANA

ro.sfsm_@hotmail.com
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Data: 1/3/2007 comentário 41/143
Tenho uma aluna autista e gostaria de saber o que é o MÉTODO TEACCH. Por favor me ajudem, gostaria de saber o que trabalhar com ela. Mande-me algo pelo e-mail thiagonneves@ig.com.br
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Data: 4/3/2007 comentário 42/143
full_contakt_maroc2006@hotmail.com
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Data: 4/3/2007 comentário 43/143
full_contakt_maroc2006@hotmail.com
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Data: 5/3/2007 comentário 44/143
ESTOU INICIANDO UM TRABALHO COM AUTISTA, (SALA ESPECIAL
CONDULTAS TIPICAS).Preciso saber como [e aplicado o método teacch.
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Data: 9/3/2007 comentário 45/143
Sou aluna de Pedagogia da UFRN e irei fazer minha monografia sobre o autismo, especificamente sobre o método teacch, por favor, qualquer material que vocês puderem me fornecer será de grande valia. Agradecida Meu e-mail é: daniqmaciel@hotmail.com
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Data: 11/3/2007 comentário 46/143
Sou professora de educação infantil e na escola em que eu leciono fazemos a inclusão social. Neste ano estou com duas crianças autistas e gostaria de saber como e como usar o método teacch. Quero muito fazer um bom trabalho, pois amo o que faço.
Meu endereço de e-mail: simonejoliveira@ig.com.br
obrigada
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Data: 14/3/2007 comentário 47/143
Sou Professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre as condições necessárias para a implementação de uma sala Teacch.

Grata pela atenção

maria.a.sneves@gmail.com.
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Data: 23/3/2007 comentário 48/143
Gostaria de obter maiores informações sobre o método teacch,pois estou muito interessada em utilizá-lo no meu consultório.Sou psicóloga,e estou iniciando um tratamento com uma criança autista de 15anos, que até o momento não se alfabetizou e não fala nada.Acredito que este método vai ajudá-lo a desenvolver suas potencialidades ainda não estimuladas.
Tenho muito interesse em saber como funciona este método e se pode ser utilizado no consultório.Como posso ter acesso a este material.Desde de já agradeço a quem possa me ajudar.
Aguardo Retorno.
Atenciosamente,
Sônia Regina.

Contato: psicosonia@ig.com.br
(21)2791-3706
(21)9277-3724
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Data: 5/4/2007 comentário 49/143
Como devo fazer meu teacch.
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Sou Professora de Ensino Especial, trabalho com crianças Autistas e gostaria de saber mais sobre as salas TEACCH, nomeadamente quais os critérios a seguir para criar uma sala. A quem temos que nos dirigir para pedir apoios. Gostaria também de saber se existe algum manual/projeto já aprovado de como deve ser uma sala Teacch. marta.veloso@clix.pt
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Data: 10/4/2007 comentário 51/143
"TEACCH - TREATMENT AND EDUCATION OF AUTISTIC AND RELATED COMUNICATION HANDICAPPED CHILDREN ".

TEACCH- Apresenta-se como um programa educacional, cujo principal fundamento é a socialização, a independência e o desenvolvimento cognitivo de alunos autistas, bem como, proporcionar-lhes meios amplos de auto-organização.

tati.sada@ibest.com.br
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Data: 13/4/2007 comentário 52/143
Gostaria de receber material prático e explicativo sobre o método ABA - Análise do Comportamento Aplicada.

sonia@cpminas.com.br
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Data: 20/4/2007 comentário 53/143
Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Maringá, e estou fazendo como tema de TCC, uma escola para autistas. Gostaria de saber mais sobre a disposição de mobiliário dentro das salas de aula segundo o TEACCH. Pode ser fotos, ou esquemas de layout. Desde já agradeço.

na.b@bol.com.br
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Data: 22/4/2007 comentário 54/143
Oi, adorei ter encontrado este espaço para colocar minhas inquietações. Preciso conhecer formas de avaliações nao só no caso dos autistas, como também dos portadores de necessidades moderadas e severas. Gostaria de merecer um retorno. Sou pedagoga de APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais), em Minas Gerais. Desde já agradeço e desejo muito sucesso para vocês. Meu e-mail é: pedaguta@gmail.com.
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Data: 22/4/2007 comentário 55/143
Se puderem me enviar uma forma prática de se trabalhar com o método teacch ficarei bastante agradecida. pedaguta@gmail.com
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Data: 22/4/2007 comentário 56/143
Oi, adorei ter encontrado este espaço para colocar minhas inquietações. Preciso conhecer formas de avaliações nao só no caso dos autistas, como também dos portadores de necessidades moderadas e severas. Gostaria de merecer um retorno. Sou pedagoga de APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais), em Minas Gerais. Desde já agradeço e desejo muito sucesso para vocês. Meu e-mail é: pedaguta@gmail.com
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Data: 24/4/2007 comentário 57/143
Olá. Estou fazendo minha monografia sobre o autismo, sei bastante sobre o assunto ja,pois estou em uma Apae e faço cursos sempre sobre Autisto,mas a monografia precisa de textos e livros,se puderem me ajudar especificamente sobre o método teacch, por favor, qualquer material que vcs puderem me fornecer será de grande valia..
email:suelengoncalves@uol.com.br
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Data: 27/4/2007 comentário 58/143
ola, sou mae de um menino com 6 anos, autista, tenho tido muitas dificuldades para comunicar com o menino pois ele ainda não fala. Nesta altura estou a tentar encontrar uma sala TEACCH em Lisboa, mas são poucas e estão cheias.
Estou a tentar encontrar métodos, jogos e estratégias para ajudá-lo.
Gostava de saber mais acerca do método TEACCH.

Obrigada, agradecia a vossa resposta.

e-mail: lurdes_pacheco_68@hotmail.com
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Data: 28/4/2007 comentário 59/143
Estou pesquisando sobre síndrome de asperger e gostaria de saber que materializar em sala de aula
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Data: 13/5/2007 comentário 60/143
Tenho um filho autista com quatro anos está em uma escola normal excludente e está sendo atendido por uma equipe muito disciplinar (fonoaudióloga, psicóloga, psicopedagoga) fiz inscrito em um programa de equatorial. Temos tido algum progresso. Mas devemos continuar com paciência e esperança. Desejo informações sobre literatura sobre o método ABA e TEACH.
obrigado. Eliamara
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Data: 13/5/2007 comentário 61/143
e-mail para contato eliamara.lima@hotmail.com
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Data: 21/5/2007 comentário 62/143
Trabalho numa instituição que aborda a metodologia TEACCH, se alguém tiver algum interesse, favor entrar em contato pelo e-mail adrianahmendes@hotmail.com
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Data: 31/5/2007 comentário 63/143
Sou mãe de um ASPERGER e estou realizando trabalho de conclusão de curso em enfermagem sobre síndrome de asperger. Você poderia me ajudar com as informações de TEACCH e outros estudos que já realizou? Entre em contato comigo pelo e-mail: carlamonique.reis@yahoo.com.br
Data: 18/6/2007 comentário 64/143
GOSTAVA DE SABER NOVIDADES SOBRE MÉTODOS DE TRABALHO PRA CRIANÇAS AUTISTAS
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Data: 24/6/2007 comentário 65/143
Gostaria de obter informações, ilustrações dos materiais, estrutura, métodos aplicados, estratégias do ensino e atividades usados nas salas teacch. Sou professora do ensino especial no Japão, e muito interessado na área do autismo. Estou neste momento trabalhando com uma criança com autismo. Ficarei agradecida por qualquer contribuição meu dados:
Dalila Bepu
e-mail: dalila_bepu@msn.com
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Data: 27/6/2007 comentário 66/143
Data: 27/06/07 comentário 65/66

Gostaria de obter mais informações sobre este método e pessoas que possam dar palestras e ou cursos sobre a mitologia de Teacch em Tangará da Serra MT

e-mail apaetangará@terra.com.br
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Data: 11/7/2007 comentário 67/143
Sou professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre o método TEACCH: programação, materiais, organização do espaço, tempo...
Por favor, entrar em contacto pelo e-mail:
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Data: 11/7/2007 comentário 68/143
Sou professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre o método TEACCH: programação, materiais, organização do espaço, tempo...
Por favor, entrar em contacto pelo e-mail: fernanda.edesp@gmail.com
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Data: 11/7/2007 comentário 69/143
Sou professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre o método TEACCH: programação, materiais, organização do espaço, tempo...
Por favor, entrar em contacto pelo e-mail: fernanda.edesp@gmail.com
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Data: 11/7/2007 comentário 70/143

Olá. sou Terapeuta Ocupacional e estou aprofundando meus conhecimentos sobre o autismo para capacitar os professores da Instituição que trabalho - APAE de Irecê.
Gostaria de saber mais sobre o método teacch: materiais, livros, cursos na Bahia, enfim tudo.
Obrigada e abraços!!!!!
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Data: 17/7/2007 comentário 71/143


Olá, sou estudante de Arquitetura e Urbanismo, da UFMT (Cuiabá-MT), e vou fazer meu Trabalho Final de Graduação com o tema de um Centro de Convivência para Autista. Interessei-me por esse tema, pois aqui em Cuiabá não possui nenhum lugar de convivência para pessoas com esse problema. No entanto, não sei muito sobre o assunto. Estou buscando informações e gostaria de receber tudo o que poder me enviar. ale_saldanha@hotmail.com.br
Obrigada!
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Data: 23/7/2007 comentário 72/143

Olá, sou estudante de pedagogia da universidade Federal de Santa Maria e gostaria de fazer uma especialização relacionada ao autismo. Conheço um menino maravilhoso que me ensinou muitas coisas nesse tempo em que convivemos. Ele foi diagnosticado autista com quatro anos. Hoje ele tem nove anos e freqüenta uma escola regular de terceira série. Está enfrentando algumas dificuldades, mas também tem vencido grandes batalhas. Hoje ele anda de bike, como ele fala, olha nos meus olhos, beija espontaneamente o meu rosto, e muitas outras coisas que me fizeram ver o quanto ele é capaz e que não importa o diagnóstico que ele tem; o que importa é que ele é capaz de superar as nossas expectativas, e que ele está conseguindo nos surpreender! Digo aos pais que tem um filho com autismo que não deixem de acreditar no seu filho e que não deixem de enxergar a criança que convivem com eles, não deixem o diagnóstico se sobrepor a criança! Meu nome é Fernanda. Gostaria de receber qualquer tipo de informação relacionada a cursos de especialização; pois na minha cidade não tem.
email: fernandagulart@hotmail.com
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Data: 29/7/2007 comentário 73/143

Sou formada em pedagogia e estou lecionando em uma turma do 3º ano do ensino fundamental (2º série) e tenho uma aluna de 9 anos com autismo. Ela é de uma inteligência altíssima, mas é bem difícil lidar com uma criança com essa necessidade. Gostaria de receber mais informações sobre essa necessidade especial.
Meu nome é Cristiane, sou do RJ e meu email é anycrist@haotmail.com
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Data: 14/8/2007 comentário 74/143

Sou de Ribeirão Preto e meu nome é Mertes e meu neto e o Guilherme. Gostaria do metro teacch manda a resposta 0
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Data: 14/8/2007 comentário 75/143

Tenho um sobrinho que não se comunica direito, não se socializa e tem dificuldade de aprendizado. Ele tem oito anos e em exame nenhum acusa algo que pudesse ser tratado.
gostaria que me enviassem orientações sobre o método teacch para ver se posso ajudá-lo.

email: mylinmell@yahoo.com.br
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Data: 20/8/2007 comentário 76/143

Gostaria de saber mais sobre o
Método Teacch E QUAIS OS MATERIAS que se usa?E onde poso fazer curso que use este método? Moro na Cidade de NITEROI - RJ OBRIGADO CELIA wwwcelinha2007regina@hotmail
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Data: 30/8/2007 comentário 77/143

Sou professora do ensino fundamental. Formada em psicopedagoga, e faço pós-graduação em educação especial, gostaria que alguém me envia-se, exercícios envolvendo o método teach em sala de aula, pretendo trabalhar com uma criança Autista, na escola ao qual eu leciono,desde já, obrigada

meu i-mail: Suzanacapri@onda.com.br
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Data: 12/9/2007 comentário 78/143

Bom dia, sou psicóloga e trabalho numa escola especial. Se puder mandar um material sobre o método, agradeço!!!!
Meu e mail: krcp@terra.com.br
Valeu!
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Data: 14/9/2007 comentário 79/143

Meu nome é Joubert sou psicólogo e trabalho(junto com uma equipe fantástica)a 10 com pessoa com deficiência física/mental moderada e severa,grave e autismo,faço uso do método TEACCH,C.F.N.,ABA e C.A.,estou a disposição para trOca de idéias,sugestões e palestras sobre os temas da educação especial.IPATINGA.MG(31)96751881.jobimjobam@hotmail.com
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Data: 29/9/2007 comentário 80/143

meu nomee mirtes meu neto e o gui de5 anos so quer tomar mamadeira e comer frutas me ajuda por favor esta pessando 34 kilos altista nao fala
ribeirao preto 28 10 2007 pediatra manda respota
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Data: 2/10/2007 comentário 81/143

data 2/10/2007

Sou professora de Educação Especial.Gostaria de saber como funciona o método Teacch:programação, materiais,organização do espaço e tempo.Tudo o que me puderem fornecer de informação agradeço.Nunca trabalhei numa unidade Teacch e provávelmente irá acontecer em breve.Como a minha formação também é recente gostaria de reunir o máximo de informação para estar preparada. Obrigada.

anacantante@simplesnet.pt
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Data: 8/10/2007 comentário 82/143

Boa Tarde,

Prazer,

Meu nome é Paula Moreira, sou formada em Psicologia e gostaria de obter algumas informações:

- Gostaria de conhecer mais o Método TEACCH e saber quais materiais devem ser utilizados;
- Gostaria de conhecer quais métodos e que tipo de avaliações são utilizadas para autistas;
- Gostaria de material sobre Análise do Comportamento Aplicada;
- Gostaria de material sobre a Síndrome de Asperger; e
- Gostaria de obter ainda, informações sobre cursos ou especializações na área de Educação Especial e particularmente, sobre o autismo.

Aguardo as respostas,

Desde já agradeço quem puder contribuir!!!

Enviem os materiais para paula.f.moreira@bol.com.br

Atencisosamente,


***Paula Moreira***


08 de Outubro de 2007,
12:12pm
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Data: 9/10/2007 comentário 83/143

Sou educadora de Educação Especial.Trabalho com crianças autistas tentando utilizar uma metodologia TEACCH. Tenho muita dificuldade em conseguir materiais indicados para trabalhar com estas crianças.Tudo o que me puderem fornecer de informação agradeço. Obrigada.
Também sinto necessidade de fazer formação nesta area.Como trabalho em S. Miguel Açores nem sempre é fácil conseguir materiais bibliografia, etc. Agradeço desde já.
romena@portugalmail.pt
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Data: 7/11/2007 comentário 84/143

Oi, me chamo Ivo, gostaria de receber algum material sobre como se trabalhar com a criança autista em sala da aula, visto que estou me formando em pedagogia e ficaria muito grato. ivosaqua@yahoo.com.br
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Data: 7/12/2007 comentário 85/143

Sou mãe de uma criança com autismo e gostaria de receber informações e metódos de como lidar com ele
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Data: 7/12/2007 comentário 86/143

Sou mãe de uma criança com autismo e gostaria de receber informações e metódos de como lidar com ele ficarei grata :sousavn@bol.com.br
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Data: 17/12/2007 comentário 87/143

Entre no site www.cenaddf.com.br e vejam cursos para saber como lidar com crianças especias.
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Data: 17/12/2007 comentário 88/143

Deixo aqui a minha perigrinação do ínicio até o fim da confirmação de Transtorno Invasivo do Comportamento (autismo leve)em meu filho q aos 2 anos regrediu a fala e deixou de atender pelo nome e a alguns comandos, hoje ele está com 2 anos e oito meses, ele é Lindo e muito inteligente. No início não tive muita informação tive q me virar sozinha para encontrar os profissionais em Brasília, cidade onde moro. O q os pais devem fazer primeiramente é procurar um psiquiatra infantil especializado em autismo, não serve qualquer um, depois um neuropediatra q entenda de autismo, um geneticista, um psicologo q entenda de autismo para as terapias e depois seguir as orientações para os demais terapeuta pois cada caso é um caso, cada criança desenvolve de um geito então, o q serve para um pode não servir para outro. Hoje estamso mais felizes pq aceitamos o problema de nosso filho e procuramos correr atrás de tudo q é bom para ele, para q ele possa desenvolver o mais perto possível da normalidade. Em Brasília temos excelente estimulação precoce na rede pública de ensino que deve ser feito de 0 a 3 anso e 11 meses depois dessa idade aí fica dificil vai ter q pagar mesmo o profissional particular e temos também bom tratamento no COMPP, tudo de graça, pq os tratamentos partilurares são muito caros. Caso alguém queira mais informações é só me mandar um email q responderei tudo q for possível para ajudar. cristianeaguiar1973@gmail.com
Um abraço a todos. Fiquem com Deus e não percam nunca a esperança.
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Data: 27/1/2008 comentário 89/143

Sou mãe de uma linda garotinha que foi diagnosticada TID aos 3 anos. Hj ela tem 4 anos e faz tratamento interdisciplinar (psicoterapia, T.O. e fonoterapia). Não estou muito satisfeita com a profissional da psicoterapia pois, apesar da boa vontade, ela não sabe muito sobre crianças com esse transtorno específico. Gostaria que alguém me indicasse um psicólogo especializado em crianças com autismo, aqui em Salvador ou em Lauro de Freitas/BA. Tb um psiquiatra infantil, especializado em autismo. Ficaria muita grata. Meu e-mail pra contato é lujumeireles@gmail.com
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Data: 6/2/2008 comentário 90/143

Oi, sou professora formada na área da educação especial e gostaria de receber materiais sobre o autismo acredito que vou precisar e muito,pois vou trabalhar neste ano de 2008 com quatro crianças autistas, email: pedagogiasil@yahoo.com.br
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Data: 16/2/2008 comentário 91/143

Sou pedagoga, esse ano recebi uma criança autista na sala de aula, e estou aqui buscando entender melhor, como posso ajuda-lo. O site ajudou-me muito. Não tenho formação especifica em educação especial,mais sou a favor da inclusão, estou procurando familiarizar-me. Obrigada pelo espaço.
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Data: 21/2/2008 comentário 92/143

Oi!sou aluna de pedagogia da UNIBAHIA e farei minha monografia sobre a inclusãodos autistas na rede regular de ensino.por favor se vcs puderem me ajudar com algum material ficarei muito grata meu e-mail deyrocha@hotmail.com
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Data: 23/2/2008 comentário 93/143

Estou iniciando trabalho com autistas. gostaria de saber sobre o método teacch- ,sobre atividadesp/ o autista, que material pedagógico usar, obrigada. meu e-mail
angelodeleon@ig.com.br
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Data: 9/3/2008 comentário 94/143

Gostaria muito de ir à Carolina do Norte para fazer o treinamento do teach. Alguem aqui sabe me dizer como funciona, se já foi.
Obrigada
Zilda
zildafreire@ig.com.br
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Data: 9/3/2008 comentário 95/143

Resposta ao comentário 94

A psicóloga Maria Elisa Tulimosh, que trabalha na APAE em Pirassununga/SP fez sua pos-graduação em TEACCH, na Carolina do Norte.
Outra que Também, treinou na Carolina do Norte,foi a pedagoga Viviane de Leon, do Centro TEACCH Novo Horizonte, Porto Alegre -RS tel:51- 3336 8238.

O Treinamento TEACCH pode ser feito na AMA-SP,e acontecem 2 vezes por semana.

Uma alternativa boa ao TEACCH é a abordagem ABA.

Eduardo HCS
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Data: 9/3/2008 comentário 96/143

oi! gostaria de saber se existe escola da rede publicapara autista em cuiba - MT.
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Data: 17/3/2008 comentário 97/143

trabalho em uma instituição e gostaria de saber mais sobre o metodo teacch, e também material pedagogico e atividades relacionadas a sala de autismo
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Data: 17/3/2008 comentário 98/143

Meu e-mail vaness-lima@hotmail.com
obrigado
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Data: 17/3/2008 comentário 99/143


trabalho em uma escola especial e preciso saber tudo sobre o teacch, material atividades pedagogicas como funciona o metodo tudo por favor me ajudem. Meu e-mail:vaness-lima@hotmail.com
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Data: 22/3/2008 comentário 100/143

Gostaria de saber quais os locais que estão disponiveis o curso de TEACCH e se alguem possui material, por favor me envie.
e-mail: fernanda_car2004@yahoo.com.br
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Data: 22/3/2008 comentário 101/143

Resposta comentário 100

AMA-SP www.ama.org.br
APAE Pirassununga
APAE Pará de Minas

Eduardo HCS
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Data: 30/3/2008 comentário 102/143

olá, sou professora e estou iniciando meu trabalho com o autismo. Gostaria de receber informações de como trabalhar as atividades pedagógicas. Meus alunos tem entre 9 e 16 anos de idade. Qualquer informação irá me ajudar muito. Obrigada!

e-mail: natiele_miranda@hotmail.com
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Data: 3/4/2008 comentário 103/143

Sou Professora de Educação especial em Portugal e trabalho com alunos autistas segundo a metodologia Teacch.
Gostaria de ter informações sobre o ABA.

Agradeço desde já a atençao e se for possivel informações em como utilizar o ABA.

Email: kyya1@sapo.pt
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Data: 6/4/2008 comentário 104/143

Sou mãe de um menino de 3 anos com algumas caracteristicas do autismo....vamos nos mudar para Portugal e eu queria saber se lá tem o metodo Aba...como posso saber quais os seviços prestados ao autista em Portugal?
Desde já agradeço meu email é julauar@hotmail.com Julia
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Data: 19/4/2008 comentário 105/143

Boa Dia,

Prazer,

Meu nome é Paula Moreira, sou formada em Psicologia e gostaria de obter algumas informações:

- Gostaria de conhecer mais o Método TEACCH e saber quais materiais devem ser utilizados;
- Gostaria de conhecer quais métodos e que tipo de avaliações são utilizadas para autistas;
- Gostaria de material sobre Análise do Comportamento Aplicada;
- Gostaria de material sobre a Síndrome de Asperger; e
- Gostaria de obter ainda, informações sobre cursos ou especializações na área de Educação Especial e particularmente, sobre o autismo.

