AUTISMO
DISCUSSÕES E COMENTÁRIOS
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Cegueira e Autismo


Data: 4/3/2002 comentário 1/11

Sou médico geneticista e tenho me preocupado com a questão do autismo. Acompanhei três casos de jovens autistas, cegos e com puberdade precoce. Busco informações sobre outros casos semelhantes.


Data: 21/3/2002 comentário 2/11

No Instituto Veras, a cegueira funcional é tratada com estimulação visual, feita apartir de uma programação para cada paciente.Mesmo os que enxergam, recebem o programa de estimulação visual pois faz parte do desenvolvimento da lateralidade.Sobre puberdade precoce não sei informar.Sobre cegueira funcional, alguns casos eu pude conhecer e eles têm relatos clínicos de casos outros.Li alguma coisa sobre sexualidade/adolescência, mas não me lembro bem onde.Vou pesquisar.Lucy Santos


Data: 29/3/2002 comentário 3/11

Sou Coordendora de um Programa de atendimento à crianças autistas e tenho entre as 16 crianças, uma com cegueira e surdez. Gostaria de saber se tem alguma informação sobre atendimento à criança com necessidades neste nível. Obrigada atenciosamente, Terezinha Monteiro


Data: 19/4/2002 comentário 4/11

Meu filho tem autismo em decorrência da esclerose tuberosa, e desenvolveu a puberdade a partir de oito anos de idade. Hoje está com 9 anos e está tomando Lupron para bloquear a puberdade. O tratamento deixa-o mais calmo, e consequentemente mais receptivo às intervenções pedagógicas. Antes do medicamento eu estava quase ficando neurótica com seus gritos estridentes e sua voz potente de adolescente (ele não fala, apenas balbucia) além da manipulação excessiva da genitália). Eunice Maria Morelato


Data: 6/7/2004 comentário 5/11

Sou Psicologa e estou pesquisando no curso de Mestrado a "Aprendizagem de pessoas com autismo e cegueira", gostaria de receber informacoes sobre esse tema. Endereco eletronico. mipdr@bol.com.br


Data: 31/10/2007 comentário 6/11

OLá, Sou assistente social em Salvador. E pelo q venho notado aqui e nos relatos deste "site" verifico que não há insituições específicas para autismo, como acontece com Sindrome de down. Terezinha, a forma q vejo na prática é fazer uso de outras Instituições como institutos de cegos, de surdos mudos, etc. Ou seja, fragmentar os atendimentos. Não estou dizendo q é o certo! Mas, é o q tem surtido efeito na vida de milhares de pessoas com alguma deficiência e que não possuem renda apta para buscar outros locais fora do Brasil. Um bjo no coração de TODos e que tanto familiares e profissinais continuem na luta!!


Data: 24/9/2009 comentário 7/11

Sou professora e tenho dois alunos, um de 05 anos e um de 12 anos, ambos cegos e com autismo. Quero receber orientações sobre como melhor entende-los e orienta-los. Quem puder me auxiliar. marhelenagomes@ig.com.br


Data: 12/3/2010 comentário 8/11

Bom dia,tenho uma sobrinha que nasceu com cega e com o tempo fomos perceber que ela tinha algo mais como o Autismo e trastorno mental,porem hoje ela está com 17 anos e nós nao sabemos como lidar com ela,gostária que alguem pudesse me informar mais ,como lidar com ela,pois agora ela está muito agressiva até com ela mesmo e com quem chega perto dela,ajude nos como lidar com ela Obrigado


Data: 16/6/2011 comentário 9/11

boa noite, tenho uma irmã que é autista e também não enxerga e no ano passado,nossa mãe faleceu,como saber e entender os seus gestos? eu não consigo entender se ela sente dor, ela não se comunicar e bate bastante na região dos olhos,como lidar com tudo isso?


Data: 30/9/2011 comentário 10/11

Bom Dia,
Sou professora e trabalho com deficientes visuais,não encontro dificuldades, só que agora recebi um aluno cego e autista (com deficiencia mental talvez nao sei),o qual veio da Apae, com 12 anos e a mãe quer que ele aprenda a escrita braille. Oque fazer? trabalhei o tato,coordenaçoa motora, mas o processo da pré escrita e pre alfabetizaçao ele nao entende.
como fazer? que tipo de atividades trabalhar, já esgotou minha criatividade. MA AJUDEM
selma.prof@hotmail.com


Data: 17/5/2014 comentário 11/11

Boa tarde, meu filho tem hoje 14 anos, é cego congênito e autista, desde bebê teve acompanhamento pedagógico, passou pelo instituto Benjamin Constant, mas por causa do autismo não pôde passar do pré, pois não consegue desenvolver coordenação motora fina, também tem dificuldade com talheres, até hoje prefere usar as mãos para e alimentar, sua fala é ecolálica, e começou a desenvolver algum nível de conversação apenas aos 11 anos... quanto à agressividade, precisa de medicamentos para controlar... espero acrescentar em algo.


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Esta página foi construída em 19/09/99, última atualização 20/03/2009.
Créditos: Eduardo Henrique Corrêa da Silva