AUTISMO
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Aula - Professores em Sala de Aula


Data: 24/12/2009 comentário 1/1


A UNESCO PROPÕE EM SEU GUIA NOVE REGRAS DOURADAS ( NINE GOLDEN RULES)
PARA A ATUAÇÃO DE PROFESSORES NA SALA DE AULA


www.unesco.org


traduzido do inglês e digitado em São Paulo por Maria Amelia Vampré Xavier, da Rede de Informações Área Deficiências e Programa Futuridade da SEADS – Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, FENAPAES, Brasília (Diretoria para Assuntos Internacionais), Rebrates, SP, Carpe Diem, SP, Sorri Brasil, SP, Inclusion InterAmericana e Inclusion International, em 20 de dezembro, 2009

Entre muitos estudos e observações realizados recentemente, ficou mais uma vez demonstrado que, como diria o saudoso amigo Don Wills, ex-Presidente de Inclusion International, pai da Nova Zelândia com o qual nos encontramos algumas vezes em eventos internacionais, o pior inimigo da inclusão são as atitudes das pessoas.

Vimos lendo e observando muitas coisas e vemos que, de fato, como as pessoas com algum grau de deficiência ou problema congênito foram sempre afastadas de debates públicos, que nem se realizavam, por serem consideradas gente de menor valor, para ser apenas toleradas pela família e alguns amigos de coração caridoso, essas pessoas – nossos filhos e amigos – ainda hoje, em escala menor, é verdade, são postos de lado e a atitude em relação a eles é de pena, alguma tolerância e, quando possível, o maior distanciamento.

Estaremos dizendo mais alguma bobagem só porque somos mãe de uma pessoa com deficiências físicas e intelectuais sérias?

Não cremos, tudo o que lemos, ouvimos, trocamos com amigos experientes na área das deficiências comprova o que dizemos. UNESCO, em seu grandioso e permanente esforço de conseguir “educação para todos mesmo” propõe constantemente novas estratégias, às vezes já conhecidas mas em roupagens novas; isso não importa, e sim que os professores reflitam no que observadores experientes lhes dizem para facilitar sua missão.

Vamos às nove regras douradas de hoje, com o carinho e a atenção que sempre dispensamos ao que a UNESCO nos ensina?

NOVE REGRAS DOURADAS

Nesta parte resumimos as nove regras “douradas” para lidar com a diversidade encontrada em qualquer classe de crianças mas, especialmente, algumas crianças com necessidades especiais. Professores em todo o mundo têm achado que são úteis. E que os alunos aprendem mais. São elas:


1. Incluir todos os alunos.
2. Comunicar
3. Gerenciar a classe
4. Planejar suas lições
5. Planejar para indivíduos
6. Dar ajuda individual
7. Usar ajudas assistivas
8. Gerenciar o comportamento
9 Trabalhar junto

INCLUIR TODOS OS ALUNOS

O valor da educação inclusiva para os estudantes vem de misturar e compartilhar com outras crianças. Os professores precisam encorajar que isso aconteça, pois a experiência sugere que crianças com necessidades especiais podem ficar isoladas dentro de salas de aula e escolas.

Os professores podem ter de explicar a outras crianças as razões pelas quais algumas crianças não conseguem falar, se comportam de maneira diferente e assim por diante. A diversidade deve ser reconhecida e respeitada. Deixem que os alunos descubram por si mesmos como trabalhar em conjunto com seus colegas. Um trabalho semelhante a esse pode precisar ser feito em reuniões entre pais e professores.

O maior obstáculo entre todos – à inclusão – são geralmente atitudes negativas. As crianças podem não estar acostumadas com outras crianças que parecem diferentes e se comportam de maneira diferente. Os pais podem também ficar preocupados acerca de “ reduzir o padrão da escola se crianças com deficiências e outras necessidades especiais forem incluídas em salas de aula comuns. Os professores têm um papel básico no desenvolvimento de atitudes positivas entre alunos, pais, e, certamente, outros professores.

As crianças que utilizam tecnologias assistivas, tais como aparelhos de surdez ou que dependem de equipamento especial podem contar à classe a respeito disso e demonstrar seu uso.

Dica de professor: Uma atividade fora da classe ajudou os alunos a formar amizades novas. Os alunos mais capazes ficavam muito interessados em ajudar os outros.

Encorajem as crianças a “serem receptivas” a alunos com necessidades especiais. É importante para a inclusão social que as crianças brinquem e trabalhem juntas. Elas podem também ajudá-las nos banheiros, a se movimentarem pela classe e em períodos de pausa.

Dentro da classe, desenvolvam oportunidades para “ensino dado por colegas.”
Os alunos mais capazes podem ajudar os menos capazes no trabalho da classe.
Também se assegurem de que crianças com necessidades especiais possam dar ua contribuição significativa ao trabalho realizado na classe, a fim de que ão se tornem dependentes e objetos de “ajuda.”

Elaborem jogos de aprendizado em que os alunos possam brincar juntos na lasse. Grupos de crianças podem brincar dessa forma, para ajudar os menos apazes a dominar habilidades de leitura e aritmética.

Estabeleçam as atividades para se completarem como um grupo; a fim de que odas as crianças possam contribuir para que sejam completadas, e ganhem réditos por conseguir isso.

Pensem em como as crianças com necessidades especiais podem juntar-se às utras em esportes e jogos. Por exemplo, uma criança cega pode ter como arceira uma criança que enxerga numa competição de corrida. Ou criar um ogo no qual todas as crianças se movimentam com os olhos vendados.

Promovam os talentos de todas as crianças, encorajando sua participação em tividades escolares tais como cantar, dançar e fazer teatro.

Envolvam todas as crianças em todas as atividades escolares, por exemplo em arefas de limpar e cozinhar e como monitores de classe.

É um bom sinal quando vemos crianças brincando juntas felizes nos períodos e recreio ou se contam para vocês que estiveram se visitando em suas casas.

Observação: existem outras maneiras de garantir que crianças com eficiência sejam incluídas socialmente na escola. Anote aquelas que vocês oderiam usar com mais freqüência em sua escola.

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Como vemos, os queridos professores de nossas crianças com necessidades speciais diversas precisam ter sempre grande empenho em soluções que fogem os livros técnicos e dependem muito mais de uma atitude de amizade, de eceptividade, e de respeito que vagarosamente a sociedade – diríamos mndial
– vai aprendendo a ter em relação a nossos filhos e amigos.


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Esta página foi construída em 19/09/99, última atualização 20/03/2009.
Créditos: Eduardo Henrique Corrêa da Silva