Aguardo as respostas,

Desde já agradeço quem puder contribuir!!!mand qlq informação p/ meu email:rstanyllea@hotmail.com
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Data: 23/5/2008 comentário 106/143

Meu filho tem 04 anos e foi diagnosticado Transtorno Invasivo do Desenvolvimento - Espectro Autista. Não sei direito o que fazer, na rede de saúde pública é muito difícil conseguir tratamento, sou do RS. Se puderem me ajudar agradeço.
Atenciosamente,
Jociane
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Data: 26/5/2008 comentário 107/143

Estou iniciando um trabalho com uma classe de educação terapêutica-autismo em Canoas RS, gostaria de "muitas" informações sobre o metodo TEACCH, assim como sugestões de materiais que devo ter numa sala de aula para autitas. Tenho curso de capacitação , mas me faltam materiais para trabalhar na prática.
Claudia S. da Silva
clauvibrun@yahoo.com.br
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Data: 31/5/2008 comentário 108/143

Boa noite,

Tenho uma filha portadora de uma síndrome genética que determina entre suas características alguns comportamentos similares aos comportamentos descritos no autismo.
Possui atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.
Gostaria de saber se o método TEACCH pode ser utilizado para qualquer crinça portadora de necessidades especiais, particularmente, como método auxiliar em desenvolvimento cognitivo. Caso positivo, é possível remeter por e-mail apostilas, informações elucidativas, etc?

Aguardo resposta: e-mail: crtlm@ig.com.br

Desde já agradeço

Rosana
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Data: 1/6/2008 comentário 109/143

tenho uma filha hoje com 4 anos, desde dos 5 meses foi diagnosticado Sídrome de west, e as crises convulsivas foram controlodas com sucesso, desde este período ela é acompanada por profissionais fono,t.o, psicóloga, fisio,neuro. Porém ela apresenta comportamentos autistícos, no qual psiquiatra acredita ter sido sequela das crises e me indicou tratamento - ABA, moro em Recife-PE e gostaria de saber mais sobre tratamento, se tem alguém que realize, que seja viável para proprocionar a minha filha uma vida mais normal possível.

aguado contato: daniela.maia@hotmail.com
Data: 15/6/2008 comentário 110/143

gOSTARIA DE SABER SE É UM MÉTODO OU O QUE é?
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Data: 15/6/2008 comentário 111/143

gOSTARIA DE SABER SE É UM MÉTODO OU O QUE é? se PODE SER TRABALHO NA sÍNDROME DE aPERGER? XXANDACOELHO@HOTMAIL.COM
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Data: 17/6/2008 comentário 112/143

sou professora na apae de pimenta mg, tenho uma aluna autista,fiz o curso de capacitação teacch e pecs,
gostaria de "muitas" informações sobre o metodo TEACCH, assim como sugestões de materiais que devo ter numa sala de aula para autitas. obrigada.

Aguardo resposta: e-mail. edineiaberal@hotmail.com
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Data: 22/7/2008 comentário 113/143

Oi, lido com uma criança portadora de AUTISMO. Se alguém tiver material sobre o método ABA e TEACCH, por favor, enviem pra mim. Também se souberem de cursos destes métodos aqui no RJ. Obrigada. Meu e-mail: vaniamatmac@oi.com.br.
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Data: 30/7/2008 comentário 114/143

Olá, meu nome é Kelly, tenho um filho com autismo e gostaria de saber como conseguir material e treinamento sobre o método ABA.Moro no Espírito Santo. Meu e-mail: kelinhavwt@yahoo.com
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Data: 30/8/2008 comentário 115/143

OLÁ, JÁ FAZEM 2 ANOS QUE ESTOU TRABALHANDO COM UMA CRIANÇA AUTISTA, ELE TEM 9 ANOS E ESTA NA 1ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL. EU NÃO SEI BEM COMO TRABALHAR O PEDAGÓGICO, E COMO ELE É O ÚNICO CASO NO MUNÍCIPIO, NINGUÉM ME DA SUPORTE. GOSTARIA DE RECEBER ALGUMAS DICAS E SE POSSÍVEL ATIVIDADES PARA TRABALHAR COM ELE. GLORIETEFRAGOSO@ITELEFONICA.COM.BR
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Data: 28/9/2008 comentário 116/143

Olá,dou aula na A.P.A.E.de Penápolis à 4 anos e este ano estou com uma classe de autistas.Fiquei sabendo que em outubro vai ter um curso sobre o Método Teacch em São Paulo e gostaria que me enviassem os dias,local e tudo sobre este curso.Meu email gugluciene@hotmail.com
Desde já agradeço.Um abraço.Luciene.
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Data: 24/10/2008 comentário 117/143

olá, sou professora na apae do capao do leao/RS gostaria de trocar informaçoes sobre atividades para alfabetização no método teacch, meu e-mail é tatiana_pel@yahoo.com.br. aguardo com ansiedade contato obrigada
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Data: 15/11/2008 comentário 118/143

OLÁ, MEU NOME É ELISABETH SOU FONOAUDIÓLOGA E CHEGUEI A POUCO TEMPO EM MANAUS ESTOU COMEÇANDO A ATENDER, COMO VOLUNTARIA, UM GRUPO DE AUTISTAS .FIQUEI INTERESSADA PARA APRENDER MAIS SOBRE O MÉTODO TEACCH., MEU E-MAIL É:elisabethfono@gmail.com
AGUARDO RESPOSTAS. MUITO OBRIGADO .
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Data: 14/5/2009 comentário 119/143

Sou professora de educação física, trabalho com o método teacch, porém gostaria de saber mais a respeito das avaliações para circuito continuo, meu email é michele.piquina@hotmail.com
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Data: 9/6/2009 comentário 120/143

Ouvi dizer que descobriram que as crianças autistas tem muita dor de cabeça, por isso das crises de irritação. Gostaria de saber mais informações a respeito, se alguém puder me informar, eu agradeço muito.
janezulian@hotmail.com
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Data: 18/7/2009 comentário 121/143






NECESSITO COM URGÊNCIA SABER O E-MAIL DA UNIVERSIDADE DE PSICOLOGIA DA CAROLINA DO NORTE

EU JÁ TRABALHO COM O METODO TEACCH NA APAE DE TEOFILO OTNI - MG, MEU E-MAIL E:JOSELENACOLEN@HOTMAIL.COM
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Data: 9/10/2009 comentário 122/143

Oi, meu filho de 07 anos foi diagnosticado como portador de TEA - Transtorno Expectro Autista e gostaria de informações sobre os métodos de ensino ou como posso ajudá-lo a melhorar a sua atenção e aprendizado, moro em Vitoria - ES e por aqui ainda não possui especialistas nesta área, ou se existir ainda não encontrei. Por favor me enviem todas as informações possíveis sobre o método ABA e TEACCH.

cynara.dutra@hotmail.com
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Data: 15/1/2010 comentário 123/143

Olá estou fazendo o meu TG sobre como trabalhar com um autista em uma sala de aula regular,gostaria que mandasse algumas idéias, meu email é tatianagoedert@hotmail.com
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Data: 4/2/2010 comentário 124/143

Trabalho com alunos autista e também com deficiencia mental devera, são alunos entre 14 e 28 anos, preciso de orientação para montar a sala e organizar a agenda diária, tambem preciso saber o que ensinar e como? Anael email.:anaelfilgueiras@hotmail.com
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Data: 4/2/2010 comentário 125/143

Resposta ao comentário 124


Anael,

Segue abaixo link para o Treinamento TEACCH em Pirassununga / SP, a se realizar.

http://www.cedapbrasil.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=210&keywords=treina


Eduardo HCS
www.autismo-br.com.br
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Data: 11/2/2010 comentário 126/143

Sou Denize, trabalho em uma escola e gostaria de saber algumas infomações (estratégias de trabalho em sala de aula com alunos autistas).
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Data: 11/2/2010 comentário 127/143

Olá, gostaria de saber tudo sobre autismo e atividades para trabalhar em sala (o que ensinar e como ensinar?).
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Data: 11/2/2010 comentário 128/143

GOSTARIA DE RECEBER INFORMAÇÕES SOBRE AUTISMO, O QUE E COMO TRABALHAR EM SALA DE AULA? valdenizecc@uol.com.br
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Data: 18/2/2010 comentário 129/143

Olá, Eduardo
Moro em Belo Horizonte e gostaria de ter indicações de profissionais que utilizam o ABA. Tenho um filho de 4,8 anos diagnosticado com distúrbio de linguagem expressiva há um ano, mas que apresenta muitos traços do espectro- inclusive inibição intelectual- apesar de ser muitíssimo esperto(rsrsrs). Temos feito intervenções com fono, T.O., programa Son-Rise, tenho estudado o TEACCH pelos DV'S do Universo Autista (sou psicóloga)... mas precisamos aproveitar melhor esse momento de maior plasticidade neuronal.
Um abraço,

Fátima Mota
mfatimak@bol.com.br
(031)8860-7118
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Data: 1/3/2010 comentário 130/143

Gostaria de receber informações sobre autismo e o trabalho com TEACCH.Trabalho na educação especial.Meu e-mail e rosewerner@hotmail.com.Aguardo retorno
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Data: 2/3/2010 comentário 131/143



Gostaria de saber onde tem o metodo TEACH, curso para realizar,locais , valores e quanto tempo.


Sem mais


Agradeço

Maria R. Mattos
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Data: 2/3/2010 comentário 132/143

DISCUTINDO O AUTISMO DE ALTO FUNCIONAMENTO E A SÍNDROME DE ASPERGER : entendendo as duas condições
Curso de extensão para pais e profissionais
Na era da inclusão, muito se tem falado no Autismo de alto funcionamento (HFA) e na Síndrome de Asperger (AS) no ensino comum. No entanto, pouco se publica ou se fala sobre as duas condições como categorias separadas. Os dois termos ainda podem ser encontrados como sinônimos de uma única desordem do desenvolvimento. O presente curso tem o objetivo de discutir as diferenças entre os quadros, apresentando uma clara definição, caracterização, diretrizes para diagnóstico e prognóstico.
Data: 28 de maio de 2010 das 8:00 as 17:00h com intervalo para o almoço
Valor: 100 reais (valor único)
Local: Anfiteatro da Prefeitura Municipal de Pirassununga, SP
Palestrante: Hebert Bruno Nascimento Campos. Biólogo e professor universitário da Universidade Estadual Vale do Acaraú/Paraíba. Pesquisador autodidata na área da Síndrome de Asperger. Ministra palestras e oficinas sobre Síndrome de Asperger, superdotação e altas habilidades.
Moderadora: Maria Elisa Granchi Fonseca. Psicóloga, Mestre em Educação Especial pela UFSCAR, Pós Graduação em Didática do Ensino Superior e Arteterapia, Formação no Programa TEACCH pela University of North Carolina at Charlotte-USA, Coordenadora do CEDAP-APAE Pirassununga/SP, Professora Universitária
Programa:
●Caracterização do autismo de alto funcionamento x Síndrome de Asperger
●Diagnóstico diferencial: ser semelhante não é ser igual
●Diferenciando as duas condições
●Discussão de casos
Como se inscrever:
INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 20 DE MAIO DE 2010
Será oferecido certificado de 8 horas para os participantes

Preencher a ficha de inscrição com seus dados e enviar via fax ou e-mail com o comprovante de pagamento para:
(19) 3565-5599 ou
info@cedapbrasil.com.br
Somente serão aceitas inscrições feitas em pagamento á vista diretamente no CEDAP ou via depósito bancário até o dia 20/05/10
BANCO DO BRASIL
Agencia 0163-5
Conta : 11457-x
CNPJ 54851977/0001-41
A inscrição somente será confirmada mediante o pagamento e envio do comprovante.
Não faremos reserva de vagas!
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome:________________________________________________________________fone:_______________
Endereço:______________________________________________________email:______________________
Qual a sua relação com o tema? ( ) pai ( ) profissional ( ) outro____________________________________
Forma de pagamento: ( ) depósito bancário ( ) diretamente no CEDAP data:___/___/___
Já participou de algum evento do CEDAP? ( ) sim ( ) não
Curso Discutindo o Autismo de Alto Funcionamento e a Síndrome de Asperger – 28 de maio de 2010
Venha conhecer um pouco mais sobre o
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Data: 2/3/2010 comentário 133/143

O CEDAP estará promovendo em Pirassununga-SP nos dias 23 e 24 de setembro de 2010 mais uma edição do TREINA - TREINAMENTO NA ÁREA DO AUTISMO.
O TREINA já acontece há 14 anos e a cada edição mais partipantes chegam na cidade em busca de atualizações na área das desordens do desenvolvimento e autismo. Para este ano, o Núcleo de Cursos e Treinamentos prepara uma discussão acerca das condições de desenvolvimento e formas de atuação com base no processamento sensorial, comunicação suplementar-alternativa e orientações para a inclusão. Serão apresentações orais durante o dia e dois workshops para interessados no periodo da noite (em planejamento)
Os nomes dos palestrantes convidados serão divulgados em breve, assim como a programação, local, valores e instruções para as inscrições.
No entanto, a equipe do CEDAP alerta: a cidade de Pirassununga não conta com uma grande rede hoteleira e portanto, sugere que os interessados já comecem a se mobilizar na busca de hospedagens nos dias já definidos. Na última edição, vários interessados não puderam participar pois os hotéis já estavam com a lotação máxima.

Na intenção de facilitar para vocês, seguem os dados dos hotéis da cidade:

Hotel e Pousada Rosim
Rua Germano Dix, 4971 Jd. Carlos Gomes
(19) 3561 - 3910


Hotel Colúmbia Palace
Rua 13 de Maio, 1587 Centro
(19) 3561 - 2613

Hotel Municipal
Rua Siqueira Campos, 1546 Centro
(19) 3561 - 1786

Hotel Messina
Av. Painguas, 795 Centro
(19) 3561 - 2318

Lembramos que todas as informações estarão disponíveis no site www.cedapbrasil.com.br a partir do dia 15 de março de 2010!
Outras informações, pelo telefone (19) 3565-5599

VII TREINA - edição 2010
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Data: 20/3/2010 comentário 134/143

ESTOU FAZENDO UM TRABALHO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, SOBRE AUTISMO E GOSTARIA DE TER ACESSO AO MATERIAL DIDATICO PARA TRABALHAR COM AUTISTAS
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Data: 22/4/2010 comentário 135/143

Trabalho com autistas há 8 anos dentro da metodologia TEACCH, e atualmente como professora de SAEDE, serviço de atendimento educacional especializado, em TGD.adrianahmendes@hotmail.com.Dúvidas e esclareciments entrar em contato. A driana Mendes.
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Data: 10/5/2010 comentário 136/143

OI, meu nome é Marlene. Gostaria de receber informãções sobre autismo, tais como: MÉTODO TEACCH, CONFECÇÃO DE MATERIAS PARA SALA DE AULA...OBRIGADA.marleneasilbarros@hotmail.com
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Data: 27/6/2010 comentário 137/143

oi sou professora da APAE EM SANTA CATARINA , VOU COMEÇAR A TRABALHAR COM ALUNOS AUTISTA,(EDUCAÇAO INFANTIL) GOSTARIA RECEBER SE POSSIVEL MATERIAIS QUE ME AJUDEM A TRABALHAR O METODO TEACCH.
NAO TENHO EXPERIENCIA NEM SEI Q TIPO DE MATERIAL USAR.
SE PODER ME AJUDAR, MEU E-MAIL É JANEBM34@HOTMAIL.COM.
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Data: 8/7/2010 comentário 138/143

“Para entrar no mundo do Autista é preciso dar, amar, dar e amar, sem esperar nada em troca”. (Rodrigues, 2008)

O AUTISTA vive no seu mundo enigmático, muito próprio. O “mundo” do autista superioriza-se em vários aspectos, nele não existe crueldade, rivalidade, egocentrismo, embuste. É um ser inteligente, puro, meigo, tem uma forma muito peculiar de viver e compreender o mundo. Apesar do indivíduo autista ser considerado, uma “muralha” fechada, onde ninguém entra, ou só entra quem ele quere, na realidade, só entra quem lhe dê provas de grande afecto, apoio e disponibilidade. (Rodrigues, 2008).

Rodrigues (2008) são crianças/adolescentes/adultos, iguais aos seus parceiros, embora com personalidade e comportamentos diferentes, mas com a mesma igualdade de direitos e oportunidades e com as suas realizações de independência na sociedade. Não devem ser sufocados com cuidados, ou serem constrangidos à super protecção. São portadores de dignidade e merecedores de respeito. Assim, a sua integração na escola e na sociedade, requer a promoção das qualidades próprias de uma pessoa, sem estigma e sem segregação. Eles participam nas mesmas coisas que as outras crianças, adolescentes ou adultos, a quem chamamos de normais. Gostam dos seus pais, familiares, e pessoas mais próximas, de brincar, de se divertir e revelam satisfação quando fazem as coisas bem, são amigos do seu educador/professor quando estes os ensinam e lhe dedicam, afecto, apoio, um olhar terno e um sorriso aberto, é através destes pequenos e grandes gestos que eles sabem distinguir quem gosta deles de verdade. Estas foram as muitas lições, aprendidas no dia-a-dia, de uma forma gratuita e com muito carinho, ao lidar e ensinar crianças com autismo, ao longo de largos anos. Para entrar no mundo do Autita é preciso amar, dar, dar e amar sem esperar nada em troca.
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Data: 8/7/2010 comentário 139/143

“Para entrar no mundo do Autista é preciso dar, amar, dar e amar, sem esperar nada em troca”. (Rodrigues, 2008)

O AUTISTA vive no seu mundo enigmático, muito próprio. O “mundo” do autista superioriza-se em vários aspectos, nele não existe crueldade, rivalidade, egocentrismo, embuste. É um ser inteligente, puro, meigo, tem uma forma muito peculiar de viver e compreender o mundo. Apesar do indivíduo autista ser considerado, uma “muralha” fechada, onde ninguém entra, ou só entra quem ele quere, na realidade, só entra quem lhe dê provas de grande afecto, apoio e disponibilidade. (Rodrigues, 2008).

Rodrigues (2008) são crianças/adolescentes/adultos, iguais aos seus parceiros, embora com personalidade e comportamentos diferentes, mas com a mesma igualdade de direitos e oportunidades e com as suas realizações de independência na sociedade. Não devem ser sufocados com cuidados, ou serem constrangidos à super protecção. São portadores de dignidade e merecedores de respeito. Assim, a sua integração na escola e na sociedade, requer a promoção das qualidades próprias de uma pessoa, sem estigma e sem segregação. Eles participam nas mesmas coisas que as outras crianças, adolescentes ou adultos, a quem chamamos de normais. Gostam dos seus pais, familiares, e pessoas mais próximas, de brincar, de se divertir e revelam satisfação quando fazem as coisas bem, são amigos do seu educador/professor quando estes os ensinam e lhe dedicam, afecto, apoio, um olhar terno e um sorriso aberto, é através destes pequenos e grandes gestos que eles sabem distinguir quem gosta deles de verdade. Estas foram as muitas lições, aprendidas no dia-a-dia, de uma forma gratuita e com muito carinho, ao lidar e ensinar crianças com autismo, ao longo de largos anos. (Experiência profissional, cinco anos de investigação e doutorada na área do autismo)
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Data: 27/7/2010 comentário 140/143

Estou fazendo uma pesquisa cientifica, a nível de pós-grad. e gostaria de saber qual é a população de pessoas autistas atualmente no Brasil.

muito grata,

Ivoente (ivinha_1705@hotmail.com)
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Data: 31/7/2010 comentário 141/143

OLA, MEU NOME É CAMILA, SOU PROFESSORA DA APAE DE TOCANTINS MG, E FIZ O CURSO DE AUTISMO EM BH NO MES DE NOVEMBRO DE 2008 COM MARIA ELIZA. APLICO O METODO TEECH COM MINHA ALUNA AUTISTA DE 7 ANOS. OBTIVEMOS UM RESULTADO ESTRAORDINARIO. GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇOES SOBRE ATUALIZAÇOES DO METODO, E FALAR QUE FUNCIONA. ABRAÇOS A MARIA EIZA VIRA EM UBA MG DOS DIAS 24 E 25 DE AGOSTO NA APAE PARA FALAR DO METODO. ESTAREI LA ABRAÇOS.
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Data: 31/7/2010 comentário 142/143

OLA, MEU NOME É CAMILA, SOU PROFESSORA DA APAE DE TOCANTINS MG, E FIZ O CURSO DE AUTISMO EM BH NO MES DE NOVEMBRO DE 2008 COM MARIA ELIZA. APLICO O METODO TEEACH COM MINHA ALUNA AUTISTA DE 7 ANOS. OBTIVEMOS UM RESULTADO ESTRAORDINARIO. GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇOES SOBRE ATUALIZAÇOES DO METODO, E FALAR QUE FUNCIONA. ABRAÇOS A MARIA EIZA VIRA EM UBA MG DOS DIAS 24 E 25 DE AGOSTO NA APAE PARA FALAR DO METODO. ESTAREI LA ABRAÇOS.
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Data: 31/7/2010 comentário 143/143

OLA, MEU NOME É CAMILA, SOU PROFESSORA DA APAE DE TOCANTINS MG, E FIZ O CURSO DE AUTISMO EM BH NO MES DE NOVEMBRO DE 2008 COM MARIA ELIZA. APLICO O METODO TEEACH COM MINHA ALUNA AUTISTA DE 7 ANOS. OBTIVEMOS UM RESULTADO ESTRAORDINARIO. GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇOES SOBRE ATUALIZAÇOES DO METODO, E FALAR QUE FUNCIONA. ABRAÇOS A MARIA EIZA VIRA EM UBA MG DOS DIAS 24 E 25 DE AGOSTO NA APAE PARA FALAR DO METODO. ESTAREI LA ABRAÇOS.MEU EMAIL E CAMILARCV@YAHOO.COM.BR MEU CONTATO DE TRABALHO 03235741816. APAE TOCANTINS MG.
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Para validação, copie a palavra AUTISMO, exatamente como está escrita, no campo a seguir:

am saber mais sobre o TEACCH. Além disto, este espaço poderá nos ajudar a trocar experiências, materiais e vivências com outras pessoas que também usam este método. Valeu! Maria Elisa Tulimoschi cedap.pirassununga@itelefonica.com.br Fone: (19) 3562-1616
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Data: 2/5/2005 comentário 2/143

Gostaria de obter informações se posivel ilustrações dos materiais usados nas salas teacch.Sou professora do ensino especial em Portugal e muito interesada na área do autismo. Etou neste momento a elaborar um trabalho de investigação sobre o método tacch e o ensino estruturado.Obrigada
migugamboa@gmail.com
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Data: 5/6/2005 comentário 3/143

o programa teacch e so para autista
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Data: 14/7/2005 comentário 4/143

A partir de que idade a criança pode ficar agressiva?criança
portadora da síndrome de autismo
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Data: 22/7/2005 comentário 5/143

Agressividade

Agressividade em qualquer pessoa, sempre tem um motivo, ou real.
Nas pessoas com autismo, não é diferente. Se voce está com dor de cabeça e alguém está lhe incomodando, voce diz a ela para parar, diz menos, diz estou com dor de cabeça depois conversamos, voce vai dando indícios claros de que o momento não é o apropriado. Se a pessoa não se toca, chega um momento, que voce explode com uma resposta agressiva. Não é assim?
Agora imagine, alguém, uma pessoa com autismo, que não consegue se comunicar de forma funcional, ou de forma nenhuma, sendo importunado por uma pessoa que não consegue entender o que se quer comunicar, ou que ignora o que se quer comunicar pelas formas disponiveis, ou que não respeita os "vários sinais de pare". Chega num momento, que o jeito, é apelar para a agressividade, que por certo interromperá todo esse processo. Voce não concorda ?
Imagine uma situação pior... Uma dor de dente, o autista não consegue dizer de forma alguma que está com dor de dente. Tenho notícias de um garoto que quebrou a casa toda. Foi internado, dopado, etc... por 2 anos. Um belo dia, um profissional comum, não dentista, disse: Esse garoto está com dor de dente. Levaram-no ao dentista, estava com problema de canal. Tratou e voltou a ser o garoto dócil, que era antes.
Principalmente, quando falamos de pessoas com autismo, tudo tem um motivo, e lógico. Ilógicos são os que se dizem normais.

Normalmente os problemas de agressividade, são decorrentes da falta de comunicação. Que fique claro, não estou dizendo falta de fala, e sim falta de comunicação.
Assim a abordagem prioritária é providenciar formas de estabelecer um mínimo de comunicação, mesmo que a fala não seja possível, existem formas alternativas.

Nunca devemos cometer o erro de enxergar o autismo da pessoa e não a pessoa. Podemos cometer erros graves !

Eduardo HCS
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Data: 21/9/2005 comentário 6/143

Gostaria de obter informações e ilustrações dos materiais usados nas salas teacch. Sou professor do ensino especial em Rio do Sul - SC, e muito interesado na área do autismo. Estou neste momento elaborando um trabalho de pesquisa sobre o método teacch e o ensino estruturado. Ficarei agradecido por qualquer contribuição meu dados:
Antonio José Lourenço dos Santos, trabalho em uma escola de ensino especial com uma turma de autista.
Estamos pretendendo no ano de 2006 implantar uma sala TEACCH em nossa escola.
Meu emais é: antoniolourenco@brturbo.com.br
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Data: 21/9/2005 comentário 7/143

Gostaria de saber o k é o Teacch?
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Data: 25/9/2005 comentário 8/143

Eu também gostaria de saber o k é o Teacch?
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Data: 17/10/2005 comentário 9/143

gostaria de um modelo de avaliação para autista,moro em aracaju e trabalho com autismo
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Data: 28/10/2005 comentário 10/143

Estou concluindo o curso de pedagogia,e minha monografia é sobre a educação de autista na rede municipal e escolas particulares, mas estou encontrando dificuldades para obter esses dados.
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Data: 28/10/2005 comentário 11/143

Estou fazendo pesquiza para conclusão do curso de pedagogia, e minha monografia e sobre a educação do autista na rede púbica e particular,mas estou encontrando dificuldades em obter dados como: Qual o número de autitas que estão frequentando às escolas fora das APAEs na região de São Carlos e Ribeirão Preto.
Se alguén tiver essas informções envie para que possa concluir minha pesquisa.
e.mail: mariasouza@linkway.com.br
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Data: 29/11/2005 comentário 12/143

Ola, meu nome e Fabiana Shelton tenho um sobrinho autista e hiper-ativo gostaria de saber como essa tecnica "teacch"
pode ajudalo.


Aguardo retorno

( Endereco do meu e-mail: biamachado@globo.com )

Grata Fabiana Shelton
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Data: 29/12/2005 comentário 13/143

gostaria saber tudo a cerca das salas teacch:

estrutura, métodos aplicados, estratégias/actividades...

O que se está a investigar a cerca das salas teacch em portugal
e mesmo no mundo? O que significam as salas teacch para as nossas crianças autistas? Se todas as crianças autistas devem ou não passar pelas salas teacch? Qual a facha etária da criança para melhor poder desenvolver as suas capacidades dentro da sala teacch?

A enviar para: rodrigues.angelica@sapo.pt
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Data: 13/3/2006 comentário 14/143

Temos uma escola somente para individuos com sindrome do autismo e/ou transtorno invasivo do desenvolvimento no municipio de Criciúma SC e trabalhamos com o metodo teacch. Interessados em em trocar ideias e saber sobre o metodo entrar em contato pelo imail:amarecsc@hotmail.com ou pelo fone/fax:(48)3462-9804.

cordialmente, Alexandre
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Data: 13/3/2006 comentário 15/143

Sou professora da escola especial Arco-Iris,e encontro muitas dificuldades para trabalhar com os autistas paralizados cerebrais,principalmente no controle de esfincteres. Um abraço Elza.
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Data: 9/5/2006 comentário 16/143

gostaria de saber o que começo a trabalhar com uma criança autista pois acabo de receber uma e não sei nada sobre o assunto . gostaria de saber de salas na minha zona de trabalho Aveiro.que tipos de trabalhos deverei fazer ?
maria.felisbela@gmail.com
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Data: 5/6/2006 comentário 17/143

Gostaria de conhecer o método teacch e saber como ele é aplicado?Que material posso utilizar e como trabalhar com os autistas?Meu e-mail é aissac22@yahoo.com.br
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Data: 9/6/2006 comentário 18/143

Gostaria de conhecer o método tecch e saber como ele é aplicado? Meu filho é autista , está numa escola que não é especial, mas fiquei infeliz quando a professora disse-me que não estava acontecendo nada com ele. Ela não sabe como chegar até ele que está na primeira série e já trabalhando probleminhas que não consegue passar para o papel.
Não quero deixar meu filho sem atendimento porque não o conheço. Por favor, ajudem-me.
meu e-mail:mmota_4@yahoo.com.br
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Data: 4/7/2006 comentário 19/143

SOU ESTUDANTE DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (UFSC) E ESTOU DESENVOLVENDO UMA PESQUISA PARA MINHA MONOGRAFIA SOBRE O METODO TEACCH PARA AUTISTAS , GOSTARIA DE OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ASSUNTO , QULAQUER MATERIAL È DE GRANDE VALOR , SE ALGUEM TIVER ALGO SOBRE O TEACCH E QUISER ME ENVIAR MEU E-MAIL É jugarp@hotmail.com OU sakura_grb@yahoo.com.br.

desde j´agradeço!!!

juliana
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Data: 19/7/2006 comentário 20/143

Olá sou psicologa e trabalho no CAPSI e gostaria de maiores informações sobre o Teacch. Quanto mais melhor. Quem puder me mandar algo agradeço.
alexandrealbertos@yahoo.com.br
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Data: 24/7/2006 comentário 21/143

Chamo-me Carla e estou a trabalhar no ensino especial(estive colocada numa sala teacch que entrou em funcionamento este ano lectivo). De momento encontro-me a frequentar uma pós-graduação em educação especial e tenciono realizar o meu trabalho final sobre autismo e sala teacch. Gostaria, se possível, que me enviassem informações sobre autismo e salas teacch. O meu e-mail é carlamar3@sapo.pt
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Data: 8/8/2006 comentário 22/143

Gostaria de saber em quais locais poderia fazer um curso sobre o TEACCH e quais os materiais poderei utilizar neste programa em sala de aula. Antecipo agradecimentos. E-mail: mariceliapalhares@yahoo.com.br
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Data: 8/8/2006 comentário 23/143

Gostaria de saber em quais locais poderia fazer um curso sobre o TEACCH e quais os materiais poderei utilizar neste programa em sala de aula. Antecipo agradecimentos. E-mail: mariceliapalhares@yahoo.com.br
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Data: 21/8/2006 comentário 24/143

Sou academica de Fonoaudiologia e estou fazendo meu TCC (trabalho de conclusao de curso) sobre o Método Teacch, gostaria de receber referencial bibligrafico sobre o Método, bem como as avaliações que são feitas para monitoramento de evolução.
Estou tendo dificuldade em encontrar as figuras usadas no Método.
Desde já agradeço.
Roberta
robertaceron@hotmail.com
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Data: 2/9/2006 comentário 25/143

Sou pedagoga, me chamo Meire Palha, trabalho com crianças com autismo severo na Apae de Feira de Santana-BA.Estou utilizando o programa TEACCH adaptado com muito sucesso, uma vez que as alternativas anteriores de intervenção pedagógica não funcionaram. O material é de fácil confecção.Toda comunicação é feita através de gravuras,temos "books",(fichários, onde trabalhamos toda a nossa rotina diária mais, afetividade,reconhecimento de fisionomias,imaginação etc.Estou interessada em ajudar com a minha prática,todos os envolvidos com na causa do autismo.Será um prazer.meirepalha@hotmail.com.
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Data: 6/9/2006 comentário 26/143

Me chamo lívia estou tentando elaborar meu anti-progeto de mestrado e Gostaria de gostaria de receber referencial bibligrafico sobre o Método, bem como as avaliações que são feitas para monitoramento de evolução.
E saber em quais locais poderia fazer um curso sobre o TEACCH e quais os materiais poderei utilizar neste programa em sala de aula. Antecipo agradecimentos
liviasantosv@hotmail.com
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Data: 7/9/2006 comentário 27/143

Corrigindo o email de Meire Palha

meirepalha56@hotmail.com
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Data: 26/9/2006 comentário 28/143

Oi! Sou aluna do curso de Pedagogia da UFPB, estou no 8º período. No próximo apesentarei minha monografia que na área especial, gostaria de saber como a literarura infantil dá sua contribuição na educação de alunos com autismo? Estou um pouco perdida pois esse será o meu tema. Atenciosamente Elen!
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Data: 22/10/2006 comentário 29/143

Gostaria de obter informações e ilustrações dos materiais usados nas salas teacch. Sou professora e estou neste momento e, pela primeira vez, a trabalhar com uma criança autista.Preciso de ajuda!
Obrigada.
Rosa Carvalho-Portugal
E-MAIL:nelson.felix@oninet.pt
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Data: 24/10/2006 comentário 30/143

Assim como a colega Rosa este é o 1º ano que trabalho com uma criança autista e pesquisei muito sobre o assunto e sobre o método,mas qualquer informação a mais será muito bem vinda.
Obrigada.
Janine Carvalho- Distrito Federal
E-MAIL: janinejanine2002@yahoo.com.br
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Data: 25/10/2006 comentário 31/143

Gostaria de saber sobre autista ativo?
Sindrome de Down pode ser um autista?
Como saber se é ou não autista?
Muito obrigada.
e-mail julia_acunha@hotmail.com
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Data: 3/11/2006 comentário 32/143

Sou mãe de um menino de 3 anos com traços de autismo, com dificuldades essencialmente na área da comunicação e socialização.
A educadora da sua salinha, em conjunto com a educadora de apoio estão a tentar implementar o método TEACCH mas dispõem de pouca informação.
Peço a quem possa fornecer qualquer informação que nos possa ajudar o favor de remeter a mesma para : fatima.baptista@netcabo.pt
Agradeço antecipadamente qualquer informação
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Data: 10/11/2006 comentário 33/143


Oi!!!! Sou aluna do curso de Pós Graduação em Psicopedagogia, e Diretora de uma Escola de Ed. Especial,pórem não trabalhamos com autistas. O tema da minha monografia será o autismo e gostaria de maiores informações sobre o Método Teacch. Quem se interessar em trocar informações meu email : julialves@oi.com.br
Um abraço a todos..
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Data: 19/11/2006 comentário 34/143

Oi! Sou professora em uma escola inclusiva e trabalho com crianças autistas, estou concluindo ocurso de Educação Física e meu TCC É A RESPEITO DE COMO A EDUCAÇÃO FÍSICA PODERÁ CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS. Estou escrevendo agora sobre o método TEACCH, na verdade não simpatizo nem utilizo o mesmo mas preciso abordá-lo, se tiveres algo para me auxiliar na pesquisa fico grata desde já, meu e-mail é pscprof@gmail.com,
Um forte abraço a todos que se interessam pela educação e desenvolvimento destas crianças!
Patricia Costa.
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Data: 20/11/2006 comentário 35/143

sou mae de um autita de 16 anos ele esta muito agitado gostari de saber como deixa mais caumo augu proficional poderia mim ajudar meu email e lletybarreto@hotmail.com
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Data: 20/11/2006 comentário 36/143

Oi sou mãe de um menino de 02 anos com sindrome de asperger, acabei de descobrir e não sei como posso ajuda-lo pois ele ainda é pequeno, e não encontro informação de como agir com ele nessa idade, ficarei muito grata se alguem puder me ajudar. meu imaill é suzanatbmartins@hotmail.com
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Data: 9/12/2006 comentário 37/143

http://autismoemfoco.googlepages.com

Acho q nesse site aí em cima vcs vão encontrar tudo o q precisam, bom pelo menos é pra isso q eu me propus a fazê-lo.
Explica o q é ABA, o q é TEACCH, FLOORTIME, integração sensorial, dicas pra implementar o teacch em casa, link pro livro virtual do ABA com TODAS AS DICAS P/ PAIS E PROFESSORES,o papel da fonoaudiologia, as formas de incrementar a comunicação, remédios, diagnóstico, dieta...
Qualquer coisa a mais é só enviar e-mail para autismoemfoco@gmail.com ou me procurar no orkut nas comunidades do diário de um autista e autismo em foco.
Abçs
Claudia Lessa, mãe do Maurício 15 anos. RJ
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Data: 6/2/2007 comentário 38/143

Estou em processo de construção do meu trabalho monográfico.
Gostaria se possível receber ou entra em contato com pessoas que tenham material sobre a inclusão de autista em escolas.
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Data: 6/2/2007 comentário 39/143

Estou em processo de construção do meu trabalho monográfico.
Gostaria se possível receber ou entra em contato com pessoas que tenham material sobre a inclusão de autista em escolas.

P.S:Ficarei muito grata,se alguém puder me ajudar meu e-mail é:
marileadantas@hotmail.com
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Data: 23/2/2007 comentário 40/143

Sou Professora DE CÇS AUTISTAS, E GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE ESSA SINDROME.
O QUE PODE SER TRABALHADO?
QUE TIPO DE MATERIAIS E USADO NESSA SALA?
GOSTARIA DE FAZER ESSA TROCA DE EXPERIENCIAS....POIS A MENTE AUTISTA E UM SEGREDO QUE TEMOS QUE DESVENDAR....


PROFESSORA: ROSANA


ro.sfsm_@hotmail.com
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Data: 1/3/2007 comentário 41/143



Tenho uma aluna autista e gostaria de saber o que é o MÉTODO TEACCH. Por favor me ajudem, gostaria de saber o que trabalhar com ela. Mande-me algo pelo e-mail thiagonneves@ig.com.br
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Data: 4/3/2007 comentário 42/143

full_contakt_maroc2006@hotmail.com
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Data: 4/3/2007 comentário 43/143

full_contakt_maroc2006@hotmail.com
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Data: 5/3/2007 comentário 44/143

ESTOU INICIANDO UM TRABALHO COM AUTISTA,(SALA ESPECIAL
CONDULTAS TIPICAS).Preciso saber como [e aplicado o metodo teacch.
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Data: 9/3/2007 comentário 45/143

Sou aluna de Pedagogia da UFRN eirei fazer minha monografia sobre o autismo, especificamente sobre o método teacch, por favor, qualquer material que vcs puderem me fornecer será de grande valia.Agradecida.Meu email é: daniqmaciel@hotmail.com
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Data: 11/3/2007 comentário 46/143

sou professora de educacao infantil e na escola em que eu leciono fazemos a inclusao social. neste ano estou com duas criancas autistas e gostaria de saber como e e como usar o metodo teacch. quero muito fazer um bom trabalho, pois amo o que faco.
meu endereco / simonejoliveira@ig.com.br
obrigada
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Data: 14/3/2007 comentário 47/143

Sou Professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre as condições necessárias para a implementação de uma sala Teacch.

Grata pela atenção

maria.a.sneves@gmail.com
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Data: 23/3/2007 comentário 48/143

Gostaria de obter maiores informações sobre o método teacch,pois estou muito interessada em utiliza-lo no meu consultório.Sou psicóloga,e estou iniciando um tratamento com uma criança autista de 15anos, que até o momento não se alfabetizou e não fala nada.Acredito que este método vai ajuda-lo a desenvolver suas potencialidades ainda não estimuladas.
Tenho muito interesse em saber como funciona este método e se pode ser utilizado no consultório.Como posso ter acesso a este material.Desde de já agradeço a quem possa me ajudar.
Aguardo Retorno.
Atenciosamente,
Sônia Regina.

Contato: psicosonia@ig.com.br
(21)2791-3706
(21)9277-3724
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Data: 5/4/2007 comentário 49/143

como devo fazer meu tcc
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Data: 8/4/2007 comentário 50/143

Sou Professora de Ensino Especial, trabalho com crianças Autistas e gostaria de saber mais sobre as salas TEACCH, nomeadamente quais os critérios a seguir para criar uma sala. A quem temos que nos dirigir para pedir apoios. Gostaria também de saber se existe algum manual/projecto já aprovado de como deve ser uma sala Teacch.
marta.veloso@clix.pt
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Data: 10/4/2007 comentário 51/143



" TEACCH - TREATMENT AND EDUCATION OF AUTISTIC AND RELATED COMUNICATION HANDICAPPED CHILDREN ".


TEACCH- Apresenta-se como um programa educacional, cujo principal fundamento é a socialização, a independência e o desenvolvimento cognitivo de alunos autistas, bem como, proporcionar-lhes meios amplos de auto-organização.


tati.sada@ibest.com.br
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Data: 13/4/2007 comentário 52/143

Gostaria de receber material prático e explicativo sobre o método ABA - Análise do Comportamento Aplicada.

sonia@cpminas.com.br
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Data: 20/4/2007 comentário 53/143

Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Maringá, e estou fazendo como tema de TCC, uma escola para autistas. Gostaria de saber mais sobre a disposição de mobiliário dentro das salas de aula segundo o TEACCH. Pode ser fotos, ou esquemas de layout. Desde já agradeço.

na.b@bol.com.br
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Data: 22/4/2007 comentário 54/143

Oi, adorei ter encontrado este espaço para colocar minhas inquietações. Preciso conhecer formas de avaliações nao só no caso dos autistas, como também dos portadores de necessidades moderadas e severas. Gostaria de merecer um retorno. Sou pedagoga de APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais), em Minas Gerais. Desde já agradeço e desejo muito sucesso para vocês. Meu e-mail é: pedaguta@gmail.com.
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Data: 22/4/2007 comentário 55/143

Se puderem me enviar uma forma prática de se trabalhar com o método teacch ficarei bastante agradecida. pedaguta@gmail.com
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Data: 22/4/2007 comentário 56/143

Oi, adorei ter encontrado este espaço para colocar minhas inquietações. Preciso conhecer formas de avaliações nao só no caso dos autistas, como também dos portadores de necessidades moderadas e severas. Gostaria de merecer um retorno. Sou pedagoga de APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais), em Minas Gerais. Desde já agradeço e desejo muito sucesso para vocês. Meu e-mail é: pedaguta@gmail.com
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Data: 24/4/2007 comentário 57/143

Olá..Estou fazendo minha monografia sobre o autismo, sei bastante sobre o assunto ja,pois estou em uma Apae e faço cursos sempre sobre autisto,mas a monografia precisa de textos e livros,se puderem me ajudar especificamente sobre o método teacch, por favor, qualquer material que vcs puderem me fornecer será de grande valia..
email:suelengoncalves@uol.com.br
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Data: 27/4/2007 comentário 58/143

ola, sou mae de um menino com 6 anos, autista, tenho tido muitas dificuldades para comunicar com o meino pois ele ainda nao fala. Nesta altura estou a tentar encontrar uma sala TEACCH em Lisboa, mas sao poucas e estao cheias.
Esou a tentar encontrar metodos, jogos e estrategias para o ajudar.
Gostava de saber mais acerca do metodo TEACCH.

Obrigada, agradecia a vossa resposta.

e-mail: lurdes_pacheco_68@hotmail.com
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Data: 28/4/2007 comentário 59/143

estou pesquisando sobre sindrome de asperger e gostaria de saber que materialusar em sala de aula
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Data: 13/5/2007 comentário 60/143

Tenho um filho autista com 4 anos está em uma escola normal includente e está sendo atendido por uma equipe multi disciplinar (fonoaudiologa, psicologa, psicopedagoga) fi inscrito em um programa de equatorapia. Temos tido algum progresso. Mas devemos continuar com paciência e esperança. Desejo informações sobre literatura sobre o método ABA e TEACH.
obrigado. Eliamara
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Data: 13/5/2007 comentário 61/143

e-mail para contato eliamara.lima@hotmail.com
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Data: 21/5/2007 comentário 62/143

Trabalho numa instituição que aborda a metodologia TEACCH, se alguém tiver algum interesse , favor entrar em contato pelo e-mail adrianahmendes@hotmail.com
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Data: 31/5/2007 comentário 63/143

Sou mãe de um ASPERGER e estou realizando trabalho de conclusão de curso em enfermagem sobre sindrome de asperger. Você poderia me ajudar com as informações de TEACCH e outros estudos que já realizou? Entre em contato comigo pelo e-mail: carlamonique.reis@yahoo.com.br
Obrigada
Juliana
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Data: 18/6/2007 comentário 64/143

GOSTAVA DE SABER NOVIDADES SOBRE MÉTODOS DE TRABALHO PRA CRIANÇAS AUTISTAS
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Data: 24/6/2007 comentário 65/143

Gostaria de obter informações, ilustrações dos materiais, estrutura, metudos aplicados, estrategias do ensino e atividades usados nas salas teacch. Sou professora do ensino especial no Japão, e muito interesado na área do autismo. Estou neste momento trabalhando com uma criança com autismo. Ficarei agradecida por qualquer contribuição meu dados:
Dalila Bepu
e-mail: dalila_bepu@msn.com
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Data: 27/6/2007 comentário 66/143

Data: 27/06/07 comentário 65/66

Gostaria de obter mais informações sobre este método e pessoas que possam dar palestras e ou cursos sobre a metologia de Teacch em Tangará da Serra MT

e-mail apaetangará@terra.com.br
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Data: 11/7/2007 comentário 67/143

Sou professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre o método TEACCH: programação, materiais, organização do espaço, tempo...
Por favor entrar em contacto pelo e-mail:
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Data: 11/7/2007 comentário 68/143

Sou professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre o método TEACCH: programação, materiais, organização do espaço, tempo...
Por favor entrar em contacto pelo e-mail: fernanda.edesp@gmail.com
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Data: 11/7/2007 comentário 69/143

Sou professora de Educação Especial e gostaria de obter informações sobre o método TEACCH: programação, materiais, organização do espaço, tempo...
Por favor entrar em contacto pelo e-mail: fernanda.edesp@gmail.com
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Data: 11/7/2007 comentário 70/143

olá, sou Terapeuta Ocupacional e estou aprofundando meus conhecimentos sobre o autismo para capacitar os professores da Instituição que trabalho - APAE de Irecê.
Gostaria de saber mais sobre o metodo teacch: materiais, livros, cursos na bahia, en fim tudo.
obrigada e abraços!!!!!
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Data: 17/7/2007 comentário 71/143

Olá, sou estudante de Arquitetura e Urbanismo, da UFMT (Cuiabá-MT), e vou fazer meu Trabalho Final de Graduação com o tema de um Centro de Convivencia para Autista. Me interessei por esse tema, pois aqui em Cuiabá não possui nenhum lugar de convivencia para pessoas com esse problema. No entando não sei muito sobre o assunto. Estou buscando informações e gostaria de receber tudo o que poder me enviar. ale_saldanha@hotmail.com.br
Obrigada!
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Data: 23/7/2007 comentário 72/143

Olá, sou estudante de pedagogia da universidade Feferal de Santa Maria e gostaria de fazer uma especialização relacionada ao autismo. Conheço um menino maravilhoso que me ensinou muitas coisas nesse tempo em que convivemos. Ele foi diagnosticado autista com quatro anos. Hoje ele tem 9 anos e freqüenta uma escola regular de terceira série. Está enfrentando algumas dificuldades, mas também tem vencido grandes batalhas.... Hoje ele anda de bike, como ele fala, olha nos meus olhos, beija espontâneamente o meu rosto..............,e muitas outras coisa que me fizeram ver o quanto ele é capaz e que não importa o diagnóstico que ele tem; o que importa é que ele é capaz de superar as nossas expectativas, e que ele está conseguindo nos surpreender!!!!!Portanto digo aos pais que tem um filho com autismo que não deixem de acreditar no seu filho e que não deixem de enxergar a criança que convivem com eles, não deixem o diagnóstico se sobrepôr a criança!!! Meu nome é Fernanda.Gostaria de receber qualquer tipo de informação relacionada a cursos de especialização; pois na minha cidade não tem.
email:fernandagulart@hotmail.com
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Data: 29/7/2007 comentário 73/143

Sou formada em pedagogia e estou lecionando em uma turma do 3º ano do ensino fundamental (2º série)e tenho uma aluna de 9 anos com autismo. ela é de uma inteligência altíssima, mas é bem difícil lidar com uma criança com essa necessidade. Gostaria de receber mais informações sobre essa necessidade especial.
Meu nome é cristiane, sou do RJ e meu email é anycrist@haotmail.com
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Data: 14/8/2007 comentário 74/143

sou de ribeirao preto meu nome e mertes meu neto e o guilheme gostaria do metro teacch manda a resposta 0
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Data: 14/8/2007 comentário 75/143

tenho um sobrinho que nao se comunica direito , nao se socializa e tem dificuldade de apremdizado. ele tem 08 anos e em exame nenhum acusa algo que pudese ser tratado.
gostaria que me enviassem orientaçoes sobre o metodo teacch para ver se posso ajuda-lo.

e mail - mylinmell@yahoo .com.br
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Data: 20/8/2007 comentário 76/143

Gostaria de saber mais sobre o
Metodo Teacch E QUAIS OS MATERIAS que se usa?E onde poso fazer curso que use este metodo? Moro na Cidade de NITEROI - RJ OBRIGADO CELIA wwwcelinha2007regina@hotmail
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Data: 30/8/2007 comentário 77/143

Sou professora do ensino fundamental.Formada em psicopedagogia,e faço pos em educação especial,gostaria que alguem me envia-se, exercicios envolvendo o metodo teach em sala de aula, pretendo trabalhar com uma criança autista,na escola ao qual eu leciono,desde já, obrigada

meu i-mail: Suzanacapri@onda.com.br
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Data: 12/9/2007 comentário 78/143

Bom dia, sou psicóloga e trabalho numa escola especial. Se puder mandar um material sobre o método, agradeço!!!!
Meu e mail: krcp@terra.com.br
Valeu!
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Data: 14/9/2007 comentário 79/143

Meu nome é Joubert sou psicólogo e trabalho (junto com uma equipe fantástica)a 10 com pessoa com deficiência física/mental moderada e severa,grave e autismo,faço uso do método TEACCH,C.F.N.,ABA e C.A., estou a disposição para troca de idéias,sugestões e palestras sobre os temas da educação especial.IPATINGA.MG(31)96751881.jobimjobam@hotmail.com
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Data: 29/9/2007 comentário 80/143
Meu nome é Mirtes meu neto e o gui de 5 anos so quer tomar mamadeira e comer frutas me ajuda por favor esta pesando 34 quilos altista não fala ribeirão preto 28 10 2007 pediatra manda resposta
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Data: 2/10/2007 comentário 81/143
Data 2/10/2007
Sou professora de Educação Especial.Gostaria de saber como funciona o método Teacch: programação, materiais, organização do espaço e tempo.Tudo o que me puderem fornecer de informação agradeço.Nunca trabalhei numa unidade Teacch e provavelmente irá acontecer em breve.Como a minha formação também é recente gostaria de reunir o máximo de informação para estar preparada. Obrigadanacantante@simplesnet.pt
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Data: 8/10/2007 comentário 82/143
Boa Tarde,

Prazer,

Meu nome é Paula Moreira, sou formada em Psicologia e gostaria de obter algumas informações:

- Gostaria de conhecer mais o Método TEACCH e saber quais materiais devem ser utilizados;
- Gostaria de conhecer quais métodos e que tipo de avaliações são utilizadas para autistas;
- Gostaria de material sobre Análise do Comportamento Aplicada;
- Gostaria de material sobre a Síndrome de Asperger; e
- Gostaria de obter ainda, informações sobre cursos ou especializações na área de Educação Especial e particularmente, sobre o autismo.

Aguardo as respostas,

Desde já agradeço quem puder contribuir!!!

Enviem os materiais para paula.f.moreira@bol.com.br

Atencisosamente,


***Paula Moreira***


08 de Outubro de 2007,
12:12pm
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Data: 9/10/2007 comentário 83/143

Sou educadora de Educação Especial. Trabalho com crianças autistas tentando utilizar uma metodologia TEACCH. Tenho muita dificuldade em conseguir materiais indicados para trabalhar com estas crianças. Tudo o que me puderem fornecer de informação agradeço. Obrigada. Também sinto necessidade de fazer formação nesta área. Com o trabalho em S. Miguel Açores nem sempre é fácil conseguir materiais bibliografia, etc. Agradeço desde já. romena@portugalmail.pt
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Data: 7/11/2007 comentário 84/143
Oi, me chamo Ivo, gostaria de receber algum material sobre como se trabalhar com a criança autista em sala da aula, visto que estou me formando em pedagogia e ficaria muito grato. ivosaqua@yahoo.com.br
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Data: 7/12/2007 comentário 85/143

Sou mãe de uma criança com autismo e gostaria de receber informações e metódos de como lidar com ele
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Data: 7/12/2007 comentário 86/143
Sou mãe de uma criança com autismo e gostaria de receber informações e metódos de como lidar com ele ficarei grata :sousavn@bol.com.br
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Data: 17/12/2007 comentário 87/143

Entre no site www.cenaddf.com.br e vejam cursos para saber como lidar com crianças especias.
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Data: 17/12/2007 comentário 88/143

Deixo aqui a minha peregrinação do inicio até o fim da confirmação de Transtorno Invasivo do Comportamento (autismo leve) em meu filho q aos 2 anos regrediu a fala e deixou de atender pelo nome e a alguns comandos, hoje ele está com 2 anos e oito meses, ele é Lindo e muito inteligente. No início não tive muita informação tive q me virar sozinha para encontrar os profissionais em Brasília, cidade onde moro. O q os pais devem fazer primeiramente é procurar um psiquiatra infantil especializado em autismo, não serve qualquer um, depois um neuropediatra q entenda de autismo, um geneticista, um psicólogo q entenda de autismo para as terapias e depois seguir as orientações para os demais terapeuta pois cada caso é um caso, cada criança desenvolve de um jeito então, o q serve para um pode não servir para outro. Hoje estamos mais felizes pq aceitamos o problema de nosso filho e procuramos correr atrás de tudo q é bom para ele, para q ele possa desenvolver o mais perto possível da normalidade. Em Brasília temos excelente estimulação precoce na rede pública de ensino que deve ser feito de 0 a 3 anos e 11 meses depois dessa idade aí fica difícil vai ter q pagar mesmo o profissional particular e temos também bom tratamento no COMPP, tudo de graça, pq os tratamentos partilurares são muito caros. Caso alguém queira mais informações é só me mandar um email q responderei tudo q for possível para ajudar. cristianeaguiar1973@gmail.com
Um abraço a todos. Fiquem com Deus e não percam nunca a esperança.
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Data: 27/1/2008 comentário 89/143

Sou mãe de uma linda garotinha que foi diagnosticada TID aos 3 anos. Hj ela tem 4 anos e faz tratamento interdisciplinar (psicoterapia, T.O. e fonoterapia). Não estou muito satisfeita com a profissional da psicoterapia pois, apesar da boa vontade, ela não sabe muito sobre crianças com esse transtorno específico. Gostaria que alguém me indicasse um psicólogo especializado em crianças com autismo, aqui em Salvador ou em Lauro de Freitas/BA. Tb um psiquiatra infantil, especializado em autismo. Ficaria muita grata. Meu e-mail pra contato é lujumeireles@gmail.com
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Data: 6/2/2008 comentário 90/143

Oi, sou professora formada na área da educação especial e gostaria de receber materiais sobre o autismo acredito que vou precisar e muito,pois vou trabalhar neste ano de 2008 com quatro crianças autistas, email: pedagogiasil@yahoo.com.br
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Data: 16/2/2008 comentário 91/143
Sou pedagoga, esse ano recebi uma criança autista na sala de aula, e estou aqui buscando entender melhor, como posso ajuda-lo. O site ajudou-me muito. Não tenho formação especifica em educação especial,mais sou a favor da inclusão, estou procurando familiarizar-me. Obrigada pelo espaço.
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Data: 21/2/2008 comentário 92/143

Oi!sou aluna de pedagogia da UNIBAHIA e farei minha monografia sobre a inclusão dos autistas na rede regular de ensino. Por favor, se vcs puderem me ajudar com algum material ficarei muito grata meu e-mail deyrocha@hotmail.com.
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Data: 23/2/2008 comentário 93/143
Estou iniciando trabalho com autistas. Gostaria de saber sobre o método teacch -, sobre atividade sp/ o autista, que material pedagógico usar, obrigada. Meu e-mail angelodeleon@ig.com.br
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Data: 9/3/2008 comentário 94/143
Gostaria muito de ir à Carolina do Norte para fazer o treinamento do teach. Alguém aqui sabe me dizer como funciona, se já foi. Obrigada Zildazildafreire@ig.com.br
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Data: 9/3/2008 comentário 95/143
Resposta ao comentário 94

A psicóloga Maria Elisa Tulimosh, que trabalha na APAE em Pirassununga/SP fez sua pos-graduação em TEACCH, na Carolina do Norte.
Outra que Também, treinou na Carolina do Norte,foi a pedagoga Viviane de Leon, do Centro TEACCH Novo Horizonte, Porto Alegre -RS tel:51- 3336 8238.

O Treinamento TEACCH pode ser feito na AMA-SP,e acontecem 2 vezes por semana.

Uma alternativa boa ao TEACCH é a abordagem ABA.

Eduardo HCS
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Data: 9/3/2008 comentário 96/143
Oi! Gostaria de saber se existe escola da rede publica para autista em Cuiabá - MT.
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Data: 17/3/2008 comentário 97/143
Trabalho em uma instituição e gostaria de saber mais sobre o método teacch, e também material pedagógico e atividades relacionadas a sala de autismo
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Data: 17/3/2008 comentário 98/143
Meu e-mail vaness-lima@hotmail.com obrigado
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Data: 17/3/2008 comentário 99/143
Trabalho em uma escola especial e preciso saber tudo sobre o teacch, material atividades pedagógicas como funciona o método tudo por favor me ajudem. Meu e-mail: vaness-lima@hotmail.com
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Data: 22/3/2008 comentário 100/143
Gostaria de saber quais os locais que estão disponíveis o curso de TEACCH e se alguém possui material, por favor, me envie. E-mail: fernanda_car2004@yahoo.com.br
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Data: 22/3/2008 comentário 101/143
Resposta comentário 100

AMA-SP www.ama.org.br
APAE Pirassununga
APAE Pará de Minas

Eduardo HCS
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Data: 30/3/2008 comentário 102/143
Olá, sou professora e estou iniciando meu trabalho com o autismo. Gostaria de receber informações de como trabalhar as atividades pedagógicas. Meus alunos tem entre 9 e 16 anos de idade. Qualquer informação irá me ajudar muito. Obrigada! E-mail: natiele_miranda@hotmail.com
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Data: 3/4/2008 comentário 103/143
Sou Professora de Educação especial em Portugal e trabalho com alunos autistas segundo a metodologia Teacch.
Gostaria de ter informações sobre a ABA.

Agradeço desde já a atenção e se for possível informações em como utilizar a ABA.

Email: kyya1@sapo.pt
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Data: 6/4/2008 comentário 104/143

Sou mãe de um menino de 3 anos com algumas características do autismo....vamos nos mudar para Portugal e eu queria saber se lá tem o método Aba...como posso saber quais os serviços prestados ao autista em Portugal?
Desde já agradeço meu email é julauar@hotmail.com Julia
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Data: 19/4/2008 comentário 105/143

Boa Dia.

Prazer,

Meu nome é Paula Moreira, sou formada em Psicologia e gostaria de obter algumas informações:

- Gostaria de conhecer mais o Método TEACCH e saber quais materiais devem ser utilizados;
- Gostaria de conhecer quais métodos e que tipo de avaliações são utilizadas para autistas;
- Gostaria de material sobre Análise do Comportamento Aplicada;
- Gostaria de material sobre a Síndrome de Asperger; e
- Gostaria de obter ainda, informações sobre cursos ou especializações na área de Educação Especial e particularmente, sobre o autismo.

Aguardo as respostas,

Desde já agradeço quem puder contribuir!!!mand qlq informação p/ meu email:rstanyllea@hotmail.com
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Data: 23/5/2008 comentário 106/143
Meu filho tem 04 anos e foi diagnosticado Transtorno Invasivo do Desenvolvimento - Espectro Autista. Não sei direito o que fazer, na rede de saúde pública é muito difícil conseguir tratamento, sou do RS. Se puderem me ajudar agradeço. Atenciosamente, Josiane
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Data: 26/5/2008 comentário 107/143
Estou iniciando um trabalho com uma classe de educação terapêutica-autismo em Canoas RS, gostaria de "muitas" informações sobre o método TEACCH, assim como sugestões de materiais que devo ter numa sala de aula para autistas. Tenho curso de capacitação, mas me faltam materiais para trabalhar na prática.
Claudia S. da Silvaclauvibrun@yahoo.com.br
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Data: 31/5/2008 comentário 108/143
Boa noite. Tenho uma filha portadora de uma síndrome genética que determina entre suas características alguns comportamentos similares aos comportamentos descritos no autismo. Possui atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. Gostaria de saber se o método TEACCH pode ser utilizado para qualquer criança portadora de necessidades especiais, particularmente, como método auxiliar em desenvolvimento cognitivo. Caso positivo, é possível remeter por e-mail apostilas, informações elucidativas, etc? Aguardo resposta: e-mail: crtlm@ig.com.br Desde já agradeço Rosana
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Data: 1/6/2008 comentário 109/143
Tenho uma filha hoje com 4 anos, desde dos 5 meses foi diagnosticado Sídrome de west, e as crises convulsivas foram controladas com sucesso, desde este período ela é acompanhada por profissionais fono, t.o, psicóloga, fisio, neuro. Porém ela apresenta comportamentos artísticos, no qual psiquiatra acredita ter sido sequela das crises e me indicou tratamento - ABA mora em Recife-PE e gostaria de saber mais sobre tratamento, se tem alguém que realize que seja viável para proporcionar a minha filha uma vida mais normal possível. Aguado contato: daniela.maia@hotmail.com
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Data: 15/6/2008 comentário 110/143

GOSTARIA DE SABER SE É UM MÉTODO OU O QUE é________________________________________
Data: 15/6/2008 comentário 111/143
GOSTARIA DE SABER SE É UM MÉTODO OU O QUE é? se PODE SER TRABALHO NA s ÍNDROME DE a PERGER? XXANDACOELHO@HOTMAIL.COM________________________________________



Data: 17/6/2008 comentário 112/143
Sou professora na APAE de pimenta MG, tenho uma aluna autista, fiz o curso de capacitação teacch e Pécs,
gostaria de "muitas" informações sobre o método TEACCH, assim como sugestões de materiais que devo ter numa sala de aula para autistas. Obrigada. Aguardo resposta: e-mail. edineiaberal@hotmail.com________________________________________
Data: 22/7/2008 comentário 113/143
Oi, lido com uma criança portadora de AUTISMO. Se alguém tiver material sobre o método ABA e TEACCH, por favor, enviem pra mim. Também se souberem de cursos destes métodos aqui no RJ. Obrigada. Meu e-mail: vaniamatmac@oi.com.br.________________________________________
Data: 30/7/2008 comentário 114/143
Olá, meu nome é Kelly, tenho um filho com autismo e gostaria de saber como conseguir material e treinamento sobre o método ABA. Moro no Espírito Santo. Meu e-mail: kelinhavwt@yahoo.com________________________________________
Data: 30/8/2008 comentário 115/143

OLÁ, JÁ FAZEM 2 ANOS QUE ESTOU TRABALHANDO COM UMA CRIANÇA AUTISTA, ELE TEM 9 ANOS E ESTA NA 1ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL. EU NÃO SEI BEM COMO TRABALHAR O PEDAGÓGICO, E COMO ELE É O ÚNICO CASO NO MUNÍCIPIO, NINGUÉM ME DO SUPORTE. GOSTARIA DE RECEBER ALGUMAS DICAS E SE POSSÍVEL ATIVIDADES PARA TRABALHAR COM ELE. GLORIETEFRAGOSO@ITELEFONICA.COM.BR________________________________________
Data: 28/9/2008 comentário 116/143
Olá, dou aula na A.P.A.E.de Penápolis à 4 anos e este ano estou com uma classe de autistas.Fiquei sabendo que em outubro vai ter um curso sobre o Método Teacch em São Paulo e gostaria que me enviassem os dias, local e tudo sobre este curso. Meuemailgugluciene@hotmail.com Desde já agradeço. Um abraço. Luciene.________________________________________
Data: 24/10/2008 comentário 117/143
olá, sou professora na APAE do Capão do leão/RS gostaria de trocar informações sobre atividades para alfabetização no método teacch, meu e-mail é tatiana_pel@yahoo.com.br. aguardo com ansiedade contato obrigada________________________________________
Data: 15/11/2008 comentário 118/143
OLÁ, MEU NOME É ELISABETH SOU FONOAUDIÓLOGA E CHEGUEI A POUCO TEMPO EM MANAUS ESTOU COMEÇANDO A ATENDER, COMO VOLUNTARIA, UM GRUPO DE AUTISTAS .FIQUEI INTERESSADA PARA APRENDER MAIS SOBRE O MÉTODO TEACCH., MEU E-MAIL É:elisabethfono@gmail.com
AGUARDO RESPOSTAS. MUITO OBRIGADO.________________________________________
Data: 14/5/2009 comentário 119/143
Sou professora de educação física, trabalho com o método teacch, porém gostaria de saber mais a respeito das avaliações para circuito continuo, meu email é michele.piquina@hotmail.com________________________________________
Data: 9/6/2009 comentário 120/143
Ouvi dizer que descobriram que as crianças autistas tem muita dor de cabeça, por isso das crises de irritação. Gostaria de saber mais informações a respeito, se alguém puder me informar, eu agradeço muito.
janezulian@hotmail.com________________________________________
Data: 18/7/2009 comentário 121/143
NECESSITO COM URGÊNCIA SABER O E-MAIL DA UNIVERSIDADE DE PSICOLOGIA DA CAROLINA DO NORTE EU JÁ TRABALHO COM O METODO TEACCH NA APAE DE TEOFILO OTNI - MG, MEU E-MAIL E: JOSELENACOLEN@HOTMAIL.COM________________________________________
Data: 9/10/2009 comentário 122/143
Oi, meu filho de 07 anos foi diagnosticado como portador de TEA - Transtorno Expectro Autista e gostaria de informações sobre os métodos de ensino ou como posso ajudá-lo a melhorar a sua atenção e aprendizado, moro em Vitoria - ES e por aqui ainda não possui especialistas nesta área, ou se existir ainda não encontrou. Por favor, me enviem todas as informações possíveis sobre o método ABA e TEACCH.
cynara.dutra@hotmail.com________________________________________
Data: 15/1/2010 comentário 123/143
Olá estou fazendo o meu TG sobre como trabalhar com um autista em uma sala de aula regular,gostaria que mandasse algumas idéias, meu email é tatianagoedert@hotmail.com________________________________________
Data: 4/2/2010 comentário 124/143
Trabalho com alunos autista e também com deficiência mental devera, são alunos entre 14 e 28 anos, preciso de orientação para montar a sala e organizar a agenda diária, também preciso saber o que ensinar e como? Anael email.:anaelfilgueiras@hotmail.com________________________________________
Data: 4/2/2010 comentário 125/143
Resposta ao comentário 124
Anael,
Segue abaixo link para o Treinamento TEACCH em Pirassununga / SP, a se realizar.
http://www.cedapbrasil.com.br/portal/modules/news/article. Php?Storyid=210&keywords=treina
Eduardo HCS
www.autismo-br.com.br________________________________________
Data: 11/2/2010 comentário 126/143
Sou Denize, trabalho em uma escola e gostaria de saber algumas infomações (estratégias de trabalho em sala de aula com alunos autistas).________________________________________
Data: 11/2/2010 comentário 127/143
Olá, gostaria de saber tudo sobre autismo e atividades para trabalhar em sala (o que ensinar e como ensinar?). ________________________________________
Data: 11/2/2010 comentário 128/143
GOSTARIA DE RECEBER INFORMAÇÕES SOBRE AUTISMO, O QUE E COMO TRABALHAR EM SALA DE AULA? valdenizecc@uol.com.br________________________________________
Data: 18/2/2010 comentário 129/143
Olá, Eduardo. Moro em Belo Horizonte e gostaria de ter indicações de profissionais que utilizam a ABA. Tenho um filho de 4,8 anos diagnosticado com distúrbio de linguagem expressiva há um ano, mas que apresenta muitos traços do espectro- inclusive inibição intelectual- apesar de ser muitíssimo esperto (rsrsrs). Temos feito intervenções com fono, T.O., programa Son-Rise, tenho estudado o TEACCH pelos DV'S do Universo Autista (sou psicóloga)... Mas precisamos aproveitar melhor esse momento de maior plasticidade neuronal.Umabraço,FátimaMotamfatimak@bol.com.br(031)8860-7118
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Data: 1/3/2010 comentário 130/143
Gostaria de receber informações sobre autismo e o trabalho com TEACCH. Trabalho na educação especial. Meu e-mail e rosewerner@hotmail.com. Aguardo retorno
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Data: 2/3/2010 comentário 131/143
Gostaria de saber onde tem o método TEACH, curso para realizar, locais , valores e quanto tempo.
Sem mais Agradeço Maria R. Mattos
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Data: 2/3/2010 comentário 132/143
DISCUTINDO O AUTISMO DE ALTO FUNCIONAMENTO E A SÍNDROME DE ASPERGER: entendendo as duas condições Curso de extensão para pais e profissionais. Na era da inclusão, muito se tem falado no Autismo de alto funcionamento (HFA) e na Síndrome de Asperger (AS) no ensino comum. No entanto, pouco se publica ou se fala sobre as duas condições como categorias separadas. Os dois termos ainda podem ser encontrados como sinônimos de uma única desordem do desenvolvimento. O presente curso tem o objetivo de discutir as diferenças entre os quadros, apresentando uma clara definição, caracterização, diretrizes para diagnóstico e prognóstico. Data: 28 de maio de 2010 das 08h00min as 17h00minh com intervalo para o almoço Valor: 100 reais (valor único) Locais: Anfiteatro da Prefeitura Municipal de Pirassununga, SP Palestrante: Hebert Bruno Nascimento Campos. Biólogo e professor universitário da Universidade Estadual Valem do Acaraú/Paraíba. Pesquisador autodidata na área da Síndrome de Asperger. Ministram palestras e oficinas sobre Síndrome de Asperger, superlotação e altas habilidades. Moderadora: Maria Elisa Granchi Fonseca. Psicóloga, Mestre em Educação Especial pela UFSCAR, Pós Graduação em Didática do Ensino Superior e Arte terapia, Formação no Programa TEACCH pela University of North Carolina at Charlotte-USA, Coordenadora do CEDAP-APAE Pirassununga/SP, Professora Universitária Programa:
●Caracterização do autismo de alto funcionamento x Síndrome de Asperger
●Diagnóstico diferencial: ser semelhante não é serem igual
●Diferenciando as duas condições
●Discussão de casos
Como se inscrever:
INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 20 DE MAIO DE 2010
Será oferecido certificado de 8 horas para os participantes

Preencher a ficha de inscrição com seus dados e enviar via fax ou e-mail com o comprovante de pagamento para:
(19) 3565-5599 ou
info@cedapbrasil.com.br
Somente serão aceitas inscrições feitas em pagamento á vista diretamente no CEDAP ou via depósito bancário até o dia 20/05/10
BANCO DO BRASIL
Agencia 0163-5
Conta : 11457-x
CNPJ 54851977/0001-41
A inscrição somente será confirmada mediante o pagamento e envio do comprovante. Não faremos reserva de vagas! FICHA DE INSCRIÇÃO:
Nome:________________________________________________________________fone:_______________
Endereço:______________________________________________________email:______________________
Qual a sua relação com o tema? ( ) pai ( ) profissional ( ) outro____________________________________
Forma de pagamento: ( ) depósito bancário ( ) diretamente no CEDAP data:___/___/___
Já participou de algum evento do CEDAP? ( ) sim ( ) não
Curso Discutindo o Autismo de Alto Funcionamento e a Síndrome de Asperger – 28 de maio de 2010
Venha conhecer um pouco mais sobre o________________________________________





Data: 2/3/2010 comentário 133/143
O CEDAP estará promovendo em Pirassununga-SP nos dias 23 e 24 de setembro de 2010 mais uma edição do TREINA – TREINAMENTO NA ÁREA DO AUTISMO. O TREINA, já acontece há 14 anos e a cada edição mais participantes chegam à cidade em busca de atualizações na área das desordens do desenvolvimento e autismo. Para este ano, o Núcleo de Cursos e Treinamentos prepara uma discussão acerca das condições de desenvolvimento e formas de atuação com base no processamento sensorial, comunicação suplementar-alternativa e orientações para a inclusão. Serão apresentações orais durante o dia e dois workshops para interessados no período da noite (em planejamento) Os nomes dos palestrantes convidados serão divulgados em breve, assim como a programação, local, valores e instruções para as inscrições. No entanto, a equipe do CEDAP alerta: a cidade de Pirassununga não conta com uma grande rede hoteleira e, portanto, sugere que os interessados já comecem a se mobilizar na busca de hospedagens nos dias já definidos. Na última edição, vários interessados não puderam participar, pois os hotéis já estavam com a lotação máxima. Na intenção de facilitar para vocês, seguem os dados dos hotéis da cidade:
Hotel e Pousada Rosim Rua Germano Dix, 4971 Jd. Carlos Gomes
(19) 3561 - 3910

Hotel Colúmbia Palace
Rua 13 de Maio, 1587 Centro
(19) 3561 - 2613

Hotel Municipal
Rua Siqueira Campos, 1546 Centro
(19) 3561 - 1786

Hotel Messina
Av. Painguas, 795 Centro
(19) 3561 - 2318

Lembramos que todas as informações estarão disponíveis no site www.cedapbrasil.com.br a partir do dia 15 de março de 2010!
Outras informações, pelo telefone (19) 3565-5599

VII TREINA - edição 2010________________________________________
Data: 20/3/2010 comentário 134/143
ESTOU FAZENDO UM TRABALHO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, SOBRE AUTISMO E GOSTARIA DE TER ACESSO AO MATERIAL DIDATICO PARA TRABALHAR COM AUTISTAS
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Data: 22/4/2010 comentário 135/143
Trabalho com autistas há oito (08) anos dentro da metodologia TEACCH, e atualmente como professora de SAEDE, serviço de atendimento educacional especializado, em TGD.adrianahmendes@hotmail.com. Dúvidas e esclarecimentos de entrar em contato com urgência. Adriana Mendes.________________________________________




Data: 10/5/2010 comentário 136/143
OI, meu nome é Marlene. Gostaria de receber informações sobre autismo, tais como: Mà ‰ TODO TEACCH, CONFECCÃO DE MATERIAS PARA SALA DE AULA... OBRIGADA. marleneasilbarros@hotmail.com
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Data: 27/6/2010 comentário 137/143
Oi sou professora da APAE EM SANTA CATARINA, VOU COMEÇAR A TRABALHAR COM ALUNOS AUTISTAS, (EDUCAÇAO INFANTIL) GOSTARIA RECEBER SE POSSIVEL MATERIAIS QUE ME AJUDEM ATRABALHAR O METODO TEACCH. NAO TENHO EXPERIENCIA NEM SEI Q TIPODEMATERIALUSAR. SE PUDER ME AJUDAR, MEU E-MAIL É JANEBM34@HOTMAIL.COM.
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Data: 8/7/2010 comentário 138/143
“Para entrar no mundo do Autista é preciso dar, amar, dar e amar, sem esperar nada em troca”. (Rodrigues, 2008). O AUTISTA vive no seu mundo enigmático, muito próprio. O “mundo” do autista superioriza-se em vários aspectos, nele não existe crueldade, rivalidade, egocentrismo, embuste. É um ser inteligente, puro, meigo, tem uma forma muito peculiar de viver e compreender o mundo. Apesar de o indivíduo autista ser considerado, uma “muralha” fechada, onde ninguém entra, ou só entra quem ele queira, na realidade, só entra quem lhe dê provas de grande afecto, apoio e disponibilidade. (Rodrigues, 2008). Rodrigues (2008) são crianças/ adolescentes/ adultos, iguais aos seus parceiros, embora com personalidade e comportamentos diferentes, mas com a mesma igualdade de direitos e oportunidades e com as suas realizações de independência na sociedade.
Não devem ser sufocados com cuidados, ou serem constrangidos à super proteção. São portadores de dignidade e merecedores de respeito. Assim, a sua integração na escola e na sociedade, requer a promoção das qualidades próprias de uma pessoa, sem estigma e sem segregação. Eles participam, nas mesmas coisas, que as outras crianças, adolescentes ou adultos, a quem chamamos de normais. Gostam dos seus pais, familiares, e pessoas mais próximas, de brincar, de se divertir e revelam satisfação quando fazem as coisas bem, são amigos do seu educador/professor quando estes os ensinam e lhe dedicam afecto, apoio, um olhar terno e um sorriso aberto, é através destes pequenos e grandes gestos que eles sabem distinguir quem gosta deles de verdade. Estas foram às muitas lições, aprendidas no dia-a-dia, de uma forma gratuita e com muito carinho, ao lidar e ensinar crianças com autismo, ao longo de largos anos. Para entrar no mundo do Autista é preciso amar, dar, dar e amar sem esperar nada em troca.
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Data: 8/7/2010 comentário 139/143
“Para entrar no mundo do Autista é preciso dar, amar, dar e amar, sem esperar nada em troca”. (Rodrigues, 2008). O AUTISTA vive no seu mundo enigmático, muito próprio. O “mundo” do autista superioriza-se em vários aspectos, nele não existe crueldade, rivalidade, egocentrismo, embuste. É um ser inteligente, puro, meigo, tem uma forma muito peculiar de viver e compreender o mundo. Apesar de o indivíduo autista ser considerado, uma “muralha” fechada, onde ninguém entra, ou só entra quem ele queira, na realidade, só entra quem lhe dê provas de grande afecto, apoio e disponibilidade. (Rodrigues, 2008). Rodrigues (2008) são crianças/adolescentes/adultos, iguais aos seus parceiros, embora com personalidade e comportamentos diferentes, mas com a mesma igualdade de direitos e oportunidades e com as suas realizações de independência na sociedade. Não devem ser sufocados com cuidados, ou serem constrangidos à super proteção. São portadores de dignidade e merecedores de respeito.

Assim, a sua integração na escola e na sociedade, requer a promoção das qualidades próprias de uma pessoa, sem estigma e sem segregação. Eles participam, nas mesmas coisas que as outras crianças, adolescentes ou adultos, a quem chamamos de normais. Gostam dos seus pais, familiares, e pessoas mais próximas, de brincar, de se divertir e revelam satisfação quando fazem as coisas bem, são amigos do seu educador/professor quando estes os ensinam e lhe dedicam afecto, apoio, um olhar terno e um sorriso aberto, é através destes pequenos e grandes gestos que eles sabem distinguir quem gosta deles de verdade. Estas foram as muitas lições, aprendidas no dia-a-dia, de uma forma gratuita e com muito carinho, ao lidar e ensinar crianças com autismo, ao longo de largos anos. (Experiência profissional, cinco anos de investigação e doutorada na área do autismo)
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Data: 27/7/2010 comentário 140/143
Estou fazendo uma pesquisa cientifica no nível de Pós-graduação. E gostaria de saber qual é a população de pessoas autistas atualmente no Brasil. Muito grata, Ivonete (ivinha_1705@hotmail.com)
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Data: 31/7/2010 comentário 141/143

OLA, MEU NOME É CAMILA, SOU PROFESSORA DA APAE DE TOCANTINS MG, E FIZ O CURSO DE AUTISMO EM BH NO MES DE NOVEMBRO DE 2008 COM MARIA ELIZA. APLICO O METODO TEECH COM MINHA ALUNA AUTISTA DE SETE ANOS. OBTIVEMOS UM RESULTADO ESTRAORDINARIO. GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇOES SOBRE ATUALIZAÇOES DO METODO, E FALAR QUE FUNCIONA. ABRAÇOS A MARIA EIZA VIRA EM UBA MG DOS DIAS 24 E 25 DE AGOSTO NA APAE PARA FALAR DO METODO. ESTAREI LA ABRAÇOS.
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Data: 31/7/2010 comentário 142/143
OLA, MEU NOME É CAMILA, SOU PROFESSORA DA APAE DE TOCANTINS MG, E FIZ O CURSO DE AUTISMO EM BH NO MES DE NOVEMBRO DE 2008 COM MARIA ELIZA. APLICO O METODO TEEACH COM MINHA ALUNA AUTISTA DE SETE ANOS. OBTIVEMOS UM RESULTADO ESTRAORDINARIO. GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇOES SOBRE ATUALIZAÇOES DO METODO, E FALAR QUE FUNCIONA. ABRAÇOS A MARIA EIZA VIRA EM UBA MG DOS DIAS 24 E 25 DE AGOSTO NA APAE PARA FALAR DO METODO. ESTAREI LA ABRAÇOS.
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Data: 31/7/2010 comentário 143/143
OLA, MEU NOME É CAMILA, SOU PROFESSORA DA APAE DE TOCANTINS MG, E FIZ O CURSO DE AUTISMO EM BH NO MES DE NOVEMBRO DE 2008 COM MARIA ELIZA. APLICO O METODO TEEACH COM MINHA ALUNA AUTISTA DE SETE ANOS. OBTIVEMOS UM RESULTADO ESTRAORDINARIO. GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇOES SOBRE ATUALIZAÇOES DO METODO, E FALAR QUE FUNCIONA. ABRAÇOS A MARIA EIZA VIRA EM UBA MG DOS DIAS 24 E 25 DE AGOSTO NA APAE PARA FALAR DO METODO. ESTAREI LA ABRAÇOS. MEU EMAIL E CAMILARCV@YAHOO.COM.BR MEU CONTATO DE TRABALHO 03235741816. APAE TOCANTINS MG.


Data: 10/6/2012 comentário 139/148

Autismo
Tem risos e movimentos não apropriados; A expressão “Autismo” foi utilizada pela primeira vez por Bleuler em 19ll, quando em 1943, o estudioso Léo Kanner definiu o autismo como um diagnóstico de contacto afetivo (para aquelas crianças que não estabelecem relações normais com os outros), atraso na linguagem e na comunicação. Um autista apresenta gestos estereotipados e sugere que seu ambiente deve permanecer inalterado. Embora tenha boa memória, seu sintoma fundamental é o isolamento.
Alguns sintomas de comportamento do autista:
• Dificuldade de integração com outras crianças;
• Age como se fosse surdo;
• Resiste ao aprendizado;
• Não demonstra medo de perigos reais;

• Resiste ao contacto físico;
• Tem acentuada hiperatividade física;
• Apego impróprio a objetos;
• Preferência por objetos giratórios;
• Às vezes é agressivo e destrutivo;
• Não "olha no olho". Não mantém contacto visual;
• Resiste a mudanças de rotina;
Principais causas:
Por se tratar de uma síndrome, a medicina, bem como as ciências do comportamento, ainda não identificou a origem do autismo.


Data: 10/6/2012 comentário 140/148

Meu Blog:
www.denzellima.blogspot.com
Obs: No meu Blog, vc pode encontrar várias coisas legais>
- Vídeos sobre Autismo,
- Vídeos sobre a Síndrome de Asperger,
- Enquetes Etc.
A B R A Ç O S A T O D O S.


Data: 10/6/2012 comentário 141/148

O que é Autismo?
O autismo é uma alteração cerebral, uma desordem que compromete o desenvolvimento psiconeurológico e afeta a capacidade da pessoa se comunicar, compreender e falar, afeta seu convivio social.
O autismo infantil é um transtorno do desenvolvimento que manifesta-se antes dos 3 anos de idade, e é mais comum em meninos que em meninas e não necessariamente é acompanhado de retardo mental pois existem casos de crianças que apresentam inteligência e fala intactas.
Existe também o Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (TID) que difere do autismo infantil por evidenciar-se somente depois dos 3 anos de idade, referir-se a um desenvolvimento anormal e prejudicado e não preencher todos os critério de diagnóstico. O autismo atípico surge mais freqüentemente em indivíduos com deficiência mental profunda e em indivíduos com um grave transtorno específico do desenvolvimento da recepção da linguagem.
Por ainda não ter uma causa específica definida, é chamado de Síndrome (=conjunto de sintomas) e como em qualquer síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando e atinge todas as classe sociais, em todo o mundo.
Leo Karnner foi o primeiro a classificar o autismo em 1943, logo após em 1944 Hans Asperger pesquisou e classificou a Síndrome de Asperger, um dos espectros mais conhecidos do Autismo.
HISTÓRIA - CONCEITO DO AUTISMO
Leo Kanner ( Psiquiatra austríaco radicado nos Estados Unidos. Nascido em 13 de junho de 1894, em Klekotow, Áustria e falecido em 4 de abril de 1981 ) e m 1943 publicou a obra que associou seu nome ao autismo "Autistic disturbances of affective contact", na revsta Nervous Children, número 2, páginas 217-250. Nela estudou e descreveu a condição de 11 crianças consideradas especiais, que tinham em comum "um isolamento extremo desde o início da vida e um desejo obsessivo pela preservação da rotina", denominando-as de "autistas".
Já existiram muitos questionamentos e hipoteses sobre origem do autismo. Uma delas era de que os pais poderiam ser culpados pelo extremo isom=lamento da criança, Então 1969 durante a primeira assembelia da National Society for Autistic Children (hoje Autism Society of America - ASA) , Leo Kanner absolve publicamente os pais de serem a causa do desenvolvimento da sindrome autistica em seus filhos. Ele continuou a ocupar-se de crianças com autismo por muito tempo, por isso voltou a sua primeira hipotese de que o autismo é um disturbio inato do desenvolvimento.
Em 1972 nos Estados Unidos é reconhecido o programa TEACCH – The Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children ( em português: Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits Relacionados com a Comunicação) criado por Eric Schopler Professor de psicologia e diretor desse programa da Universidade da Carolina do Norte até 1994. Um dos pontos principais desse método é a colaboração entre equipe educadora e a família.
A partir de 1980 com a 3ª edicão do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM III) é introduzido o capitulo dedicado a Distúrbio Generalizado do Desenvolvimento no qual o autismo passa a estar.
SINTOMAS COMUNS
Conforme - ASA ( Autism Society of American). A maioria dos sintomas está presente nos primeiros anos de vida da criança variando em intensidade de mais severo a mais brando.
1. Dificuldade de relacionamento com outras crianças
2. Riso inapropriado
3. Pouco ou nenhum contato visual
4. Não quer ser tocado
5. Isolamento; modos arredios
6. Gira objetos
7. Cheira ou lambe os brinquedos, Inapropriada fixação em objetos
8. Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade
9. Ausência de resposta aos métodos normais de ensino
10. Aparente insensibilidade à dor
11. Acessos de raiva - demonstra extrema aflição sem razão aparente
12. Procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determina maneira os alisares)
13. Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal)
14. Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina
15. Age como se estivesse surdo
16. Dificuldade de comunicação em expressar necessidades - usa gesticular e apontar no lugar de palavras
17. Não tem real noção do perigo
18. Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos
COMPORTAMENTOS DO INDIVÍDUO COM AUTISMO
(Segundo a ASA)

USA AS PESSOAS COMO FERRAMENTAS RESISTE A MUDANÇAS DE ROTINA NÃO SE MISTURA COM OUTRAS CRIANÇAS APEGO NÃO APROPRIADO A OBJETOS


NÃO MANTÉM CONTATO VISUAL AGE COMO SE FOSSE SURDO RESISTE AO APRENDIZADO NÃO DEMONSTRA MEDO DE PERIGOS


RISOS E MOVIMENTOS NÃO APROPRIADOS RESISTE AO CONTATO FÍSICO ACENTUADA HIPERATIVIDADE FÍSICA GIRA OBJETOS DE MANEIRA BIZARRA E PECULIAR


ÀS VEZES É AGRESSIVO E DESTRUTIVO MODO E COMPORTAMENTO INDIFERENTE E ARREDIO
ALGUNS ESPECTROS DO AUTISMO
Ao conjunto de determinadas variações, chamamos de Espectro do Autismo, pois somam-se as características autísticas, outras específicas de cada grupo de outros sintomas.
Distúrbio Abrangente do Desenvolvimento
Autism - High Functioning, Asperger's Syndrome, PDD, PDD-NOS.\

CAUSAS DO AUTISMO
A causa específica, ainda é desconhecida mais há várias suspeitas de que pode compreender alguns desses fatores:
Influência Genética
Vírus
Toxinas e poluição.
desordenes metabólicos
Intolerância inmunologica
Infecções virais e grandes doses de antibioticos nos primeiros 3 anos.
SOBRE METAIS PESADOS - Uma das possíveis causas
Os seres vivos necessitam de pequenas quantidades de alguns desses metais, incluindo cobalto, cobre, manganês, molibdênio, vanádio, estrôncio, e zinco, para a realização de funções vitais no organismo. Porém níveis excessivos desses elementos podem ser extremamente tóxicos. Outros metais pesados como o chumbo e cádmio e o mercúrio já citado antes, não possuem nenhuma função dentro dos organismos e a sua acumulação pode provocar graves doenças, sobretudo nos mamíferos.
Quando lançados como resíduos industriais, na água, no solo ou no ar, esses elementos podem ser absorvidos pelos vegetais e animais das proximidades, provocando graves intoxicações ao longo da cadeia alimentar.
A ingestão, inalação ou absorção pela pele, de metais pesados ou substâncias que componham o mesmo, pode resultar em situações como o autismo, atraso mental, doenças, cansaço ou o sindroma do Golfo.
Porém ainda que sendo apenas uma hipotése , ela não deixa de ter boas bases científicas e hoje os laboratórios começam a abandonar o uso do mercúrio como conservante, em parte devido à pressão da opinião pública.
Mesmo que esse seja o motivo para o autismo não é o único. Existem diversas substâncias que estamos a acostumados de certo modo e algumas nos são impostas no convívio social como tabaco, poluição (sobretudo os gases de escape dos automóveis e fábricas), álcool, vemos que estamos vivendo num mundo demasiado poluído e que pode agravar toda esta situação.
A Medicina Alternatica Complementar (CAM), portanto, pode ajudar pessoas com autismo. Ao verificar qual foi o dano causado no organismo (seja no sistema imunológico, alérgias ou outros problemas) e trabalhar na busca de uma solução, existem dietas, tratamentos farmacológicos e terapias que em conjunto podem auxiliar a solucionar ou amenizar situações graves. E todo e qualquer tratamento iniciado precocemente terá melhores resultados.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Metais_pesados





Data: 12/6/2012 comentário 142/148

Cura do autismo mais próxima?

O controle do autismo, problema que se caracteriza pela disfunção no desenvolvimento psiconeurológico, social e linguístico, pode estar próximo. Cientistas estão testando uma droga capaz de "tratar" a síndrome que atinge cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas. A previsão é do biólogo brasileiro e professor da faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia Alysson Muotri. Uma das principais autoridades no estudo do autismo no mundo, Muotri publicou um artigo na revista científica "Cell", em que demonstra como ele e sua equipe conseguiram consertar neurônios afetados pela Síndrome de Rett, uma das formas graves de autismo e que provoca várias complicações neurológicas.
A solução para o Rett veio por meio de uma droga que amplia a presença de insulina nas células doentes. O trabalho de Muotri repercutiu no mundo acadêmico e lançou esperanças de que seria possível, como mesmo fármaco, tratar outras formas de autismo. Segundo o pesquisador, há muita semelhança entre os neurônios afetados pela Síndrome de Rett e pelo autismo clássico. As células, em ambos os casos, têm morfologias semelhantes.
"São células menores, com arborizações e número de sinapses (conexões) reduzidas", explicou Muotri ao repórter Guilherme Voitch de O Globo. O medicamento desenvolvido para controlar Rett já vem sendo testado por outras equipes de pesquisadores em pacientes comprometidos pelo autismo nos Estados Unidos e na Itália. De acordo com Muotri, o medicamento se mostrou eficaz em laboratório, mas ninguém pode garantir agora que vai recuperar o cérebro de pessoas afetadas pelo autismo, e afirmou que o fármaco precisa ser aprimorado. Ainda são necessários testes de validações e ensaios de toxicidade. (O Globo)






REPORTAGEM: Brasil pode entrar para a vanguarda na luta contra o autismo.

BRASÍLIA - Um projeto de lei prestes a tramitar no Senado poderá colocar o Brasil na vanguarda da luta contra o autismo. O texto, elaborado por diversas entidades ligadas à causa, prevê a criação do Sistema Nacional Integrado de Atendimento à Pessoa Autista. Se aprovada, a legislação será uma das primeiras no mundo a priorizar o autismo como caso de saúde pública em nível nacional, incluindo a capacitação de profissionais de saúde, a criação de centros de atendimento especializado e a inclusão do autista no hall das pessoas portadoras de deficiência, além de criar um cadastro nacional. No Brasil não há dados oficiais sobre a quantidade de portadores da síndrome, considerada epidêmica nos EUA.
Um acordo feito no âmbito da Comissão de Direitos Humanos do Senado garante a relatoria ao senador Paulo Paim (PT-RS), que, de antemão, já garantiu parecer favorável à aprovação do texto. A abordagem será suprapartidária e espero que o projeto tramite já este mês – diz Paim. Drama O drama pelo qual passam os pais de autistas, na maioria das vezes sem diagnóstico precoce e tratamento adequado para seus filhos, não é uma exclusividade brasileira.
Recentes descobertas de um grupo de médicos e bioquímicos americanos, todos eles pais de autistas, têm causado polêmica e espantado uma parte da comunidade científica mais tradicional, a partir de evidências de que, ao contrário do que se pensava, o autismo não seria um mero transtorno mental, mas resultado de uma grave intoxicação, seja pela ingestão de alimentos contaminados com agrotóxicos, ou mesmo por substâncias químicas, incluindo metais pesados, que podem entrar no organismo das crianças por meio de diversos fatores, incluindo pelo uso de determinados medicamentos.
A nova abordagem a respeito do autismo assombra a indústria farmacêutica e divide a opinião de profissionais de saúde. Semana passada, numa conferência em Brasília, médicos e cientistas brasileiros e americanos foram praticamente unânimes ao reforçar a nova tese. Segundo eles, os autistas têm muita dificuldade de eliminar toxinas do organismo, e a situação seria agravada por uma disfunção gastrointestinal que facilita a absorção de toxinas pelo intestino, fazendo com que as mesmas entrem na corrente sanguínea e chegue ao cérebro, o que justificaria o comportamento autístico.

A boa notícia é que a nova abordagem diagnóstica levou a novos tipos de tratamentos, de caráter multidisciplinar, e que vêm obtendo resultados bastante animadores. A terapia é baseada em dietas alimentares específicas, prática de terapias comportamentais, suplementação vitamínica e fortalecimento da flora intestinal. Como resultado, muitas crianças que antes sequer olhavam nos olhos dos pais, ou mesmo pareciam ser surdas devido à total falta de interação com o mundo, hoje conseguem falar, olhar nos olhos e demonstrar afeto. A adoção de tratamentos baseados neste novo tipo de abordagem está prevista no projeto de lei que chegará ao Senado.
Lado sombrio.
O médico brasileiro Eduardo Almeida, doutor em saúde coletiva pela UERJ e um dos que se empenham nas novas pesquisas sobre a síndrome, considera o autismo “o lado sombrio da medicina acadêmica” e defenderam, durante sua palestra em Brasília, mudanças radicais na forma como a medicina tradicional aborda a questão. – Estamos numa espécie de encruzilhada da medicina alopática – analisou Almeida. O professor emérito de química e bioquímica da Universidade de Kentucky (EUA) Boyd Haley também defende a tese segundo a qual o autismo tem muito a ver com uma intoxicação por substâncias como os metais pesados, principalmente o mercúrio.
Durante a conferência, ele apresentou estudos feitos nos EUA que reforçam a tese. Abordagem holística traz melhora a crianças Em geral, médicos e outros profissionais de saúde que aderem às novas teses sobre diagnóstico e tratamento de autismo são pais de crianças que sofrem da síndrome. Ao não encontrarem solução na medicina tradicional, eles iniciam pesquisas por conta própria, e formam grupos cada vez mais coesos que defendem abordagens holísticas, incorporando ao tratamento aspectos da biomedicina e medicina ortomolecular, além de terapias comportamentais, dietas restritivas e a administração de suplementos.
A dentista Josélia Louback, 38 anos, mãe de um menino autista de seis (6), comemora as conquistas do filho. Segundo ela, Arthur só começou a melhorar depois do novo tratamento. – Ele teve ganhado de concentração e melhorou muito seu comportamento – garante. Nos exames de seu filho foram encontradas grandes quantidades de metais pesados como cádmio, alumínio e bismuto. Aflita também com a possibilidade de contaminação da criança por mercúrio (por não ser excretado, o metal não é detectado nos exames), Josélia teme que os anos em que passou manipulando a substância em seu consultório, confeccionando amálgama dentário, tenham contribuído para a contaminação de seu filho.
A bióloga Eloah Antunes, presidente da Associação em Defesa do Autista (www.adefa.com.br), também vê melhoras significativas em seu filho, Luan, de oito (8) anos. Eloah foi uma das pioneiras na adoção dos novos tratamentos relacionados ao autismo. O diagnóstico da síndrome foi dado por ela mesma – posteriormente confirmado por um pediatra – depois que vários médicos descartaram após sibilidade. – Infelizmente, a medicina acadêmica ainda sabe pouco a respeito do autismo. – reclama Eloah.
– Aprendi muito sobre a síndrome pela internet, mantendo contato com profissionais nos EUA, pais de autistas que também se rebelaram contra os médicos tradicionais de lá. (P.M.V.) “A dieta correta significa 60% da recuperação”. A analista de sistemas equatoriana Andrea La lama jamais havia pensado em ser homeopata. Radicada nos Estados Unidos, ela se casou e teve dois filhos, ambos autistas. A falta de médicos capazes de tratar adequadamente seu primeiro filho a fez se inscrever num curso de homeopatia e pesquisar, praticamente por conta própria, uma forma eficaz de tratamento.
Hoje, aos oito (8) anos, seu filho mais velho apresenta traços mínimos do espectro autista, e a mais nova é considerada uma criança normal. Andrea agora vive rodeada por pais de autistas, muitos deles médicos, que buscam sua consultoria. A homeopata é uma das vozes mais ativas dos Estados Unidos em prol da adoção e do reconhecimento dos novos diagnósticos e tratamentos para o autismo que, segundo ela, a medicina tradicional se recusa a reconhecer. Como estão seus filhos? Estão muito bem. Meu segundo filho não tem mais traços de autismo. Meu primeiro tem alguns traços, mas são mínimos. Ele vai à escola regular e leva uma vida praticamente normal. Tentando ajudar meu primeiro filho, tive que estudar muito e me tornei homeopata.
Até hoje, costumo ir a muitos seminários sobre medicina ortomolecular e energética, medicina tradicional chinesa, enfim, qualquer tipo de medicina integrativa e alternativa. Com isso, acabei absorvendo o que era útil. Cada terapia tem um pouco a oferecer, e se você combina tudo isso, faz o que eu chamo de abordagem holística. Foi isso que ajudou meus filhos. Qual o papel da alimentação na recuperação? Uma dieta correta representa 60% da recuperação do autista. Mas há regras nutricionais muito específicas, pois é preciso reparar as disfunções gastrointestinais presentes nas crianças. Quais os pontos mais importantes da dieta?
A alimentação orgânica é imprescindível, e a preparação dos alimentos também tem de ser especial. Se não houver uma preparação adequada, toxinas entrarão no organismo e causarão mais sintomas de autismo. O intestino do autista é bastante poroso e transfere essas toxinas para a corrente sanguínea, fazendo-as chegar ao cérebro. Para prevenir isso, até que você consiga fortalecer as paredes intestinais, é preciso reduzir a toxidade. Outro fator importante é que as crianças autistas não digerem bem os alimentos, pois têm carência de enzimas.
Então, a comida deve ser pré-digerida. Então, há um componente de alergia alimentar relacionado ao autismo? O autista tem um intestino poroso. Portanto, praticamente tudo o que eles ingerem vai para o sangue. Numa criança normal, isso não acontece. Alguns protocolos recomendam remover a comida das crianças e a substituir por cápsulas contendo enzimas, pro- bióticas vitaminas e coisas do gênero. Não digo que está errado, mas eu não apoio esse procedimento, porque Deus não criou cápsulas, mas comida limpa e orgânica para ser bem preparada.
Se seguirmos as regras, podemos reparar as disfunções gastrointestinais. Por causa da comida industrializada e de elementos químicos presentes em diversas substâncias artificiais, os autistas estão 100% intoxicados.
Há algum tipo de retardo mental no autista? Não há retardo mental, há intoxicação. Os autistas têm uma enorme deficiência para se livrar dessas intoxicações, se intoxicam mais rápido do que se desintoxicam. Os médicos tradicionais concordam com essa tese? Um médico que jamais esteve numa conferência sobre autismo dirá que somos loucos. Eles só dizem que o autismo é causado por uma disfunção cerebral. Mas já provamos a verdade. Então, há uma briga entre os defensores de sua tese e os médicos tradicionais? Não há briga. Há negação. As fundações e comunidades ligadas ao autismo nos EUA já convidaram a American Medical Association (Associação Médica Americana) para sentar à mesa conosco e ver as evidências. Eles se recusaram.
É uma verdade inconveniente dizer que as toxinas que desencadeiam o autismo nas crianças vêm da comida e de vacinas, por exemplo, porque alimentos e drogas são duas instituições que geram muito dinheiro. Como o governo vai apoiar a ideia de frear essa indústria? Quando há muita discordância entre profissionais de saúde, não há o risco de surgirem oportunistas com supostas soluções milagrosas? Os pais têm que ser céticos em relação a tudo o que lhes dizem. Mas é obrigação deles sentar em casa e pesquisar. Hoje, ir à internet é mais fácil do que ir à livraria, e você encontra provas de que as crianças estão intoxicadas. Temos provas científicas das disfunções gastrointestinais nos autistas.
Se seu filho se comporta como autista e um médico diz que ele está bem, desafie-o a provar. Faça testes de laboratório, examine a microflora intestinal e veja se está tudo bem. Exames de sangue mostram que ele está doente. Exames do fio de cabelo podem comprovar a intoxicação. Quem diz que a análise do fio de cabelo não é segura está mentindo. Seria como dizer que não existe genética. Mas por que os médicos tradicionais não aceitam essas evidências? Nos EUA, muitos médicos tradicionais são orgulhosos e egoístas. Quando são desafiados e confrontados com questões que não sabem responder, eles atacam.
Quem realmente acha que é bom médico não deve temer. Os médicos da comunidade autista estão dispostos a conversar, os médicos tradicionais não. Eles não querem saber, não retornam nossas ligações, não aceitam as novas evidências e não têm filhos autistas. Universidades brasileiras começam a fazer pesquisas. Duas Universidades Brasileiras realizam pesquisas focadas, respectivamente, nos indícios de alergia alimentar e na intoxicação por metais, que, segundo especialistas americanos, teriam conexão com a incidência de autismo. Em Niterói, a Universidade Federal Fluminense (UFF) vai verificar se realmente há ligação entre a síndrome e a intoxicação por metais pesados. Já a Universidade de Brasília (UnB) aproveita um estudo sobre doença celíaca para observar se há prevalência da intolerância ao glúten entre autistas.
A pesquisa feita em Niterói faz parte da tese de mestrado da biomédica Mariel Mendes, que conta com uma equipe multidisciplinar formada por nutricionista, psicóloga e farmacêutica. A universidade disponibilizará exames completos e atendimento gratuito a crianças, que estão sendo cadastradas. – A pesquisa visa comprovar não só a ligação entre autismo e a intoxicação por metais pesados, mas também a eficácia dos novos tratamentos propostos – afirma a psicóloga Sandra Cerqueira, que faz parte da equipe sob orientação do doutor em farmacologia e toxicologia da UFF Luiz Querino. Em Brasília, o pediatra e professor titular da UnB Ícaro Batista quer, em sua tese de doutorado, comprovar a prevalência da doença celíaca (intolerância ao glúten) em crianças autistas. Segundo ele, na literatura médica já há menção a um maior número de ocorrência da doença em autistas, mas faltariam pesquisas mais aprofundadas comprovando esta associação.
Autismo não é problema ‘meramente pediátrico’, diz pesquisador brasileiro.
Autismo não é problema ‘meramente pediátrico’, diz pesquisador brasileiro.
Alysson Muotri trabalha nos EUA e tem importantes estudos na área. Em visita ao Brasil, cientista deu palestra para médicos e pais de autistas. O biólogo brasileiro Alysson Muotri, que trabalha na Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, esteve em São Paulo nesta segunda-feira (26) para dar uma palestra a um grupo formado por pais de autistas e médicos que tratam pacientes desse tipo. O evento foi promovido pela associação Autismo e Realidade.
O laboratório de Muotri é especializado nas pesquisas sobre os transtornos do espectro autista, como é conhecido o conjunto de condições que provocam sintomas semelhantes, sobretudo a dificuldade no contato social. Em 2010, a equipe conseguiu, em laboratório, curar um neurônio que tinha a síndrome de Rett, uma das formas de autismo. Como trabalha em laboratório, sem contato direto com pacientes, o biólogo aproveita palestras como essa para aprender sobre o outro lado do autismo. “Eu sempre tentei manter esse contato bem íntimo com os pais e com os médicos até para me educar, conhecer quais são os sintomas e os quadros clínicos. Com isso, eu vou pensando em tipos de ensaios celulares que eu consigo fazer a nível molecular”, disse o pesquisador.
Nos EUA, a relação com associações filantrópicas é ainda maior. Segundo ele, as doações que provêm de grupos como esse constituem “uma fonte importante de renda para a pesquisa”. “O Brasil não tem essa cultura”, contrapôs. Segundo Muotri, investir na cura do autismo vale a pena não só pelas melhorias na vida dos pacientes, mas também pelo retorno econômico em longo prazo. Ele calculou que, ao longo da vida, um autista custa US$ 3,2 milhões, e ressaltou que cerca de 1% das crianças norte-americanas têm a disfunção – não há registro estatístico para o Brasil.
“As pessoas se enganam de achar que esse é um problema meramente pediátrico. As crianças vão crescer, vão ficar adultas e muitas delas vão ficar dependentes, dependentes de alguém. Nos EUA, a dependência é do estado”, argumentou o pesquisador, que é colunista do G1.
O biólogo Alysson Muotri, em palestra para médicos e pais de autistas (Foto: Tadeu Meniconi / G1).
O autismo
A genética por trás do autismo é complexa. Afinal, não se trata de uma doença, mas de várias síndromes. “A forma de herança é difícil de explicar. Não é um gene que passa de pai para filho. São 300 genes, há uma interação entre eles, se misturam a cada vez que isso é passado para uma geração”, explicou Muotri.
Por isso, quando pensa num potencial medicamento que possa levar à cura do autismo, o pesquisador deixa de lado a causa genética e prioriza o funcionamento dos neurônios. Nos autistas, a sinapse – ativação das redes neurais – não funciona da mesma maneira.
A comunicação entre as células nervosas é menor e os transtornos são consequência disso. No momento, sua equipe está procurando um remédio que possa melhorar esse funcionamento. Para isso, estão fazendo testes com micro-organismos que vivem no fundo do mar, cuja composição química ajuda na interação com os neurônios. Outra opção são medicamentos feitos no passado para tratar outras doenças e não funcionaram, mas que podem dar certo nesse caso; a vantagem é que eles já têm aprovação prévia dos órgãos regulamentadores dos EUA.
Achar a substância certa é difícil, pois Muotri definiu o método de procura como “totalmente tentativa e erro”. “O que a gente chama de drogas candidatas são as que a gente já sabe que atuam na sinapse, mas elas podem não funcionar. Quanto mais a gente testar, melhor, aumenta a chance de a gente encontrar alguma coisa”, contou. O autismo hoje não tem cura. Porém, em 5% dos casos, quando o diagnóstico é rápido e a variação é mais branda, as crianças conseguem eliminar a síndrome com acompanhamento psiquiátrico.
Saiba mais:
Cientistas brasileiros consertam ‘neurônio autista’ em laboratório.
Conheça o Espiral, o blog de Alysson Muotri no G1
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/autismo-nao-e-problema-meramente-pediatrico-diz-pesquisador-brasileiro.html






Um filme sobre autismo. Este é o projeto criado pela cineasta Julia Rufino Garcia, que busca verba para filmar "Arthur e o Infinito", um curta-metragem a respeito da síndrome.
A ideia surgiu da grande curiosidade que Julia tem sobre o tema, que até então era pouco conhecido por ela, mas que a fascinava, pois essas crianças interagem com o mundo de forma diferente, com habilidades diferentes. "São pessoas puras, que têm muito a ensinar a humanidade e esse é um dos principais focos do filme", contou a cineasta com exclusividade para a Revista Autismo. Ainda segundo Julia, o segundo principal foco é mostrar o como o cuidado, o carinho, o fato de se importar e de estar junto pode fazer toda a diferença. "Hoje vivemos num mundo que necessita disso, deixar isso exposto na relação da mãe com o menino pode inspirar pessoas a mudarem suas ações", arrematou. Veja como contribuir, no final deste texto.

A HISTÓRIA
O filme conta a história de Marina e César, pais de duas crianças: Sofia de dez anos e Arthur, de seis anos — vividos pelo jovem ator Eric Schon (foto). Quando Arthur tinha um ano e meio de idade, começou a apresentar um comportamento diferente das outras crianças, como por exemplo, a sua comunicação era precária, parecia não ouvir quando seus pais o chamavam e quase não tinha contato visual. Essas características levaram os pais a procurarem médicos e especialistas.
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Embora a ciência estude o distúrbio há seis décadas, só há pouco mais de 20 anos surgiu à primeira associação para o autismo no Brasil. Na casa ainda em construção do Lago Norte, a menina de 12 anos corre de um lado para o outro. Frequentemente mexe os dedos das mãos num movimento repetitivo (os médicos chamam isso de estereotipia). Aquele momento é só dela. Ninguém mais pode entrar no seu mundo tão encantadoramente particular. Luísa é autista. É a terceira e última filha da servidora pública Luzanira Maria Santos, 46, e do analista de sistema Abimael Ribeiro, 45. Até os dois (2) anos de vida, a pequena Luísa era uma criança que falava, brincava, ia à escola e tinha uma relação completamente integrada com o mundo e com as coisas que a cercava.
Depois dos dois (2) anos, tudo mudou. “Ela teve uma regressão na fala e na interação social. Deixou de falar, brincar com outras crianças e se isolou”, lembra a mãe. Começava a via-crúcis do casal para entender o que Luísa tinha. “Nunca tinha ouvido falar de autismo”, admite Luzanira. De consultório em consultório médico, Luzanira e Abimael queriam entender o que havia com sua filha. Clinicamente, não havia nada errado. Foram a uma psicóloga. Depois de 12 sessões de terapia, o primeiro diagnóstico: Luísa era autista. A menina completara três (3) anos. “E o que ouvi naquela época é que não havia cura, minha filha não teria perspectiva nem esperança de um futuro”, diz a mãe.
O sofrimento e a dor invadiram a vida do casal. “Eu chorei e sofri muito”, confessa. Mas, mesmo em lágrimas e despedaçada, Luzanira foi à luta. Procurou o que pôde em livros médicos e na internet, ainda meio incipiente àquela época. “Tudo era muito forte e de derrubar qualquer mãe. Não havia nenhuma esperança de que minha filha pudesse ter uma vida integrada.”
Luzanira decidiu que iria ao fim do mundo em busca de alguma explicação que a levasse a uma compreensão maior do autismo de sua filha. Em dezembro de 2003, embarcou para os Estados Unidos. Foi atrás do Programa Son-Rise, criado por Barry Neil Kaufman e Samahria Lyte, em 1974, para o filho Rauan, que possuía autismo severo — nenhuma comunicação com o mundo externo. O método tem como princípio olhar a criança como um todo, em vez de se focar apenas naquilo que aparenta ser desafiante. Ou seja, cuidar e incentivar as habilidades e motivações do autista.
Os pais de Rauan foram tão a fundo aos seus propósitos que se juntaram ao filho em tudo — até na repetição dos movimentos. “Era como se eles dissessem ao menino: ‘Nós estamos entrando no seu mundo também’. Rauan aceitou e passou a interagir com seus pais. Hoje, está com 36 anos e coordena o programa. É a prova de que o autismo é tratável e pode ter cura”, comemora a incansável Luzanira.
A história, de tão real, virou filme nos Estados Unidos, com repercussão no mundo inteiro. O nome? Son-Rise, a miracle of love. No Brasil, foi chamado de Meu filho, meu mundo. Barry e Samahria foram procurados por pais de autistas do mundo inteiro. Luzanira conheceu o programa. Voltou para Brasília, encontrou-se com outros pais e decidiram todos juntos, que mudariam a história — o destino sem esperança — dos seus filhos. Músiconato Luzanira e Abmael se encontraram com a veterinária Áurea Daia Barreto, 37, e o engenheiro e acupunturista Ubyrajara Gomes, 50, moradores do Guará e pais do pequeno Lorenzo, de cinco (5) anos.
O menino, cuja família também descobriu o autismo aos dois (2) anos, participa do mesmo programa de Luísa. E tem surpreendido os pais todos os dias. “Ele voltou a falar, já diz frases inteiras e faz aulas de música. Ouve uma canção uma vez e é o suficiente pra tocar e cantar, até em inglês. O professor dele fica impressionado”, vibra Áurea, orgulhosíssima dos progressos do menino especial.
Luísa tem acompanhamento diário e domiciliar com psicólogos. A mãe a tirou da escola por entender que em nenhuma delas — nem as de ensino regular e as especiais — havia profissionais capacitados para lidar com uma criança autista. A menina, pré-adolescente, tem o dia inteiro preenchido. São duas psicólogas pela manhã e mais duas à tarde. Há um quarto preparado só pra ela.
Quer ver Luísa ficar feliz? Deixe-a ficar se embalando na rede. Aos poucos ela começa a dizer uma ou outra palavra. E volta a sorrir, quando realmente se sente segura e amparada. “Autista não tem nenhum prejuízo cognitivo. O prejuízo é apenas de interação”, comenta a psicóloga Ana Carla Mello, 30, uma das profissionais que atendem Luísa. E admite: “Na faculdade, aprendi que autistas não estabelecem contatos. Hoje, com a Luísa, cada movimento é uma celebração”.
Luzanira só quer ver sua filha cada vez melhor. “Escolhi não me preocupar com o futuro. Ela é feliz hoje e tem qualidade de vida”, assegura a mãe da menina. Áurea não vê a hora de Lorenzo voltar a frequentar a escola, que deixou aos três (3) anos, incomodado pelo barulho. O pai dele faz um apelo aos pais que estão passando pelo que ele um dia passou: “Não se desesperem. Essas crianças têm um potencial imenso. E quando mais cedo começar o tratamento, melhores será os resultados”.
São histórias escritas com lágrimas, luta esperança, determinação e uma vontade imensurável de que um dia, não importa quando, as portas desse mundo quase intransponível de seus filhos se abram para sempre. Luzanira, Abimael, Áurea e Ubyrajara sabem bem o que é isso. Reduzindo danos Em 12 e 13 de abril, nas 510 Norte, Luzanira e Áurea preparam um workshop voltado aos pais e profissionais que cuidam de crianças autistas. Como convidada, a homeopata norte-americana Andrea La lama, que falará sobre medicina integrativa e terapias naturais, como ajuda para reverter os danos da desordem comportamental.
Contatos: Luzanira: 9279-4838 e Áurea: 8127-2728 Sintomas do distúrbio. O autismo é uma desordem global do desenvolvimento neurológico (hoje alguns estudos apontam também para uma desordem metabólica). É uma alteração cerebral/comportamental que afeta a capacidade da pessoa de se comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia.
As recentes estatísticas do autismo entre a população dos Estados Unidos e da Europa apontam para a existência de uma epidemia atual. Lá, saltou de um em cada 2.500 pessoas, na década de 1990, para um caso em cada 150 pessoas, em 2007 (fonte: Centers for Disease Control, EUA). Embora a ciência estude o distúrbio há seis décadas, só há pouco mais de 20 anos surgiu à primeira associação para o autismo no Brasil. E mesmo assim ficaram restritos a um grupo muito pequeno de pessoas, entre elas poucos médicos, alguns profissionais da área de saúde e pais que haviam sido surpreendidos com o diagnóstico dos filhos.
O autismo foi descrito pela primeira vez em 1943, pelo médico austríaco Leo Kanner, em seu artigo Autistic disturbance of affective contact, na revista Nervous Child. Não há exames clínicos que possam indicar se uma criança é ou não autista. O diagnóstico do profissional é feito apenas pela observação. Os pais, por sua vez, devem ficar alerta para alguns destes comportamentos: dificuldade de conviver com outras pessoas; insistência com gestos idênticos; resistência a mudar de rotina; pequena resposta aos métodos normais de ensino, ecolalia (repetição de palavras ou frases); não responde às ordens verbais — atua como se fosse surdo; dificuldade em expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras; hiper ou hipoatividade física; pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente.


Inspirados pelo Autismo - Informando, Inspirando e Habilitando Famílias, Profissionais e Crianças com Autismo.
Algumas crianças e adultos com autismo, quando abordados com inspiração, apreciação e entusiasmo, têm se desenvolvido muito além dos níveis ditados pelas abordagens convencionais do autismo. Sentir-se inspirado por uma pessoa com autismo é o primeiro passo para ajudá-la a desenvolver a motivação para aprender e para interagir socialmente. Os Inspirados pelo Autismo dedicam-se a informar, inspirar e habilitar os pais e profissionais a ajudar crianças e adultos com autismo a superar suas dificuldades e alcançar novos patamares de desenvolvimento. Utilizamos uma abordagem educacional relacional e responsiva baseada no Programa Son-Rise para pessoas diagnosticadas com autismo.
O Programa Son-Rise apresenta uma abordagem altamente inovadora e dinâmica ao tratamento do autismo e outras dificuldades de desenvolvimento similares. Você pode conhecer mais sobre o método assistindo aos Vídeos do Programa Son-Rise Online. Inspirados pelo Autismo oferecem Serviços Personalizados para ajudar os pais e profissionais a desenvolver um programa personalizado para cada família. Nossos Workshops oferecem aos pais e profissionais as informações e técnicas necessárias para começar a implantar um programa de desenvolvimento baseado no Programa Son-Rise em suas casas, escolas ou clínicas.
Veja também exemplos de Atividades Interativas que podem ser criadas dentro do quarto de brincar para auxiliar crianças e adultos com autismo a interagir e a desenvolver suas habilidades sociais, o Modelo de Desenvolvimento do Programa Son-Rise®, uma lista de Perguntas - enviadas por pais, familiares, e profissionais - respondidas por profissionais com formação no Programa Son-Rise, e Páginas Informativas sobre questões ligadas à abordagem. Inscreva-se no campo ao lado para receber nosso Newsletter com notícias, novidades, e dicas para auxiliar o desenvolvimento e bem-estar de pessoas com autismo e seus familiares.


O Programa Son-Rise.
O Programa Son-Rise® apresenta uma abordagem altamente inovadora e dinâmica ao tratamento do autismo e outras dificuldades de desenvolvimento similares – uma abordagem relacional, onde a relação entre pessoas é valorizada. O Programa Son-Rise não é um conjunto de técnicas e estratégias a serem utilizadas com uma criança. É um estilo de se interagir, uma maneira de se relacionar com uma criança que inspira a participação espontânea em relacionamentos sociais. Os pais aprendem a interagir de forma prazerosa, divertida e entusiasmada com a criança, encorajando então altos níveis de desenvolvimento social, emocional e cognitivo.
Psicólogos e especialistas em desenvolvimento infantil têm apontado há décadas que crianças que possuem um desenvolvimento típico aprendem melhor através de experiências interativas e emocionalmente prazerosas com outras pessoas. Nestas interações, a criança é um participante ativo ao invés de um recipiente passivo de informação. Nos últimos dez anos, os pesquisadores têm percebido que o mesmo vale para crianças com autismo e dificuldades similares. As novas perspectivas e pesquisas em relação ao autismo estão começando a perceber recentemente aquilo que o Programa Son-Rise já vem praticando há anos. Este programa tem sido utilizado internacionalmente por mais de 30 anos com crianças e adultos representantes de todo o Espectro do Autismo e dos Transtornos Globais do Desenvolvimento.
No início dos anos 70, o casal Barry e Samahria Kaufman, fundadores do Programa Son-Rise®, ouviram dos especialistas que não havia esperança de recuperação para seu filho Raun, diagnosticado com autismo severo e um QI abaixo de 40. Decidiram, porém acreditar na ilimitada capacidade humana para o desenvolvimento, e puseram-se à procura de uma maneira de aproximar-se de Raun. Foi a partir da experimentação intuitiva e amorosa com Raun, há cerca de 30 anos, que eles desenvolveram o Programa Son-Rise. Raun se recuperou de seu autismo após três (3) anos e meio de trabalho intensivo com seus pais. Ele continuou a se desenvolver de maneira típica, cursou uma universidade altamente conceituada e agora é o CEO do Autism Treatment Center of America, fundado por seus pais em Massachusetts, nos EUA. Desde a recuperação de Raun, milhares de crianças e adultos utilizando o Programa Son-Rise têm se desenvolvido muito além das expectativas convencionais, algumas delas apresentado completa recuperação.
O Programa Son-Rise é centrado na pessoa com autismo. Isto significa que o tratamento parte do desenvolvimento inicial de uma profunda compreensão e genuína apreciação da pessoa, de como ela se comporta, interage e se comunica, assim como de seus interesses. O Programa Son-Rise descreve isto como o “ir até o mundo da pessoa com autismo”, buscando fazer a ponte entre o mundo convencional e o mundo desta pessoa em especial. Com esta atitude, o adulto facilitador vê a pessoa como um ser único e maravilhoso, não como alguém que precisa “ser consertado”, e pergunta-se “como eu posso me relacionar e me comunicar melhor com essa pessoa?”

Quando a pessoa com autismo sente-se segura e aceita por este adulto, maior é a sua receptividade ao convite para interação que o adulto venha a fazer.
O Programa Son-Rise oferece uma abordagem prática e abrangente para inspirar a pessoa com autismo a participar espontaneamente de interações divertidas e dinâmicas com outras pessoas, tornando-se aberta, receptiva e motivada para aprender novas habilidades e informações. A participação da pessoa nestas interações é então fator chave para o seu desenvolvimento. E o papel dos pais é essencial neste processo.
Durante todo o processo, o crescimento emocional dos pais é enfatizado. Orientação atitudinal é oferecida para os pais para ajudá-los a trabalhar quaisquer crenças limitantes ou sentimentos negativos em relação a eles mesmos, à criança ou ao diagnóstico da criança. Instruções práticas são oferecidas para auxiliar os pais na criação de uma nova perspectiva que permita que se relacionem com a criança a partir de um sentimento de apreciação e alegria.
“Toda a aprendizagem acontece no contexto de uma interação divertida, amorosa e espontânea que inspira tanto pais como filhos. Pais que utilizam o Programa Son-Rise relatam não somente um progresso magnífico no desenvolvimento dos filhos, mas também uma melhora dramática em seu próprio bem-estar emocional.”
O Programa Son-Rise propõe a implementação de um programa dirigido pelos pais na residência da criança ou adulto com autismo. As sessões individuais (um-para-um) são realizadas em um quarto especialmente preparado com poucas distrações visuais e auditivas, contendo brinquedos e materiais motivadores que sirvam como instrumento de facilitação para a interação e subsequente aprendizagem. Devido às diferenças neurológicas apresentadas por uma criança com autismo, os pais aprendem um novo estilo de interação que difere de como eles se relacionam com crianças de desenvolvimento típico.
O Programa Son-Rise é lúdico. A ênfase está na diversão. Isto significa que os pais, facilitadores e voluntários seguem os interesses da criança e oferecem atividades divertidas e motivadoras nas quais a criança esteja empolgada para participar. O mesmo aplica-se para o trabalho com um adulto. As atividades são adaptadas para ser motivadoras e apropriadas ao estágio de desenvolvimento específico do indivíduo, qualquer que seja sua idade.
Uma vez que a pessoa com autismo esteja motivada para interagir com um adulto, este adulto facilitador poderá então criar interações que a ajudarão a aprender as habilidades do desenvolvimento que são aprendidas através de interações dinâmicas com outras pessoas (por exemplo, o contato visual “olho no olho”, as habilidades de linguagem e de conversação, o brincar, a imaginação, a criatividade, as sutilezas do relacionamento humano). O Programa Son-Rise instrui os pais na criação destas eficazes interações com a criança ou adulto de forma que eles possam dirigir o programa de seus filhos e ajudá-los durante todas as interações diárias com eles.
info@inspiradospeloautismo.com.br



Videos do Programa Son-Rise.
Uma Solução para o Autismo.
O vídeo descreve algumas técnicas fundamentais da metodologia e é ilustrado por trechos de sessões Son-Rise com cinco (5) pessoas que apresentam diagnósticos dentro do Espectro do Autismo. Todas as sessões são facilitadas por profissionais certificados do Programa Son-Rise.

Eu Quero Meu Garotinho de Volta.
Assista aqui a um documentário realizado pela rede de televisão britânica BBC sobre a experiência de uma família inglesa que levou seu filho Jordan ao Autism Treatment Center of América, nos EUA, para participar do Curso Intensivo do Programa Son-Rise com duração de duas (2) semanas. O documentário de 1 hora está dividido em 6 partes para sua exibição.

Desenvolvendo a Comunicação Verbal.
Assista agora ao vídeo "Desenvolvendo a Comunicação Verbal", palestra ministrada por Kate Wilde, professora certificada do Programa Son-Rise. Neste vídeo do Autism Treatment Center of America, Kate descreve técnicas para auxiliar uma criança ou adulto com autismo a desenvolver sua comunicação verbal, e está dividido em seis (6) trechos para sua exibição.

Lidando com Comportamentos Agressivos de Pessoas com Autismo.
Aqui você pode assistir ao vídeo sobre "Comportamentos Agressivos", palestra ministrada por William Hogan, professor certificado do Programa Son-Rise. Neste vídeo do Autism Treatment Center of America (www.autismtreatmentcenter.org), William oferece sugestões sobre como responder para minimizar a ocorrência de comportamentos agressivos de pessoas com autismo. O vídeo está dividido em 7 trechos para sua exibição.


Estratégias para Auxiliar o Desenvolvimento de Pessoas com Autismo.
Nesta palestra, Raun Kaufman, que foi a criança que deu origem ao Programa Son-Rise na década de 70, hoje o diretor-executivo do Autism Treatment Center of América (www.autismtreatmentcenter.org), relata a história do programa que levou à sua total recuperação do autismo. O vídeo está dividido em 6 trechos para sua exibição.

Famílias do Programa Son-Rise. Assista a um documentário com o relato de 4 famílias do Reino Unido que utilizaram o Programa Son-Rise. O documentário foi feito por Sean Fitzgerald, Professor Certificado do Programa Son-Rise, e legendado pela Inspirada pelo Autismo para as famílias brasileiras.

A história de um menino saindo do espectro do autismo.
Assista online a um documentário gratuito (com legendas em português) sobre as mudanças alcançadas por um menino e sua família através do Programa Son-Rise. O vídeo abrirá em uma nova janela no seu navegador. Para voltar para o site dos Inspirados pelo Autismo, basta fechar a nova janela.

A história de Raun Kaufmann, a primeira criança Son-Rise. Quando nasceu, Raun era um saudável e feliz bebê. Com o passar dos meses, seus pais começaram a observar que havia alguma coisa diferente com ele, sempre com um ar ausente. Um dia receberam a confirmação do que suspeitavam... Raun tinha autismo. Decidiram então fazer a ponte para o mundo da criança, acreditando que com o amor poderiam alcançá-lo.

Autismo de Alto Desempenho e Asperger.
William Hogan, Diretor Executivo de Cursos do Autism Treatment Center of América, fala sobre como ajudar crianças diagnosticadas com Autismo de Alto Desempenho ou Síndrome de Asperger. O vídeo, produzido pelo Autism Treatment Center of América, está dividido em três (3) partes. O áudio está em inglês, mas você poderá ler a transcrição traduzida para o português nos documentos em PDF acessíveis pelos links ao lado de cada vídeo.


Vídeos do Programa Son-Rise no Youtube
Assistam agora a vídeos sobre o Programa Son-Rise disponíveis no Youtube.


Serviços Personalizados.
A Inspirados pelo Autismo oferece uma série de serviços para auxiliar pais e profissionais na implementação de programas educacionais para crianças e adultos com autismo:

Consultas Telefônicas /Virtuais Individualizadas.
Consultas telefônicas ou virtuais pela internet, com duração de duas (2) horas, altamente personalizadas e interativas com o objetivo de informar, inspirar e orientar o desenvolvimento de um programa educacional para a criança. Inclui a observação prévia por parte do consultor de vídeos da criança. Os vídeos são totalmente educativos, no acompanhamento de médicos e pais com seus filhos.

Atendimento Domiciliar.
Treinamento intensivo e personalizado durante três (3) dias na residência da família para demonstrar e ensinar uma eficaz maneira de se promover o desenvolvimento social de uma criança ou adulto com autismo. Inclui sessões de quarto do consultor com a pessoa diagnosticada com autismo, observação e feedback de sessões realizadas pelos familiares, voluntários e profissionais, reuniões para identificação de metas e estratégias para alcança-las, criação de atividades interativas educacionais. Veja a estrutura da visita. São pessoas altamente especializadas em Autismo.
info@inspiradospeloautismo.com.br


Workshops. Inspirados pelo Autismo. "O workshop foi maravilhoso! Tudo foi apresentado de forma motivadora, dinâmica e otimista. Eu entendi mais sobre meu filho nestes 3 dias do que eu havia entendido nos últimos dois (2) anos. Como consequência, eu aprendi a lidar melhor com as suas dificuldades, e ainda mais importante, eu me sinto muito mais capaz de ajudá-lo. "Giselle (médica e mãe de Augusto,
3) Participante da 1ª série de workshops


Trabalhamos com uma abordagem educacional baseada nos princípios do Programa Son-Rise, a qual busca inspirar as crianças e adultos com autismo para que aprendam através da interação social divertida e prazerosa. Criamos os nossos workshops interativos para compartilhar com os pais, familiares e profissionais os princípios que consideramos fundamentais à educação social de uma criança ou adulto com autismo, assim como a apresentação de técnicas práticas que possibilitem a imediata implementação de um programa educacional para suas crianças.

Desde 2008, a Inspirados pelo Autismo vem realizando workshops educacionais de diferentes níveis para pais e profissionais em várias cidades nas diversas regiões brasileiras, contando com palestrantes brasileiros e também com convidados internacionais.
Atividades Interativas.
Esta página contém uma série de exemplos de atividades que podem ser criadas dentro do quarto de brincar / interagirem do Programa Son-Rise® para auxiliar crianças e adultos com autismo a interagir e desenvolver suas habilidades sociais. As atividades abaixo estão divididas em duas partes, atividades com metas educacionais variadas e atividades com metas específicas da área da comunicação verbal. Recomendamos que a leitura das atividades siga a ordem apresentada nesta página: Atividades Interativas Educacionais Atividades Interativas para Desenvolver a Linguagem.
ATIVIDADES INTERATIVAS EDUCACIONAIS.
As atividades abaixo são exemplos de atividades interativas criadas dentro do quarto de brincar / interagirem do Programa Son-Rise. As atividades podem ser adaptadas para a faixa etária, interesses e estágio de desenvolvimento social de cada criança ou adulto com autismo. As metas educacionais de algumas atividades também podem ser modificadas de acordo com as necessidades de cada pessoa. Por exemplo, no Pega-Pega Surpresa, a meta apresentada é o aumento do contato visual, mas poderia ser também a comunicação verbal, e o facilitador então solicitaria que a criança, ao invés fazer contato visual através dos buracos do lençol, falasse uma palavra ou uma sentença para dar continuidade ao pega-pega, de acordo com o estágio de desenvolvimento da comunicação verbal da criança.
Identifique o estágio de desenvolvimento social da criança ou adulto com autismo (ver Modelo de Desenvolvimento do Programa Son-Rise) e elabore atividades divertidas e apropriadas às necessidades de cada pessoa.

1. Caça ao Quebra-Cabeça
Meta: Inspirar um aumento do intervalo de atenção compartilhada.
Motivações / Interesses: Figuras, quebra-cabeças e passeios no colo ou de cavalinho.
Preparação: Imprima da internet ou desenhe uma versão grande de um dos personagens favoritos da criança (Barney, um dos Backyar digans, Mickey, etc.). Plastifique com papel contact (para tornar o material mais durável) e corte e pedaços para fazer um quebra-cabeça. Quando você entrar no quarto, coloque as peças do quebra-cabeça em alguns pontos da prateleira. Início da Atividade: Quando a criança oferecer a você um “Sinal Verde para Interação”*, apresente a atividade pegando uma ou duas peças da prateleira.
Explique animadamente que figura será formada quando vocês pegarem todas as peças. Diga também que a maneira de pegar mais peças é ela subir no seu colo ou costas para vocês passearem juntos pelo quarto procurando cada peça. Se a criança não subir no seu colo imediatamente, procure convidá-la outras vezes quando ela oferecer Sinais Verdes até que ela sobe no seu colo. Construção da Interação – Aumentando o Nível de Motivação: Passeie pelo quarto com a criança em seu colo (ou costas) de formas divertidas.
Pegue uma peça por vez e a leve até a mesa para adicioná-la ao quebra-cabeça. Demonstre para a criança como pode ser divertido observar a figura crescer e se tornar o personagem. Solicitação: O objetivo aqui é prolongar a duração do intervalo de atenção compartilhada da criança, portanto a única coisa a se solicitar é que a criança suba novamente em suas costas para vocês irem pegar uma nova peça.
Se a criança entrar em comportamento de isolamento e repetição antes de completar o quebra-cabeça, junte-se à criança fazendo o que ela estiver fazendo. Quando ela oferecer um novo Sinal Verde, convide-a para a atividade do quebra-cabeça novamente. *Sinal Verde para Interação: Depois de um período de isolamento, a criança demonstrará estar disponível para uma interação social através de um “Sinal Verde”. Há três (3) tipos de Sinais Verdes: Contato visual; Comunicação verbal; Contato físico.


2. Pega-Pega Surpresa
Meta: Estimular um maior contato visual (olho no olho). Motivações / Interesses: Pega-pega ou cócegas; fantasias ou chapéus. Preparação: Providencie uma sacola cheia de fantasias, chapéus, máscaras, asas, etc. Separe um pedaço grande de papelão ou um lençol que você possa pendurar no teto para funcionar como um biombo. Corte um ou dois buracos no papelão ou lençol no nível dos olhos da criança.
Início da Atividade: Quando a criança oferecer um Sinal Verde, apresente a atividade correndo atrás da criança de forma divertida. Adapte a atividade para incluir os interesses de sua criança. Por exemplo, se ela gosta de cócegas, corra atrás dela e faça cócegas no final. Construção da Interação – Aumentando o Nível de Motivação: Se a criança demonstrar que quer que você corra e faça cócegas de novo, corra para trás do papel ou lençol e esconda-se enquanto veste um chapéu ou uma peruca.
Apareça com a nova fantasia e corra atrás da criança. Repita esta rotina vestindo cada vez uma fantasia diferente. Você pode fingir ser um personagem diferente com cada fantasia. Cada personagem tem uma aparência, voz, jeito de falar, de correr e de fazer cócega diferente dos outros personagens. Isto trará variação, dinamismo e suspense à atividade, tornando-a ainda mais divertida para sua criança. Solicitação:
Quando você já tiver corrido com diferentes fantasias algumas vezes e a criança estiver altamente motivada para mais corridas suas, você pode começar a solicitar. Vá para trás do papelão ou lençol para trocar de fantasia e, antes de sair para mostrar a nova fantasia, coloque seus olhos no buraco do “biombo” e peça para a criança olhar para os seus olhos através do buraco. Assim que ela olhar, pule para fora do biombo e corra atrás dela. A cada vez que você se esconder atrás do biombo para trocar de fantasia, solicite que a criança olhe nos seus olhos através do buraco antes de você aparecer.


3. Pescando as Sentenças
Meta: Estimular a utilização de sentenças mais longas. Motivações/ Interesses: Atividades físicas (ex: passear de cavalinho, balançar, rodar, pular na bola grande, etc.) Preparação: Em letras bem grandes, escreva as sentenças que descrevem atividades que você acredita que sua criança terá interesse em participar. Por exemplo: “Eu quero passear de cavalo”, “Eu quero balançar devagar”, “Eu quero pular na estrada de buracos”, “Eu quero voar de avião”, “Faça passeio de elefante”, “Faça passeio de espirro”! Seja criativo em relação aos tipos de passeios, balanços e pulos que você pode oferecer para a criança.
Escreva quantas sentenças você conseguir inventar para ações que você vai oferecer. Plastifique as sentenças para que elas possam ser reutilizadas. Depois corte as sentenças em 3 partes para criar “piscinas” de palavras / frases. A 1ª piscina irá conter os inícios das sentenças (ex: “Eu quero”, “Faça”, etc.). A 2ª piscina terá as ações motivadoras (ex: “o passeio”, “balançar”, etc.). A 3ª piscina terá as palavras descritivas da ação (ex: “de cavalo”, “de avião”, “de espirro”, “devagar”, etc.).
Cole um clipe de metal em cada pedaço de papel. Improvise uma vara de pescar com um pequeno imã no fim da linha. Coloque as três (3) piscinas (caixas, bacias) de categorias de palavras no quarto de brincar/interagir. Início da Atividade: Quando sua criança oferecer um Sinal Verde, corra para a 2ª piscina (verbos, ações) e pesque você mesmo um pedaço de papel com uma palavra de ação. Leia a palavra para a criança e ofereça a ação correspondente (um passeio, balanço ou pulo). Construção da Interação – Aumentando o Nível de Motivação:
Agora pesque uma palavra da 2ª e uma da 3ª piscina, e leia a combinação para a criança (ex: “pulo de elefante”). Ofereça esta ação para a criança. Faça isto várias vezes até que sua criança esteja motivada o suficiente para vir ajuda-lo a pescar uma palavra de cada piscina. Solicitação: Quando sua criança estiver bem motivada dentro da atividade, você pode pedir para que ela leia a sentença inteira ou para que repita depois de você. E você oferece a ação motivadora. Esta atividade pode evoluir para um momento em que a criança não precise mais das palavras por escrito para ajudá-la a elaborar uma sentença completa.


4. O Incrível Repórter
Meta: Inspirar um maior interesse em outras pessoas. Motivações /Interesses: Jogo imaginativo, troféus, prêmios, medalhas. Preparação: Separe para o quarto todos os brinquedos e objetos que se encaixem em uma temática de expedições / safáris (ex: binóculos, telefone velho, chapéus, cordas, mochilas, comidas de plástico, figuras de animais, etc.). Faça um mapa do território que vocês irão explorar na expedição. Faça um “Caderninho de Notas do Repórter” com perguntas que você escreveu para a criança utilizar.
Estas serão perguntas que a criança fará para você quando você estiver fingindo serem personagens diversos (ex: “O que você mais gosta da vida nas havanas africana?”) Início da Atividade: Mostre o mapa para a criança de maneira muito animada e explique que um “jornal” local quer que vocês façam uma reportagem sobre animais exóticos, dinossauros, alienígenas, pessoas (o que quer que você acredite que seria mais interessante para a criança) que vivem naquele local do mapa. Inicie a atividade oferecendo à criança uma maneira simples e física de participar, por exemplo, segurar o mapa, dirigir o jipe, procurar girafas através dos binóculos, etc. Avise para a criança que quando ela voltar para a redação do jornal com a reportagem ela receberá uma medalha ou troféu do mais “Incrível Repórter”.
Construção da Interação – Aumentando o Nível de Motivação: Enquanto vocês viajam pelo território que vocês criaram, utilize os seus 3E’s* para ajudar sua criança a ficar ainda mais motivada pela atividade. Finja ser um dos animais (ou alienígenas, etc.) e se apresente à criança. Agindo como o personagem, conte animadamente sobre você, respondendo a todas as perguntas que estão escritas no “Caderninho de Notas do Repórter” sem que a criança precise fazer as perguntas.
Solicitação: Quando a criança estiver altamente envolvida na atividade, comece a pedir para ela fazer o papel do repórter mais ativamente. Estimule a criança a perguntar para você as perguntas escritas no caderno enquanto você finge ser os vários personagens que vocês encontram pelo caminho. Depois de fazer isto com alguns personagens, diga para a criança que o repórter que provavelmente ganhará o prêmio de “Incrível Repórter” será aquele que inventar novas perguntas para fazer. Encoraje a criança a fazer perguntas que não estão escritas no caderno.
* 3E’s: Uma técnica fundamental do Programa Son-Rise. Os 3E’s são Energia, Entusiasmo e Empolgação.


5. A Conversa com os Dados - Meta: Conversação com conteúdo social. Motivação / Interesses: O assunto que sua criança goste de conversar (ex: carros, etc.). Preparação: Faça dois dados gigantes (caixas quadradas embaladas em papel). Um dado será o dado das “situações”, cada face terá uma situação diferente relacionada com a área de interesse de sua criança (ex: o carro quebrando, comprando um novo carro, etc.). No outro dado, escreva em cada face nomes de pessoas que sua criança conhece (ex: membros da família, voluntários do programa, o seu nome e o nome da criança).
Início da Atividade: Explique para a criança a atividade. Neste jogo, cada um tem a sua vez para jogar ambos os dados ao mesmo tempo. A combinação entre a situação e o nome da pessoa dita então o tópico da conversa. A ideia é conversar sobre como aquela pessoa específica agiria naquela determinada situação. Queremos encorajar conversas que tenham o foco em informações pessoais ao invés de informações factuais. Se você jogar os dados e obtiver a mesma combinação uma segunda vez, jogue o dado dos nomes novamente até que você tenha um nome diferente com o tópico da conversa. Construção da Interação. Aumentando o Nível de Motivação:
Você joga os dados primeiro e então descreve como você acha que aquela pessoa agiria naquela determinada situação. Descreva a situação de forma animada, divertida, e bem detalhada, como se estivesse pintando um quadro da cena. Procure adicionar na sua descrição vários interesses da criança. Por exemplo, se a criança gosta de humor tipo “pastelão”, inclua na história pessoas escorregando ou deixando coisas cair, etc. Estimule a criança a ter a vez dela. Auxilie a criança a contar a história o quanto você achar necessário, e celebrem quais quer ideia sela oferecer. Continue alternando a vez entre os jogadores. Solicitação: Quando a criança entender bem o mecanismo do jogo e estiver altamente motivada, comece a introduzir desafios maiores.
Ofereça menos auxílio, fique em silêncio e espere que a criança ofereça mais ideias espontaneamente. Se a criança oferecer uma descrição apenas factual do que poderia acontecer naquela situação, ou uma descrição geral não relacionada à pessoa em questão, celebre esta descrição e solicite que ela traga elementos mais específicos para aquela história tendo em mente como aquela pessoa em particular agiria naquele contexto. Se necessário, ofereça algumas dicas relativas à personalidade daquela pessoa específica (ex: “Você se lembra como o Beto gosta de conversar o tempo todo”?). O que você achaque ele faria se o carro dele quebrasse?”). (Direitos autorais reservados ao The O ption Institute and Fellowship, sitewww.autismtreatmentcenter.org)

15. IDÉIAS DE ATIVIDADES PARA DESENVOLVER ALINGUAGEM.
Os exemplos sugeridos abaixo para atividades interativas com o objetivo de desenvolver a comunicação verbal são apenas breves descrições das atividades. No Programa Son-Rise, os facilitadores procuram construir a interação e ajudar a pessoa com autismo a ficar altamente motivada por uma ação deste facilitador antes de solicitar algo dela. Por exemplo, o facilitador faz cócegas várias vezes na criança sem pedir nada para ela. Apenas quando a criança já está altamente motivada pelas cócegas e demonstra de alguma forma querer mais, o facilitador solicita algo que é um desafio para ela, como falar uma palavra isolada ou sentença, olhar nos olhos, fazer algum gesto ou desempenho físico específico, etc.
No momento em que a pessoa está altamente motivada por uma ação do facilitador, ela tem a motivação como sua aliada para superar suas dificuldades e desenvolver habilidades. Ela supera suas dificuldades enquanto brinca! O prazer e a diversão na interação social levam a pessoa com autismo a querer interagir cada vez mais com outras pessoas e, consequentemente, aprender novas habilidades sociais. Investir na conexão amorosa e divertida com a pessoa com autismo beneficia o relacionamento e o aprendizado social. Divirta-se com as atividades!
1. Ofereça variações divertidas dentro de uma mesma motivação (interesse) para permitir a repetição de uma mesma palavra. Por exemplo: Torne-se uma “Máquina de Apertar”. Modele a palavra “apertar” para a pessoa, pendure um papel com a palavra “apertar” na sua camiseta, ofereça várias formas de apertar a pessoa (massagem) e, quando ela estiver altamente motivada, peça para ela falar a palavra “apertar” para a “Máquina de Apertar” funcionar. Utilizando o mesmo princípio, você pode criar uma atividade onde você é a “Máquina de Comer” (que vai “comendo o pé ou mão” da pessoa) e a palavra que a pessoa fala é “comer”. Você também pode ser a “Caixa de Música”, e a pessoa fala a palavra “música” para você começar a tocar instrumentos ou cantar.
2. Pratique sons específicos da articulação de fala em uma canção. Por exemplo: Se a pessoa gosta da canção “Seu Lobato Tinha um Sítio”, adapte os versos para incluir sons de fala que a pessoa tem dificuldade para articular. Você pode cantar “Era ‘t-t-t’ prá cá, era ‘t-t-t’ prá lá, ia ia iou” se a pessoa tiver dificuldade em pronunciar o “T”. Você canta e convida a pessoa para cantar com você.
3. Demonstre para a pessoa que quando ela diz a palavra inteira de forma clara ela consegue mais o que quer do que quando diz aproximações da palavra.
Por exemplo: Se a pessoa tende a omitir as consoantes iniciais das palavras, prenda um papel com a letra “C” na sua mão direita e as letras “ó cega” na sua mão esquerda. Se a pessoa disser “ó cega”, faça cócegas nela com a mão esquerda.
Quando ela disser a palavra toda, ofereça cócegas com suas duas mãos. Você pode criar o mesmo tipo de atividade com palavras como “massagem”, “carinho”, etc.
4. Seja o médico de língua! Concentre o foco nos movimentos da língua para auxiliar uma articulação de sons mais clara. Por exemplo: Providencie um conjunto de fantoches e bonecos de pelúcia que abrem a boca. Você poderia até colar línguas de papel ou tecido em cada boca. Cada boneco tem uma dificuldade específica no movimento da língua. Peça para a pessoa com autismo para ajudar você a examinar a boca de cada boneco com um daqueles palitos (ou com a própria mão). Prescreva vários movimentos de língua para cada boneco. Depois de examinar todos os bonecos, faça com que um dos bonecos examine a pessoa com autismo e prescreva para ela um exercício específico de língua. Se a pessoa quiser, ela pode examinar você também!
5. Combine várias das motivações da pessoa para que a atividade seja ainda mais atraente.
Por exemplo: Faça um cartaz com a palavra “Música” e outro com a palavra “Correr” ou “Pegar”. Modele a brincadeira jogando uma almofada em um cartaz. Jogue na palavra “Música” e comece a tocar um instrumento ou cantar. Jogue na palavra “Pegar” e saia correndo em direção à pessoa para um “pega-pega”. Quando a pessoa estiver altamente motivada por “música” ou “pegar”, peça para ela dizer a palavra correspondente à ação que deseja.
6. A pessoa dá as instruções para você achá-la no quarto e ganha o prêmio de “Melhor Instrutor”.
Por exemplo: Entre no quarto com um grande chapéu na cabeça e anuncie que a pessoa acaba de ganhar um prêmio muito especial. Quando você estiver prestes a entregar o prêmio para ela, faça com que o seu chapéu cubra os seus olhos e estimule a pessoa a ajudar você a chegar até ela sem conseguir enxergar. No início, ela pode utilizar comandos simples como “para frente” e “para trás”. Depois de um tempo, você pode se colocar atrás de obstáculos para encorajá-la a dizer “Passe por cima do banco”, ou “Pule sobre a almofada”.
7. Crie sentenças ao oferecer variações em cima de uma mesma motivação, demonstrando para a pessoa que ela consegue exatamente o que quer quando utiliza sentenças mais longas.
Por exemplo: Crie um cartaz com a silhueta de um corpo. Nomeie cada parte do corpo com um cartão removível. Na parte de cima do cartaz, escreva “Colorir ______”. Peça para a pessoa pegar o cartão que corresponde à parte do corpo que ela quer que seja colorida e que o coloque no espaço para completar a sentença. Quando ela estiver altamente motivada, estimule a pessoa a dizer a sentença completa. Se ela disser apenas “colorir”, responda colorindo algo fora do corpo. Se ela disser apenas “perna”, responda balançando a sua própria perna. A ideia é incentivar a pessoa a dizer “colorir perna” ou “colorir a perna” para você “entender” e colorir a perna no corpo do cartaz.


8. Escreva uma sentença em uma cartolina e a cole com fita crepe no chão. Peça para a pessoa pisar em cima e dizer cada palavra da sentença para ganhar a ação motivadora ainda mais rápida.
Por exemplo: A sentença podem ser, “Eu quero uma canção”.
Quando a pessoa terminar de falar a sentença, imediatamente comece a cantar a canção favorita da pessoa. Quando você terminar aquela canção, peça para a pessoa falar a sentença de novo e, quando ela completar a sentença, cante outra canção.
9. Construa sentenças com blocos que caem no chão.
Por exemplo: Providencie blocos bem grandes (como tijolos de papel ou espuma, ou até caixas de sapato). Cole em cada bloco uma palavra da sentença “Eu quero que os blocos caiam”. Comece a construir uma torre com o bloco que tem a palavra “Eu” no chão. Continue a construir a torre e a sentença assim por diante. Quando a pessoa disser a sentença completa, faça com que a torre desabe de forma divertida.
10. Pegue palavras para combiná-las em uma sentença e então dramatizar a ação de cada sentença.
Por exemplo: Monte um trilho de trem em volta do quarto e a cada estação ofereça para a pessoa um série de opções de cartões com uma palavra em cada um. Peça para a pessoa escolher uma das palavras e colocar o cartão como carga no trem. Quando o trem chegar ao fim da linha e tiver algumas palavras nele, ajude a pessoa a combinar as palavras e criar uma sentença para falar. Depois de criada a sentença, você dramatiza a cena correspondente. Por exemplo, a sentença é “O macaco pula na floresta” e você pula pelo quarto dançando e cantando como um macaco.
11. Invente uma canção sobre um tópico que é do interesse da pessoa e peça para ela completar com palavras ou sentenças de forma a estimular sua comunicação verbal espontânea.
Por exemplo: Invente uma canção sobre a Barbie viajando pelo mundo. Você pode utilizar a melodia de uma canção conhecida e modificar a letra. Quando a pessoa estiver altamente motivada, experimente deixar “espaços” em silêncio para ver se ela completa com alguma palavra espontânea.
12. Invente uma história engraçada e até sem sentido para estimular a fala espontânea.
Por exemplo: Faça uma pilha de cartões com uma palavra em cada um, palavras relacionadas aos interesses da pessoa. Inclua cartões que contenham apenas um ponto de interrogação. Escreva então uma história com a pessoa em uma cartolina. Escreva meia sentença e faça uma pausa. Pegue um cartão e use a palavra para completar a sentença. Se você pegar um ponto de interrogação, você ou a pessoa podem inventar qualquer palavra para escrever naquele ponto da história. Quanto mais engraçada e sem sentido a história melhor!



13. Estimule sentenças mais completas e espontâneas encorajando a pessoa a inventar histórias engraçadas.
Por exemplo: Faça duas pilhas de cartões. Uma pilha contém figuras de pessoas fazendo diferentes ações. A outra pilha contém figuras de diversos objetos. Comece pegando um cartão de cada pilha e crie uma sentença que associe uma palavra com a outra. Por exemplo, você pega um cartão de um homem cortando a grama e outro de uma escova de cabelo.
Você poderia então dizer “O Beto esqueceu que ele tinha uma máquina de cortar grama e usou a escova de cabelo para cortar a grama do jardim”. Convide a pessoa para fazer uma sentença na vez dela.
14. A pessoa com autismo é o entrevistador de um programa de rádio! Encoraje a conversação através da dramatização de vários personagens.
Por exemplo: Traga um gravador para o quarto e represente os diversos personagens que serão entrevistados pela pessoa. Você pode representar o elenco de um filme ou livro favorito. Estimule a pessoa a entrevistá-lo por 3 minutos. Se ela mudar o assunto, pare de gravar e a estimule a voltar para o assunto da entrevista.
15. Jogue “Boliche de Conversa” para praticar a habilidade de alternar a vez de falar sobre um assunto.
Por exemplo: No fundo de cada pino de boliche está escrito um tópico para conversa (ex: férias, o mar, seu melhor amigo, etc.). A cada vez que você derrubar os pinos escolha um deles e fale sobre o respectivo tema por 1 minuto. Você pode utilizar um cronômetro durante a atividade. (Direitos autorais reservados ao The Option Institute and Fellowship - 2004, site www.autismtreatmentcenter.org)
info@inspiradospeloautismo.com.br


Data: 26/7/2012 comentário 143/148

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Lá tem muitas coisas legais para VOCÊ aprender da mesma forma que eu estou aprendendo com os AUTISTAS. E EU SOU UM DELES COM MUITO ORGULHO


Data: 10/8/2012 comentário 144/148

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Data: 20/12/2012 comentário 147/148

Olá. Td bem a todos da minha página? Primeiramente, muito bom dia e paz e harmonia na chegada de Nata e um próspero Ano Nono 2012/2013. Meu Blog que fala de vários assuntos sobre Autismo, está inteiramente a disposição a todos. Acho que a cada dia está tendo um comentário novo nobre autismo e com isto faz com que visitantes n ovos, visitam os meu Blog e esta página. Graças a Deus a estas pessoas, eu fico feliz a cada dia que passa. Mande mais assuntos e dúvidas para tirar comigo nesta página. Eu vou está sempre ajudando no possível e rápido. O meu Blog está aí na Página do Google: www.walorgulhoautista.blogspot.com.br
A BRAÇOS A TODOS. Bjs carinhosamente nos corações de todos.


Data: 3/10/2013 comentário 148/148

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Esta página foi construída em 19/09/99, última atualização 20/03/2009.
Créditos: Eduardo Henrique Corrêa da Silva